Frota brasileira de veículos cresceu 8,4% em 2010, aponta Sindipeças

12 04 2011

32,5 milhões de veículos circularam pelas ruas brasileiras em 2010.
A frota de motocicletas registrou aumento de 12%.

 

Do G1, em São Paulo

Frota paulistana é de XXXXXX veículos (Foto: Grizar  Junior/AE)
32,5 milhões de veículos circularam em 2010
(Foto: Grizar Junior/AE)

A frota brasileira de veículos cresceu 8,4% em 2010, em comparação a 2009, apontou o levantamento da frota circulante feito anualmente pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). Em 2010, circularam pelas ruas e estradas brasileiras 32,5 milhões de veículos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. A idade média do veículo passou de 8 anos e 10 meses para 8 anos e 8 meses.

A renovação parece lenta, comparada à entrada de novos veículos no mercado, mas há um grande número de veículos antigos em circulação, 67% da frota tem de 4 a 20 anos. Com mais de 20 anos, há 1,3 milhão de unidades, ou 4%. Existem no Brasil atualmente 5,9 habitantes por veículo. Eram 8,4 em 2000.

A frota de motocicletas registrou aumento de 12% de 2009 a 2010, chegando a 10,6 milhões de unidades, das quais 62% tem até 5 anos de idade.

O estudo feito pelo sindicato baseia-se na venda de veículos ao mercado interno. São feitos cálculos por modelo, considerando-se um índice médio de mortalidade de 1,5% ao ano para a linha leve: 1% por perda total em acidentes e 0,5% por roubo sem recuperação. Na linha pesada, esse índice é de 1% ao ano, pois praticamente não existe roubo de caminhões e ônibus sem recuperação.

O levantamento ainda conclui que, com estimativa de crescimento médio de 7,4% ao ano a partir de 2011, a frota circulante de veículos será superior a 46,5 milhões de unidades em 2015. A de motos será superior a 15,5 milhões, com crescimento anual estimado de 10%.

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/04/frota-brasileira-de-veiculos-cresceu-84-em-2010-aponta-sindipecas.html





Renault: como ultrapassar a Ford?

8 12 2010

Nem especialista em abrandar crises nem matador de custos. O novo estilo de Carlos Ghosn é mais soft agora, como ele mesmo admitiu em entrevista à revista HSM recentemente. Agora o executivo antecipa-se aos problemas em vez de consertá-los e corre atrás do crescimento, que é a palavra-chave em seus pronunciamentos depois de colocar Nissan e Renault a salvo.

O presidente da aliança franco-nipônica acredita que o grupo pode se tornar o terceiro maior fabricante de veículos do mundo este ano, quando o planeta vai montar cerca de 70 milhões de unidades. Em sua contabilidade, as duas marcas vão emplacar 7 milhões de veículos, somada a AutoVaz, da marca Lada. À frente estarão a Volkswagen, com sua cesta de marcas, e a Toyota, ainda em recuperação do tsunami de recalls.

Em suas entrevistas recentes no Brasil Ghosn não escondeu o desapontamento pela posição da Renault no ranking de vendas local, sempre atrás das quatro marcas tradicionais. Ele quer ser o terceiro também no Brasil, ainda que com a ajuda da Nissan.

De janeiro até o final de novembro a Renault vendeu 142.051 veículos no País, segundo dados da Fenabrave, ficando com 4,79% de participação no mercado. À frente ficaram Fiat (681 mil e 22,95%), Volkswagen (623 mil e 21%), GM (586 mil e 19,7%), Ford (300 mil e 10,1%).

A presença da Renault no segmento de comerciais leves é mínima – tem apenas 0,85% no segmento, com 5.142 unidades, graças ao Master, que emplacou 666 unidades em novembro. Na área de automóveis a marca obteve 5,79%, com a comercialização de 136.909 unidades – ainda longe da quarta colocada, a Ford (10,01%).

A Renault dormiu em berço esplendido durante anos no Brasil, com uma fábrica grande e ociosa no Paraná, de onde saíram produtos desatualizados. A situação foi amenizada com a introdução da plataforma do Logan, que deu origem também ao Sandero, best seller da marca em novembro na décima-segunda posição dos automóveis, com 6.942 unidades. O Logan vendeu 3.681 unidades (17º), o Clio 3.133 unidades (22º) e o Symbol 667 (49º).

