Perfil de Sérgio Habib – Jac Motors

7 04 2011

Perfil de Sérgio Habib

O presidente e controlador do Grupo SHC, empresário Sérgio Habib, 50 anos, formado em engenharia eletrônica pela.Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, com pós-graduação em administração de empresas na Harvard Business School, tem vasta experiência no mercado automobilístico brasileiro. Com visão de grande empreendedor, percebeu, no início da década de 90, que a abertura do mercado automobilístico brasileiro era para valer e decidiu investir no setor. Foi assim que nasceu a IVXM, empresa importadora constituída em 1991 e que começou a trazer para o Brasil os primeiros veículos da marca francesa Citroën.

Entre 1991 e 2000 vendeu mais de 40.000 veículos, entre os quais dois modelos que se destacaram no mercado brasileiro: o sedã Xantia e o monovolume Xsara Picasso.
Devido ao sucesso de suas atividades comerciais como concessionário da marca, em 2001 recebeu da diretoria do Grupo PSA, da França, convite para presidir a filial brasileira da Citroën, ao mesmo tempo em que o grupo francês decidia iniciar a construção de uma fábrica própria no município de Porto Real, no Rio de Janeiro, para a produção local dos veículos Peugeot e Citroën.

Com seu dinamismo e liderança, durante os oito anos em que permaneceu na presidência da Citroën do Brasil,a marca francesa teve extraordinária expansão no mercado automobilístico brasileiro, consolidando e expandindo sua rede de concessionários de 30 para mais de 130 pontos de venda em todo o país, ganhando market share e a confiança dos consumidores. À frente do Grupo SHC, holding que engloba todas as atividades comerciais das concessionárias de veículos das marcas Citroën, Ford, Jaguar e Volkswagen,
Habib tem 55 concessionárias distribuídas por todo o território nacional, que empregam atualmente perto de 4.000 funcionários e comercializam mais de 45 mil veículos por ano. Em abril de 2010 deverá inaugurar a primeira concessionária da famosa marca inglesa de automóveis de luxo Aston Martin no Brasil, a ser instalada na região dos jardins, em São Paulo.

Desde que deixou a presidência da Citroën, em junho de 2008, o presidente do Grupo SHC decidiu prospectar o mercado chinês para viabilizar a importação de veículos daquele país. Depois de diversas viagens, visitando todas as montadoras chinesas, Sérgio Habib decidiu formar parceria com a JAC Motors Internacional, uma das quatro montadoras chinesas independentes, sem vínculo societário ou tecnológico com as principais indústrias automobilísticas norte-americanas, européias e asiáticas.
O anúncio da parceria foi formalizado em dezembro de 2009, quando executivos da chinesa JAC Motors vieram a São Paulo especialmente para participar do evento. Sempre atento às perspectivas do mercado, Habib vê chances de novos negócios com empresas chinesas.

GRUPO SHC ANUNCIA PARCERIA COM A JAC MOTORS DA CHINA

O presidente do Grupo SHC, Sérgio Habib, anunciou nesta terça-feira, dia 15, a assinatura de um contrato de parceira com a  montadora Jianghuai Automobile Co. Ltd. – JAC Motors, mediante o qual passará a representar a marca chinesa no Brasil durante dez anos. Dois dirigentes da JAC Motors Internacional, David Zhang e o gerente comercial, Michael Yang, vieram ao Brasil especialmente para participar do anúncio público da parceria.

Sérgio Habib informou que a escolha da JAC Motors se deu após seguidas viagens a China, onde visitou as principais montadoras independentes, sem vínculo tecnológico e societário com qualquer indústria automobilística norteamericana, européia ou asiática. Entre as quatro empresas analisadas a JAC Motors foi a que apresentou as melhores condições de ser representada pelo Grupo SHC no mercado automobilístico brasileiro.

Para o vice-presidente da JAC Motors, David Zhang, “o Brasil é um mercado estratégico para a expansão da empresa fora da China, pois integra o BRIC e ao lado de Índia, China e Rússia constitui o único grupo de países com mercados acima de 2 milhões de carros por ano e com forte potencial de crescimento no setor automobilístico mundial.”

