Peugeot concentrará fabricação de compactos no Brasil

18 02 2011

Glauber Gonçalves, Agência Estado

A PSA Peugeot Citroën anunciou ontem que a partir de 2014 migrará toda a sua produção de veículos médios na América Latina para a Argentina e centrará a fabricação de compactos no Brasil. Com isso, o presidente do grupo para o Brasil e a América Latina, Carlos Gomes, acenou com a possibilidade de uma nova versão do Peugeot 207, hoje produzido no país vizinho, passar a ser fabricada aqui. Segundo o executivo, a medida visa a aumentar a eficiência das unidades e criar melhores condições de negociação com fornecedores. “Com mais plataformas, a complexidade industrial aumenta e a qualidade não é tão boa, porque há mais processos industriais envolvidas”, explica. A definição de que tipo de veículos será produzido em cada país levou em conta as especificidades de cada mercado. “O segmento B pesa 72% no Brasil. É aqui que está o mercado dos carros compactos”, afirma. Por outro lado, diz o executivo, na Argentina o mercado dos segmentos médios é maior. Hoje a empresa fabrica sete modelos no país vizinho, dos quais dois são compactos. No Brasil, apenas um dos oito modelos é médio. Detentora de uma fatia de 5,2% do mercado brasileiro e de 5,4% do latino-americano, o grupo pretende chegar a uma participação de 7,5% na região em 2014. A empresa já aprovou o aumento da capacidade da planta de Porto Real, no interior do Rio de Janeiro, de 150 mil para 220 mil veículos por ano a partir de fevereiro de 2012. No ano passado, foram produzidos 140 mil veículos, um aumento de 26% ante 2010. O plano de investimentos 2010-2012 prevê 700 milhões de euros para a América Latina. A partir daí, o planejamento ainda está em aberto. Embora a planta fluminense possa ser expandida até 300 mil veículos por ano, vai ter que disputar um novo investimento em ampliação com a unidade argentina. A empresa vai definir até setembro onde os recursos serão aportados.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=9414





Renault: como ultrapassar a Ford?

8 12 2010

Nem especialista em abrandar crises nem matador de custos. O novo estilo de Carlos Ghosn é mais soft agora, como ele mesmo admitiu em entrevista à revista HSM recentemente. Agora o executivo antecipa-se aos problemas em vez de consertá-los e corre atrás do crescimento, que é a palavra-chave em seus pronunciamentos depois de colocar Nissan e Renault a salvo.

O presidente da aliança franco-nipônica acredita que o grupo pode se tornar o terceiro maior fabricante de veículos do mundo este ano, quando o planeta vai montar cerca de 70 milhões de unidades. Em sua contabilidade, as duas marcas vão emplacar 7 milhões de veículos, somada a AutoVaz, da marca Lada. À frente estarão a Volkswagen, com sua cesta de marcas, e a Toyota, ainda em recuperação do tsunami de recalls.

Em suas entrevistas recentes no Brasil Ghosn não escondeu o desapontamento pela posição da Renault no ranking de vendas local, sempre atrás das quatro marcas tradicionais. Ele quer ser o terceiro também no Brasil, ainda que com a ajuda da Nissan.

De janeiro até o final de novembro a Renault vendeu 142.051 veículos no País, segundo dados da Fenabrave, ficando com 4,79% de participação no mercado. À frente ficaram Fiat (681 mil e 22,95%), Volkswagen (623 mil e 21%), GM (586 mil e 19,7%), Ford (300 mil e 10,1%).

A presença da Renault no segmento de comerciais leves é mínima – tem apenas 0,85% no segmento, com 5.142 unidades, graças ao Master, que emplacou 666 unidades em novembro. Na área de automóveis a marca obteve 5,79%, com a comercialização de 136.909 unidades – ainda longe da quarta colocada, a Ford (10,01%).

