Rapidinhas do Setor Automotivo

11 11 2009


Renault registra venda recorde em outubro

A Renault anuncia um recorde de vendas em outubro, quando emplacou 12.816 unidades, ultrapassando a marca anterior, de setembro de 2008, com 12.528 veículos. A empresa chegou a uma participação de mercado de 4,6% (5,38% entre os automóveis, em quinto lugar), impulsionada por novas ações e políticas comerciais.

O desempenho da francesa em outubro foi 38% superior ao volume de vendas do mesmo mês de 2008 (9.253 unidades). O Sandero foi o 13º modelo mais vendido, com 4.312 unidades comercializadas. Nas vendas acumuladas do ano a Renault soma 97.203 veículos.

City bate 9,6 mil unidades em cem dias

Lançado no final de julho no mercado nacional, o Honda City somou 9.665 unidades comercializadas até o final de outubro, mês em que foram vendidas 3.126 unidades. A empresa considera bom o resultado, obtido em cem dias no mercado.

O New Fit já emplacou 42.753 unidades e se tornou o mais vendido em sua categoria. Já o New Civic atingiu 43.744 unidades comercializadas em toda a temporada e se mantém na liderança entre os sedans médios nacionais.

Entre os importados, o Honda CR-V se destacou no fechamento de outubro, emplacando 1.130 unidades, sendo 773 da versão 4×2 (LX AT) e outras 357 da versão 4×4 (EXL AT). Houve um crescimento de 57% do produto em comparação com setembro (719 unidades). Em 2009, são 9.321 unidades comercializadas.

De janeiro a outubro a Honda Automóveis vendeu 106.604 unidades. Nos doze meses do ano passado foram 117.599.

Fiat reforça a posição de liderança

A Fiat manteve a liderança de vendas no mercado brasileiro em outubro, com o emplacamento de 67.988 automóveis e veículos comerciais leves – o que corresponde a uma participação de 24,2% e mais de 8.900 unidades à frente da Volkswagen, que vem em segundo. A marca ficou à frente em automóveis (24,3%) e comerciais leves, com 23,4%.

A montadora italiana ampliou a liderança no ano, totalizando 610.710 veículos emplacados e 24,5% do mercado, com mais de 37.000 unidades de vantagem sobre a Volkswagen. Os dados são do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e foram divulgados pela Anfavea.

Produção em outubro foi a 2ª maior da história

Assista o vídeo da apresentação da Anfavea dia 9 de outubro. Confira os dados estatísticos de outubro.

A indústria automobilística teve o melhor outubro de todos os tempos com o licenciamento de 294,4 mil unidades vendidas no mercado interno, volume 23% maior que o de outubro de 2008, mas 4,6% inferior ao de setembro.
O desempenho foi atribuído à antecipação de compra acarretada pela redução IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que refletiu no preço ao consumidor final. Dos carros licenciados em outubro, 17% são importados. No acumulado do ano foram licenciados 2,59 milhões de unidades entre nacionais e importados, número 6% superior ao do mesmo período de 2008. Os números foram divulgados na segunda-feira, 9, pelo presidente da Anfavea –Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Jackson Schneider, que acredita em um novo recorde de vendas ao mercado interno para o setor em 2009. “O volume de crédito vem aumentando, os juros estão em queda e a inadimplência declina pelo terceiro mês consecutivo, com melhor situação em relação a outros bens de consumo”, disse o dirigente. As exportações totais de veículos em outubro, de 47.196 unidades, cresceram 16% em relação a setembro, mas os primeiros dez meses do ano somam ainda 270 mil veículos a menos do que no mesmo período de 2008. “Até o final do ano o recuo será de mais de 300 mil unidades em relação ao ano passado, o que corresponde à produção de duas grandes fábricas”, destacou o presidente da Anfavea. Em valores, a queda acumulada foi de 47,5%. A produção nacional de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus), registrou alta de 15,7% no mês de outubro em relação a setembro, com 315.9 unidades. No acumulado, foram 2,63 milhões, volume 9,7% inferior ao do ano passado. O nível de estoque na indústria e nas concessionárias variou de 17 dias em setembro para 22 dias em outubro, quando somou 215,8 mil unidades, volume considerado pela Anfavea “pouco confortável”. Tomados separadamente, os estoques atuais são de 41 mil unidades na indústria, equivalentes a quatro dias, e de 174,7 mil unidades nas concessionárias, correspondentes a 18 dias. O nível de emprego na indústria automobilística teve em outubro uma recuperação tímida, de 0,2%, mas cresce pelo quarto mês consecutivo. Para Schneider, as oportunidades de trabalho no setor devem crescer em novembro por conta de vagas anunciadas pelas empresas que ainda não foram concretizadas. A Anfavea manteve suas previsões para 2009: mercado interno de 3 milhões de veículos (crescimento de 6,4%), exportações de 440 mil unidades (queda de 40%) e US$ 7,9 bilhões (queda de 43%) e produção de 3.050 mil unidades (queda de 5,2%). Fonte: Susete Davi, Automotive Business.

Montadoras querem reduzir férias de fim de ano

São Paulo – Montadoras estudam adiar as férias coletivas de fim de ano para janeiro ou encurtar o período do tradicional descanso natalino. O quadro é o oposto do ano passado quando, no auge da crise financeira internacional, a maioria das fabricantes de veículos dispensou os funcionários por períodos de até 50 dias, além de suspender contratos de trabalho e reduzir jornadas. Este ano, o setor conta com demanda aquecida e as vendas internas serão recorde, acima de 3 milhões de carros. As montadoras também querem aproveitar o último mês de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para fazer estoques nas revendas.

“É possível que alguma empresa jogue as férias para janeiro para produzir estoque e escapar da volta do IPI”, disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider. A partir de janeiro, a alíquota para modelos 1.0 voltará a 7% e, para modelos até 2.0, para 11% (flex) e 13% (gasolina). O imposto foi reduzido em dezembro e desde outubro está retornando gradualmente.

A Renault/Nissan, que no ano passado deu férias coletivas de mais de um mês para os funcionários das fábricas de automóveis e de motores em São José dos Pinhais (PR), já anunciou que, este ano, o pessoal da área de motores não terá descanso. Já os funcionários das linhas de carros e utilitários ficarão em casa só nas duas últimas semanas de dezembro.

A General Motors de São Caetano do Sul (SP) pretendia parar as atividades no dia 18 de dezembro, mas já prorrogou a data para o dia 28, com retorno em 14 de janeiro, informou o dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos local, Francisco Nunes. “Ainda assim, a data não foi oficializada”, disse. Em 2008, a unidade teve várias paradas, enquanto a filial de Gravataí (RS) ficou paralisada por 50 dias entre dezembro e início deste ano.

Os funcionários da PSA Peugeot Citroën em Porto Real (RJ) terão a tradicional parada de 15 dias, mesmo período que deve ser concedido aos trabalhadores da Volkswagen. Fiat e Ford ainda estudam se darão férias a todos os funcionários.

Não é só o setor automotivo que está reduzindo as paradas neste fim de ano, ação já adotada em 2007. A maioria das empresas da Zona Franca de Manaus deve conceder no máximo 20 dias de descanso aos 106 mil trabalhadores do setor, ante no mínimo 30 dias no ano passado, disse Maurício Loureiro, presidente do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado.

Fonte Geral: Automotive Business – Acesso 11/11/09 – 10h55

Equipe Rh Automotive


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