Notícias Automotivas

12 01 2011

Grupo VW vendeu mais de 7 milhões de veículos

Redação AB

O Grupo Volkswagen registrou recorde em 2010, com 7,14 milhões de veículos vendidos, alcançando crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Somente no mês de dezembro 545.400 unidades foram entregues, um aumento de 22,8% comparado ao mesmo período de 2009.

“O ano de 2010 mostrou novamente que estamos construindo nosso futuro por meio do crescimento internacional e implementando nossa estratégia para 2018”, afirmou Christian Klinger, membro do Conselho do Grupo para a área de Vendas. “Em 2011, nosso foco em produtos inovadores e na mais alta tecnologia continuará sendo a base de nosso sucesso”, acrescentou.

O desempenho do Grupo Volkswagen foi bastante positivo nos mercados asiáticos, na América do Sul, nos Estados Unidos, na Europa Ocidental, na Europa Central e Oriental, na Rússia e na Alemanha.

As vendas da Volkswagen PassengerCars também registraram recorde em 2010, atingindo o volume de 4,5 milhões de unidades vendidas, aumento de 13,9% sobre o ano anterior.

 

Ano de recordes para o Grupo Renault
Redação AB

O Grupo Renault encerrou 2010 com o recorde de 2,6 milhões de veículos vendidos, resultado 14% maior do que em 2009. Até então, o maior volume de vendas registrado era de 2,535 milhões de unidades, em 2005.

Em veículos de passeio e utilitários, ocorreu aumento de 14% em volume de vendas, com mais de 2,625 milhões de unidades, alcançado participação de mercado de 3,7%. Em veículos de passeio, o crescimento foi de 12,8%, superando 2,293 milhões de unidades e atingindo participação de mercado de 4,4%.

As três marcas do Grupo (Renault, Dacia e Renault Samsung Motors) apresentaram aumento em volume de vendas. Na Renault, o crescimento foi de 14% em relação a 2009. Na Dacia, o aumento chegou a 12%. Na Renault Samsung Motors, marca presente na Coréia do Sul e no Chile, a alta foi de 19%.

“Estamos satisfeitos com os resultados das vendas em 2010, que ultrapassaram o recorde de 2005. Estamos prosperando em todas as regiões e mantendo a nossa expansão internacional. Todas as marcas do Grupo contribuem para esta dinâmica”, declarou Jérôme Stoll, vice-presidente comercial e de veículos utilitários do Grupo Renault.

Renault Brasil

O ano passado também foi um ano de recordes para a Renault no mercado nacional, com alta de 36% nos emplacamentos, 42% na produção e 57% nas exportações, em relação a 2009. A marca registrou o maior volume de vendas, com 160 mil emplacamentos. A participação de mercado chegou a 4,8%, um aumento de 0,9% sobre o ano anterior.

“Sem dúvida, 2010 representa um ano histórico para a Renault do Brasil. O bom momento é fruto de uma estratégia bem delineada que indica que a empresa vai continuar em um ritmo de crescimento equilibrado nos próximos anos”, ressalta Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil (foto).

Para 2011, a fabricante tem a expectativa de alcançar uma participação de mercado de 5,5% e crescimento de 24% no volume de emplacamentos.

 

Compactos voltam ao foco das grandes montadoras

Cleide Silva, Estadão

A Fiat vai produzir um carro subcompacto na recém-anunciada fábrica de Pernambuco, que entrará em operação em 2014. O modelo deve substituir o Mille, em produção há mais de 20 anos, e ter preço ainda mais baixo. No fim do ano passado, a Volkswagen também anunciou um automóvel dessa categoria, o que vai acirrar a disputa entre as duas maiores fabricantes brasileiras.

A unidade que será instalada no complexo industrial de Suape, com investimentos de R$ 3 bilhões e muito subsídio governamental, é a primeira fábrica nova que o grupo Fiat constrói em mais de uma década. “E nos próximos anos não pretendemos construir mais nenhuma”, avisou o presidente mundial da companhia, Sergio Marchionne.

