Um quarto das empresas brasileiras já faz recrutamento pela internet

28 01 2011

Uma em cada quatro empresas brasileiras recorre à internet a fim de encontrar profissionais para completar seus quadros, o que põe o Brasil na posição dos países mais ativos no quesito recrutamento online, segundo a consultoria Robert Half, especializada em Recursos Humanos, e também no de mais rápido na conclusão de processos seletivos. Não é para menos. Hoje, 54% da população acima de 12 anos têm acesso à rede e o País é o quinto mais conectado em todo o mundo, segundo pesquisa realizada pela agência de publicidade F/Nazca.

 

Os sites democratizam as oportunidades ao disponibilizá-las para um número maior de profissionais e ajudam as empresas a ter acesso a candidatos qualificados em uma maior escala e, hoje, se firmaram como peças fundamentais nos processos de contratação. “A agilidade no processo, a facilidade de acesso ao candidato, a redução de custos e o crescimento da população jovem no mercado de trabalho são alguns dos fatores que explicam o crescimento do recrutamento online no Brasil”, explica Gláucia Telles Benvegnú, diretora da Benvegnú Recursos Humanos.

 

O aquecimento da economia nos últimos anos, que impulsionou a atuação das multinacionais no Brasil, também ajudou a trazer o conceito, comum nos países desenvolvidos há mais tempo, e deu um gás extra à movimentação do pessoal de recursos humanos em direção ao meio eletrônico, segundo Andreza Santana, gerente de Marketing do Monster Brasil, subsidiária do Monster Worldwide. A empresa desembarcou no Brasil no segundo semestre de 2010 de olho na promessa de bons negócios que os últimos e constantes recordes na geração de empregos vêm anunciando. “As pessoas estão conectadas e a internet permite que as vagas cheguem às pessoas, que haja uma democratização das oportunidades de emprego.”

 

Gláucia reconhece a eficácia do meio, mas também indica que é preciso ter cautela na hora de escolher um novo funcionário. “Todo processo seletivo deve contemplar diversas fontes de pesquisa. Sendo assim, os sites de recrutamento enriquecem a busca, mas não devem ser considerados como a única ferramenta. Em geral, consegue-se volume de informações que deverão ser triadas”, explica. A especialista indica que, para quem procura emprego, vale o mesmo raciocínio: divulgar o currículo em sites de recrutamento é válido, sem, no entanto, deixar de lado o bom e velho networking.

 

Procura certa

 

Para o processo dar certo, segundo Gláucia, o importante é ter o perfil da vaga traçado de forma clara e objetiva para que sejam atraídos e selecionados os candidatos certos. E aí entra uma vantagem dos sites: ferramentas que permitem uma triagem dos candidatos antes que o recrutador tenha de lidar com uma infinidade de currículos. “A maioria dos sites de recrutamento já oferece um filtro, o que facilita o trabalho do RH. Se o processo evoluir além da etapa do envio do currículo, devem-se identificar as qualificações importantes para o perfil do cargo que devem ser avaliadas”, diz a consultora.

 

Andreza explica que o papel do site vai além de ser um banco de dados de vagas: em tempos de escassez de profissionais qualificados e empresas com dificuldades em preencher vagas, o Monster tem como clientes as empresas, não os profissionais – frequentemente, é o candidato quem paga para cadastrar seu currículo e ter acesso às oportunidades. E, para torná-las atrativas aos cobiçados novos talentos, o site é contratado para fazer todo um trabalho de marketing para atrair profissionais adequados para cada empresa. “Conseguimos atrair mesmo candidatos que não estão procurando emprego e apresentamos a oportunidade certa. Nossa tecnologia tem a inteligência para atribuir a compatibilidade entre o candidato e a vaga para fazermos o recrutamento perfeito”, diz a gerente. “Para os recrutadores, só o volume não interessa. O que interessa é receber os currículos certos”.

 

Nem só de sites específicos para a busca de emprego vive o recrutamento pela internet. Campeão de participação nos sites de relacionamento, como o agora um pouco esquecido Orkut e o badalado Facebook, os brasileiros aproveitam a agilidade das redes sociais para procurar vagas e profissionais. Foi o caso da empresa GVT, operadora de telefonia e banda larga que, no ano passado, adotou os canais de relacionamento online para preencher 500 vagas e, este ano, promete repetir a iniciativa a fim de encontrar o candidato ideal para outros mil postos de trabalho nas Regiões Sul, Sudeste Centro Oeste e Nordeste do Brasil. Para se comunicar com os candidatos, a GVT criou o hotsite www.trabalhenagvt.com.br. O profissional que entra na página encontra caminhos para indicá-la via Facebook, Orkut, Twitter e Linkedin.

 

E o QI?

 

Ninguém pense, no entanto, que a indicação é coisa do passado para quem quer encontrar um emprego ou um profissional. “Para o recrutador, o mais importante é realizar uma avaliação criteriosa, considerando o perfil técnico e comportamental esperado do profissional, independentemente da fonte ser indicação ou internet”, explica Gláucia. Mas a indicação, segundo ela, tem lá seu peso na balança. “Teoricamente, quem indica já conhece o perfil e o caráter do candidato, bem como a cultura organizacional da empresa, além das características do cargo e do superior imediato, o que facilita a coincidência de interesses entre o candidato e a vaga”, diz ela, ressaltando, no entanto, que o processo seletivo tem de ser cuidadoso mesmo nesses casos, conduzido dentro de critérios claros para não levar a avaliações subjetivas e equivocadas.