Alain Tissier, que hoje exerce o papel de secretário executivo da Direção Geral no Mercosul e conhece muito bem a trajetória da empresa no Brasil, garante que há muito tempo a unidade de São José dos Pinhais, que atende Renault e Nissan, deixou de ser aquilo que se poderia chamar de um elefante branco. A capacidade é para montar 250 mil unidades em três turnos, mas há apenas dois funcionando para os cinco mil trabalhadores.

A projeção de vendas de veículos para este ano (170 mil da Renault e 18 mil da Nissan) já sinaliza a abertura do terceiro turno se o mercado continuar aquecido. A empresa tem planos de crescer, em resposta ao desejo de Ghosn, e deve aplicar outro R$ 1 bilhão pelos próximos dois ou três anos.

Para derrubar a Ford da quarta colocação no ranking de vendas o aporte parece ainda acanhado, já que a norte-americana tem planos mais agressivos para subir do patamar atual dos 10% do mercado. Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil, pretende avançar 20% nas vendas de 2011, saltando para 180 mil unidades. Vai ajudar no crescimento o argentino Fluence, que acaba de ser lançado e custará R$ 59,9 mil na versão mais simples.

Vem aí também o Duster, concebido com suporte da operação romena da Dacia. O projeto brasileiro está sendo finalizado e entrará nas linhas de montagem de São José dos Pinhais no na segunda metade de 2011. Com um design conservador, deve disputar espaço com o EcoSport, que passará por uma expressiva revitalização pela engenharia de Camaçari.

Nesse cenário, em que briga para subir no ranking local, a Renault anuncia que o mercado brasileiro já representa o terceiro mais importante para a marca, atrás da França e da Alemanha. Ficaram para trás a Coreia e Itália.

Denis Barbier, presidente da Renault para as Américas, com sala na matriz em Paris, garantiu a Automotive Business, durante o Salão do Automóvel, que a ordem é avançar na América Latina. Ele alertou para os elevados custos diante da fragilidade da infraestrutura logística, dos impostos e da falta de pessoal qualificado para atender a expansão na área de engenharia – tudo isso agravado pelo câmbio desfavorável na hora de exportar.

“O Brasil tem custos logísticos bem superiores aos da Colômbia, por exemplo. Em um carro essa diferença pode superar R$ 500”, explicou. Ele elogiou, na ocasião, a surpreendente reação do mercado local após a crise financeira internacional e garantiu que “o País está muito acima dos demais na região”.

 

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/artigosecolunistas.aspx?id_artigo=357





Vendas de veículos sobem 8,36% em novembro e batem recorde do mês

8 12 2010

Segundo a Fenabrave, foram emplacadas 328.418 unidades no mês.
Acumulado também bate marca e aponta para fechamento histórico no ano.

fenabrave carros vendas
Setor de automóveis também bate recorde para o
mês e no acumulado (Foto: Reprodução/TV Globo)

As vendas de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) subiram 8,36% em novembro, na comparação com outubro, e bateram novos recordes. De acordo com balanço divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta quarta-feira (1º), este foi o melhor mês de novembro do setor, assim como o melhor acumulado de 11 meses.

As marcas históricas se repetem nos setores de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus. Calculado à parte, apenas o segmento de motocicletas, ainda que registrando alta, não atingiu nível histórico nem para novembro nem para o acumulado do ano.

Segundo os dados da entidade, no último mês foram emplacadas 328.418 unidades contra os 303.090 veículos registrados em outubro, quando as vendas caíram. Na comparação com novembro de 2008, a alta chega a 30,48%, já que na época haviam sido emplacadas 238.479 unidades.

No acumulado de janeiro a novembro, o setor soma 3.133.409 de unidades comercializadas. O volume, recorde, é 10,02% superior ao registrado no mesmo período de 2009, com 2.847.920 de unidades emplacadas. Assim, a indústria automobilística nacional aponta para um fechamento do ano histórico.

