CSM: mercado em 2010 avançará para 3,3 milhões

19 10 2009

A CSM Worldwide, consultoria especializada em projeções no mercado automotivo, refez suas estimativas para a produção e venda de veículos no Brasil em 2009 e 2010. Automotive Business antecipa em primeira mão as projeções. PRODUÇÃO DE VEÍCULOS NO BRASIL 2009 2.927.000 automóveis e comerciais leves 150.00 caminhões e ônibus Total: 3.077.000 veículos 2010 3.081.000 automóveis e comerciais leves 166.00 caminhões e ônibus Total: 3.247.000 veículos VENDAS DE VEÍCULOS NO BRASIL 20092010 3.105.000 automóveis e comerciais leves 143.000 caminhões e ônibus Total de 3.248.000 veículos Como fica 2009Avanço em 2010 Mesmo com o fim da redução do IPI a CSM estima que o mercado local de automóveis e comerciais vai atingir 3,105 milhões de unidades em 2010, com avanço de 4% em relação a 2009. A explicação está na boa oferta de crédito e confiança dos consumidores em alta. A venda de caminhões e ônibus somará 143 mil unidades. Nesse cenário, serão comercializados no País em 2010 ano 3,248 mil veículos. Koga adverte para uma possível alta nos preços dos veículos em função da volta do IPI integral, do aumento no preço do aço e dos recentes acordos trabalhistas, impactando as vendas no primeiro semestre do próximo ano – diz ele. Para a CSM, na América do Sul o mercado em 2009 ficará estável em relação a 2008, com 4,12 milhões de unidades vendidas. Mercados importantes como Argentina, Chile e Venezuela tiveram quedas expressivas de 15%, 27% e 57% respectivamente. De acordo com Fernando Trujillo, analista de produção de veículos leves da CSM Worldwide, em 2010 a produção no Brasil deverá crescer 5,5%, atingindo 3,081 milhões de unidades. Serão produzidos 166 mil caminhões e ônibus, elevando a produção total de veículos no próximo ano para 3,247 milhões de unidades. A produção de veículos leves, caminhões e ônibus no Brasil em 2009 atingirá 3,077 milhões de unidades. Ele estima que a produção de veículos leves crescerá 2,5% em 2009 sobre 2008, alcançando 2,927 milhões de unidades. As montadoras de caminhões e ônibus, mais dependentes das exportações e do reaquecimento da economia, sofrerão uma redução de 25,15% na produção. O Brasil ocupa hoje a sexta posição entre os maiores produtores de veículos leves. Em 2015 passará para a quinta posição, atingindo produção superior a 4,2 milhões de unidades. Nas projeções da consultoria a produção na América do Sul em 2010 atingirá 3,8 milhões de veículos, com queda em todos os países da região andina e também na Argentina. Em 2015 a produção prevista é na região é de 5,6 milhões de unidades entre veículos leves, caminhões e ônibus. Perspectivas “A recuperação será lenta, com contribuições positivas dos mercados emergentes. O mercado caminha para 75 milhões de unidades em 2015” – projeta o executivo. A produção mundial de veículos prevista para 2009 é de 58,3 milhões de unidades, 15,6% menor que 2008. O setor deve passar por forte consolidação nos próximos cinco anos no que se refere a players e desenvolvimento de novas plataformas. Cardamone alerta que o Brasil deve definir claramente o papel que pretende desempenhar no setor automotivo e desenvolver rapidamente novas estratégias para ser competitivo. “A nova visão deve se basear numa clara identificação do consumidor do futuro e nos impactos e oportunidades que o novo mapa produtivo podem trazer. Devemos ter um entendimento profundo das mudanças tecnológicas e dos movimentos dos players atuais para o país se beneficiar da produção de 82,3 milhões de unidades de veículos a serem produzidas em 2015” – afirma. 2.986.000 automóveis e comerciais leves 133.000 caminhões e ônibus Total de 3.119.000 veículos As novas previsões da CSM Worldwide indicam que as vendas de veículos no Brasil em 2009 atingirão 3,119 milhões de unidades, sendo 2,986 milhões no segmento de automóveis e comerciais leves e 133 mil no de caminhões e ônibus. Para automóveis e comerciais leves o crescimento sobre 2008 será de 12,2%; já para caminhões e ônibus, haverá uma queda de 10% sobre 2008. A consultoria lembra que o País já é o quinto maior mercado mundial de automóveis e projeta que em 2015, com vendas de 4,3 milhões de unidades, ocupará a quarta posição, ultrapassando Alemanha. A CSM considera que a redução do IPI, que teve impacto real no preço final ao consumidor, foi um fator importante para o aumento das vendas de automóveis e comerciais leves — mas não o único. As medidas anticíclicas do governo no final de 2008 reforçaram a percepção de que a economia brasileira não seria tão afetada pela crise mundial e aumentou a confiança dos consumidores. “A maior disponibilidade de crédito e as taxas de juros mais baixas atraíram os compradores para as concessionárias e devem ser consideradas as principais responsáveis pelo crescimento a ser registrado este ano” — explica afirma Renato Koga, analista de vendas para a América do Sul da CSM. “Pela primeira vez nos últimos nove anos os preços praticados no varejo apresentam clara tendência de queda” — ressalta o analista. No mercado de caminhões e ônibus o IPI não teve grande efeito inicial. Com a recuperação do consumo, boas perspectivas futuras e maior oferta de crédito (principalmente pelo programa Procaminhoneiro) a demanda voltou a crescer no segundo semestre de 2009.

Fonte: Automotive Business – Acesso 19/10/09 as 10h17

Equipe Rh Automotive


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