 

No momento atual da busca por profissionais, contudo, a indicação dá sinais de estar deixando de ser um bom negócio. “Embora sempre vá existir, a indicação nem sempre é suficiente para suprir a demanda, especialmente no cenário que temos no momento, com a Copa e a Olimpíada è vista e impulsionando ainda mais as contratações em diversas áreas”, diz Andreza.

 

Fonte:http://www.canalrh.com.br/Mundos/recrutamento_artigo.asp?ace_news={E086D76C-F40A-499B-90AC-8236923FDE37}&o={57D08E8F-7C12-4BC3-8426-55653399B617}&sp=B5D5.xFDC:3K:Q.N3pQ.N3@TUG:.HyN@J?9





Foi promovido? 7 passos para encarar a nova função

3 12 2010

De acordo com pesquisa, boa parte dos novos executivos não estão preparados para um cargo de gestão

Getty Images

Corredor Corrida sem foco: 74% dos executivos não sabem como podem contribuir para o sucesso da organização

São Paulo – Diante das promessas econômicas favoráveis para os negócios no Brasil, as companhias em operação no país estão fazendo de tudo para manter os melhores profissionais em seu quadro de funcionários. Mas é preciso cautela diante das tentadoras propostas de melhores remunerações. Quem se atenta apenas para os benefícios financeiros têm 57% mais chances de se desiludir na nova posição.

É o que indica pesquisa da Development Dimensions International (DDI) divulgada recentemente. Segundo o estudo, apenas 11% dos executivos chegaram a um cargo de gestão por meio de um programa de desenvolvimento interno. Para completar, do total de profissionais que participaram da pesquisa, 57% admitiram que aprenderam mais pelo método “tentativa e erro”.

Isso significa que os profissionais estão chegando mais despreparados aos cargos de gestão e, pior, sem ter muita noção das exigências da nova função. “Constatamos que, no primeiro ano como gestores, os executivos enfrentaram muita angústia, confusão e pouca clareza do que realmente precisavam fazer”, diz Neil Suchman, country manager da DDI no Brasil.

A pesquisa constatou que os novos executivos não estavam prontos para ações básicas como repreender um funcionário por baixo desempenho, contratar um novo profissional ou simplesmente agir como chefe de seus antigos pares.

O sentimento de apreensão, contudo, não ficou restrito apenas aos primeiros anos como gestores. De acordo com a pesquisa, 74% dos executivos não sabiam muito bem como poderiam contribuir para o sucesso da organização.

“Liderança não é para qualquer pessoa”, afirma Daniela do Lago, especialista em liderança e professora da Fundação Getúlio Vargas. “As pessoas acham que são bem sucedidas apenas quando conquistam um cargo de gestão”.

Mas a realidade não é bem assim. Por meio das políticas de crescimento em Y, é possível crescer em uma carreira mais técnica sem necessariamente assumir um cargo de liderança.

Diante de uma proposta de promoção, é preciso atentar para alguns pontos. Para isso, EXAME.com listou sete pontos essenciais para passar por esse período de transição.

1. Seja coerente com suas aspirações
Antes de topar qualquer proposta da empresa, é preciso saber bem o que você quer para a sua própria carreira. E, nessas horas, a dica é ser honesto consigo mesmo e com a empresa. Se você sempre planejou uma carreira longe das funções administrativas, não se iluda. Converse com seu superior e proponha uma trajetória mais coerente com aquilo que planejou.

2. Salário não é tudo
Pode parecer mantra de avó, mas é fato: conta mais abastada não é sinônimo de felicidade. Antes de cair na tentação de deslumbre com a proposta de salário, procure descobrir, em minúcias, quais serão suas reais atribuições. Nessa hora, a regra é partir para um cálculo simples de custo-benefício. Investigue o tamanho da equipe que você irá comandar, as metas definidas para o setor e, principalmente, a quem você irá se reportar.

3. Dê um drible no narcisismo
Conquistar uma promoção, evidentemente, mexe com o ego de qualquer um. De acordo com pesquisa da DDI, 72% dos executivos afirmaram que não questionaram sua atuação durante o primeiro ano como gestores de determinada área. Essa postura, digamos, pouco crítica pode ser fatal para a construção de uma carreira consistente, Sem humildade para avaliar seu próprio trabalho, é quase impossível diagnosticar seus pontos fracos para desenvolvê-los.