Automóveis e comerciais leves
O segmento de automóveis e comerciais leves representa a maior parte dessa alta e fecha o mês com 311.318 unidades comercializadas, crescimento de 8,28% sobre as 287.518 unidades emplacadas em outubro. Em relação a novembro do ano passado, a alta é de 30,54%. No acumulado, os carros representam 2.967.760 na conta final de vendas da indústria automobilística. O volume é 8,66% superior ao registrado entre janeiro e novembro de 2009.

Caminhões e ônibus
Também positivo para o segmento de caminhões e ônibus, novembro teve 14.584 caminhões e 2.516 ônibus emplacados. Em relação a outubro, a alta é, respectivamente, de 8% e 21,66%. Na comparação com novembro de 2009, o crescimento chega a 31,03% e 20,44%, respectivamente. Com isso, o acumulado de janeiro a novembro fecha com 140.156 caminhões comercializados (alta de 45,33%) e 25.493 ônibus (expansão de 26,23%).

Produção sobe e setor de duas rodas aposta na recuperação  (Foto: Divulgação)
Vendas de motos mostram recuperação
(Foto: Divulgação)

Motocicletas
No caso das motocicletas, a alta mensal também é observada. Lentamente o setor acumula balanços positivos e mostra expansão de 5,74% em novembro, com 158.510 emplacamentos, contra 149.907 unidades vendidas em outubro. Na comparação com novembro de 2009, o aumento é de 19,59%. No acumulado, o setor soma 1.606.460 motocicletas vendidas, volume 10,7% superior às 1.451.212 unidades emplacadas no mesmo período de 2009.

Ranking das marcas
A Fiat manteve a liderança, em novembro, nas vendas de automóveis e comerciais leves, com 22,52% de participação de mercado, o que representa 70.099 unidades comercializadas. Em segundo lugar, a Volkswagen fechou o mês com 21,67% do mercado, seguida da General Motors (19,06%), Ford (10,11%), Renault (5,19%), Honda (3,94%), Hyundai (2,95%), Toyota (2,87%), Peugeot (2,77%) e Citroën (2,72%).

No acumulado de janeiro a novembro, a Fiat tem 22,95% do mercado de automóveis e comerciais leves, com 681.068 unidades emplacadas. Logo atrás vem a Volkswagen com 623.731 unidades comercializadas, o que representa 21,02% de fatia no mercado. O terceiro lugar ficou com a General Motors (19,77%), seguida da Ford (10,12%), Renault (4,79%), Honda (3,73%), Hyundai (3,21%), Toyota (2,97%), Peugeot (2,75%) e Citroën (2,5%).

 

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/12/vendas-de-veiculos-sobem-836-em-novembro-e-batem-recorde.html





Pernambuco: Montadora chinesa tem interesse em montar fábrica no Estado

1 12 2010

pernambuco montadora chinesa tem interesse em montar fabrica no  estado Pernambuco: Montadora chinesa tem interesse em montar fábrica no  Estado

O Estado do Pernambuco pode ganhar uma montadora de automóveis de origem chinesa.

 

Alguns consultores da tal fabricante chinesa estiveram ontem no Estado para analisar infra-estrutura local, mão-de-obra especializada e incentivos fiscais.

O governo local não revelou qual montadora chinesa está interessada, mas sabemos que pelo menos a Chery já esteve na região para avaliar uma possível fábrica.

A única informação fornecida pelo governo pernambucano é a de que a fábrica irá produzir vans comerciais e utilitários.

Pernambuco já possui um centro de importação da GM e em breve terá uma fábrica de motos chinesas da Shineray.

Próximo ao porto de Suape, onde poderá ser erguida a fábrica chinesa, já existem vários fornecedores de autopeças e componentes para a indústria automotiva.

