Volkswagen cria site para celulares

20 04 2011

A Volkswagen lança a versão móvel do seu site de vendas para todos os tipos de celulares e smartphones. No portal, os internautas poderão conferir modelos, ofertas, endereço de concessionárias e mapas com rotas para  encontrá-las. Há ainda a possibilidade de enviar intenções de compras para qualquer unidade comercial da rede. A iniciativa pretende levar para os consumidores mais um canal de vendas e relacionamento. O site foi desenvolvido pela agência digital ALMAPBBDO.

Fonte:  http://mundodomarketing.com.br/5,18439,volkswagen-cria-site-para-celulares.htm





Perfil de Sérgio Habib – Jac Motors

7 04 2011

Perfil de Sérgio Habib

O presidente e controlador do Grupo SHC, empresário Sérgio Habib, 50 anos, formado em engenharia eletrônica pela.Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, com pós-graduação em administração de empresas na Harvard Business School, tem vasta experiência no mercado automobilístico brasileiro. Com visão de grande empreendedor, percebeu, no início da década de 90, que a abertura do mercado automobilístico brasileiro era para valer e decidiu investir no setor. Foi assim que nasceu a IVXM, empresa importadora constituída em 1991 e que começou a trazer para o Brasil os primeiros veículos da marca francesa Citroën.

Entre 1991 e 2000 vendeu mais de 40.000 veículos, entre os quais dois modelos que se destacaram no mercado brasileiro: o sedã Xantia e o monovolume Xsara Picasso.
Devido ao sucesso de suas atividades comerciais como concessionário da marca, em 2001 recebeu da diretoria do Grupo PSA, da França, convite para presidir a filial brasileira da Citroën, ao mesmo tempo em que o grupo francês decidia iniciar a construção de uma fábrica própria no município de Porto Real, no Rio de Janeiro, para a produção local dos veículos Peugeot e Citroën.

Com seu dinamismo e liderança, durante os oito anos em que permaneceu na presidência da Citroën do Brasil,a marca francesa teve extraordinária expansão no mercado automobilístico brasileiro, consolidando e expandindo sua rede de concessionários de 30 para mais de 130 pontos de venda em todo o país, ganhando market share e a confiança dos consumidores. À frente do Grupo SHC, holding que engloba todas as atividades comerciais das concessionárias de veículos das marcas Citroën, Ford, Jaguar e Volkswagen,
Habib tem 55 concessionárias distribuídas por todo o território nacional, que empregam atualmente perto de 4.000 funcionários e comercializam mais de 45 mil veículos por ano. Em abril de 2010 deverá inaugurar a primeira concessionária da famosa marca inglesa de automóveis de luxo Aston Martin no Brasil, a ser instalada na região dos jardins, em São Paulo.

Desde que deixou a presidência da Citroën, em junho de 2008, o presidente do Grupo SHC decidiu prospectar o mercado chinês para viabilizar a importação de veículos daquele país. Depois de diversas viagens, visitando todas as montadoras chinesas, Sérgio Habib decidiu formar parceria com a JAC Motors Internacional, uma das quatro montadoras chinesas independentes, sem vínculo societário ou tecnológico com as principais indústrias automobilísticas norte-americanas, européias e asiáticas.
O anúncio da parceria foi formalizado em dezembro de 2009, quando executivos da chinesa JAC Motors vieram a São Paulo especialmente para participar do evento. Sempre atento às perspectivas do mercado, Habib vê chances de novos negócios com empresas chinesas.

GRUPO SHC ANUNCIA PARCERIA COM A JAC MOTORS DA CHINA

O presidente do Grupo SHC, Sérgio Habib, anunciou nesta terça-feira, dia 15, a assinatura de um contrato de parceira com a  montadora Jianghuai Automobile Co. Ltd. – JAC Motors, mediante o qual passará a representar a marca chinesa no Brasil durante dez anos. Dois dirigentes da JAC Motors Internacional, David Zhang e o gerente comercial, Michael Yang, vieram ao Brasil especialmente para participar do anúncio público da parceria.