A Renault dormiu em berço esplendido durante anos no Brasil, com uma fábrica grande e ociosa no Paraná, de onde saíram produtos desatualizados. A situação foi amenizada com a introdução da plataforma do Logan, que deu origem também ao Sandero, best seller da marca em novembro na décima-segunda posição dos automóveis, com 6.942 unidades. O Logan vendeu 3.681 unidades (17º), o Clio 3.133 unidades (22º) e o Symbol 667 (49º).

Alain Tissier, que hoje exerce o papel de secretário executivo da Direção Geral no Mercosul e conhece muito bem a trajetória da empresa no Brasil, garante que há muito tempo a unidade de São José dos Pinhais, que atende Renault e Nissan, deixou de ser aquilo que se poderia chamar de um elefante branco. A capacidade é para montar 250 mil unidades em três turnos, mas há apenas dois funcionando para os cinco mil trabalhadores.

A projeção de vendas de veículos para este ano (170 mil da Renault e 18 mil da Nissan) já sinaliza a abertura do terceiro turno se o mercado continuar aquecido. A empresa tem planos de crescer, em resposta ao desejo de Ghosn, e deve aplicar outro R$ 1 bilhão pelos próximos dois ou três anos.

Para derrubar a Ford da quarta colocação no ranking de vendas o aporte parece ainda acanhado, já que a norte-americana tem planos mais agressivos para subir do patamar atual dos 10% do mercado. Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil, pretende avançar 20% nas vendas de 2011, saltando para 180 mil unidades. Vai ajudar no crescimento o argentino Fluence, que acaba de ser lançado e custará R$ 59,9 mil na versão mais simples.

Vem aí também o Duster, concebido com suporte da operação romena da Dacia. O projeto brasileiro está sendo finalizado e entrará nas linhas de montagem de São José dos Pinhais no na segunda metade de 2011. Com um design conservador, deve disputar espaço com o EcoSport, que passará por uma expressiva revitalização pela engenharia de Camaçari.

Nesse cenário, em que briga para subir no ranking local, a Renault anuncia que o mercado brasileiro já representa o terceiro mais importante para a marca, atrás da França e da Alemanha. Ficaram para trás a Coreia e Itália.

Denis Barbier, presidente da Renault para as Américas, com sala na matriz em Paris, garantiu a Automotive Business, durante o Salão do Automóvel, que a ordem é avançar na América Latina. Ele alertou para os elevados custos diante da fragilidade da infraestrutura logística, dos impostos e da falta de pessoal qualificado para atender a expansão na área de engenharia – tudo isso agravado pelo câmbio desfavorável na hora de exportar.

“O Brasil tem custos logísticos bem superiores aos da Colômbia, por exemplo. Em um carro essa diferença pode superar R$ 500”, explicou. Ele elogiou, na ocasião, a surpreendente reação do mercado local após a crise financeira internacional e garantiu que “o País está muito acima dos demais na região”.

 

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/artigosecolunistas.aspx?id_artigo=357





Volkswagen planeja lançar um carro mais barato que o Gol

20 10 2010

publicado: terça 19 outubro 2010 por Alexandre em: Volkswagen

Segundo um depoimento dado pelo presidente da Volkswagen Thomas Schmall, sem muitos detalhes técnicos, a montadora alemã estaria investindo no segmento de carros de entrada, que teve um aumento de 7% para 15% no mercado, e que eles não iriam deixar de participar dessa demanda.

Existe um modelo que está nos planos da montadora, chamado apenas de “Projeto 00″ e que estaria sendo desenvolvido aqui no Brasil, juntamente com a Alemanha. O carro tem como público alvo as classes C e D, que estão em alta no país.

Ainda não se sabe ao certo que modelo será esse, podendo ou não ser algo novo no mercado. Acredita-se que Schmall esteja se referindo à nova versão do Lupo (antigo Up! que mudou de nome), que é o compacto que a Volkswagen trabalha há algum tempo, podendo também haver uma versão super simples, com um preço interessante. Vamos aguardar maiores detalhes.

