Rapidinhas do setor automotivo

28 09 2009

Vendas globais da Toyota devem crescer 3%

A Toyota Motor elevou em 3%, para 6,7 milhões de unidades, a previsão para a venda de veículos da marca este ano. A informação é do Tokyo Shimbun e sinaliza um início de recuperação da demanda por veículos. A montadora japonesa prevê, ainda, uma elevação de 8% na produção de veículos, para 6,45 milhões, em 2009/2010, graça aos estímulos do governo norte-americano e japonês e incentivos em impostos para veículos eficientes – como o Prius. Desde abril os compradores japoneses de carros de baixa emissão recebem um bônus de US$ 2,789. A empresa vem enfrentando a pior crise em seus negócios desde a fundação em 1937, com a queda de vendas. Em agosto, no entanto, houve uma recuperação com a elevação das vendas em 9%.

VW fará investimentos, apostando em avanço do mercado

Em duas matérias para o jornal Valor de segunda-feira, 28, Marli Olmos analisa o programa de investimentos que a Volkswagen está prestes a anunciar para o Brasil. Haverá novos produtos e aumento de capacidade para atender um crescimento do mercado local estimado em 40% até 2014, elevando as vendas anuais para 4 milhões de unidades. A Volks vende mais automóveis que a Fiat no país, mas perde no segmento de comerciais leves. A reação nesta categoria aconteceu com a nova Saveiro e continuará com o lançamento da picape média Amarok, a ser produzida na Argentina. Segundo a jornalista, somente em 2009 a marca renova 16 produtos. A empresa pretende eliminar os conflitos com os sindicatos e ampliar os programas de relacionamento com fornecedores. A ênfase acontece também na gestão das operações, que privilegia o trabalho em equipe. Quando a empresa concluiu sua reestruturação, em 2006, a fábrica de São Bernardo tinha 10,6 mil empregados. Com a recente abertura de vagas, o quadro subiu para 12,5 mil.

VW contratará 200 trabalhadores para linha de produção

Depois da assembléia dos metalúrgicos do ABC no sindicato da categoria que aprovou o acordo salarial com as montadoras, no sábado, 12, a Volkswagen anunciou a contratação de duzentos horistas para a linha de produção. Os trabalhadores devem iniciar as atividades até 21 de setembro.

A nova contratação tem o objetivo de atender a aceleração na produção em virtude de lançamentos de produtos programados pela empresa. Com a iniciativa, sobe para 790 o número de efetivações desde janeiro, com 730 contratações.

Há expectativa da efetivação de outros 500 trabalhadores até o final do ano.

Segundo o sindicato, nos últimos dois anos mais de 1.800 metalúrgicos foram admitidos pela montadora na fábrica de São Bernardo do Campo. A maioria foi contratada por prazo determinado.

Fonte: http://www.smabc.org.br.

Schmall: VW tem planos agressivos para o Brasil

Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, disse ao Globo que a empresa está crescendo mais do que a indústria como um todo. Ele assegurou que os próximos investimentos no país devem ser muito bons, embora não tenha entrado em detalhes. “Nossos planos são agressivos, mas o anúncio será só no final do ano” – disse, garantindo também que a filial ganhou credibilidade junto à matriz, depois de obter resultados positivos, realizando lucro há dois anos. Schmall disse ainda ao Globo que a estratégia hoje é produzir carros mundiais e não modelos individuais para países, com uma tendência cada vez maior de carros elétricos. A Volkswagen tem como objetivo assumir o topo do ranking global no mercado automotivo, desbancando a Toyota até 2018.

Empresas oferecem formação na área de logística

O Formare, projeto de educação profissional para jovens de baixa renda, idealizado e coordenado pela Fundação Iochpe, está contribuindo para formação de mão-de-obra qualificada em logística. Por meio de uma grade disciplinar elaborada por especialistas dessa área, empresas do segmento logístico, como DHL Supply Chain e Santos Brasil, decidiram investir na educação e formação de jovens, oferecendo cursos específicos do setor. Empresas de outros segmentos, como Delphi, Knorr-Bremse, Mahle, Plascar e Suzano Papel e Celulose, também oferecem cursos para o setor de logística. Juntas essas companhias devem formar aproximadamente 1100 jovens, de 16 a 18 anos, nos próximos cinco anos. “Nosso material pedagógico traz conceitos e procedimentos afinados com as exigências e expectativas do setor”, explica Zita Pimentel, coordenadora pedagógica do Projeto Formare. Os cursos oferecidos pelo Formare têm duração de um ano, com carga horária mínima de 800 horas/aula. A grade curricular tem, em média, 11 disciplinas que privilegiam a formação humana e técnica do aluno. As aulas são ministradas por educadores voluntários das empresas, que reservam uma área em suas unidades para a realização das aulas. Os alunos recebem um certificado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, instituição federal de ensino vinculada ao MEC, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995.

Abemi: engenharia industrial não para de crescer

Um ano após o início da crise econômica o Brasil dá sinais de retomada do crescimento. Pelo menos é o que pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial entre as suas associadas, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes. Segundo a enquete, o segmento está otimista em relação a 2010. Das empresas ouvidas 54,84% estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários. Em relação à situação dos negócios, metade das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração. O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios. Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, explica que o objetivo da pesquisa foi verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado mostrou coerência com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose e reflete a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás” – analisa. A Abemi reúne 120 associadas, que incluem algumas das maiores empresas de engenharia de projeto, construtoras, de montagem industrial e fabricantes de equipamentos do país. Acesso 28/09/09 13h35

Fonte: Automotive Bussines – Acesso 28/09/09 13h35

Equipe Rh Automotive

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