Presente ao Salão do Automóvel de Detroit por causa da parceria com a Chrysler, Marchionne disse que a unidade pernambucana, segunda do grupo no País, terá capacidade inicial de 200 mil veículos ao ano, mas com possibilidade de ir a 400 mil, se houver demanda do mercado interno e de exportações.

“Vamos começar com um carro de uma miniplataforma”, informou o executivo. O modelo será desenvolvido no Brasil e, além do novo carro da Volkswagen, terá como concorrentes as marcas chinesas e coreanas, que também iniciarão produção local.

Marchionne acredita que o mercado brasileiro continuará crescendo este ano, mas, para avaliar melhor o ritmo, prefere esperar os dois primeiros meses, “para ver a reação do mercado, até com o novo governo”.

Detroit

Não é só o Brasil que está incrementando o mercado de carros subcompactos. Os Estados Unidos, tradicional consumidor de carrões, também está se rendendo aos pequenos. No salão de Detroit, várias marcas mostram modelos dessa categoria. Uma delas é a própria Fiat, com o 500, que começou a ser vendido localmente neste mês. O modelo tem capacidade para quatro passageiros.

A Toyota, por meio da marca Cion, apresentou o iQ, que leva três pessoas. As vendas começarão no meio do ano. Também estão em destaque a nova geração do Mini, da BMW (para quatro passageiros) e do Smart, da Mercedes-Benz (dois). A General Motors lançou o Sonic, que será o menor modelo da marca no mercado americano e estará à venda no fim do ano. Embora compacto, leva cinco pessoas.

Outro sintoma da alteração de postura do consumidor americano, movida pelo alto preço da gasolina, é o crescimento das vendas do chamado segmento C nos EUA, onde se encaixam, por exemplo, Fiesta e Focus, da Ford, Volkswagen Golf e Chevrolet Cruze. “Esse segmento respondia por 20% das vendas em 2000 e, no ano passado, a participação foi de 27%”, informou o presidente da Ford para a região das Américas, Mark Fields.

Segundo o executivo, “o gosto do consumidor está convergindo no mundo todo”, o que facilita o desenvolvimento de produtos globais, a exemplo do que será o novo EcoSport, classificado como utilitário compacto e que será vendido em diversos países.

 

Produção industrial cresce em metade das regiões pesquisadas

Vitor Abdala, Agência Brasil

A produção industrial brasileira cresceu em metade das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro de 2010, em relação ao mês anterior. O maior crescimento foi registrado no estado do Paraná, cuja produção aumentou 11,5%.

Também registraram crescimento na produção industrial os estados do Amazonas (8,8%), Rio Grande do Sul (8,3%), Rio de Janeiro (5,5%), Pará (5,1%), de Santa Catarina (2,3%) e São Paulo (1,4%).

Já a Bahia foi o estado que teve a maior perda no período, com uma queda de 8,1% na produção. Também registraram redução a Região Nordeste (-5,8%) e os estados do Espírito Santo (-3,1%), de Goiás (-2,8%), Minas Gerais (-2,5%), Pernambuco (-2,2%) e do Ceará (-0,1%).

Na comparação de novembro de 2010 com o mesmo período de 2009, 11 regiões tiveram crescimento, com destaque para o Pará (15,1%) e o Paraná (13,6%). Já nos acumulados do ano de 2010 e de 12 meses, todas as regiões pesquisadas registraram aumento na produção industrial. O destaque nesses dois tipos de comparação foi o Espírito Santo, que cresceu, respectivamente, 24,9% e 25,9%.

 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br





Mercedes fará caminhão de luxo no País

11 06 2010












A Mercedes-Benz vai produzir na fábrica de Juiz de Fora (MG) o Actros, caminhão top de linha da marca. Com diversos itens tecnológicos, o veículo é comparado aos automóveis Classe S, os mais luxuosos da fabricante alemã, com preços na casa dos R$ 500 mil. A produção local começará em 2011.