 

Divulgação

4. Estilo de gestão  

4. Invista em treinamento
Ninguém aprende a lidar com este novo contexto da noite para o dia. É preciso treinamento e muita disposição para aprender. No mercado, atualmente, existem vários cursos voltados para o treinamento de executivos e liderança. A dica é: descubra seus pontos fracos e parta em busca de meios para solucioná-los.
5. Encontre um mentor
Neste processo, não tenha vergonha de pedir por ajuda. Encontre alguém de confiança que tenha mais experiência na mesma função que você. Pode ser um professor, seu gestor ou mesmo alguém de outra área. Compartilhe suas dúvidas e tente aprender com as vivências dele. “É preciso estimular seu networking dentro da organização e escutar, obviamente”, afirma Suchman, da DDI no Brasil. Há também consultorias especializadas neste processo. “O trabalho do coaching é focar no desenvolvimento de questões pontuais da sua carreira no dia-a-dia”, diz Daniela.
6. Conheça sua equipe
Assim que assumir a nova função conheça detalhadamente cada membro da equipe com quem você trabalhar. Se eles eram seus antigos colegas de trabalho, tenha uma conversa franca e defina bem os papeis. “Cada pessoa obedece a um estímulo diferente. Como líder, seu papel será criar uma motivação para cada um”, afirma Daniela.

7. Aprenda a delegar
No processo de transição de um cargo mais técnico para outro de liderança, todo profissional precisa aprender a lição do desapego. É preciso confiar no trabalho dos outros para não ficar sobrecarregado. Para isso, é fundamental, novamente, entender qual a lógica de trabalho de cada membro da sua equipe e dividir com eles as responsabilidades. “A ideia também não é largar o trabalho no colo do outro e esperar por resultados”, diz Daniela. “Mas caminhar junto com cada profissional na execução da tarefa”.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/foi-promovido-saiba-como-encarar-a-nova-funcao?page=2

 





NOVA LEI – Cadeirinhas no carro

16 09 2010

Idade, peso ou altura? Especialistas dizem o que considerar na cadeirinha

Para o Inmetro, conforto da criança vale mais na escolha do equipamento.
No caso de usar ou não assento de elevação, altura é determinante.

Luciana de Oliveira
Do G1, em São Paulo

Crianças com menos de 1,45 m de altura devem
usar assento elevado (Foto: Reprodução/TV Globo)

assento de elevação cadeirinha

O que vale mais na hora de escolher a cadeirinha certa: a idade da criança, o peso ou a altura? A dúvida é uma das mais enviadas por internautas ao G1 desde o início da obrigatoriedade do equipamento em carros de passeio, no último dia 1º. Segundo especialistas, o conforto da criança é o que deve contar mais, sobretudo para decidir se já é o momento de mudar ou não de equipamento.

Somento no caso do uso do assento de elevação é que a altura se torna determinante: crianças que ainda não tenham 1,45 m não devem dispensar o dispositivo.

A regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre cadeirinhas utiliza faixas etárias para indicar o equipamento mais adequado:
- bebê conforto deve ser usado por crianças de até 1 ano;
- cadeirinha deve ser usada de 1 a 4 anos;
- assento de elevação é para crianças de 4 a 7 anos e meio;
- banco de trás, só com cinto de segurança, é indicado às que têm de 7 anos e meio a 10 anos, com 1,45 m de altura, no mínimo.

O Inmetro, ao certificar os produtos, dividiu-os em grupos de acordo com o peso, altura e idade:
- grupo 0: crianças de até 10 kg, 0,72 m de altura, 9 meses
- grupo 0+: até 13kg, 0,80 m de altura, 12 meses
- grupo 1: de 9 kg a 18 kg, 1m de altura, 32 meses
- grupo 2: de 15 kg a 25 kg, 1,15 m de altura, 60 meses
- grupo 3: de 22kg a 36 kg, 1,30 m de altura, 90 meses

“Essa é uma classificação mundial. Mas os pais devem usar o bom senso”, explica Gustavo Kuster, gerente da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro. Ele pondera que a indicação do peso máximo não significa que, ao usar um equipamento, pesando mais do que indica o fabricante, a criança terá menos segurança. “Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”.

Segundo Kuster, na hora de escolher a cadeirinha, os pais devem considerar que há produtos que abrangem mais de um grupo. “Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar  dispositivo de retenção”. O especialista em segurança veicular Celso Arruda, da Unicamp, diz que o ideal para escolher a cadeirinha é levar a criança e o carro à loja, testando o produto em ambos para ver qual é o mais adequado.

bebê confortoNo bebê conforto, criança deve ficar voltada para
a traseira do carro (Foto: Reprodução/TV Globo)

Do bebê conforto para a cadeirinha
O mesmo critério deve ser considerado para decidir se é o momento de passar a criança para o equipamento indicado às maiores. A hora de trocar o bebê conforto pela cadeirinha preocupa especialmente os pais. Em mensagem enviada ao G1, Shirley Araújo conta que tem um filho de 4 meses que já está grande para o bebê conforto. Mas ela questiona se, ao colocá-lo na cadeirinha, ele não estará menos seguro, por passar a ser transportado de frente, e não de costas.

“A orientação de levar o bebê conforto voltado para a traseira do carro, diferente da cadeirinha, é devido à composição do corpo do recém-nascido”, explica Arruda, da Unicamp. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido. Com o tempo, o corpo adquire uma harmonia e não é mais necessário levá-lo de costas no carro. Se a criança está grande para o bebê conforto, já pode ir para a cadeirinha.”