Sérgio Habib informou que a escolha da JAC Motors se deu após seguidas viagens a China, onde visitou as principais montadoras independentes, sem vínculo tecnológico e societário com qualquer indústria automobilística norteamericana, européia ou asiática. Entre as quatro empresas analisadas a JAC Motors foi a que apresentou as melhores condições de ser representada pelo Grupo SHC no mercado automobilístico brasileiro.

Para o vice-presidente da JAC Motors, David Zhang, “o Brasil é um mercado estratégico para a expansão da empresa fora da China, pois integra o BRIC e ao lado de Índia, China e Rússia constitui o único grupo de países com mercados acima de 2 milhões de carros por ano e com forte potencial de crescimento no setor automobilístico mundial.”

O dirigente chinês informou, ainda, que recebeu a visita de diversos empresários brasileiros interessados em formar uma parceria com a JAC Motors, decidindo-se pelo Grupo SHC pela sua capitalização financeira, sua enorme experiência na implantação de marcas no mercado automobilístico brasileiro e sua forte presença como distribuidor de veículos em todo o território nacional, tanto assim que a parceria da JAC Motors com o Grupo SHC foi firmada pelo prazo de 10 anos.

A escolha da JAC

“Quatro foram os fatores – afirmou Habib – que nos levaram a escolher a JAC Motors como parceira para atuarmos juntos no  mercado brasileiro. O primeiro  foi perceber que a empresa está em constante crescimento, investindo em novos processos de produção, com foco no constante aprimoramento da qualidade. Em segundo, por dispor de um centro de design, em parceira como
estúdio Pininfarina, em Turim, na Itália; e um centro de desenvolvimento de design de interiores em Tóquio, no Japão. Em terceiro, porque os veículos da JAC têm um design externo e interno que são de inteiro agrado do consumidor brasileiro e, mais importante, um excelente portfólio de veículos em desenvolvimento. E finalmente, pelo fato da JAC, de acordo com as pesquisas da JDPower, ser a montadora chinesa com o maior índice de qualidade.”

O presidente da SHC informou que os primeiros veículos importados da JAC Motors chegarão ao Brasil em março, onde serão submetidos a exaustivos testes de resistência e durabilidade, para se adequarem às condições das ruas e estradas brasileiras, bem como a calibração dos motores para o padrão E-22 da gasolina brasileira.

No início a SHC importará quatro modelos: um sedã médio denominado J5, a minivan J6 e o modelo compacto J3, nas versões sedan e hatch, que chegarão ao mercado brasileiro oferecendo a mais avançada tecnologia em termos de design, conforto, desempenho e segurança. Freios ABS, ar-condicionado digital, air-bags frontais e laterais e CD player serão itens de série dos quatro modelos da JAC Motors.

A estimativa do Grupo SHC é iniciar a comercialização dos veículos JAC Motors no Brasil no final de 2010, com uma rede de pelo menos 50 concessionários exclusivos da marca, distribuídos pelas principais capitais e cidades brasileiras. O objetivo do grupo é comercializar 50.000 veículos em 2012, quando a rede de concessionários JAC Motors já terá se expandido para 100 pontos de venda em todo o país.

Por fim, Sérgio Habib informou que os veículos chineses entrarão no Brasil pelo porto de Vitória, no Espírito Santo, onde o Grupo SHC montará um moderno Centro de Distribuição.

GRUPO SHC

O Grupo SHC foi fundado em 1991 pelo empresário Sérgio Habib, emprega atualmente cerca de 4.000 funcionários e conta com 55 concessionárias de veículos das marcas Citroën, Ford, Volkswagen e Jaguar, presentes nas pincipais cidades do País. É o maior distribuídor de veiculos Citroën no mundo e o maior distribuidor Ford no Brasil.