O dirigente chinês informou, ainda, que recebeu a visita de diversos empresários brasileiros interessados em formar uma parceria com a JAC Motors, decidindo-se pelo Grupo SHC pela sua capitalização financeira, sua enorme experiência na implantação de marcas no mercado automobilístico brasileiro e sua forte presença como distribuidor de veículos em todo o território nacional, tanto assim que a parceria da JAC Motors com o Grupo SHC foi firmada pelo prazo de 10 anos.

A escolha da JAC

“Quatro foram os fatores – afirmou Habib – que nos levaram a escolher a JAC Motors como parceira para atuarmos juntos no  mercado brasileiro. O primeiro  foi perceber que a empresa está em constante crescimento, investindo em novos processos de produção, com foco no constante aprimoramento da qualidade. Em segundo, por dispor de um centro de design, em parceira como
estúdio Pininfarina, em Turim, na Itália; e um centro de desenvolvimento de design de interiores em Tóquio, no Japão. Em terceiro, porque os veículos da JAC têm um design externo e interno que são de inteiro agrado do consumidor brasileiro e, mais importante, um excelente portfólio de veículos em desenvolvimento. E finalmente, pelo fato da JAC, de acordo com as pesquisas da JDPower, ser a montadora chinesa com o maior índice de qualidade.”

O presidente da SHC informou que os primeiros veículos importados da JAC Motors chegarão ao Brasil em março, onde serão submetidos a exaustivos testes de resistência e durabilidade, para se adequarem às condições das ruas e estradas brasileiras, bem como a calibração dos motores para o padrão E-22 da gasolina brasileira.

No início a SHC importará quatro modelos: um sedã médio denominado J5, a minivan J6 e o modelo compacto J3, nas versões sedan e hatch, que chegarão ao mercado brasileiro oferecendo a mais avançada tecnologia em termos de design, conforto, desempenho e segurança. Freios ABS, ar-condicionado digital, air-bags frontais e laterais e CD player serão itens de série dos quatro modelos da JAC Motors.

A estimativa do Grupo SHC é iniciar a comercialização dos veículos JAC Motors no Brasil no final de 2010, com uma rede de pelo menos 50 concessionários exclusivos da marca, distribuídos pelas principais capitais e cidades brasileiras. O objetivo do grupo é comercializar 50.000 veículos em 2012, quando a rede de concessionários JAC Motors já terá se expandido para 100 pontos de venda em todo o país.

Por fim, Sérgio Habib informou que os veículos chineses entrarão no Brasil pelo porto de Vitória, no Espírito Santo, onde o Grupo SHC montará um moderno Centro de Distribuição.

GRUPO SHC

O Grupo SHC foi fundado em 1991 pelo empresário Sérgio Habib, emprega atualmente cerca de 4.000 funcionários e conta com 55 concessionárias de veículos das marcas Citroën, Ford, Volkswagen e Jaguar, presentes nas pincipais cidades do País. É o maior distribuídor de veiculos Citroën no mundo e o maior distribuidor Ford no Brasil.

JAC MOTORS

A Jianghuai Automobile Co. Ltd – JAC Motors – foi fundada em 1969 dedicando-se, inicialmente, a produção de caminhões. Hoje possui uma diversificada linha de veículos, que atendem aos diversos segmentos do mercado automobilístico chinês. Tem um centro de design em Turim, na Itália, em cooperação com o estúdio Pininfarina e outro em Tóquio, no Japão, que se dedica ao design interior dos carros. Em 2009 sua produção total está estimada em 450.000 veículos.

Fonte: http://www.jacmotorsbrasil.com.br/_files/downloads/pdfs/microsoft_word_release_perfil_sergio_habib.pdf