Do assento para uso só do cinto
Já no momento de dispensar o assento de elevação, é fundamental considerar a altura: crianças com menos de 1,45 m, independente do peso, não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais do que os 7,5 anos previstos na resolução do Contran. Isso porque o assento serve para que a criança use com segurança o cinto de três pontos, que passa pelo peito. “Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, afirma Kuster, do Inmetro.

No caso de veículos antigos, que tenham apenas cintos de dois pontos (abdominal) no banco de trás, o Contran alterou a regra, permitindo que crianças a partir de 4 anos dispensem o uso do assento de elevação, já que o cinto não passa pelo peito.

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/09/idade-peso-ou-altura-especialistas-dizem-o-que-considerar-na-cadeirinha.html





Você está preparado para ter um chefe mais jovem do que você?

1 06 2010

por Julio Sergio Cardozo
Colaborador do Monster

Hoje pela manhã recebi o telefonema de um grande amigo que assumiu a presidência de importante grupo de varejo do país. Uma notícia que até então poderia ser comum se não fosse o fato dele atingir o topo com apenas 36 anos. Seu maior desafio, aliás, tem sido comandar uma equipe de executivos que já beiram os 45 ou mais.

“Logo que entrei enfrentei minha primeira prova de fogo. Um deles quis testar minha competência na hora de tomar uma decisão delicada”, confessou-me. Sua experiência, entretanto, não é e nem será a única. Cada vez mais cedo os profissionais vêm conquistando postos de comando, ao mesmo tempo em que parte da geração Y começa a experimentar o gostinho do poder. Dados da consultoria Hay Group apontam que no Brasil cerca de 20% de jovens com menos de 30 anos já ocupam cargos de chefia.

Fenômeno que vai impactar de forma irreversível a relação entre chefes e subordinados. Aí faço as seguintes perguntas: Será que um chefe jovem está preparado para liderar equipes mais velhas? Ou até que ponto um profissional com invejável bagagem no currículo aceita ser comandado por quem ainda não viu o filme todo?

Não há dúvidas que poucos terão a coragem de assumir o quanto se sentem desconfortáveis. Ouso dizer que embora muitos afirmem não ver problemas, eles serão velados, provocando atritos irreparáveis. Pode até rolar uma discreta sabotagem.

Lembro-me de outro amigo executivo – na época com quase 50 anos – que pediu demissão quando soube que o novo diretor da sua área tinha 17 anos a menos que ele. Mesmo sem ter para onde ir, preferiu largar um emprego bacana por temer futuros problemas.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Lens & Minarelli há alguns anos, envolvendo 250 executivos, mostrou que mais da metade já teve um chefe mais jovem. Desse total, 63,9% revelou ter enfrentado algum tipo de dificuldade de relacionamento.

Nada contra jovens talentos estarem assumindo posições de chefia, muito pelo contrário. Mas é preciso reconhecer que uma grande maioria não possui maturidade suficiente para lidar com situações de extremo grau de estresse, contam com uma carga emocional adversa e ansiedade à flor da pele que os impede ter discernimento do que é bom senso (nas clínicas de planejamento da vida há relatos de CEO jovens que se refugiam no banheiro para chorar de desespero!).

Entre as diversas credenciais necessárias para um verdadeiro líder está exatamente o bom senso adquirido por meio da experiência. O chefe jovem tem pouca milhagem e, portanto, alguns mostram uma visão equivocada do que é preciso decidir rápido. Já ouvi alguns talentos da geração Y dizer: “Os mais velhos são muito lentos para decidir, ficam remoendo o assunto e perdem o “timing” por conta disso”. Infelizmente, acabam confundindo rapidez com ponderação e não raro erram feio em suas decisões.

Claro que toda regra tem sua exceção. Quando encontramos chefes jovens dotados de grandes habilidades para tomar decisões, precisamos tirar o chapéu. A estrada é longa e o desafio para aqueles que estão experimentando o poder tão cedo consiste em ter coragem e humildade necessárias para entender que quanto mais se aprende menos se sabe.

A imaturidade leva à arrogância, autoritarismo, descontrole, insegurança, impaciência e competitividade exarcebada. Aspectos que precisam ser olhados com cuidado por quem está no início da vida profissional. Se você faz parte da geração Y precisa se preparar para ocupar cargo de chefia e comandar os mais velhos.

Já para quem acumula uma bela trajetória profissional, saiba lidar com esse novo cenário que desponta. Há pontos positivos de uma liderança jovem que somados à sabedoria de executivos tarimbados resultarão em um modelo de gestão equilibrado. Todos sairão ganhando.

Retirado de: http://www.monster.com.br/artigos/Voc%C3%AA-est%C3%A1-preparado-para-ter-um-chefe-mais-jovem-do-que-voc%C3%AA?/

CEO , Julio Cardozo
www.cardozo-group.com.





Novo Fiat Uno

31 05 2010

Ola pessoal, abaixo segue uma reportagem retirado do G1, do diretório do auto esporte.

Sem duvida este lançamento atraiu os olhares de todos. Mesmo aqueles que não desejam ter um UNO, como aqueles que o possuem a anos.