JAC MOTORS

A Jianghuai Automobile Co. Ltd – JAC Motors – foi fundada em 1969 dedicando-se, inicialmente, a produção de caminhões. Hoje possui uma diversificada linha de veículos, que atendem aos diversos segmentos do mercado automobilístico chinês. Tem um centro de design em Turim, na Itália, em cooperação com o estúdio Pininfarina e outro em Tóquio, no Japão, que se dedica ao design interior dos carros. Em 2009 sua produção total está estimada em 450.000 veículos.

Fonte: http://www.jacmotorsbrasil.com.br/_files/downloads/pdfs/microsoft_word_release_perfil_sergio_habib.pdf





Volkswagen produzirá 30 unidades da série especial Gol Vintage

14 02 2011
Cada carro vai trazer a numeração no painel e o proprietário receberá um certificado especial da série
Thales Brandão CidadeMarketing

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O Gol Vintage, carro-conceito criado pelos designers da Volkswagen do Brasil, agora é uma série especial limitadíssima. Serão produzidas 30 unidades, uma para celebrar cada ano de produção do Gol. Com itens exclusivos, os veículos serão numerados e terão partes da carroceria pintadas à mão.

 

Todas unidades receberão tratamento especial na pintura, com partes como capô e teto pintados à mão, além de equipamentos de série exclusivos e uma guitarra também de produção limitada. O termo Vintage é referência a produtos de forte tradição e personalidade, com características que transcendem o tempo, como ocorre com o Volkswagen Gol.  A cor predominante da carroceria será o branco, mas capô, teto e tampa traseira são pintados cuidadosamente à mão em preto, reforçando ainda mais a exclusividade do modelo. “Sem dúvida, será a série mais exclusiva que a Volkswagen do Brasil já fez na sua história”, afirma Luiz Alberto Veiga, gerente-executivo de design da Volkswagen do Brasil e um dos responsáveis pelo projeto.

 

O Gol Vintage trará ainda faixas laterais exclusivas com o nome da série, presente também na tampa do porta-malas, além do para-choque traseiro com adesivo preto sob a placa de licença e aros do farol de neblina em branco. As rodas de liga leve aro 16 com 4 furos são brancas e utilizam pneus 205/45 R 16. O motor é o 1.6 Total Flex.   Por dentro, o acabamento também ganhará itens e detalhes diferenciados. Teto, colunas e bancos revestidos de couro serão cinza Antracite. Os bancos contarão com faixas centrais e detalhes perfurados em branco, mesmos acabamento e cor utilizados nos painéis das portas. O volante de couro perfurado nas pegas contará com detalhes bilhantes em branco exclusivos.

 

Painel de instrumentos, portas, para-sóis, espelho retrovisor interno e alças de segurança serão em cinza Antracite. Os sobretapetes em Antracite trarão detalhes brancos e a iluminação do painel será de LED da mesma cor, com display em vermelho. Os aros do cluster, dos difusores de ar, da alavanca de cambio, gatilhos das portas, esquemas de marcha também serão brancos.

 

A guitarra Tagima que acompanhará cada unidade foi desenvolvida exclusivamente para a série, assim como o cabo Sparflex que permite a conexão. O instrumento terá sistema de pré-amplificação interno que permite conectá-lo ao sistema de som do carro por meio de uma entrada especial. Maior produtora de instrumentos musicais do País, a empresa fabricará individualmente as 30 unidades do instrumento, que seguirão o mesmo conceito visual do Gol Vintage.  O Gol Vintage foi mostrado pela primeira vez ainda como carro conceito, em abril de 2010, durante o “Gol Fest”, evento que comemorou os 30 anos do carro mais vendido do País. O Gol Vintage tem preço sugerido de R$ 52.180,00.

Fonte: http://www.cidademarketing.com.br/2009/blog/mercadologia/268/volkswagen-produzir-30-unidades-da-srie-especial-gol-vintage-.html





Notícias Automotivas

12 01 2011

Grupo VW vendeu mais de 7 milhões de veículos

Redação AB

O Grupo Volkswagen registrou recorde em 2010, com 7,14 milhões de veículos vendidos, alcançando crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Somente no mês de dezembro 545.400 unidades foram entregues, um aumento de 22,8% comparado ao mesmo período de 2009.