 

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/pernambuco-montadora-chinesa-tem-interesse-em-montar-fabrica-no-estado/





NA na matriz da Chery em Salto – SP

1 12 2010

chery sede 1 NA na matriz da Chery em Salto   SP

O NA sempre falou das marcas chinesas e sua possível chegada ao mercado nacional. Em época onde a mídia nacional só comentava das marcas com fábricas por aqui e as importadas mais conhecidas da Ásia e Europa, o blog destacava o que o futuro reservava em termos de novos fabricantes no Brasil. Uma destas marcas que certamente desembarcaria no país era a Chery. O tempo passou e muito do que falamos aqui se tornou realidade. Hoje a Chery já está presente no Brasil, e além de oferecer uma gama interessante de modelos, prepara o terreno para sua primeira fábrica na América Latina.

chery sede 2 NA na matriz da Chery em Salto   SP

Tivemos a honra de conhecer a sede da Chery em Salto – SP, onde a montadora chinesa traça seus planos de crescimento no mercado nacional. Na ocasião, presenciamos a comemoração de um marco histórico para a Chery no Brasil. A partir de amanhã, falaremos mais detalhadamente sobre nossa visita, impressões, os carros que andamos e outras informações exclusivas. Aguarde.

chery sede 3 NA na matriz da Chery em Salto   SP

chery sede 4 NA na matriz da Chery em Salto   SP

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/na-na-matriz-da-chery-em-salto-sp/





Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

1 12 2010

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  1 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

A Chana anunciou três novos lançamentos no Brasil, todos com expectativa de chegarem ao mercado em 2011. Um deles é o Benni Mini, modelo subcompacto com plataforma baseada no Toyota Aygo.

 

Pequeno, o Benni Mini mede 3,52 de comprimento, 1,57 de largura e 1,49 de altura. Seu peso é de 870 kg e o modelo pode levar quatro ocupantes. O visual é divertido, com faróis e lanternas exageradamente grandes.

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  2 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

O motor é um 1.0 16V de 70 cv e 90 nm, tendo transmissão manual de cinco marchas. Com ele, o Benni Mini chega a 158 km/h e tem consumo médio de 17,2 km/litro. O tanque tem apenas 38 litros.

O Benni Mini pode ter freios ABS com EDB, ar condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas (faltaram os retrovisores), CD/MP3, sensor de estacionamento, entre outros itens “básicos” em um carro chinês para o Brasil.

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  3 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

O acabamento interno parece bom, com painel de desenho moderno, embora sem tampa no porta-luvas. Os assentos lembram os do Chery Face, mas com tons mais escuros.

Certamente para reduzir custos, a Chana resolveu instalar os comandos dos vidros elétricos das quatro portas no túnel central. Há ainda porta-copos, espelho no pára-sol do passageiro, abertura interna do tanque e porta-malas, limpador traseiro e faróis de neblina.

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  4 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

Pelo seu porte e proposta, o Benni Mini seria o concorrente ideal para o Chery QQ, mas derrapa no alto preço cobrado pela Chana.

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  5 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  6 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

chana benni mini conheca o chines que vai custar r29 000 no brasil  7 Chana Benni Mini: Conheça o chinês que vai custar R$29.000 no Brasil

 

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/chana-benni-mini-conheca-o-chines-que-vai-custar-r29-000-no-brasil/





Chery A3: Conheça o novo lançamento da chinesa para o mercado brasileiro no segundo semestre!

1 12 2010

chery a3 conheca o novo lancamento da chinesa para o mercado  brasileiro no segundo semestre 1 Chery A3: Conheça o novo lançamento da  chinesa para o mercado brasileiro no segundo semestre!

Finalmente a montadora chinesa Chery pretende se instalar no Brasil, através de um representante local, o grupo JLJ.

 

O investimento completo, orçado em US$700 milhões, deverá levar em consideração à construção de uma fábrica no país para produzir entre 100 e 150 mil carros por ano.

Um dos pilares da linha de produtos da marca aqui, será o modelo A3, fabricado unicamente na China, por enquanto.

O subcompacto chinês tem um design muito interessante e contemporâneo, vindo tanto em versões hatchback como sedã.

chery a3 conheca o novo lancamento da chinesa para o mercado  brasileiro no segundo semestre 2 Chery A3: Conheça o novo lançamento da  chinesa para o mercado brasileiro no segundo semestre!