Peugeot concentrará fabricação de compactos no Brasil

18 02 2011

Glauber Gonçalves, Agência Estado

A PSA Peugeot Citroën anunciou ontem que a partir de 2014 migrará toda a sua produção de veículos médios na América Latina para a Argentina e centrará a fabricação de compactos no Brasil. Com isso, o presidente do grupo para o Brasil e a América Latina, Carlos Gomes, acenou com a possibilidade de uma nova versão do Peugeot 207, hoje produzido no país vizinho, passar a ser fabricada aqui. Segundo o executivo, a medida visa a aumentar a eficiência das unidades e criar melhores condições de negociação com fornecedores. “Com mais plataformas, a complexidade industrial aumenta e a qualidade não é tão boa, porque há mais processos industriais envolvidas”, explica. A definição de que tipo de veículos será produzido em cada país levou em conta as especificidades de cada mercado. “O segmento B pesa 72% no Brasil. É aqui que está o mercado dos carros compactos”, afirma. Por outro lado, diz o executivo, na Argentina o mercado dos segmentos médios é maior. Hoje a empresa fabrica sete modelos no país vizinho, dos quais dois são compactos. No Brasil, apenas um dos oito modelos é médio. Detentora de uma fatia de 5,2% do mercado brasileiro e de 5,4% do latino-americano, o grupo pretende chegar a uma participação de 7,5% na região em 2014. A empresa já aprovou o aumento da capacidade da planta de Porto Real, no interior do Rio de Janeiro, de 150 mil para 220 mil veículos por ano a partir de fevereiro de 2012. No ano passado, foram produzidos 140 mil veículos, um aumento de 26% ante 2010. O plano de investimentos 2010-2012 prevê 700 milhões de euros para a América Latina. A partir daí, o planejamento ainda está em aberto. Embora a planta fluminense possa ser expandida até 300 mil veículos por ano, vai ter que disputar um novo investimento em ampliação com a unidade argentina. A empresa vai definir até setembro onde os recursos serão aportados.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=9414





Qualidade em questão: porque o setor automotivo realiza tantos recalls?

14 04 2010

O setor automotivo conta com métodos eficientes para avaliar a qualidade e a segurança de um automóvel antes que ele chegue ao mercado – como as estatísticas de Weibull.

Apesar disso as montadoras continuam fazendo recalls: a Toyota convocou 7,2 milhões de veículos nos EUA, China e Europa, a PSA chamou automóveis da Europa e a Honda realiza recall que envolve o Brasil.

Outro exemplo é o caso do Ford Explorer. Depois de diversos acidentes a montadora convocou milhões de veículos por problemas nos pneus, que tornavam o carro instável.

Afinal, por que defeitos sérios ainda chegam até o consumidor? Como resolver esta situação? Quais são as dificuldades que as montadoras devem superar para se livrar do fantasma do recall?

Giovanna Riato

Abaixo estão algumas matérias sobre o assunto:

Análise de qualidade em jogo no setor automotivo

Toyota estima que recall vai custar US$ 1,1 bi

Honda promove recall do Fit no Brasil

Toyoda admite: Toyota está em crise

Peugeot 307 tem recall para iluminação





Investimentos das fabricantes de veículos no Brasil já somam mais de R$ 5 bilhões

29 03 2010

Em março, quatro montadoras brasileiras anunciaram investimentos. Novas marcas começam a chegar ao país de olho no mercado nacional.

Do G1, em São Paulo

Linha da montagem da GM, em São Caetano do Sul

A retomada da indústria automobilística nacional impulsiona as fabricantes de veículos no Brasil. Em março, quatro montadoras anunciaram investimentos no país. O montante é superior a R$ 5 bilhões – dinheiro destinado à ampliação de fábricas e à produção de novos modelos nacionais nos próximos dois a cinco anos.

A Mercedes-Benz irá aplicar R$ 1,2 bilhão na fábrica da empresa em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, até 2012. Os recursos serão somados aos R$ 300 milhões já disponibilizados pela própria fabricante.

De acordo o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Jüergen Ziegler, 60% do investimento serão voltados ao aumento da capacidade produtiva de 65 mil para 75 mil unidades. “Vamos seguir a expectativa de crescimento ao redor de 15% do mercado brasileiro de veículos comerciais. Mas podemos aumentar ainda mais esta capacidade com jornadas extras, se for necessário”, afirma o executivo.

Outros 30% do investimento serão voltados ao desenvolvimento de novos produtos. Isso inclui a produção de motores a diesel, adequados à nova legislação ambiental, que entra em vigor em 2012. Outro investimento da Mercedes em tecnologia é no teste do diesel de cana-de-açúcar.