Via | Blogauto

 

Fonte: http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=229751594&gid=2133072&type=news&item=229751594&articleURL=http%3A%2F%2Fwww.carangoblog.pop.com.br%2Fpost%2F5181%2Fvolkswagen-planeja-lancar-um-carro-mais-barato-que-o-gol&urlhash=QnXJ

 





Chery no Brasil

20 10 2010

Olá pessoal,

Ontem me desloquei de Sâo Paulo para São José dos Campos, para atender a empresa Mobiletron (chinesa), cliente nosso, atuante no mercado de aftermarketing com reposição de produtos da linha automotiva e para a linha de ferramentas.

Na volta do percurso, entrando em São Paulo pela Ayrton Sena, notei a abertura de uma concessionária da Chery, achei interessante, mas como ainda a empresa está se instalando no país, não dei muita atenção.

No caminho de volta pela Marginal localizei outra concessionária sendo aberto.

Na Av. Luis Drumond Villares, na Zona Norte de Sâo Paulo (tipica avenida com baladas e bares) encontrei a 3ª concessionária sendo montada.

Fiquei bem surpreso com a força que Chery está entrando no Brasil.

Pelo que vi do processo de inserção das concessionárias, o lançamento delas será para hoje ou no mais tardar para o final de semana.

Além da Chery, outras 2 montadoras provavelmente entrarão no mercado brasileiro entre o final de 2010 e inicio de 2011.

Como ficará o comportamento das grandes montadoras, ja presentes aqui no Brasil a mais de 10 anos?

Os preços se manterão?

Serão reduzidos?

Os produtos da Chery e das outras montadoras que irão entrar em nosso mercado, terão a confiança e credibilidade para a realização da compra?

O preço é realmente o motivador das aquisições automotivas?

Ou será que estas montadoras irão abocanhar apenas as faixas C, D e E?

Qual a visão de vocês sobre este novo player que está se inserindo em nosso país?

Além de todo esse processo de instalação, a Chery tem aberto inúmeras oportunidades, devido ao desenvolvimento de sua nova fábrica em Jacareí.

Estamos acompanhando de perto a abertura dessas vagas e trabalhando em parceria com alguns amigos e parceiros nossos para fecharmos estas posições.

Qual será o cenária de 2011 para a industria automotiva, principalmente para as montadoras?

Aguardo seus comentários.

Jefferson Ricardo
Rh Automotive
jefferson@rhautomotive.com.br
(11) 2384-1036
www.rhautomotive.com.br





Gol Rallye

5 10 2010

Com novo conjunto de suspensão e pneus, hatch ficou mais esportivo.
Preço de R$ 40.370 é ‘salgado’, mas está na mesma faixa dos rivais.

Milene Rios Do G1, em São Paulo

Gol Rallye
Gol Rallye chega em outubro (Foto: Divulgação)

Enfim, o Gol parece ter ganhado um rival à altura. O novo Fiat Uno, lançado em maio, está ‘apertando’ o carro mais vendido do país há 23 anos. Na primeira quinzena de setembro, a diferença de vendas entre os dois modelos é de um pouco mais de 200 unidades. Para se ter uma ideia, são comercializadas, em média, 750 unidades de cada um dos hatches por dia, ou seja, bastam poucas horas de vendas para este cenário mudar.

Para voltar a respirar aliviada, a primeira resposta da Volkswagen é a reedição de uma receita que já deu certo no passado: o Gol Rallye. O carro com perfil off-road nasceu em 2004 e em dois anos chegou a 13 mil unidades. Em 2007, a série voltou para completar a gama da quarta geração, mas foi limitada a três mil modelos. Desta vez, a marca alemã diz que é o consumidor quem vai ditar a quantidade que será produzida e o tempo de mercado da nova versão que, segundo estimativa da fabricante, deve representar 5% das vendas totais do Novo Gol.

