Não basta ser FERRARI, tem que ser de OURO !

24 11 2009

Os sheiks do Oriente Médio vivem em uma constante guerra entre si.
Nada militar, mas uma guerra de egos: quem constrói o maior prédio, quem tem o maior jato, quem consegue o carro mais exótico…
Aliás, no quesito carros é algo impressionante, a bola da vez é uma Ferrari F599 GTB Fiorano, banhada a ouro.
Lindíssima !

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do setor automotivo

24 11 2009

As automotivas mais admiradas no Brasil

A edição de novembro/dezembro da revista Carta Capital é dedicada aos resultados da pesquisa sobre as empresas mais admiradas no Brasil em 2009. A publicação de 260 páginas, que nasceu inspirada na relação da Fortune, vai fundo em inúmeros setores, incluindo o automotivo.

Na lista do macrossetor que inclui fabricantes e importadores de veículos, junto com autopeças, a Toyota ficou no topo, com 28% dos votos de 1.238 executivos que participaram da pesquisa. Vale observar a presença da Bosch em quinto e da Hyundai em décimo lugar.

Vêm a seguir:

Honda 17,82%
Volkswagen 17,82%
Fiat 11,23%
Bosch 5,65%
Volvo 4,42%
BMW 3,70%
GM 3,30%
Ford 2,60%
Hyundai 1,62%
Mitsubishi 1,19%
Audi 1,03%

Considerado isoladamente, o ranking de montadoras e importadoras traz a Toyota em primeiro, com 19%, seguida da Volkswagen (14%), Honda (13%), Fiat (9,8%) e Hyundai (7,9%).

As mais votadas em caminhões foram a Volvo (29,26%), Mercedes-Benz (22,04%), Scania (20m68%), Volkswagen (15,94%), Iveco (6,92%) e Ford (5,16%).

A Bosch ficou disparada na frente em autopeças, com 23,45%, vindo depois Magneti Marelli (7,07%), Eaton (7,05%), TRW Freios Varga (7,02%), VDO Continental (6,56%), Mahle Metal Leve (6,55%), Dana (5,03%), Fra-le (4,68%), Sabó (3,74%) e MWM International (3,52%).

Ford lucra, com bons resultados no Brasil

A Ford Motor anunciou lucro de US$ 997 milhões (29 cents por ação) no terceiro trimestre, atribuído a novos produtos, reduções de custo estruturais e bons resultados da Ford Credit. Houve um avanço de US$ 1,2 bilhão em relação ao mesmo período do ano passado.

A performance da montadora, única das três grandes norte-americanas que escapou de uma concordata este ano e dispensou recursos do governo, foi a primeira positiva desde o início de 2008 e causou surpresa.

“O resultado mostra claramente que a Ford está fazendo enorme progresso, apesar da queda prolongada da economia global,” disse o presidente e CEO, Alan Mulally, ressaltando a importância da nova linha de produtos.

O setor automotivo relatou lucro operacional antes dos impostos de US$ 446 milhões, comparado com a perda antes dos impostos de US$ 2,9 bilhões há um ano. A melhora reflete os preços favoráveis, as reduções de custos estruturais, custos menores de matérias-primas e maior participação de mercado aumentada, ofuscadas parcialmente pelo câmbio desfavorável e menores volumes de produção.

A receita automotiva mundial no terceiro trimestre foi de US$ 27,9 bilhões, US$ 100 milhões acima do valor de um ano atrás. As vendas totais de veículos no atacado somaram 1.232.000 unidades, contra 1.175.000 unidades um ano atrás.

Na América do Norte o lucro operacional antes dos impostos alcançou US$ 357 milhões, comparado com a perda de US$ 2,6 bilhões um ano atrás. A receita foi de US$ 13,7 bilhões (US$ 10,8 bilhões um ano atrás).

A Ford América do Sul, onde o Brasil representa 60% dos negócios, registrou lucro operacional antes dos impostos de US$ 247 milhões — quase metade do obtido no mesmo período de 2008, quando houve um lucro recorde de US$ 480 milhões. A queda foi explicada pelo câmbio desfavorável, primariamente no Brasil e na Argentina. A receita do terceiro trimestre foi de US$ 2,1 bilhões, abaixo dos US$ 2,7 bilhões de um ano atrás.