A Mitsubishi produzirá no país o utilitário-esportivo Pajero Dakar e o Lancer. A nacionalização irá exigir o investimento de R$ 800 milhões nos próximos cinco anos para a ampliação da fábrica em Catalão (GO). No primeiro semestre de 2011, a unidade iniciará a produção do Pajero Dakar que será comercializada pelo mesmo preço do modelo atual (a partir de R$ 153 mil).

Em 2012 entrará em produção uma nova plataforma de carros de passeio da família Lancer. O contrato com a Mitsubishi Motors do Japão prevê ainda a opção de fabricação de outros modelos ainda em estudo, entre eles, carros elétricos.

A General Motors e o grupo PSA Peugeot-Citroën anunciaram quase que simultaneamente o investimento de R$ 1,4 bilhão, cada uma, no país. O montante da GM será destinado a modernização e ampliação de suas fábricas em São Caetano e Mogi das Cruzes, em São Paulo, para a produção de dois novos modelos inéditos no mercado brasileiro.


A produção dos novos veículos terá início na segunda metade de 2011 e irão gerar 1,5 mil vagas de emprego, de acordo com o presidente da GM do Brasil, Jaime Ardila. Ele não quis revelar quais serão os modelos, mas disse que serão “produtos de alto volume de vendas”. Isso significa, segundo afirmou, produção anual superior a 50 mil unidades. O anúncio do investimento faz parte do plano da companhia de investir R$ 5 bilhões para fazer a renovação completa de seus veículos até 2012.

Peugeot Hoggan chega às lojas dia 15 de maio

O grupo PSA Peugeot-Citroën irá investir R$ 1,4 bilhão para a produção da picape Hoggar, baseada na linha 207, que foi desenvolvida exclusivamente para o mercado nacional. O novo modelo deve estrear nas lojas em maio.

“Em 2009, vendemos 150 mil veículos para brasileiros. Nossa expectativa é que este número cresça em 2010”, disse o presidente da empresa Philippe Varin, destacando a contratação de 700 funcionários. “A América Latina e mais particularmente o Brasil são fundamentais para a concretização de nossa ambição de sermos um grupo cada vez mais global”, disse Varin.

Novas marcas, que não estavam presentes no Brasil, também começam a apostar no país. Na última semana a Bentley inaugurou em São Paulo sua primeira loja na América do Sul. Ao todo serão 18 modelos vendidos aqui até o final do ano. O mais barato é o Continental Flying Spur, por R$ 868 mil, e o mais caro o Supersports, por R$ 1,31 milhão.

Bentley Continental GT Speed

A fabricante chinesa JAC também entra no mercado nacional e já deve estrear no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro de 2010. Inicialmente um sedã, uma minivan e um compacto em versões hatch e sedã serão importados e, segundo a marca, terão preços competitivos com automóveis brasileiros. A também chinesa BYD confirmou sua estreia no Brasil. A estimativa é que os modelos da marca comecem a desembarcar por aqui em 2011

Equipe Rh Automotive

link: http://bit.ly/9VelR1





Qualidade em questão: porque o setor automotivo realiza tantos recalls?

12 03 2010

O setor automotivo conta com métodos eficientes para avaliar a qualidade e a segurança de um automóvel antes que ele chegue ao mercado – como as estatísticas de Weibull.

Apesar disso as montadoras continuam fazendo recalls: a Toyota convocou 7,2 milhões de veículos nos EUA, China e Europa, a PSA chamou automóveis da Europa e a Honda realiza recall que envolve o Brasil.

Outro exemplo é o caso do Ford Explorer. Depois de diversos acidentes a montadora convocou milhões de veículos por problemas nos pneus, que tornavam o carro instável.

Afinal, por que defeitos sérios ainda chegam até o consumidor? Como resolver esta situação? Quais são as dificuldades que as montadoras devem superar para se livrar do fantasma do recall?

Abaixo estão algumas matérias sobre o assunto:

Análise de qualidade em jogo no setor automotivo

Toyota estima que recall vai custar US$ 1,1 bi

Honda promove recall do Fit no Brasil

Toyoda admite: Toyota está em crise

Peugeot 307 tem recall para iluminação

Postado por Giovanna Riato








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