Apesar do visual maior, o A3 tem tamanho entre um Punto e um Vectra GT, por exemplo. Na versão hatch o A3 tem 4,28 metros de comprimento e 4,35 metros na versão sedã.

Sua plataforma tem 2,55 metros de entre-eixos, o mesmo que o futuro Honda City, por exemplo. Tendo 1,79 de largura e quase 1,46 de altura.

Seu projeto é bem moderno comparado à outros modelos da marca, tendo suspensão traseira multi-link, estrutura de célula de sobrevivência e conceitos modernos de produção.

chery a3 conheca o novo lancamento da chinesa para o mercado  brasileiro no segundo semestre 3 Chery A3: Conheça o novo lançamento da  chinesa para o mercado brasileiro no segundo semestre!

Em termos de equipamentos de segurança, o A3 é digamos, “forrado” com vários sistemas, como ABS/EDB/ESP/TCS/BAS/SRS e mais algumas siglas, que se traduzem em segurança.

O modelo recebeu recentemente 5 estrelas no C-NCAP, uma avaliação com parâmetros próximos aos do Euro NCAP.

Diga-se de passagem, que os mesmos níveis de segurança foram alcançados por modelos japoneses e de outras origens nos dois testes, tanto na China como na Europa.

Basicamente o modelo tem 6 air bags, ABS e ESP, fora os demais sistemas e dependendo da versão, obviamente. A direção pode ser hidráulica ou elétrica.

chery a3 conheca o novo lancamento da chinesa para o mercado  brasileiro no segundo semestre 4 Chery A3: Conheça o novo lançamento da  chinesa para o mercado brasileiro no segundo semestre!

O modelo já é calçado de série com rodas de 16″ e pneus 205/55 R16 em qualquer versão. Os freios são à disco nas quatro rodas.

Entre os itens de conforto, há de climatizadores manuais e automáticos até sensores ópticos de aproximação de obstáculos.

Retrovisores com basculamento elétrico, disqueteira para 10 CD´s, teto-solar elétrico, BlueTooth, bancos elétricos, sensores crepuscular/estacionamento/chuva, persiana no vidro traseiro, 8 alto-falantes, entre outros itens, dependendo da versão.

chery a3 conheca o novo lancamento da chinesa para o mercado  brasileiro no segundo semestre 5 Chery A3: Conheça o novo lançamento da  chinesa para o mercado brasileiro no segundo semestre!

Falando em versões, o A3 dispõe de quatro níveis de acabamento e motorização. Com motores 1.6 de 119cv e 147nm, 1.8 de 131cv e 170nm, além de um 2.0 de 138cv e 186nm, esta última a mais completa e sofisticada.

Provavelmente teremos à versão 1.6 de início. A transmissão pode ser manual ou automática(CVT) com engates sequenciais.

A Chery pretende vender ambas versões aqui, sedã e hatch, por um preço inicial de R$44 mil. O A3 deverá ter um nome escolhido pelo consumidor brasileiro, para sua comercialização aqui.

Se o A3 vier com um bom pacote de equipamentos de série, garantia estendida e uma estrutura de assistência completa, poderá ser uma ótima opção na sua faixa de preço.

Fonte: Chery.

Fonte principal: http://www.noticiasautomotivas.com.br/chery-a3-conheca-o-novo-lancamento-da-chinesa-para-o-mercado-brasileiro-no-segundo-semestre/





NA na matriz da Chery: Conheça a estrutura por trás da marca chinesa no Brasil

1 12 2010

chery salto 1 NA na matriz da Chery: Conheça a estrutura por trás  da marca chinesa no Brasil

Dando continuidade à matéria sobre nossa visita a matriz da Chery em Salto – SP, hoje vamos falar sobre a estrutura por trás da marca chinesa no Brasil. Recebidos cordialmente pelo Sr. Natale – diretor de pós-venda – e pelas colaboradoras Bia e Carla, respectivamente do departamento de marketing e pós-venda, fomos convidados a conhecer toda a instalação da filial brasileira da Chery.