À frente do Gol Rallye está o Renault Sandero Stepway, que ‘nasceu’ em 2008, e a versão ‘aventureira light’ do Uno, a Way, que de acordo com a Fiat representa 23% do mix de vendas do modelo, mesmo com o valor ‘salgado’. O Uno, com motor 1.4, parte de R$ 32.480 e chega a R$ 36.321 na configuração semelhante ao do Gol, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria.

A partir de R$ 40.370, o Rallye, oferecido apenas com propulsor 1.6, traz de extra no pacote de série sensor de estacionamento, regulagem de altura e profundidade do volante e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de opcionais do modelo da Fiat. Com ar-condicionado, o preço do novo compacto da marca italiana sobe para R$ 38.518 e o da série da Volks chega a R$ 43.030, na versão manual e R$ 45.690 com a transmissão automatizada (I-Motion), o mesmo valor cobrado pelo Sandero Stepway, oferecido apenas na versão 1.6 manual, que tem com diferenciais rodas de 16 polegadas, pneus de uso misto, barra de teto e estribos laterais.

Gol RallyeNova suspensão e pneus deixam o hatch um pouco mais rígido ao dirigir  (Foto: Divulgação)

Com preços equilibrados, a diferença está mesmo ao volante. Para fazer jus ao apelo off-road, a suspensão da nova série foi elevada em 28 mm o que aumentou para 171 mm a altura livre do solo com o veículo vazio e 146 mm, quando carregado. Para compensar a elevação do centro de gravidade, que torna o carro mais instável nas curvas, a engenharia adotou novas molas e os amortecedores, deixando-os mais duros, além de rodas de 15 polegadas. Os pneus, que também são novos, têm perfil mais baixo em relação a versão normal e estão mais sensíveis às irregularidades do piso. Todas esses mudanças deixaram o hatch com dirigibilidade mais esportiva e ainda mais distante do rodar demasiadamente macio do Uno e Sandero.

Gol RallyeGol Rallye (Foto: Divulgação)

A esportividade também está presente na cabine. O revestimento interno do teto e das colunas é em tom preto, os assentos e as portas receberam novo tecido, o painel ganhou pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos trazem iluminação com LEDs. A inscrição da versão aparece na manopla do câmbio e na parte superior dos bancos. Para os passageiros da fileira de trás a novidade são luzes de leitura individuais.

Na carroceria, a série é caracterizada pelos adesivos na parte inferior da lateral, grade preta com o nome da versão em uma faixa prata, como adotado no Saveiro Cross, para-choque com faróis de neblina integrados, aerofólio traseiro, ponteira do escapamento cromada e lanternas escurecidas. Outra novidade é a cor amarelo que a fabricante apelidou de Solaris, uma das cinco opções disponíveis.

Gol RallyeGol Rallye (Foto: Divulgação)

Na disputa entre o Gol Rallye e o Uno Way não está em jogo apenas o título de carro mais vendido do Brasil, mas também de marca líder do segmento de ‘aventureiros leves’ que, segundo a Volkswagen, cresceu 463% de 2005 a 2009. Apesar de a Fiat ser a pioneira desse mercado, com o lançamento do Palio Adventure em 1999, é a Volkswagen que lidera a fatia com o CrossFox. O modelo off-road fechou 2009 com cerca de 26% de participação nesse mercado e uma média de 110 mil unidades vendidas por ano, o que corresponde a 30% do total de vendas do hatch.

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/09/primeiras-impressoes-volkswagen-gol-rallye.html





Novo Fiat Uno

31 05 2010

Ola pessoal, abaixo segue uma reportagem retirado do G1, do diretório do auto esporte.

Sem duvida este lançamento atraiu os olhares de todos. Mesmo aqueles que não desejam ter um UNO, como aqueles que o possuem a anos.

Foi criado uma grande campanha para o seu lançamento, gerando muita curiosidade em torno deste veículo, afim de saber o que realmente estaria por vir.