Visão favorável para indústria nos próximos meses

A produção industrial (PIM) registrou alta de 0,8% em setembro frente a agosto, já descontando os efeitos sazonais, o que corresponde a uma retração de 7,8% em relação ao mesmo mês de 2008, como foi há pouco pelo IBGE. Os resultados ficaram abaixo das expectativas do mercado e das estimativas do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, que contemplavam alta de 1,7%1 e 1,6% na margem, respectivamente.

Com isso, a produção industrial acumulou no ano uma queda de 11,6%. Analisando os dados desagregadamente, o Bradesco destaca o arrefecimento da produção de bens duráveis e não duráveis e a aceleração dos bens de capital. A surpresa negativa veio dos bens intermediários, cuja queda se concentrou em alguns setores específicos (papel e celulose e refino de petróleo e álcool).

O avanço da indústria menor do que esperado em setembro não altera visão favorável para os próximos meses, segundo o Bradesco. Para os meses adiante, o banco acredita que, a despeito da pequena desaceleração do crescimento na margem, a tendência expansionista será mantida — tendo como pilar o bom desempenho do mercado de trabalho e a preservação da renda dos consumidores brasileiros. O banco ressalta também que, somado a isso, é preciso considerar a elevação do nível da utilização da capacidade instalada em outubro, conforme Sondagem da indústria da FGV divulgada na semana passada. Diante desses elementos, o Bradesco mantém leitura positiva para a atividade doméstica, que começa a sinalizar um bom momento para os investimentos, e destaca que estes resultados são compatíveis com cenário de crescimento do PIB de 0,1% neste ano e de 5,4% em 2010.

Poli-USP inaugura novo curso automotivo

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo inaugura em 2010 o novo Curso de Especialização em Engenharia Automotiva, voltado para engenheiros graduados e profissionais que desejam estender a sua formação e ampliar conhecimentos sobre novas tecnologias, produtos, serviços e gestão industrial.

As inscrições estarão abertas até 29 de janeiro. As aulas terão início em 26 de fevereiro e serão realizadas às sextas feiras das 18h30 às 22h30 e aos sábados das 8h às 13h.

Com carga horária mínima de 372 horas/aula (em onze disciplinas) e duração de trinta meses, o curso promete uma visão global do mercado e garante competências para administrar as inúmeras atividades da cadeia produtiva do setor.

A coordenação do curso é dos professores Paulo Carlos Kaminski e Marcelo Massarani, do Centro de Engenharia Automotiva do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli-USP.

Informações pelo tel. 11 3817-5488 ou em www.automotiva-poliusp.org.br/esp.htm.

Poli-USP inaugura novo curso automotivo

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo inaugura em 2010 o novo Curso de Especialização em Engenharia Automotiva, voltado para engenheiros graduados e profissionais que desejam estender a sua formação e ampliar conhecimentos sobre novas tecnologias, produtos, serviços e gestão industrial.

As inscrições estarão abertas até 29 de janeiro. As aulas terão início em 26 de fevereiro e serão realizadas às sextas feiras das 18h30 às 22h30 e aos sábados das 8h às 13h.

Com carga horária mínima de 372 horas/aula (em onze disciplinas) e duração de trinta meses, o curso promete uma visão global do mercado e garante competências para administrar as inúmeras atividades da cadeia produtiva do setor.

A coordenação do curso é dos professores Paulo Carlos Kaminski e Marcelo Massarani, do Centro de Engenharia Automotiva do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli-USP.

Informações pelo tel. 11 3817-5488 ou em www.automotiva-poliusp.org.br/esp.htm.

MWM International prevê retomada do mercado

A MWM International Motores reuniu uma centena de fornecedores em workshop para apresentar suas expectativas em relação ao mercado e obter o comprometimento das empresas para atender uma demanda crescente nos próximos meses.

A produção da fabricante de motores diesel no segundo semestre deste ano deve ultrapassar 64 mil propulsores, 35% a mais do que o resultado obtido no primeiro semestre, quando a companhia fez 47.900 unidades. A empresa projeta fechar 2009 com produção de 112 mil motores e registra expressivo crescimento nos pedidos de propulsores para caminhões, ônibus e picapes.

Para o diretor de vendas e marketing da MWM, Michael Ketterer, fatores como o crescimento da produção industrial, a retomada do mercado de trabalho, a expansão da renda, maior oferta de crédito, os incentivos do governo e investimentos em infraestrutura impulsionaram o aumento da demanda no segundo semestre.

“Neste semestre registramos crescimento de 91% no volume de produção de motores para picapes e 26% no segmento de caminhões e ônibus, no comparativo com o primeiro semestre de 2009”, afirma Ketterer.