 

chery salto 2 NA na matriz da Chery: Conheça a estrutura por trás  da marca chinesa no Brasil

Pós-venda

Conhecemos o armazém de peças de reposição, onde há um estoque significativo de vários tipos de peças para toda a linha Chery no Brasil. Há de tudo, desde laterais inteiras de Cielo e Face, até peças minúsculas de sistemas eletrônicos. Há também um grande número de peças feitas aqui mesmo no Brasil, o que eleva o percentual de nacionalização dos modelos. Para termos alguns exemplos no caso do Face, itens como pára-brisa, filtro de ar, bateria, rodas de liga leve, comutador de ignição, amortecedor traseiro, entre outros, são feitos no país. O comutador de ignição, por exemplo, é o mesmo disponível para alguns modelos da GM. Já o amortecedor traseiro é idêntico ao da antiga Kombi.

chery salto 3 NA na matriz da Chery: Conheça a estrutura por trás  da marca chinesa no Brasil

Ou seja, embora de projeto chinês, algumas peças nacionais possuem características similares as do produto feito na China. Com isso, ao invés de importar da China, a Chery passa a adquirir estes produtos no mercado de autopeças nacional, reduzindo custo e tempo para entrega do produto. A Chery intensifica o envio de peças de reposição para criar um estoque regular nas concessionárias, acelerando o processo de reparo/manutenção dos modelos.

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Tivemos uma aula de pós-venda com o Sr. Natale, que gentilmente nos explicou parte do processo de importação de veículos, peças e sua distribuição a nível nacional. Até mesmo os custos relativos ao envio de peças e o custo para os concessionários foram mencionados. Muitas vezes, os consumidores não têm idéia de como é feita a importação e distribuição de veículos no país, onde os custos têm que ser analisados devido às diferenças nas cargas tributárias regionais e outras burocracias que o Brasil fornece para suas empresas.

chery salto 8 NA na matriz da Chery: Conheça a estrutura por trás  da marca chinesa no Brasil

O armazém de peças da Chery está em constante ampliação, visto que com o aumento nas vendas e igualmente dos pontos de venda, se faz necessário um espaço cada vez maior para abrigar todo o estoque. Para isso, a área útil está avançando sobre as instalações da Nutriplus, empresa do ramo alimentício do Grupo JLJ, o representante oficial da Chery no Brasil. A tendência é ampliar tanto o estoque de peças quanto a área para treinamento e ensaios técnicos.

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Centro de Treinamento

Conhecemos também o centro de treinamento da Chery, onde mecânicos da rede de concessionárias recebem treinamento a respeito de sistemas eletrônicos, mecânicos e demais itens dos carros da Chery. Há uma ala só para treinamento de mecânicos em sistemas de análise eletrônica dos veículos. Cada marca possui seu próprio software de leitura informatizada da ECU dos seus modelos, assim protegendo suas informações secretas.

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Neste centro de treinamento, também são feitas avaliações práticas sobre toda a parte mecânica e elétrica do veículo. Com a ampliação da rede de concessionárias da Chery, um número cada vez maior de mecânicos está sendo formados para atender aos produtos. O pós-venda é uma das principais armas da Chery para conquistar o consumidor nacional, oferecendo oficina em todos os pontos de venda e garantia de 3 anos com assistência 24 horas.

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Demais dependências

Para quem não sabe os chineses da Chery já estão fixados no Brasil. Um grupo trabalha diretamente em Salto, enquanto outro está baseado em São Paulo. Este último trata dos trâmites legais para a construção da fábrica em Jacareí – SP, que terá capacidade plena de 150.000 veículos por ano. No dia de nossa visita – ontem (29) – uma nova ala administrativa foi inaugurada nas instalações da empresa, justamente para atender ao aumento nas vendas e controlar as operações da Chery no Brasil. Com esta ampliação, novos colaboradores devem ser admitidos para dar conta de todo o trabalho.

A estrutura ainda conta com salas dos departamentos e um show room com todos os modelos da linha. Em breve, este espaço ficará pequeno diante dos novos modelos que deverão ser lançados no Brasil. E com eles, mais peças e uma logística maior para a Chery administrar.