Após o lançamento, gostaria de saber, a opnião dos amigos sobre este veículo e seu lançamento:

Será que este novo UNO, fará tanto sucesso como o que ja existe?
Os valores investidos no desenvolvimento, produção e lançamento serão conquistados de volta?
Qual o impacto para as outras montadoras?

Conto com a opnião de vocês!

Segue a matéria:

Compacto acerta mecânica e moderniza o visual de mais de duas décadas.
Nova geração se alia ao Mille para equilibrar disputa contra o VW Gol.

Desde o lançamento no Brasil, em 1984, o Uno é praticamente o mesmo. Nessas mais de duas décadas, o compacto de entrada da Fiat recebeu apenas pequenas alterações, mas manteve sempre a essência de carro racional, que fez dele por muito tempo o zero quilômetro mais barato do país e até hoje um dos modelos mais vendidos no mercado nacional.

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No entanto, a própria fabricante se questionou: Por que tudo que é honesto tem que ser caro? A resposta a indagação é a nova geração do Uno, compacto que exigiu três anos de desenvolvimento para chegar à fórmula de um modelo barato, com certo apelo emocional e o estilo “quadradão” da versão anterior.

Veja os concorrentes do Novo Uno
Veja os concorrentes do Novo Uno (Foto: Arte/G1)
'Quadradinhos' na dianteira simbolizam a identidade visual do  Uno.
‘Quadradinhos’ na dianteira. (Foto: Milene Rios/G1)

A evolução foi tão expressiva que obrigou a fabricante a colocar a nova geração em uma categoria superior e manter na linha de produção o Mille, que já havia perdido o nome Uno, em 2008, para se diferenciar do irmão maior que estava por vir. Por enquanto, o novo compacto será vendido apenas na configuração quatro portas. O modelo mais barato chega em junho a partir de R$ 25.550.

Confira os detalhes de todas as versões e a tabela de preços

No desenho do novo Uno, a régua foi substituida pelo compasso, o que deixou todos os cantos da carroceria mais arredondados. Apesar das linhas mais curvas, a identidade visual do modelo foi mantida nos detalhes. O formato quadrado está presente na caixa dos faróis de neblina, nas rodas de liga-leve, no contorno do nome do carro, dentro dos faróis e lanternas e na dianteira do carro com os três ‘quadradinhos’ que, de acordo com os designers responsáveis pelo projeto, simbolizam toda a proposta do novo modelo.

Para os que não se contentam apenas com uma carroceria diferente, há seis kits de personalização com temas que incluem adesivos, revestimento na área do quadro de instrumentos e novos desenhos no tecido dos assentos. Todas as opções são de bom gosto e dão um ar de requinte na cabine. O revestimento do interior é quase 100% em plástico, mas o destaque está na forma, na mescla de tons e na textura das peças.

O painel é oval, com grafismo moderno, indicador de temperatura e combustível digital e contorno cromado no velocímetro, características que lembram o compacto premium Fiat 500. Os comandos de acionamento do vidro também são semelhantes ao do carrinho, as saídas de ar arredondadas parecem como as do Dobló e o console de teto (disponível de série apenas na versão topo de linha) é emprestado do Idea. A saída escolhida pela Fiat para dar mais sofisticação ao Uno é inteligente, pois apesar de unir as formas de outros modelos da marca, o conjunto ficou harmonioso e não pesou no preço do carro de entrada.

Quadrados estão presentes até no contorno do nome Uno.
Nome também tem quadrado. (Foto: Milene Rios/G1)

O espaço interno e a posição de dirigir, que sempre foram elogiados, estão melhores. O entreeixos de 2,37 metros é o menor entre os concorrentes, no entanto os bancos foram reposicionados para oferecer mais conforto para as pernas. Se a área não for suficiente, o assesnto do motorista pode correr mais 2 cm para trás. Basta retirar uma peça plástica do trilho que limita a distância do banco.