O aval da matriz para a produção local chega no mesmo mês em que a montadora iniciou a importação do extrapesado Actros na versão rodoviária. O modelo trazido da Alemanha está sendo oferecido por cerca de R$ 440 mil na versão mais equipada e já tem seis encomendas de uma empresa gaúcha. A empresa não divulgou se a produção local vai baratear o custo.

Entre os itens de conforto, segurança e desempenho, alguns deles inéditos no segmento de caminhões, estão o radar de distância, que identifica a velocidade do veículo à frente e mantém distância segura, além de detectar situações de frenagens bruscas e ativar os freios por conta própria, caso o motorista não o faça. O extrapesado também tem sistema que dispara alarme quando o condutor sai da faixa da pista, situação que pode indicar sonolência.

Com capacidade de transporte de 40 toneladas de carga, o Actros pode chegar às 74 toneladas se for equipado com rodotrem (carreta com vários eixos). Um caminhão da mesma categoria, mas sem os itens tecnológicos e limitado à capacidade de 40 toneladas, custa cerca de R$ 350 mil. Já um caminhão médio, que transporta até 12 toneladas, custa R$ 140 mil.

O Actros é produzido atualmente na Alemanha e na Turquia. Segundo a direção da Mercedes, a decisão da matriz de fabricá-lo também no Brasil se deve principalmente ao crescimento do mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado.

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=7063





Montadoras apostam na China e exibem 990 veículos em salão

23 04 2010

País com crescimento mais expressivo nos últimos anos e destaque entre os emergentes, a China atrai os olhos dos apaixonados por carros durante as próximas semanas. O salão do automóvel chinês, aberto nesta sexta-feira, em Pequim, vai até 2 de maio, com marcas do mundo todo, como General Motors, Volkswagen, Hyundai, Mercedes, Audi e Daimler.

Ao todo, são 990 unidades exibidas no salão, entre motos, carros, minivans, caminhões. Só a Toyota exibirá 50 veículos, como o híbrido Prius. “Com essa intensidade na participação, a Toyota mostra a consideração que tem pelo mercado chinês”, disse um executivo da empresa.

A Geely, que ganhou notoriedade mundial ao fechar um acordo com a Ford para a compra da marca Volvo, vai para o salão com um portfólio de 55 modelos, sendo 11 novidades. A empresa tem expectativa de vender 400 mil unidades durante os dias de evento.

Satisfeita com o crescimento de 1.000% desde sua chegada na China, a Bentley vai lançar dois modelos de carros luxuosos exclusivos para país asiático. O Continental GT Design Series China e o Continental Flying Spur Speed China serão exibidos ao público no evento.

A China, que cerca de 15 anos atrás não tinha um número expressivo de veículos particulares, hoje é um dos mercados mais aquecidos para o setor. Além das empresas internacionais, marcas nacionais, como a Geely, ganham espaço, tanto no país asiático como no mundo.

O mercado automotivo na China cresceu 45% em 2009, ano que a crise financeira segurou as rédeas do consumo no mundo. Foram comercializados ali 13,6 milhões de unidades, frente a 10,5 milhões vendidos nos Estados Unidos.

AP
Salão do carro chinês tem 990 unidades exibidas e marcas de todo o mundo


Fonte: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201004231320_ASP_78915205






Investimentos das fabricantes de veículos no Brasil já somam mais de R$ 5 bilhões

29 03 2010

Em março, quatro montadoras brasileiras anunciaram investimentos. Novas marcas começam a chegar ao país de olho no mercado nacional.

Do G1, em São Paulo

Linha da montagem da GM, em São Caetano do Sul

A retomada da indústria automobilística nacional impulsiona as fabricantes de veículos no Brasil. Em março, quatro montadoras anunciaram investimentos no país. O montante é superior a R$ 5 bilhões – dinheiro destinado à ampliação de fábricas e à produção de novos modelos nacionais nos próximos dois a cinco anos.