“O ano de 2010 mostrou novamente que estamos construindo nosso futuro por meio do crescimento internacional e implementando nossa estratégia para 2018”, afirmou Christian Klinger, membro do Conselho do Grupo para a área de Vendas. “Em 2011, nosso foco em produtos inovadores e na mais alta tecnologia continuará sendo a base de nosso sucesso”, acrescentou.

O desempenho do Grupo Volkswagen foi bastante positivo nos mercados asiáticos, na América do Sul, nos Estados Unidos, na Europa Ocidental, na Europa Central e Oriental, na Rússia e na Alemanha.

As vendas da Volkswagen PassengerCars também registraram recorde em 2010, atingindo o volume de 4,5 milhões de unidades vendidas, aumento de 13,9% sobre o ano anterior.

 

Ano de recordes para o Grupo Renault
Redação AB

O Grupo Renault encerrou 2010 com o recorde de 2,6 milhões de veículos vendidos, resultado 14% maior do que em 2009. Até então, o maior volume de vendas registrado era de 2,535 milhões de unidades, em 2005.

Em veículos de passeio e utilitários, ocorreu aumento de 14% em volume de vendas, com mais de 2,625 milhões de unidades, alcançado participação de mercado de 3,7%. Em veículos de passeio, o crescimento foi de 12,8%, superando 2,293 milhões de unidades e atingindo participação de mercado de 4,4%.

As três marcas do Grupo (Renault, Dacia e Renault Samsung Motors) apresentaram aumento em volume de vendas. Na Renault, o crescimento foi de 14% em relação a 2009. Na Dacia, o aumento chegou a 12%. Na Renault Samsung Motors, marca presente na Coréia do Sul e no Chile, a alta foi de 19%.

“Estamos satisfeitos com os resultados das vendas em 2010, que ultrapassaram o recorde de 2005. Estamos prosperando em todas as regiões e mantendo a nossa expansão internacional. Todas as marcas do Grupo contribuem para esta dinâmica”, declarou Jérôme Stoll, vice-presidente comercial e de veículos utilitários do Grupo Renault.

Renault Brasil

O ano passado também foi um ano de recordes para a Renault no mercado nacional, com alta de 36% nos emplacamentos, 42% na produção e 57% nas exportações, em relação a 2009. A marca registrou o maior volume de vendas, com 160 mil emplacamentos. A participação de mercado chegou a 4,8%, um aumento de 0,9% sobre o ano anterior.

“Sem dúvida, 2010 representa um ano histórico para a Renault do Brasil. O bom momento é fruto de uma estratégia bem delineada que indica que a empresa vai continuar em um ritmo de crescimento equilibrado nos próximos anos”, ressalta Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil (foto).

Para 2011, a fabricante tem a expectativa de alcançar uma participação de mercado de 5,5% e crescimento de 24% no volume de emplacamentos.

 

Compactos voltam ao foco das grandes montadoras

Cleide Silva, Estadão

A Fiat vai produzir um carro subcompacto na recém-anunciada fábrica de Pernambuco, que entrará em operação em 2014. O modelo deve substituir o Mille, em produção há mais de 20 anos, e ter preço ainda mais baixo. No fim do ano passado, a Volkswagen também anunciou um automóvel dessa categoria, o que vai acirrar a disputa entre as duas maiores fabricantes brasileiras.

A unidade que será instalada no complexo industrial de Suape, com investimentos de R$ 3 bilhões e muito subsídio governamental, é a primeira fábrica nova que o grupo Fiat constrói em mais de uma década. “E nos próximos anos não pretendemos construir mais nenhuma”, avisou o presidente mundial da companhia, Sergio Marchionne.

Presente ao Salão do Automóvel de Detroit por causa da parceria com a Chrysler, Marchionne disse que a unidade pernambucana, segunda do grupo no País, terá capacidade inicial de 200 mil veículos ao ano, mas com possibilidade de ir a 400 mil, se houver demanda do mercado interno e de exportações.