Retirados de: www.automotivebusiness.com.br – Acesso em 24/11/09 as 15h20

Equipe Rh Automotive





Volkswagen ultrapassa a Toyota e alcança a liderança mundial, diz jornal

23 11 2009

Planos de incentivo às vendas de carros ajudaram a montadora.
Produção da Toyota deverá cair de 9,2 milhões para 7 milhões.

O Grupo Volkswagen passou a ser o maior produtor mundial de veículos, de acordo com o jornal The Guardian, de Londres. Segundo o levantamento feito pela publicação, o grupo alemão produziu 4,4 milhões veículos neste ano, contra os 4 milhões da até então líder Toyota.

Apesar do desempenho, isso não significa que o consórcio alemão continuará na liderança por muito tempo. Segundo a consultoria IHS Global Insight, que divulgou o balanço, o crescimento da Volkswagen foi beneficiado pelos planos de incentivo à venda de carros dos governos britânico, alemão e chinês, que viram o mercado de automóveis despencar.

O aumento do portfólio de modelos em mercados estratégicos como China e Brasil também ajudou. De acordo com o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, o Brasil é o terceiro maior mercado para o grupo, atrás apenas da China e da Alemanha. Além disso, a montadora pretende aumentar a produção brasileira até 2014 de 800 mil unidades para 1 milhão de veículos.

Outro fator que ajudou a alemão foi a estratégia adotada pela própria Toyota no início do ano. Devido à queda da demanda mundial por veículos, a montadora japonesa precisou realinhar a produção de veículos no primeiro trimestre do ano, ação que impactou nos números da empresa.

Neste ano, a Toyota prevê que saiam das linhas de montagem 7 milhões de unidades, resultado bem inferior as 9,2 milhões de unidade que garantiram à montadora japonesa a liderança, após derrubar 80 anos de domínio da General Motors em primeiro lugar.

Planos

Com o pé no chão, a Volkswagen espera a acomodação do mercado para saber exatamente qual é seu posicionamento no setor. De acordo com o projeto de expansão do grupo, era esperado ultrapassar a Toyota apenas em 2018. Para isso, a Volkswagen investe em seus principais mercados e na construção da fábrica norte-americana.

Retirado de http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1375666-9658,00.html – Acesso 23/11/09 as 11h30

Equipe Rh Automotive





Volks completa 50 anos no país e anuncia investimentos

19 11 2009

Fábrica na via Anchieta foi a primeira da empresa fora da Alemanha.
Investimento será anunciado até o início de dezembro.


Ela chegou a ser comparada a uma cidade nos anos 80. Tinha ruas com semáforos, capela, agência de correio e padaria que produzia 50 mil pães por dia. Hoje menor, mas ainda uma gigante imponente na Via Anchieta, que liga a capital ao litoral paulista, a fábrica da Volkswagen comemora na quarta-feira (18) 50 anos de inauguração oficial, data marcada pela histórica foto em que o presidente Juscelino Kubitschek passeia pela linha de montagem em um Fusca conversível.

A fábrica, a primeira da Volkswagen fora da Alemanha, foi a escolhida pelo grupo para receber boa parte de um novo investimento que será anunciado no fim deste mês ou início de dezembro. O dinheiro será aplicado em aumento de capacidade produtiva e desenvolvimento de carros que chegarão ao mercado nos próximos dois ou três anos.

A companhia tem mais duas unidades de automóveis, uma em Taubaté (SP) e outra em São José dos Pinhais (PR), e uma de motores em São Carlos (SP). Recentemente, a matriz alemã vendeu a unidade de caminhões para o grupo MAN. O novo aporte vai se somar ao programa de R$ 3,2 bilhões anunciado para o período 2007 a 2011 e faz parte do projeto do grupo de chegar em 2012 com produção anual de 1 milhão de veículos. Este ano, a produção deve atingir volume recorde de 800 mil unidades.

“A Anchieta é a fábrica mais complexa do grupo”, afirma o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall. “Produz nove modelos, da Kombi ao novo Gol”. Ele não adianta detalhes do anúncio que fará nas próximas semanas, mas indica que a unidade do ABC deve crescer mais que as outras do grupo.

Schmall também destaca a importância da filial para a matriz, que conta com o Brasil, seu terceiro maior mercado, para chegar à liderança mundial em vendas nos próximos anos. “Em 2006, representávamos 8% das vendas do grupo; hoje, já participamos com 11%.”