A Mercedes-Benz irá aplicar R$ 1,2 bilhão na fábrica da empresa em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, até 2012. Os recursos serão somados aos R$ 300 milhões já disponibilizados pela própria fabricante.

De acordo o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Jüergen Ziegler, 60% do investimento serão voltados ao aumento da capacidade produtiva de 65 mil para 75 mil unidades. “Vamos seguir a expectativa de crescimento ao redor de 15% do mercado brasileiro de veículos comerciais. Mas podemos aumentar ainda mais esta capacidade com jornadas extras, se for necessário”, afirma o executivo.

Outros 30% do investimento serão voltados ao desenvolvimento de novos produtos. Isso inclui a produção de motores a diesel, adequados à nova legislação ambiental, que entra em vigor em 2012. Outro investimento da Mercedes em tecnologia é no teste do diesel de cana-de-açúcar.

A Mitsubishi produzirá no país o utilitário-esportivo Pajero Dakar e o Lancer. A nacionalização irá exigir o investimento de R$ 800 milhões nos próximos cinco anos para a ampliação da fábrica em Catalão (GO). No primeiro semestre de 2011, a unidade iniciará a produção do Pajero Dakar que será comercializada pelo mesmo preço do modelo atual (a partir de R$ 153 mil).

Em 2012 entrará em produção uma nova plataforma de carros de passeio da família Lancer. O contrato com a Mitsubishi Motors do Japão prevê ainda a opção de fabricação de outros modelos ainda em estudo, entre eles, carros elétricos.

A General Motors e o grupo PSA Peugeot-Citroën anunciaram quase que simultaneamente o investimento de R$ 1,4 bilhão, cada uma, no país. O montante da GM será destinado a modernização e ampliação de suas fábricas em São Caetano e Mogi das Cruzes, em São Paulo, para a produção de dois novos modelos inéditos no mercado brasileiro.


A produção dos novos veículos terá início na segunda metade de 2011 e irão gerar 1,5 mil vagas de emprego, de acordo com o presidente da GM do Brasil, Jaime Ardila. Ele não quis revelar quais serão os modelos, mas disse que serão “produtos de alto volume de vendas”. Isso significa, segundo afirmou, produção anual superior a 50 mil unidades. O anúncio do investimento faz parte do plano da companhia de investir R$ 5 bilhões para fazer a renovação completa de seus veículos até 2012.

Peugeot Hoggan chega às lojas dia 15 de maio

O grupo PSA Peugeot-Citroën irá investir R$ 1,4 bilhão para a produção da picape Hoggar, baseada na linha 207, que foi desenvolvida exclusivamente para o mercado nacional. O novo modelo deve estrear nas lojas em maio.

“Em 2009, vendemos 150 mil veículos para brasileiros. Nossa expectativa é que este número cresça em 2010”, disse o presidente da empresa Philippe Varin, destacando a contratação de 700 funcionários. “A América Latina e mais particularmente o Brasil são fundamentais para a concretização de nossa ambição de sermos um grupo cada vez mais global”, disse Varin.

Novas marcas, que não estavam presentes no Brasil, também começam a apostar no país. Na última semana a Bentley inaugurou em São Paulo sua primeira loja na América do Sul. Ao todo serão 18 modelos vendidos aqui até o final do ano. O mais barato é o Continental Flying Spur, por R$ 868 mil, e o mais caro o Supersports, por R$ 1,31 milhão.

Bentley Continental GT Speed

A fabricante chinesa JAC também entra no mercado nacional e já deve estrear no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro de 2010. Inicialmente um sedã, uma minivan e um compacto em versões hatch e sedã serão importados e, segundo a marca, terão preços competitivos com automóveis brasileiros. A também chinesa BYD confirmou sua estreia no Brasil. A estimativa é que os modelos da marca comecem a desembarcar por aqui em 2011

Equipe Rh Automotive

link: http://bit.ly/9VelR1








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