Os motores também mudam. As versões 1.0 e 1.4 Fire receberam alterações mecânicas e agora são diferenciadas do restante da linha pela sigla EVO. Eles estarão disponíveis apenas para o novo Uno, mas devem passar a equipar os próximos lançamentos da marca.

O motor menor teve as bielas alongadas, adotou pistões mais leves, que reduziram o atrito, e ficou 11 cavalos mais potente. Os 75 cv (álcool) fazem diferença nas acelerações e retomadas de velocidade. O carro é ‘espertinho’ e responde bem as pisadas no acelerador. Já o 1.4 é mais amarrado, apesar de seus 88 cv e 12,5 kgfm de torque, ambos com álcool.

Volante e painel de instrumentos são arredondados e lembram o  Fiat 500.Volante e painel de instrumentos são arredondados e lembram o Fiat 500. (Foto: Milene Rios/G1)

Em baixa velocidade, o desempenho é muito próximo ao do 1.0. Mesmo assim é a melhor opção para quem não dispensa o uso do ar-condicionado. A Fiat Powertrain (FPT), que assina os motores, afirma que o consumo de combustível no propulsor maior foi reduzido em até 5%. Os dados de medição da fabricante apontam a média de 10,3 km/l com álcool no uso urbano.

VEJA MAIS DETALHES DO NOVO UNO NA GALERIA DE FOTOS

O câmbio é macio como o do Palio, mas a suspensão é mais rígida e a estrutura do carro foi reforçada, o que deixou o compacto mais firme ao volante. Pela altura, que é de 1,48 metros (o mais alto entre os rivais), a carroceria inclina um pouco nas curvas, mas não chega a comprometer a estabilidade. Para atender as novas normas de segurança veicular que entram em vigor em 2014, a Fiat oferece como opcional os freios ABS e o duplo airbag por cerca de R$ 2.500.

Rodas também têm elementos quadrados em alusão à geração  anterior.
Formato quadrado nas rodas.(Foto: Milene Rios/G1)

É exatamente nos itens opcionais que o modelo se aproxima ainda mais do segmento B, liderado pelo Volkswagen Gol e que já tem o Palio como representante da marca. A versão de entrada Vivace 1.0, que parte de R$ 27.390 (com quatro portas), tem como diferencial de série apenas o econômetro no lugar do conta-giros.

Na versão topo de linha, que beira os R$ 32 mil, os itens são, além dos apetrechos aventureiros, para-choques pintados na cor da carroceria, pneus 14”, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa de combustível, lavador e desembaçador do vidro traseiro, comando manual interno de regulagem do retrovisor, regulagem de altura do volante e console de teto. Trio elétrico, direção hidráulica, ar-condicionado e regulagem de altura dos bancos são oferecidos como opcionais em todas as versões.

Traseira traz agora lanternas na posição vertical.Traseira traz agora lanternas na posição vertical. (Foto: Milene Rios/G1)

Temendo a concorrência interna, a Fiat reduziu em cerca de R$ 600 os preços do Mille e Palio. A diferença para o Mille é lógica, mas o desconto no Palio, que passa a custar apenas R$ 750 a mais que o Uno, sugere que a marca pretende, pelo menos por enquanto, tirar o hatch de campo na disputa contra o Gol. Juntas, as vendas do Mille – terceiro colocado no ranking de vendas – e do novo Uno podem acabar com o reinado do carro de entrada da Volkswagen, cujas vendas englobam o G4 e o Novo Gol. Agora, são dois contra dois.

http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/g1-andou-no-novo-fiat-uno.html





Projetando sonhos de consumo!!

10 03 2010

Este artigo foi retirado de nosso grupo no Linkedin, Rh Automotive, postado pelo nosso amigo Julio Cesar de Camargo, Engenheiro Sênior da PSA.