Retirado de: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1379774-9658,00.html – Acesso 19/11 às 15h

Equipe Rh Automotive





Concessionária Porsche cobre um 911 Carrera S com chocolate

18 11 2009

Autor: Eber Categorias

18/11/2009

Porsche 911 Chocolate 1 Concessionária Porsche cobre um 911 Carrera S com chocolate

No Brasil até que nem tanto, mas na Europa e nos EUA, a decoração das lojas é bem forte para a época do Natal. Cada loja cria suas idéias para chamar a atenção dos consumidores. A concessionária Porsche Centrum Gelderland, que fica na Holanda, cobriu literalmente um Porsche 911 com chocolate!

O carro dessa foto é um 911 de verdade, novinho em folha. Ele foi primeiramente coberto com plástico, para que o chocolate não estragasse nada. Depois foi jogado em cima dele nada menos que 175 quilos de chocolate líquido, em forma de uma pasta, que depois secou e endureceu.

Porsche 911 Chocolate 2 Concessionária Porsche cobre um 911 Carrera S com chocolate

Alguns detalhes do carro foram feitos em chocolate branco, como os faróis. O carro vai ficar em exposição até o final do ano, em um ambiente com temperatura controlada, sempre abaixo de 27 graus.

Porsche 911 Chocolate 3 Concessionária Porsche cobre um 911 Carrera S com chocolate

Read more: http://www.noticiasautomotivas.com.br/concessionaria-porsche-cobre-um-911-carrera-s-com-chocolate/#ixzz0XDWb4WM2

Equipe Rh Automotive





Ford aumenta vendas e ganha participação no mercado

18 11 2009

Da France Presse

WASHINGTON, EUA, 3 Nov 2009 (AFP)

A montadora americana Ford anunciou nesta terça-feira uma alta de 3,1% em um ano em suas vendas de unidades novas nos Estados Unidos em outubro, uma recuperação depois da queda de setembro.

A Ford estimou, em um comunicado, que sua participação no mercado superou os 15% em outubro, um avanço em um ano e o mais elevado nos nove primeiros meses de 2009.

“A demanda dos consumidores pelos novos modelos sustentou os ganhos de cota do mercado da Ford”, comentou seu vice-presidente, Ken Czubay.

“Oitenta por cento de nossas vendas em outubro provém de nossos novos modelos 2010″, acrescentou.

Na véspera, a agência de classificação financeira Moody’s elevou em um grau a nota da montadora Ford, que passou a B3, assinalando os avanços de rentabilidade conquistados depois da publicação de resultados considerados muito melhores que o esperado.

“Este aumento reflete os importantes progressos que a Ford continua fazendo para reforçar sua oferta de produtos, mantendo liquidez substancial em seus balanços”, diz a Moody’s em comunicado.

A Ford também anunciou na segunda-feira um lucro líquido de 997 milhões de dólares e um resultado operacional de 1,1 bilhão no terceiro trimestre, seu primeiro superávit desde o começo de 2008.

No terceiro trimestre do ano passado, o grupo havia registrado perda de 161 milhões de dólares, segundo comunicado da empresa.

Os resultados anunciados hoje são muito superiores às expectativas do mercado, que antecipava uma perda líquida de 12 centavos por ação. A Ford registrou, na realidade, um lucro de 26 centavos por ação.

A Ford informou que seus carros das marcas Ford, Lincoln, Mercury e Volvo venderam 136.920 unidades no mês passado.

É “um pequeno milagre” para a única montadora americana que se salvou da quebra este ano, considerou o analista Douglas McIntyre no site 247WallSt.com. “Ninguém acreditava que a Ford pudesse ganhar dinheiro na América do Norte, exceto a própria Ford”, afirmou.

Foi justamente na América do Norte, que a Ford registrou um resultado operacional sem os impostos de 357 milhões de dólares – o primeiro resultado positivo desde o primeiro trimestre de 2005.

Os bons resultados devem-se a uma melhora das vendas, em particular nos Estados Unidos, assim como a uma importante redução dos custos. Esta redução foi de um bilhão de dólares para totalizar 4,6 bilhões nos nove primeiros meses do ano. A cifra é superior aos objetivos do grupo (4 bilhões de dólares).

O volume de negócios foi, no terceiro trimestre, de 30,9 bilhões de dólares.

As cifras foram impulsionadas, em parte, devido às reduções de postos de trabalho mas, também, graças a uma popular medida do governo de estímulo às vendas, o programa chamado de “dinheiro por sucata”.