“Vamos começar com um carro de uma miniplataforma”, informou o executivo. O modelo será desenvolvido no Brasil e, além do novo carro da Volkswagen, terá como concorrentes as marcas chinesas e coreanas, que também iniciarão produção local.

Marchionne acredita que o mercado brasileiro continuará crescendo este ano, mas, para avaliar melhor o ritmo, prefere esperar os dois primeiros meses, “para ver a reação do mercado, até com o novo governo”.

Detroit

Não é só o Brasil que está incrementando o mercado de carros subcompactos. Os Estados Unidos, tradicional consumidor de carrões, também está se rendendo aos pequenos. No salão de Detroit, várias marcas mostram modelos dessa categoria. Uma delas é a própria Fiat, com o 500, que começou a ser vendido localmente neste mês. O modelo tem capacidade para quatro passageiros.

A Toyota, por meio da marca Cion, apresentou o iQ, que leva três pessoas. As vendas começarão no meio do ano. Também estão em destaque a nova geração do Mini, da BMW (para quatro passageiros) e do Smart, da Mercedes-Benz (dois). A General Motors lançou o Sonic, que será o menor modelo da marca no mercado americano e estará à venda no fim do ano. Embora compacto, leva cinco pessoas.

Outro sintoma da alteração de postura do consumidor americano, movida pelo alto preço da gasolina, é o crescimento das vendas do chamado segmento C nos EUA, onde se encaixam, por exemplo, Fiesta e Focus, da Ford, Volkswagen Golf e Chevrolet Cruze. “Esse segmento respondia por 20% das vendas em 2000 e, no ano passado, a participação foi de 27%”, informou o presidente da Ford para a região das Américas, Mark Fields.

Segundo o executivo, “o gosto do consumidor está convergindo no mundo todo”, o que facilita o desenvolvimento de produtos globais, a exemplo do que será o novo EcoSport, classificado como utilitário compacto e que será vendido em diversos países.

 

Produção industrial cresce em metade das regiões pesquisadas

Vitor Abdala, Agência Brasil

A produção industrial brasileira cresceu em metade das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro de 2010, em relação ao mês anterior. O maior crescimento foi registrado no estado do Paraná, cuja produção aumentou 11,5%.

Também registraram crescimento na produção industrial os estados do Amazonas (8,8%), Rio Grande do Sul (8,3%), Rio de Janeiro (5,5%), Pará (5,1%), de Santa Catarina (2,3%) e São Paulo (1,4%).

Já a Bahia foi o estado que teve a maior perda no período, com uma queda de 8,1% na produção. Também registraram redução a Região Nordeste (-5,8%) e os estados do Espírito Santo (-3,1%), de Goiás (-2,8%), Minas Gerais (-2,5%), Pernambuco (-2,2%) e do Ceará (-0,1%).

Na comparação de novembro de 2010 com o mesmo período de 2009, 11 regiões tiveram crescimento, com destaque para o Pará (15,1%) e o Paraná (13,6%). Já nos acumulados do ano de 2010 e de 12 meses, todas as regiões pesquisadas registraram aumento na produção industrial. O destaque nesses dois tipos de comparação foi o Espírito Santo, que cresceu, respectivamente, 24,9% e 25,9%.

 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br





Volkswagen planeja lançar um carro mais barato que o Gol

20 10 2010

publicado: terça 19 outubro 2010 por Alexandre em: Volkswagen

Segundo um depoimento dado pelo presidente da Volkswagen Thomas Schmall, sem muitos detalhes técnicos, a montadora alemã estaria investindo no segmento de carros de entrada, que teve um aumento de 7% para 15% no mercado, e que eles não iriam deixar de participar dessa demanda.

Existe um modelo que está nos planos da montadora, chamado apenas de “Projeto 00″ e que estaria sendo desenvolvido aqui no Brasil, juntamente com a Alemanha. O carro tem como público alvo as classes C e D, que estão em alta no país.