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Comemoração

Por pura coincidência, no dia em que estávamos em Salto, a Chery recebeu a informação de que os emplacamentos do mês até sexta passada (26) haviam ultrapassado a marca de 1.000 unidades. Na verdade, foram 1.047 veículos emplacados no mês. Com isso, a Chery estava na 14º posição no mercado. Como ainda não temos o fechamento de novembro, vamos esperar pela somatória total. A expectativa é de chegar próximo aos 1.200 veículos emplacados no mês, confirmando a nova posição da marca.

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Na ocasião, todo o quadro de funcionários estava presente, chefiado por Luis Cury, presidente da Chery do Brasil, que tivemos o prazer de conhecer pessoalmente. A comemoração marca um novo feito para a Chery, que gradativamente vai ampliando sua participação no mercado nacional e expandindo sua rede de concessionárias pelo país. O número também revela a aceitação dos carros da Chery pelo consumidor brasileiro. Conforme o tempo vai passando e a Chery vai demonstrando a que veio, a confiança do brasileiro em relação aos produtos da marca vai aumentando.

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Amanhã continuaremos a falar sobre nossa visita a Chery. Desta vez, vamos destacar o que todo mundo aqui quer saber, os carros. Aguarde.

 

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/na-na-matriz-da-chery-conheca-a-estrutura-por-tras-da-marca-chinesa-no-brasil/





Vendas das importadoras de carros sobem 19,9% em agosto, diz Abeiva

16 09 2010

Ao todo, foram emplacadas no mês 10.041 unidades.
Marcas devem fechar 2010 com 90 mil unidades vendidas no país.

Priscila Dal Poggetto
Do G1, em São Paulo

Falta Kia Cerato nas lojas

Kia Cerato deve faltar nas lojas por causa da
burocracia na homologação (Foto: Divulgação)

O volume de carros importados emplacados subiu 19,9% em agosto em relação a julho. Ao todo, foram vendidas no mês 10.041 unidades contra 8.377 no período anterior. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15) pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), que representa 30 marcas, entre elas, BMW, Porsche, Ferrari, Kia Motors, Volvo, Land Rover e Chery.

Na comparação com agosto de 2009, a expansão chega a 154,6%. Na época foram emplacadas 3.944 unidades. No ano passado, as vendas haviam sido afetadas pela crise mundial e pelo aumento do dólar, além da maior facilidade em comprar carros nacionais por causa do desconto sobre o IPI – os modelos importados têm na formulação de preço a alíquota de importação de 35% sobre o preço do veículo.

No acumulado dos oito meses do ano, a Abeiva aponta forte alta, de 148,9%, com 60.218 unidades. No ano passado, o acumulado de janeiro a agosto foi de 24.194 veículos. “Com esse desempenho, devemos encerrar o ano com 90 mil unidades emplacadas”, afirma o presidente da Abeiva, José Luiz Gandini, que também preside a Kia Motors.

Segundo ele, se o Brasil continuar no mesmo ritmo de crescimento e o mercado crescer, a Abeiva deverá atingir o volume de 120 mil unidades vendidas em 2011, o que chegaria ao último recorde, de 1995. “Não se sabe o que vai acontecer porque será um ano pós-eleição. Acreditamos também que no ano que vem o câmbio fique em torno de R$ 1,90″, pondera Gandini.

As vendas no atacado – das importadoras para as concessionárias – mostraram alta de 62,8% em agosto, na comparação com o mês anterior. Foram 13.428 unidades contra 8.247 veículos em julho. No acumulado de janeiro a agosto, a alta é de 181,6% em relação ao mesmo período de 2009.

Embora os resultados sejam positivos para as importadoras, o presidente da Abeiva afirma que a participação das importadoras independentes é pouco significativa ao considerar o volume de veículos importados pelas montadoras instaladas no Brasil. A maioria de tais importações é beneficiada pelos acordos bilaterais com países como México e Argentina, que não são submetidas  à alíquota de 35%.

“Fala-se muito da ‘ameaça’ do aumento das importações, mas quem mais importa são as próprias montadoras do país. O ministro Miguel Jorge, inclusive, reconhece isso”, reclama Gandini. De acordo com dados da Abeiva, do total de veículos vendidos no mercado brasileiro em agosto, 80,74% (239.477 unidades) foram carros fabricados no país, 15,87% (47 mil) foram modelos importados pelas montadoras e 3,4% (10 mil) importados pelas filiadas à Abeiva.