Já a General Motors anunciou que sua cota no mercado “aumentou pelo terceiro mês consecutivo, chegando a 21% do total de veículos leves”.

A GM vendeu 177.603 veículos no mês passado, um avanço de 4,1% em 12 meses, mas que ficou abaixo da previsão divulgada no site especilizado Edmunds.com (+5,7%).

Chrysler vendeu 65.803 unidades em outubro, o que significa um avanço de 6% em relação a setembro, mas é também uma queda de 30% em 12 meses.

“O Grupo Chrysler aposta na retomada das vendas em novembro e dezembro, meses tradicionalmente bons para a venta de ‘SUV’, e nossa marca Jeep oferece os melhores”.

A nova Chrysler emergiu da concordata este ano com a participação da italiana Fiat e o apoio dos governos de Estados Unidos e Canadá.

O grupo anunciou que oferecerá financiamentos com 0% de juros em novembro, além de outros incentivos.

Em setembro, as vendas da GM caíram 20% e as da Chrysler, 42%.

Equipe Rh Automotive





Ford muda e dá a volta por cima

18 11 2009

Montadora foi a única a obter lucro no terceiro trimestre de 2009.
Processo de reestruturação nos EUA foi semelhante ao do Brasil.

Da Agência Estado

Foto: Paul Sancya/AP Foto: Paul Sancya/AP

Ford não precisou de ajuda do governo dos EUA

Uma receita já adotada pelo Brasil no início da década, de cortar custos e desenvolver produtos que caem nas graças dos consumidores, ajudou a Ford Motors a provar que é possível ganhar dinheiro num mercado em crise. A montadora foi a única entre as grandes companhias do ramo a obter lucro no terceiro trimestre de 2009. Ao anunciar ganhos de quase US$ 1 bilhão nas operações globais no período, a Ford também dá um sinal ao mundo de que a tempestade que se abateu sobre o mercado americano pode estar diminuindo de intensidade.

No fim da década de 90, a Ford do Brasil quase fechou suas portas, mas conseguiu uma reviravolta ao adotar um plano de redução drástica de custos. Nos anos seguintes, inaugurou a mais moderna fábrica do grupo, em Camaçari (BA), e criou um veículo que até hoje tira o sono dos concorrentes, o EcoSport. O modelo inaugurou um novo segmento no mercado brasileiro, o de utilitários esportivos de pequeno porte. A empresa também renovou outros produtos e é lucrativa há mais de cinco anos.


A fábrica de Camaçari e o EcoSport foram ‘o divisor de águas’ entre a Ford que quase faliu e a Ford que está melhor que a matriz há vários anos, diz o consultor José Roberto Ferro, do Lean Institute. Segundo ele, conceitos adotados no Brasil foram levados para a matriz, ainda que não em sua plenitude, como o processo integrado de produção, com fornecedores dentro da linha de montagem.’A Ford dos Estados Unidos passou por um processo de reestruturação semelhante ao do Brasil’, confirma o diretor da Ford Brasil, Rogelio Golfarb. Além de mudanças no processo de manufatura, no relacionamento com a rede de distribuição e do lançamento de produtos atraentes, a matriz contou com a astúcia de executivos que se anteciparam à pior crise que o setor automotivo americano assistiu em mais de 30 anos.

Pouco antes de o setor financeiro desabar, provocando efeito dominó no resto da economia, a Ford captou US$ 23,6 bilhões, na época visto como ato de desespero. Mas o dinheiro evitou que a companhia recorresse à ajuda governamental, como fizeram as concorrentes General Motors e Chrysler, que ainda tiveram de passar por processo de concordata.

Para Bernd Gottschalk, ex-presidente da Organização Internacional dos Construtores de Automóveis (Oica) e hoje na empresa alemã de investimentos Macquarie, ao recusar ajuda do governo, o presidente da Ford, Allan Mulally, passou a ser visto como uma liderança forte. E os americanos adoram líderes. A percepção desfavorável em relação à GM e à Chrysler certamente reverteu-se em vendas para a Ford, que teve ajuda do programa do governo para a troca de carros velhos por novos. ‘Foi um pequeno milagre o que a Ford conseguiu, diz Gottschalk.

Retirado de http://g1.globo.com/Noticias/0,,LTM0-5597-1008,00.html

Equipe Rh Automotive





Grandes empresas reclamam de falta de profissionais

18 11 2009

Fonte: InfoMoney

As empresas do setor metro-ferroviário estão carentes de profissionais, o que é uma boa notícia para quem tem interesse em trabalhar nesse setor.