Ainda não se sabe ao certo que modelo será esse, podendo ou não ser algo novo no mercado. Acredita-se que Schmall esteja se referindo à nova versão do Lupo (antigo Up! que mudou de nome), que é o compacto que a Volkswagen trabalha há algum tempo, podendo também haver uma versão super simples, com um preço interessante. Vamos aguardar maiores detalhes.

Via | Blogauto

 

Fonte: http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=229751594&gid=2133072&type=news&item=229751594&articleURL=http%3A%2F%2Fwww.carangoblog.pop.com.br%2Fpost%2F5181%2Fvolkswagen-planeja-lancar-um-carro-mais-barato-que-o-gol&urlhash=QnXJ

 





Gol Rallye

5 10 2010

Com novo conjunto de suspensão e pneus, hatch ficou mais esportivo.
Preço de R$ 40.370 é ‘salgado’, mas está na mesma faixa dos rivais.

Milene Rios Do G1, em São Paulo

Gol Rallye
Gol Rallye chega em outubro (Foto: Divulgação)

Enfim, o Gol parece ter ganhado um rival à altura. O novo Fiat Uno, lançado em maio, está ‘apertando’ o carro mais vendido do país há 23 anos. Na primeira quinzena de setembro, a diferença de vendas entre os dois modelos é de um pouco mais de 200 unidades. Para se ter uma ideia, são comercializadas, em média, 750 unidades de cada um dos hatches por dia, ou seja, bastam poucas horas de vendas para este cenário mudar.

Para voltar a respirar aliviada, a primeira resposta da Volkswagen é a reedição de uma receita que já deu certo no passado: o Gol Rallye. O carro com perfil off-road nasceu em 2004 e em dois anos chegou a 13 mil unidades. Em 2007, a série voltou para completar a gama da quarta geração, mas foi limitada a três mil modelos. Desta vez, a marca alemã diz que é o consumidor quem vai ditar a quantidade que será produzida e o tempo de mercado da nova versão que, segundo estimativa da fabricante, deve representar 5% das vendas totais do Novo Gol.

À frente do Gol Rallye está o Renault Sandero Stepway, que ‘nasceu’ em 2008, e a versão ‘aventureira light’ do Uno, a Way, que de acordo com a Fiat representa 23% do mix de vendas do modelo, mesmo com o valor ‘salgado’. O Uno, com motor 1.4, parte de R$ 32.480 e chega a R$ 36.321 na configuração semelhante ao do Gol, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria.

A partir de R$ 40.370, o Rallye, oferecido apenas com propulsor 1.6, traz de extra no pacote de série sensor de estacionamento, regulagem de altura e profundidade do volante e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de opcionais do modelo da Fiat. Com ar-condicionado, o preço do novo compacto da marca italiana sobe para R$ 38.518 e o da série da Volks chega a R$ 43.030, na versão manual e R$ 45.690 com a transmissão automatizada (I-Motion), o mesmo valor cobrado pelo Sandero Stepway, oferecido apenas na versão 1.6 manual, que tem com diferenciais rodas de 16 polegadas, pneus de uso misto, barra de teto e estribos laterais.

Gol RallyeNova suspensão e pneus deixam o hatch um pouco mais rígido ao dirigir  (Foto: Divulgação)

Com preços equilibrados, a diferença está mesmo ao volante. Para fazer jus ao apelo off-road, a suspensão da nova série foi elevada em 28 mm o que aumentou para 171 mm a altura livre do solo com o veículo vazio e 146 mm, quando carregado. Para compensar a elevação do centro de gravidade, que torna o carro mais instável nas curvas, a engenharia adotou novas molas e os amortecedores, deixando-os mais duros, além de rodas de 15 polegadas. Os pneus, que também são novos, têm perfil mais baixo em relação a versão normal e estão mais sensíveis às irregularidades do piso. Todas esses mudanças deixaram o hatch com dirigibilidade mais esportiva e ainda mais distante do rodar demasiadamente macio do Uno e Sandero.

