Curiosidades sobre seu veículo, Verdade ou Mito???

24 03 2011

Lavar o motor pode trazer problemas para o desempenho. Verdade

Existem algumas restrições quanto à lavagem do motor. A água pode danificar alguns componentes eletrônicos instalados sob o capô. O melhor é usar um pano umedecido ou uma escova para retirar a sujeira do motor.

Usar gasolina aditivada ou “premium” é melhor para o motor. Depende

Apesar dos dois tipos de gasolina ajudarem a manter o motor limpo, é necessário que você consulte a especificação indicada no manual do proprietário e use apenas o combustível indicado para seu carro.

Faz mal mulher grávida usar cinto de segurança. Mito

De acordo com as associações médicas, a mulher grávida e o feto estarão mais protegidos com o cinto. Só é preciso posicionar a presilha do cinto o mais baixo possível, sobre a pélvis.

Para aumentar a vida útil do carro devo esquentar o motor antes de sair. Depende

Se o motor tiver sistema eletrônico de gerenciamento, como todos os novos carros, a informação é falsa. O motor alcança o desempenho adequado mesmo com o motor ainda frio. Para carros mais antigos a afirmação é verdadeira. No início do funcionamento eles apresentam uma deficiência de lubrificação que provoca maior atrito entre as peças metálicas.

É recomendado pisar na embreagem antes de ligar o motor. Verdade

Embora não exista uma orientação oficial, quando a embreagem é acionada, a carga no volante do motor é aliviada no momento da ignição.

Alarme disparado descarrega a bateria. Verdade

Se o alarme for desligado assim que disparar, ou pouco depois, não há problema. Mas, se você não estiver perto do seu carro para desativá-lo, ele continuará acionado até consumir toda a carga da bateria.

É melhor passar por quebra-molas ou valetas com o carro na diagonal, com uma roda de cada vez. Mito

Você deve levar em consideração que o sistema de suspensão foi preparado para funcionar em qualquer situação, porém, em linha reta, as molas e os amortecedores trabalham ao mesmo tempo dos dois lados, e assim o carro sofre uma torção menor e os passageiros não ficam sacudindo de um lado para o outro dentro do carro.

Podem abrir meu carro com outra chave com código eletrônico. Mito

As chaves eletrônicas possuem códigos que são alterados cada vez que elas são acionadas. É praticamente impossível que duas chaves tenham a mesma combinação.

É permitido dirigir descalço na estrada. Verdade

Você pode dirigir descalço tanto na estrada quanto na cidade. O que é proibido é dirigir com um calçado que não fique firme nos pés ou que atrapalhe a utilização dos pedais, como chinelo de dedo, por exemplo.

Duas crianças podem dividir o mesmo cinto de segurança. Mito

Com o impacto da batida uma pessoa pode espremer a outra, causando muitos ferimentos. Além disso, a legislação de trânsito diz que o uso do cinto de segurança é individual, independente da idade do usuário.

Para estacionar em uma ladeira só preciso utilizar o freio de mão. Mito

Para garantir que seu carro não descerá a ladeira contra sua vontade não se esqueça também de deixar a marcha engatada e travar a direção virada para o meio-fio.

Devo acionar a embreagem ao passar por um buraco. Verdade

A caixa de câmbio fica mais protegida do impacto causado por um buraco se a embreagem for acionada, porque a pancada não a atingirá diretamente.

Quando tiver neblina devo ligar o pisca – alerta para mostrar que estou trafegando na via. Mito

Nunca ligue o pisca – alerta quando estiver trafegando no meio da neblina. Pisca – alerta ligado significa que o carro está parado, e por isso, o melhor a fazer é diminuir a velocidade e ligar os faróis baixos ou de neblina.

Posso descer trechos de pista com o carro na “banguela” (câmbio no ponto morto) para economizar combustível. Mito

Dizem que ajuda a economizar combustível, mas o “ponto morto” não é aconselhado por uma questão de segurança. O sistema de freio sem o auxílio do freio-motor pode superaquecer e até falhar

Fonte: http://www.bolsacar.com.br
http://jornalbrasilpecas.com.br/?utm_source=eCentry&utm_medium=email+marketing&utm_content=http%3A%2F%2Fjornalbrasilpecas.com.br%2F&utm_campaign=Automec+2011%3A+Newsletter+5





Effa representa 7 marcas chinesas no Brasil

23 03 2011

O Grupo Effa, que tem no comando o empresário Eduardo Effa, tem sede no bairro de Tamboré, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. O prédio de seis andares concentra toda a operação e reúne 110 funcionários. Até o final do próximo ano, o centro será transferido para um novo local no estado de São Paulo, no eixo entre as cidades de São Paulo e Campinas, onde serão instalados todos os equipamentos, máquinas e laboratórios do Lifan South American Research and Development Center, que deverá empregar vinte profissionais, entre engenheiros e técnicos, até o final de 2012. Este quadro deverá ser ampliado para 50 funcionários diretos até o final de 2014.

A Effa estruturou uma operação relativamente complexa, representando sete marcas chinesas no Brasil, incluindo a Lifan, Haffei e Chang He (do M100), além de outras menos conhecidas que produzem caminhões e comerciais leves: SMC, JBC, SG, Zotye.

A Lifan (www.lifanmotors.com.br) foi apresentada ao mercado brasileiro em outubro do ano passado. Estão à venda dois automóveis: o hatchback 320 e o sedã 620, montados no Uruguai em planta do Grupo Effa que recebeu aplicação de US$ 25 milhões. A marca conta com uma rede de 18 concessionárias exclusivas.