Foi criado uma grande campanha para o seu lançamento, gerando muita curiosidade em torno deste veículo, afim de saber o que realmente estaria por vir.

Após o lançamento, gostaria de saber, a opnião dos amigos sobre este veículo e seu lançamento:

Será que este novo UNO, fará tanto sucesso como o que ja existe?
Os valores investidos no desenvolvimento, produção e lançamento serão conquistados de volta?
Qual o impacto para as outras montadoras?

Conto com a opnião de vocês!

Segue a matéria:

Compacto acerta mecânica e moderniza o visual de mais de duas décadas.
Nova geração se alia ao Mille para equilibrar disputa contra o VW Gol.

Desde o lançamento no Brasil, em 1984, o Uno é praticamente o mesmo. Nessas mais de duas décadas, o compacto de entrada da Fiat recebeu apenas pequenas alterações, mas manteve sempre a essência de carro racional, que fez dele por muito tempo o zero quilômetro mais barato do país e até hoje um dos modelos mais vendidos no mercado nacional.

Comente esta notícia

No entanto, a própria fabricante se questionou: Por que tudo que é honesto tem que ser caro? A resposta a indagação é a nova geração do Uno, compacto que exigiu três anos de desenvolvimento para chegar à fórmula de um modelo barato, com certo apelo emocional e o estilo “quadradão” da versão anterior.

Veja os concorrentes do Novo Uno
Veja os concorrentes do Novo Uno (Foto: Arte/G1)
'Quadradinhos' na dianteira simbolizam a identidade visual do  Uno.
‘Quadradinhos’ na dianteira. (Foto: Milene Rios/G1)

A evolução foi tão expressiva que obrigou a fabricante a colocar a nova geração em uma categoria superior e manter na linha de produção o Mille, que já havia perdido o nome Uno, em 2008, para se diferenciar do irmão maior que estava por vir. Por enquanto, o novo compacto será vendido apenas na configuração quatro portas. O modelo mais barato chega em junho a partir de R$ 25.550.

Confira os detalhes de todas as versões e a tabela de preços

No desenho do novo Uno, a régua foi substituida pelo compasso, o que deixou todos os cantos da carroceria mais arredondados. Apesar das linhas mais curvas, a identidade visual do modelo foi mantida nos detalhes. O formato quadrado está presente na caixa dos faróis de neblina, nas rodas de liga-leve, no contorno do nome do carro, dentro dos faróis e lanternas e na dianteira do carro com os três ‘quadradinhos’ que, de acordo com os designers responsáveis pelo projeto, simbolizam toda a proposta do novo modelo.

Para os que não se contentam apenas com uma carroceria diferente, há seis kits de personalização com temas que incluem adesivos, revestimento na área do quadro de instrumentos e novos desenhos no tecido dos assentos. Todas as opções são de bom gosto e dão um ar de requinte na cabine. O revestimento do interior é quase 100% em plástico, mas o destaque está na forma, na mescla de tons e na textura das peças.

O painel é oval, com grafismo moderno, indicador de temperatura e combustível digital e contorno cromado no velocímetro, características que lembram o compacto premium Fiat 500. Os comandos de acionamento do vidro também são semelhantes ao do carrinho, as saídas de ar arredondadas parecem como as do Dobló e o console de teto (disponível de série apenas na versão topo de linha) é emprestado do Idea. A saída escolhida pela Fiat para dar mais sofisticação ao Uno é inteligente, pois apesar de unir as formas de outros modelos da marca, o conjunto ficou harmonioso e não pesou no preço do carro de entrada.

Quadrados estão presentes até no contorno do nome Uno.
Nome também tem quadrado. (Foto: Milene Rios/G1)

O espaço interno e a posição de dirigir, que sempre foram elogiados, estão melhores. O entreeixos de 2,37 metros é o menor entre os concorrentes, no entanto os bancos foram reposicionados para oferecer mais conforto para as pernas. Se a área não for suficiente, o assesnto do motorista pode correr mais 2 cm para trás. Basta retirar uma peça plástica do trilho que limita a distância do banco.

Os motores também mudam. As versões 1.0 e 1.4 Fire receberam alterações mecânicas e agora são diferenciadas do restante da linha pela sigla EVO. Eles estarão disponíveis apenas para o novo Uno, mas devem passar a equipar os próximos lançamentos da marca.

O motor menor teve as bielas alongadas, adotou pistões mais leves, que reduziram o atrito, e ficou 11 cavalos mais potente. Os 75 cv (álcool) fazem diferença nas acelerações e retomadas de velocidade. O carro é ‘espertinho’ e responde bem as pisadas no acelerador. Já o 1.4 é mais amarrado, apesar de seus 88 cv e 12,5 kgfm de torque, ambos com álcool.

Volante e painel de instrumentos são arredondados e lembram o  Fiat 500.Volante e painel de instrumentos são arredondados e lembram o Fiat 500. (Foto: Milene Rios/G1)

Em baixa velocidade, o desempenho é muito próximo ao do 1.0. Mesmo assim é a melhor opção para quem não dispensa o uso do ar-condicionado. A Fiat Powertrain (FPT), que assina os motores, afirma que o consumo de combustível no propulsor maior foi reduzido em até 5%. Os dados de medição da fabricante apontam a média de 10,3 km/l com álcool no uso urbano.