Gol RallyeGol Rallye (Foto: Divulgação)

A esportividade também está presente na cabine. O revestimento interno do teto e das colunas é em tom preto, os assentos e as portas receberam novo tecido, o painel ganhou pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos trazem iluminação com LEDs. A inscrição da versão aparece na manopla do câmbio e na parte superior dos bancos. Para os passageiros da fileira de trás a novidade são luzes de leitura individuais.

Na carroceria, a série é caracterizada pelos adesivos na parte inferior da lateral, grade preta com o nome da versão em uma faixa prata, como adotado no Saveiro Cross, para-choque com faróis de neblina integrados, aerofólio traseiro, ponteira do escapamento cromada e lanternas escurecidas. Outra novidade é a cor amarelo que a fabricante apelidou de Solaris, uma das cinco opções disponíveis.

Gol RallyeGol Rallye (Foto: Divulgação)

Na disputa entre o Gol Rallye e o Uno Way não está em jogo apenas o título de carro mais vendido do Brasil, mas também de marca líder do segmento de ‘aventureiros leves’ que, segundo a Volkswagen, cresceu 463% de 2005 a 2009. Apesar de a Fiat ser a pioneira desse mercado, com o lançamento do Palio Adventure em 1999, é a Volkswagen que lidera a fatia com o CrossFox. O modelo off-road fechou 2009 com cerca de 26% de participação nesse mercado e uma média de 110 mil unidades vendidas por ano, o que corresponde a 30% do total de vendas do hatch.

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/09/primeiras-impressoes-volkswagen-gol-rallye.html





Montadoras apostam na China e exibem 990 veículos em salão

23 04 2010

País com crescimento mais expressivo nos últimos anos e destaque entre os emergentes, a China atrai os olhos dos apaixonados por carros durante as próximas semanas. O salão do automóvel chinês, aberto nesta sexta-feira, em Pequim, vai até 2 de maio, com marcas do mundo todo, como General Motors, Volkswagen, Hyundai, Mercedes, Audi e Daimler.

Ao todo, são 990 unidades exibidas no salão, entre motos, carros, minivans, caminhões. Só a Toyota exibirá 50 veículos, como o híbrido Prius. “Com essa intensidade na participação, a Toyota mostra a consideração que tem pelo mercado chinês”, disse um executivo da empresa.

A Geely, que ganhou notoriedade mundial ao fechar um acordo com a Ford para a compra da marca Volvo, vai para o salão com um portfólio de 55 modelos, sendo 11 novidades. A empresa tem expectativa de vender 400 mil unidades durante os dias de evento.

Satisfeita com o crescimento de 1.000% desde sua chegada na China, a Bentley vai lançar dois modelos de carros luxuosos exclusivos para país asiático. O Continental GT Design Series China e o Continental Flying Spur Speed China serão exibidos ao público no evento.

A China, que cerca de 15 anos atrás não tinha um número expressivo de veículos particulares, hoje é um dos mercados mais aquecidos para o setor. Além das empresas internacionais, marcas nacionais, como a Geely, ganham espaço, tanto no país asiático como no mundo.

O mercado automotivo na China cresceu 45% em 2009, ano que a crise financeira segurou as rédeas do consumo no mundo. Foram comercializados ali 13,6 milhões de unidades, frente a 10,5 milhões vendidos nos Estados Unidos.

AP
Salão do carro chinês tem 990 unidades exibidas e marcas de todo o mundo


Fonte: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201004231320_ASP_78915205






Volkswagen

18 02 2010

Herlander Zola, gerente de marketing da Volkswagen, fala sobre o mercado de comunicação.

Volkswagen





Volkswagen ultrapassa a Toyota e alcança a liderança mundial, diz jornal

23 11 2009

Planos de incentivo às vendas de carros ajudaram a montadora.
Produção da Toyota deverá cair de 9,2 milhões para 7 milhões.

O Grupo Volkswagen passou a ser o maior produtor mundial de veículos, de acordo com o jornal The Guardian, de Londres. Segundo o levantamento feito pela publicação, o grupo alemão produziu 4,4 milhões veículos neste ano, contra os 4 milhões da até então líder Toyota.