Mesmo assim, a participação da Abeiva cresce, já que em 2009 era de apenas 1,44%. Com isso, a rede de concessionárias também se expande. Em agosto, somaram-se na rede de distribuição 495 lojas. Segundo Gandini, o ano deve fechar com 575 pontos de vendas das associadas.

Vai faltar Kia Cerato no mercado
Além de rebater as críticas às importações, Gandini reclamou da demora entre três e quatro meses para a homologação de produtos que chegam ao mercado nacional. Segundo ele, o Kia Cerato, por exemplo, sofreu alterações na Coreia do Sul no sistema que abrange motor e transmissão. Assim, o modelo teve de passar por uma nova homologação no Brasil e ainda não foi liberado. “Por causa disso, vai faltar nos nossos estoques o Cerato”, diz.

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/09/vendas-das-importadoras-de-carros-sobem-199-em-agosto-diz-abeiva.html





Produção de veículos no país registra alta de 3,2% em julho

5 08 2010

Saíram das linhas de montagem no mês 315.879 unidades, aponta Anfavea.
Empregos crescem e podem ter o melhor resultado dos últimos 10 anos.

Priscila Dal Poggetto Do G1, em São Paulo

Linha de produção Volkswagen (Foto: Divulgação)

Linha de produção Volkswagen

A alta da demanda do mercado brasileiro por veículos, especialmente carros e caminhões, puxou para cima a produção nacional de julho. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mês fechou com 315.879 veículos fabricados (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus). O aumento é de 3,2% em relação a junho, quando saíram das linhas 306.193 unidades.

No acumulado de janeiro a julho, a produção já atinge o patamar de 2.074.157 unidades. O volume é 18,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Na comparação mensal, o segmento de automóveis e comerciais leves registrou alta de 3%, com 294.341 unidades produzidas. O segmento de caminhões teve alta de 9,3%, de 16.166 unidades em junho para 17.677 unidades em julho. A produção de ônibus caiu 11%, para 3.861 unidades.

Na soma dos sete meses, o segmento de automóveis e comerciais apresenta forte alta, de 16,1% (1.939.410 unidades fabricadas), o de caminhões, de 69,3% (107.225), e o de ônibus, 39,7% (27.522).

Exportações
As exportações seguem em crescimento. Segundo a Anfavea, as vendas externas em valores subiram 9,3% em julho na comparação com junho, de US$ 1,06 bilhão para US$ 1,15 bilhão. A alta é de 65,9% ao considerar as exportações em valores no acumulado, que somaram US$ 6,92 bilhões de janeiro a julho deste ano, contra os US$ 4,17 bilhões no mesmo período do ano passado.
Em unidades no mês, tal montante representou 64.864 veículos, expansão de 2% ao comparar com as 63.585 unidades vendidas para o mercado externo em junho. No acumulado, já saíram do Brasil, 422.227 unidades neste ano, contra 136.692 unidades no mesmo intervalo do ano passado. A expansão das vendas externas é de 78,4%.

Embora o crescimento seja alto, os números deste ano são vistos pela indústria automobilística nacional com certa cautela. Isso porque o primeiro semestre de 2009 foi afetado pela crise, o que torna o patamar de comparação muito baixo. Por isso, a referência da Anfavea é o patamar obtido no fechamento de 2008, de US$ 13, 931 bilhões e 734,6 mil unidades.

Empregos
A indústria automobilística nacional fechou o mês de julho com 132.165 pessoas empregadas diretamente. O nível é 0,9% superior ao do mês de junho, que terminou com 130.968 contratados. Em relação a julho de 2009, o nível de empregos no setor é 10,5% maior. Na época estavam empregadas pela indústria 119.584 pessoas. Se o nível de empregos na indústria automobilística nacional continuar neste patamar até o final do ano, 2010 será o melhor quadro de pessoas empregadas nos últimos 10 anos.

Retirado de: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/08/producao-de-veiculos-no-pais-registra-alta-de-32-em-julho.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter








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