VEJA MAIS DETALHES DO NOVO UNO NA GALERIA DE FOTOS

O câmbio é macio como o do Palio, mas a suspensão é mais rígida e a estrutura do carro foi reforçada, o que deixou o compacto mais firme ao volante. Pela altura, que é de 1,48 metros (o mais alto entre os rivais), a carroceria inclina um pouco nas curvas, mas não chega a comprometer a estabilidade. Para atender as novas normas de segurança veicular que entram em vigor em 2014, a Fiat oferece como opcional os freios ABS e o duplo airbag por cerca de R$ 2.500.

Rodas também têm elementos quadrados em alusão à geração  anterior.
Formato quadrado nas rodas.(Foto: Milene Rios/G1)

É exatamente nos itens opcionais que o modelo se aproxima ainda mais do segmento B, liderado pelo Volkswagen Gol e que já tem o Palio como representante da marca. A versão de entrada Vivace 1.0, que parte de R$ 27.390 (com quatro portas), tem como diferencial de série apenas o econômetro no lugar do conta-giros.

Na versão topo de linha, que beira os R$ 32 mil, os itens são, além dos apetrechos aventureiros, para-choques pintados na cor da carroceria, pneus 14”, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa de combustível, lavador e desembaçador do vidro traseiro, comando manual interno de regulagem do retrovisor, regulagem de altura do volante e console de teto. Trio elétrico, direção hidráulica, ar-condicionado e regulagem de altura dos bancos são oferecidos como opcionais em todas as versões.

Traseira traz agora lanternas na posição vertical.Traseira traz agora lanternas na posição vertical. (Foto: Milene Rios/G1)

Temendo a concorrência interna, a Fiat reduziu em cerca de R$ 600 os preços do Mille e Palio. A diferença para o Mille é lógica, mas o desconto no Palio, que passa a custar apenas R$ 750 a mais que o Uno, sugere que a marca pretende, pelo menos por enquanto, tirar o hatch de campo na disputa contra o Gol. Juntas, as vendas do Mille – terceiro colocado no ranking de vendas – e do novo Uno podem acabar com o reinado do carro de entrada da Volkswagen, cujas vendas englobam o G4 e o Novo Gol. Agora, são dois contra dois.

http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/g1-andou-no-novo-fiat-uno.html





Mais um final de ano…

3 12 2009

Ola amigos,

Mais uma vez chegamos ao ultimo mês do ano.

Mês de Dezembro… Um mês um tanto diferente, se formos analizar, pois alguns tiram férias, outros recebem férias coletivas, os que estudam entram de férias, em algumas empresas o ritmo acelera para alcançarem as metas anuais… mas o que realmente sempre acontece pra todos, tanto profissionalmente quanto pessoalmente, é uma análise e um balanço de como foi o ano.

E como será que foi nosso ano? Ou poderiamos questionar, por que será que somente nos fazemos estes levantamentos em Dezembro, e não mensalmente? Ou ainda semanalmente?

O que vale aqui é tirar as lições boas e ruins de tudo o que fizemos, falamos, sonhamos, conquistamos, abrimos mãos…

Enfim, é um tempo de analizarmos nossas rotas, e principalmente, se preciso for, corrigi-las, pois sempre é tempo de tomar uma decisão certa, de fazer escolha boa, para que a vida continue, os processos continuem, e a felicidade reine em todos os ambientes que vivemos e mantemos contato dia a dia.

Sendo assim, o Rh Automotive, continue firme e forte ao seu lado, sempre para atender suas necessidades e também servir de horizonte para mais um ano que irá começar!
Nos colocamos a disposição para ajudá-lo a alcançar suas metas e sonhos, de uma nova recolocação profissional.

Conte sempre conosco!

Através de nossos canais, podemos ficar mais próximos um do outro, pois é isso que realmente vale hoje. Enquanto tudo se automatiza, a relação ser humano se afasta e esfria.

Nos encontre em nosso site: www.rhautomotive.com.br

Nosso Blog: http://rhautomotive.wordpress.com

No Twitter: @rhautomotive

No Linkedin: http://br.linkedin.com/in/jeffricardo e http://br.linkedin.com/in/thiagofaustino

Grupo no Linkedin: http://www.linkedin.com/groups?gid=2169835&trk=hb_side_g

Assim a equipe do Rh Automotive, lhe deseja um excelente dia de trabalho, uma maravilhosa semana, e um final de ano fantástico, para que todos seus sonhos possam se realizar e se concretizar nesse ano que irá se iniciar!

Grande abraço.

Rh Automotive
11 3405-0950





Seja você, mes sem exagero.

28 10 2009

Entrevista com Max Gehringer – Segue uma entrevista que o Max Gehringer deu ao Fantástico, falando entitulado entrevista de A a Z. Ele explica como se portar, o que fazer, como se expressar, melhores modos, em uma entrevista de emprego.

Abaixo segue um complemento do video, falando de como se portar dentro do ambiente de trabalho.

