Seja você, mes sem exagero.

28 10 2009

Entrevista com Max Gehringer – Segue uma entrevista que o Max Gehringer deu ao Fantástico, falando entitulado entrevista de A a Z. Ele explica como se portar, o que fazer, como se expressar, melhores modos, em uma entrevista de emprego.

Abaixo segue um complemento do video, falando de como se portar dentro do ambiente de trabalho.

Sua estação de trabalho pode ser um ambiente agradável sem se tornar uma árvore de Natal.

Eleni Trindade – eleni.trindade@grupoestado.com.br

Sentir-se a vontade no local de trabalho é muito importante para a produtividade do funcionário e para o bom relacionamento com colegas e chefia. Mas exagerar nos enfeites sobre a mesa não é recomendado.

Em geral, os especialista dizem que os funcionários devem ter bom senso. “As pessoas passam boa parte de seus dias no trabalho”, diz Ralph Arcanjo Chelotti, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). “A personalização desses ambientes visa criar um certo conforto e a sensação de que estamos em um lugar que nos diz respeito e tem a nossa cara. Esse é um processo de identificação e, em geral, é algo positivo porque revela que o empregado consegue estabelecer vínculos afetivos com o espaço de trabalho.”

“Há registros de que até em prisões as pessoas buscam dar um toque individualizado a seus espaços, o que é uma característica do ser humano. Mas há pessoas que perdem o controle ao acumular caixas, folhetos e outros objetivos e devem ser estimuladas a se livrarem do que é inutil”, aconselha Chelotti. Segundo ele, uma mesa sem nenhum tipo de adorno pode passar dois tipos de mensagem. “Pode ser que a pessoa não tenha vínculos com o seu local de trabalho, mas pode significar que a pessoa é reservada e não gosta de mostrar o que é.”

A primeira providência do fundcionários é saber qual é o procedimento da empresa. “É bom se informar com colegas e chefes se a decoração da mesa não tem restrições. Se for liberado, a pessoa deve arrumar a mesa para que ela seja seu cantinho na empresa, mas sem exageros, principalmente se a mesa ou bancada for dividida com outros colegas”, diz Fernanda Montero, consultora da Cia de Talentos. “Tudo vai depender do tipo de empresa onde a pessoa atua. Escritórios de advocacia, por exemplo, tendem a ser mais sóbrios e discretos. Já agências de publicidade abrem mais espaço para que a pessoa coloque enfeites que estimulem a criatividade.”

Ao adornar a mesa de trabalho, o funcionário deve evitar chamar muita a atenção sobre si. “Há empresas que investem na decoração dos ambienetes e escolhem móveis com a intenção de transmitir uma determinada imagem aos seus clientes e , por isso, deixam claro aos funcionarios que não permitem a colocação de enfeites nas estações de trabalho, mas quando a empresa não tem posição clara sobre esse assunto, deve-se primerar pela discrição”, recomenda Paulo Ishimaru, gerente consultirov do Grupo Soma, especializado em soluções para Recursos Hamnos. “Imagens religiosas merecem mais atenção e devem ser o mais discretas possível, assim como não se deve exagerar nas fotos de familias e de viagens. Se a sua mesa está desporporcional às demais, tem alguma coisa errada.”

O consultor de etiqueta Fábio Arruda, autos do livro Eficiente & Elegante – Guia de Etiqueta Profissional, é mais incisivo. “O excesso de badulaques na mesa tira o foco da imagem profissional da pessoa e passa uma imagem de despreparado e infantilizado”, diz ele. “Em ambientes mais descontraídos, é até tolerável que a pessoa busque inspiração em cores, objetos e imagens variados sobre a mesa. Isso acontece muito com quem trabalha com publicidade e moda, pois a pessoa busca inspiração o tempo todo. Mas, no geral, o ideal é colocar o mínimo de enfeites sobre a mesa.”

o que não significa que o funcionário será avaliado pelo aspecto da sua mesa, garante o presidente da ABRH. “Há muito tempo que as empresas, pelo menoas as mais sérias, deixaram de avaliar um empregado pelo modo como ele arruma a mesa. O que conta são os resultados que a traz”, diz ele. “É preciso tomar cuidado com avaliações precipitadas. É claro que o ser hamno se expressa não apenas pela fala e gestos, mas também por objetos, o que não quer dizer que aquele profissional que mantem a mesa rigorasamente arrumada é perfeito. Talvez o interios das gavetas nos fale mais sobre as pessoas que a aparência de suas mesas.”

Fonte: JT Empregos

Equipe Rh Automotive


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