Para um produto ser competitivo num mercado como o automobilístico, por exemplo, é de suma importancia considerar no seu projeto os anseios e as necessidades do consumidor. Para atender a importancia do assunto os principais aspectos considerados pelo consumidor, e que indicam prazer e satisfação na compra de um novo lançamento são: a estética, a usabilidade, a qualidade e as características oferecidas no produto. Se ele for bem sucedido nestes aspectos é quase certo que seu fabricante cultive o consumidor e o matenha fiel a sua marca, isso é o ideal.
Durante desenvolvimento de um automóvel vários atributos são considerados, como performance e potência do veículo, consumo de combustível, custo, segurança, aerodinâmica, etc. Dentre estes, existe um atributo identificado como a percepção do consumidor em relação à qualidade do design/projeto e à qualidade de sua execução.
O trabalho de desenvolvimento dessa percepção de um veículo é trabalhado desde do início do projeto com a definição das características do produto, passando pela concepção e desenvolvimento das peças, pelo desenvolvimento das ferramentas que irão produzir e montar as peças até o lançamento, propriamente dito, do veículo no mercado. O trabalho é feito analisando sempre o projeto e a execução de cada uma das peças e a sua relação com as outras peças, ou seja, apesar de todas as peças serem produzidas individualmente é na montagem do conjunto, do veículo todo, que o consumidor irá olhar e perceber que o veículo foi bem projetado e é de boa qualidade. Desta forma é possível assegurar que o consumidor fique satisfeito e com a sensação de ter feito uma boa compra.
Para compreender melhor a percepção de qualidade do consumidor, uma série imensa de questinamentos são feitos como por exemplo:
• O que faz um produto ser bem contruído e de boa qualidade?
• Como o consumidor usa e mantem o seu produto durante o seu dia-a-dia?
• Como o consumidor vê os componentes do produto e a suas relações com produto todo?
• Que componentes do produto atraem a atenção do consumidor e por quê?
• Desses componentes que atraem a atenção do consumidor, o que os faz ser de boa ou de péssima qualidade?
Pode-se concluir que o atributo de atendimentoà percepção do consumidor envolve diversas questões da percepção humana, passando para o consumidor várias experiências e sensações, que podem ser tanto boas como ruins. Sendo assim, num mercado que oferece uma vasta concorrência, como o automobilístico, quanto melhor forem as sensações e experiências transmitidas ao consumidor maior são as chances de satisfação e, consequentemente, maior são as chances de se ter um produto competitivo.

Abraços,
Julio de CAMARGO

http://www.linkedin.com/groupAnswers?viewQuestionAndAnswers=&gid=2169835&discussionID=14310963&sik=1268226967651&commentID=12959454&goback=%2Eana_2169835_1268226967651_5_1%2Eanh_2169835&report%2Esuccess=8ULbKyXO6NDvmoK7o030UNOYGZKrvdhBhypZ_w8EpQrrQI-BBjkmxwkEOwBjLE28YyDIxcyEO7_TA_giuRN#commentID_12959454





Delphi lança novos cabos de ignição para reposição

9 09 2009

A Delphi lança no mercado de reposição sete novos cabos de ignição, produzidos na fábrica de Jambeiro, SP, com equipamentos automáticos, para atender clientes como Fiat, Ford e Volkswagen. A principal função do cabo de ignição é conduzir a alta tensão produzida pela bobina ou transformador até as velas, sem permitir fugas de corrente. A empresa esclarece que possui uma tecnologia de condução elétrica exclusiva (Condutor grafite + ferrite) desenvolvida e testada para altas temperaturas e tensões. “A tecnologia possibilita um melhor desempenho no consumo de combustível devido à baixa resistividade no sistema, aumentando a potência de ignição” – explica Edson Brasil, vice-presidente da Delphi Soluções em Produtos e Serviços para a América do Sul, assegurando que o produto é altamente resistente a choques térmicos e mecânicos. A Delphi fornece cabos de ignição originais para montadoras desde 1994.

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.asp?id_noticia=4488
Acesso 09/09/09 – 16h45

Equipe Rh Automotive








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