Sua estação de trabalho pode ser um ambiente agradável sem se tornar uma árvore de Natal.

Eleni Trindade – eleni.trindade@grupoestado.com.br

Sentir-se a vontade no local de trabalho é muito importante para a produtividade do funcionário e para o bom relacionamento com colegas e chefia. Mas exagerar nos enfeites sobre a mesa não é recomendado.

Em geral, os especialista dizem que os funcionários devem ter bom senso. “As pessoas passam boa parte de seus dias no trabalho”, diz Ralph Arcanjo Chelotti, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). “A personalização desses ambientes visa criar um certo conforto e a sensação de que estamos em um lugar que nos diz respeito e tem a nossa cara. Esse é um processo de identificação e, em geral, é algo positivo porque revela que o empregado consegue estabelecer vínculos afetivos com o espaço de trabalho.”

“Há registros de que até em prisões as pessoas buscam dar um toque individualizado a seus espaços, o que é uma característica do ser humano. Mas há pessoas que perdem o controle ao acumular caixas, folhetos e outros objetivos e devem ser estimuladas a se livrarem do que é inutil”, aconselha Chelotti. Segundo ele, uma mesa sem nenhum tipo de adorno pode passar dois tipos de mensagem. “Pode ser que a pessoa não tenha vínculos com o seu local de trabalho, mas pode significar que a pessoa é reservada e não gosta de mostrar o que é.”

A primeira providência do fundcionários é saber qual é o procedimento da empresa. “É bom se informar com colegas e chefes se a decoração da mesa não tem restrições. Se for liberado, a pessoa deve arrumar a mesa para que ela seja seu cantinho na empresa, mas sem exageros, principalmente se a mesa ou bancada for dividida com outros colegas”, diz Fernanda Montero, consultora da Cia de Talentos. “Tudo vai depender do tipo de empresa onde a pessoa atua. Escritórios de advocacia, por exemplo, tendem a ser mais sóbrios e discretos. Já agências de publicidade abrem mais espaço para que a pessoa coloque enfeites que estimulem a criatividade.”

Ao adornar a mesa de trabalho, o funcionário deve evitar chamar muita a atenção sobre si. “Há empresas que investem na decoração dos ambienetes e escolhem móveis com a intenção de transmitir uma determinada imagem aos seus clientes e , por isso, deixam claro aos funcionarios que não permitem a colocação de enfeites nas estações de trabalho, mas quando a empresa não tem posição clara sobre esse assunto, deve-se primerar pela discrição”, recomenda Paulo Ishimaru, gerente consultirov do Grupo Soma, especializado em soluções para Recursos Hamnos. “Imagens religiosas merecem mais atenção e devem ser o mais discretas possível, assim como não se deve exagerar nas fotos de familias e de viagens. Se a sua mesa está desporporcional às demais, tem alguma coisa errada.”

O consultor de etiqueta Fábio Arruda, autos do livro Eficiente & Elegante – Guia de Etiqueta Profissional, é mais incisivo. “O excesso de badulaques na mesa tira o foco da imagem profissional da pessoa e passa uma imagem de despreparado e infantilizado”, diz ele. “Em ambientes mais descontraídos, é até tolerável que a pessoa busque inspiração em cores, objetos e imagens variados sobre a mesa. Isso acontece muito com quem trabalha com publicidade e moda, pois a pessoa busca inspiração o tempo todo. Mas, no geral, o ideal é colocar o mínimo de enfeites sobre a mesa.”

o que não significa que o funcionário será avaliado pelo aspecto da sua mesa, garante o presidente da ABRH. “Há muito tempo que as empresas, pelo menoas as mais sérias, deixaram de avaliar um empregado pelo modo como ele arruma a mesa. O que conta são os resultados que a traz”, diz ele. “É preciso tomar cuidado com avaliações precipitadas. É claro que o ser hamno se expressa não apenas pela fala e gestos, mas também por objetos, o que não quer dizer que aquele profissional que mantem a mesa rigorasamente arrumada é perfeito. Talvez o interios das gavetas nos fale mais sobre as pessoas que a aparência de suas mesas.”

Fonte: JT Empregos

Equipe Rh Automotive






Como vender um Cachorro

28 10 2009

RA UMA VEZ um vendedor que estava desempregado. Para não passar fome, ele decidiu vender seu cachorro, um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real, não fantasioso, em cachorrologia.

Quer aumentar suas vendas?

É só mudar a direção de seus Argumentos. ERA UMA VEZ um vendedor que estava desempregado. Para não passar fome, ele decidiu vender seu cachorro, um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real, não fantasioso, em cachorrologia.

Procurou um fazendeiro e foi logo argumentando: – O senhor não deseja não comprar um cachorro com pedigree? A resposta do fazendeiro foi um enfático NÃO. Foi aí que o dono do cachorro começou a argumentar: – Mas esse cachorro é especial, ele late melhor que o Luciano Pavaroti. De novo, o fazendeiro disse NÃO.

Mas o vendedor não desistiu: – Mas ele corre como um atleta olímpico, caça ratos melhor do que gatos…O fazendeiro, já impaciente, soltou da jaula mais um nervoso NÃO. O insistente vendedor sacou mais um argumento: – Mas o pai deste cachorro foi campeão mundial de caça ao urubu!