Durante um painel na feira Negócios nos Trilhos, empresas do setor apresentaram os problemas que enfrentam, entre eles a falta de profissionais.

O gerente de RH da Alstom, empresa que fornece equipamentos e serviços para geração de energia e transporte, Kleber Daniel, afirmou ter uma carência de profissionais e que os desafios da empresa são atrair bons funcionários, qualificá-los e fazê-los permanecer na empresa. “Buscamos profissionais não só do mercado metro-ferroviário, mas sim de outras áreas que possam contribuir com conhecimentos e experiências”, disse Daniel.

Mas não é somente esse setor que tem carência de mão-de-obra. Empresas do setor de tecnologia e até mesmo consultorias também estão em busca de pessoas capacitadas, mas sentem dificuldades para encontrá-las.

Empresas

Segundo a gerente de RH (Recursos Humanos) da Siemens, Elaine Mattioli, o choque de gerações e a “conquista” de profissionais para o setor são os principais desafios. A empresa apresenta oportunidades de trabalho na área de Vendas, Administração, Finanças, Engenharia, Projetos e Serviços.

A empresa desenvolve um programa de talentos que busca líderes com domínio em inglês. “Nossa tecnologia vem de fora, precisamos de profissionais que trabalhem aqui, ou no exterior, conhecendo assim nosso processo como um todo”, afirmou Elaine.

Outra empresa que apresentou o problema de falta de profissionais foi a Setepla, do setor de consultoria e gerenciamento de projetos e empreendimentos. A Setepla procura profissionais qualificados na área de consultoria, que tenham novas ideias e tenham disposição para aprender trabalhando.

Equipe Rh Automotive





A mente apaga registros duplicados

18 11 2009

Por Airton Luiz Mendonça – (Artigo do jornal O Estado de São Paulo)


O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio…. você começará a perder a noção do tempo.

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.

Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).

Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -…. enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a…

ROTINA

A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos… em outras palavras… V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o… do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES

di fE rEn tEs !

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE…

V I V A !!!!!!!!


Equipe Rh Automotive





Indústria paulista gera 9.000 vagas em outubro, diz Fiesp

12 11 2009

GIULIANA VALLONE
da Folha Online

Atualizado às 17h11.

A indústria paulista registrou saldo positivo de 9.000 vagas em outubro, o que representou uma elevação de 0,41% no nível de emprego no Estado no confronto com setembro nos dados sem ajuste sazonal, segundo a pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). É a terceira alta seguida neste comparativo.

Em setembro, a indústria havia registrado a criação de 14 mil vagas. Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, houve aumento no nível de emprego em outubro de 0,28% –o maior em 18 meses.

Em relação a outubro do ano passado, houve queda no nível de emprego, de 7,61%, o que representa uma eliminação de 184 mil vagas nesta base de comparação. No acumulado do ano, a indústria paulista já eliminou 34 mil postos de trabalho (-1,49%).

Setores

No mês passado, dos 22 setores, 16 tiveram desempenho positivo, quatro mais demitiram que contrataram e dois ficaram estáveis.

O setor com maior saldo de contratação em outubro, com relação a setembro, foi de couros e fabricação de artigos de couro, artigos de viagem e calçados (2,4%), seguido de produtos têxteis, com 1,5%, e móveis, com 1,3%.

Os que mais demitiram foram outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores, com queda de 1,6%, e fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, com recuo de 0,7%.

Sensor Fiesp

A Fiesp também divulgou hoje o Sensor Fiesp –indicador de perspectivas futuras da indústria paulista– da primeira quinzena de novembro. O índice atingiu 53,3 pontos, contra 58,3 pontos verificados na segunda quinzena de outubro.

O índice varia entre 0 e 100 pontos, sendo que acima de 50 pontos indica otimismo e, de 50 para baixo, pessimismo.

O sensor do mercado foi o mais alto no mês, com 65 pontos, seguido pelo setor de vendas, com 56,5 pontos.

O sensor de estoques foi o que ficou no menor nível no mês, em 49,5 pontos, o que, segundo o diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos) da Fiesp, Paulo Francini, representa que eles estão ajustados.

“O sensor indica uma perspectiva sem grandes nuvens no horizonte”, afirmou.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u650904.shtml – Acesso 12/11/09 17h11

Equipe Rh Automotive