Apesar do desempenho, isso não significa que o consórcio alemão continuará na liderança por muito tempo. Segundo a consultoria IHS Global Insight, que divulgou o balanço, o crescimento da Volkswagen foi beneficiado pelos planos de incentivo à venda de carros dos governos britânico, alemão e chinês, que viram o mercado de automóveis despencar.

O aumento do portfólio de modelos em mercados estratégicos como China e Brasil também ajudou. De acordo com o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, o Brasil é o terceiro maior mercado para o grupo, atrás apenas da China e da Alemanha. Além disso, a montadora pretende aumentar a produção brasileira até 2014 de 800 mil unidades para 1 milhão de veículos.

Outro fator que ajudou a alemão foi a estratégia adotada pela própria Toyota no início do ano. Devido à queda da demanda mundial por veículos, a montadora japonesa precisou realinhar a produção de veículos no primeiro trimestre do ano, ação que impactou nos números da empresa.

Neste ano, a Toyota prevê que saiam das linhas de montagem 7 milhões de unidades, resultado bem inferior as 9,2 milhões de unidade que garantiram à montadora japonesa a liderança, após derrubar 80 anos de domínio da General Motors em primeiro lugar.

Planos

Com o pé no chão, a Volkswagen espera a acomodação do mercado para saber exatamente qual é seu posicionamento no setor. De acordo com o projeto de expansão do grupo, era esperado ultrapassar a Toyota apenas em 2018. Para isso, a Volkswagen investe em seus principais mercados e na construção da fábrica norte-americana.

Retirado de http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1375666-9658,00.html – Acesso 23/11/09 as 11h30

Equipe Rh Automotive





Volks completa 50 anos no país e anuncia investimentos

19 11 2009

Fábrica na via Anchieta foi a primeira da empresa fora da Alemanha.
Investimento será anunciado até o início de dezembro.


Ela chegou a ser comparada a uma cidade nos anos 80. Tinha ruas com semáforos, capela, agência de correio e padaria que produzia 50 mil pães por dia. Hoje menor, mas ainda uma gigante imponente na Via Anchieta, que liga a capital ao litoral paulista, a fábrica da Volkswagen comemora na quarta-feira (18) 50 anos de inauguração oficial, data marcada pela histórica foto em que o presidente Juscelino Kubitschek passeia pela linha de montagem em um Fusca conversível.

A fábrica, a primeira da Volkswagen fora da Alemanha, foi a escolhida pelo grupo para receber boa parte de um novo investimento que será anunciado no fim deste mês ou início de dezembro. O dinheiro será aplicado em aumento de capacidade produtiva e desenvolvimento de carros que chegarão ao mercado nos próximos dois ou três anos.

A companhia tem mais duas unidades de automóveis, uma em Taubaté (SP) e outra em São José dos Pinhais (PR), e uma de motores em São Carlos (SP). Recentemente, a matriz alemã vendeu a unidade de caminhões para o grupo MAN. O novo aporte vai se somar ao programa de R$ 3,2 bilhões anunciado para o período 2007 a 2011 e faz parte do projeto do grupo de chegar em 2012 com produção anual de 1 milhão de veículos. Este ano, a produção deve atingir volume recorde de 800 mil unidades.

“A Anchieta é a fábrica mais complexa do grupo”, afirma o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall. “Produz nove modelos, da Kombi ao novo Gol”. Ele não adianta detalhes do anúncio que fará nas próximas semanas, mas indica que a unidade do ABC deve crescer mais que as outras do grupo.

Schmall também destaca a importância da filial para a matriz, que conta com o Brasil, seu terceiro maior mercado, para chegar à liderança mundial em vendas nos próximos anos. “Em 2006, representávamos 8% das vendas do grupo; hoje, já participamos com 11%.”


Retirado de: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1379774-9658,00.html – Acesso 19/11 às 15h

Equipe Rh Automotive








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