A resposta do fazendeiro era sempre a mesma: – Ele é um excelente cachorro, mas não estou interessado. O vendedor desanimado, colocou seu cachorro em seu carro velho, freou a tristeza, acelerou a raiva e voltou para sua casa. Quando lá chegou qual foi sua surpresa: encontrou seu primo, um velho sábio, campeão de vendas do passado.

O primo campeão ouviu toda a história do parente frustrado e disse: – Vamos voltar lá. Você quer apostar que aquele fazendeiro vai comprar esse cachorro? Impossível!, – eu esgotei todos meus argumentos, aquele cara não compra nem nota de mil reais por cinqüenta centavos.

O velho campeão de vendas colocou o cachorro no banco do trás do carro e se mandou para a fazenda. Procurou o mesmo fazendeiro e, depois das apresentações, começou o diálogo: – Que linda fazenda o senhor tem, parabéns. Mas que lindas galinhas, que belos pintinhos! Eu imagino que o senhor não tem problemas aqui com gaviões e outras aves de rapina tentando devorar esses pintinhos, concorda?

Ah! esse é um problema terrível, – comentou o fazendeiro, – eu tive até que contratar um empregado para ficar de olho o tempo todo, pois os gaviões atacam mesmo. Puxa, – continuou o vendedor campeão, – que falta faz um cachorro especialista em proteger pintinhos dos gaviões! E eu conheço um cachorro que, se o gavião voar baixinho, ele pula e pega. Inclusive, se o senhor tivesse um cachorro assim, iria economizar em encargos sociais, legais e trabalhistas, pois teria uma folha de pagamento mais enxuta.

O senhor tem problemas com ladrões aqui na sua fazenda? – perguntou o sábio campeão. – Na minha fazenda, felizmente, não, mas, na fazenda de meu vizinho, só no semestre passado apareceram dois. – Puxa vida! Mas que falta faz um cachorro que de noite e de dia afugente essa cambada de vagabundos que querem tirar o seu lucro!

Bem, mas de uma coisa eu tenho certeza. Aqui em sua fazenda não há ratos! Todo mundo pensa que não, mas só eu sei o quantos existem! Puxa! Se existisse um cachorro que caçasse ratos tão bem como ratos, mas que fosse amigo do dono, e não da casa, como é o caso dos felinos, seria um bom negócio, concorda? Sim, seria sim!, – concluiu o fazendeiro, entusiasmado.

Bem, o velho campeão continuou a argumentar poderosamente. Ele transformava necessidades latentes em evidentes, problemas em soluções e convencia sem manipular. Os argumentos eram claros e fortes. O cachorro ainda ajudaria o fazendeiro a guardar as ovelhas sem que nenhuma fugisse. Dividiria a solidão dos filhos pequenos do fazendeiro, pois todos brincariam com o cachorro que também era jovem. Diminuiria os custos com empregados e por aí vai..

Olha, seu Antunes, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha. O fazendeiro, descontraído e curioso, disse: – Bem, o senhor chegou aqui em minha fazenda, me deixou com água na boca para conhecer esse cão e agora vai embora? Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim? O senhor quer mesmo conhecê-lo? Claro que sim. Onde ele está? LULUUUU, saia daí debaixo do banco do carro e venha conhecer seu novo dono. E o fazendeiro e o Lulu se conheceram e foram felizes e felizes para sempre.

5 CONCLUSÕES NADA CANINAS DESTA HISTÓRIA DO CACHORRO:

1. O primeiro vendedor era especialista em cachorros ( produtos ). O segundo era especialista em Clientes. Essa é toda a diferença. Outra coisa: O primeiro vendedor fracassou porque tentou vender características e o segundo vendeu benefícios. É a velha história: não venda a broca, venda o furo. Não venda a faca, venda o corte.

2. Que linda fazenda o senhor tem, parabéns! Este é um recurso mais velho que o cachorro de Pavlov, mas ainda funciona . Elogie com carícias positivas, gere sintonia e sinergia.

3. Você acredita que para vender é necessariamente obrigatório que o comprador veja o produto? Tudo bem, mas note que o primo campeão “merchandizou” nas vitrinas do cérebro do fazendeiro. Ele “vendeu” o cachorro, – antes de mostrá-lo.

4 – Olha, seu Antunes, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha. Senso de humor ajuda a criar clima motivacional, desarma resistências, favorece a interação social, estreita confiança e afeições, tende a diminuir as objeções e ajuda a vender.

5. – Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim? Não é você quem vende. É o Cliente quem compra. Cabe a você criar uma emoção de curiosidade. P

inte quadros mentais, faça o mundo mudar de opinião a seu favor, mas sem esquecer jamais que toda negociação vencedora é sempre ganha-ganha. Para ser um campeão de vendas mude a direção de seus argumentos para os problemas de seu Cliente. Primeiro localize alvos-necessidades. A seguir, atire vantagens e benefícios.

Ou, então, saia por aí vendendo burro por cachorro.

Equipe Rh Automotive








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 103 other followers