Fundada em 1992, a Lifan Industry Group possui hoje mais de 13.200 funcionários. Nestes seus 19 anos de existência, o Grupo já foi escolhido por sete vezes como uma das 500 maiores empresas da China. A empresa atua em 151 países. Em 2003, o Grupo criou a Lifan Automobile, após adquirir a montadora Chongqing Special Purpose Use Vehicle Manufacturing. A empresa produz os modelos 320, 520, 620 e Minivan e está iniciando a montagem do seu primeiro utilitário esportivo, que chegará aos mercados brasileiro e internacional em 2012.

 

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/9777/Effa%20representa%207%20marcas%20chinesas%20no%20Brasil





Brasileira Effa vai projetar carro com Lifan

23 03 2011

Ronaldo Mazará Junior, diretor de engenharia, confirmou a Automotive Business nesta terça-feira, 22, que o Grupo Effa vai desenvolver em parceria com a chinesa Lifan um carro pequeno, equivalente ao nosso Ford Ka, para comercialização em todo o mundo. A iniciativa será coordenada pelo executivo, que está empenhado em criar dois centros de pesquisa e desenvolvimento – um junto com a Lifan e outro para a Effa utilizar junto às outras marcas que representa.

O engenheiro eletrônico e diretor da Effa encara com naturalidade o desafio de comandar o programa para criação de um novo veículo, mas admite que “sera uma experiência extraordinária”, assinalando que a Lifan respeita a competência brasileira na área de engenharia. “Vamos criar conceitos e definir as características do produto, traçando ao mesmo tempo o caminho para concretizar o projeto”.

A Effa procura local adequado para erguer o Lifan South America Research and Development Center, que poderá ficar na região entre São Paulo e Campinas. As duas empresas serão sócias no projeto, que deve receber aporte de US$ 70 milhões nos próximos anos.

Ele explica, ainda, que o Brasil foi escolhido como porta de entrada da marca nas Américas graças ao amadurecimento local da indústria automobilística, que apresenta um perfil e legislação assemelhados aos europeus e norte-americano, com mercados igualmente exigentes. “Isso, somado ao fato de estarmos passando por uma das melhores fases históricas de crescimento, faz do Brasil um local perfeito para desenvolver novos produtos e tecnologias”, explica Mazará, que dedicou dezoito anos da carreira à Delphi e General Motors, especializando-se na área de protótipos.

Exportar tecnologia

Coordenador da comissão de veículos elétricos da SAE Brasil, ele será mediador de painel no simpósio Novas Tecnologias na Indústria Automobilística, no Centro de Convenções Milenium, em São Paulo, para tratar dos riscos e oportunidades no desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos no País. Ele entende que não há infraestrutura disponível para uma rápida evolução nesse campo aqui no Brasil, já que faltam iniciativas expressivas e profissionais qualificados para comandar programas na área. “Um dos papéis da SAE é avaliar e propor soluções”, define.

O novo centro de pesquisas e desenvolvimento criará oportunidade para exportação de tecnologia e estabelecerá ponte entre equipes internacionais para projeto de sistemas veiculares, incluindo fontes de energia alternativas como a elétrica. Outro objetivo é assegurar melhorias contínuas no projeto e manufatura dos veículos da Lifan. “Há um grande interesse da companhia em associar a marca a tecnologias atuais”, afirma Mazará.

O centro ainda será responsável pela homologação e certificação dos veículos comercializados no continente sul-americano, além de projetar novos produtos e aprimorar os já existentes nas áreas de powertrain, chassis, carroceria e eletroeletrônica.

O controle acionário da Lifan está em mãos de investidores privados, o que garante agilidade na tomada de decisão. A empresa produz menos de 200 mil automóveis por ano, embora seja o maior fabricante de motocicletas na China. O objetivo é chegar rapidamente a 350 mil unidades por ano.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/9778/Brasileira%20Effa%20vai%20projetar%20carro%20com%20Lifan





Alckmin lança pedra fundamental de fábrica em Piracicaba

25 02 2011

Com investimento previsto de US$ 600 mi no empreendimento, montadora da Hyundai deverá gerar cerca de 1,5 mil empregos diretos

(Atualizado às 13h45)

O governador Geraldo Alckmin lançou nesta sexta-feira, 25, a pedra fundamental da futura fábrica de veículos da Hyundai, em Piracicaba. Com investimento previsto de US$ 600 milhões na construção do empreendimento, a montadora coreana pretende fabricar cerca de 150 mil veículos por ano na nova planta, que deverá entrar em operação a partir do 2° semestre de 2012. No total, serão gerados aproximadamente 1,5 mil empregos diretos.

A cerimônia de lançamento da pedra fundamental contou com as presenças do vice-chairman da Hyundai Motor Company, Shin Jong Un, e do Cônsul Geral da República da Coreia em São Paulo, Park Sang Shik, além do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Guilherme Afif Domingos, do prefeito de Piracicaba, Barjas Negri, do presidente da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade – Investe Sã o Paulo, Luciano Almeida, e do ex-governador Alberto Goldman, que será homenageado com uma placa de agradecimento pelo empenho na viabilização do projeto.

 

A instalação no Estado de São Paulo da primeira fábrica da Hyundai na América Latina é resultado da união de esforços entre a Investe São Paulo, agência do governo paulista responsável pela atração de investimentos para o Estado, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, e a prefeitura de Piracicaba. A empresa terá desoneração de ICMS na aquisição de bens de capital, por meio do programa Pró-Veículo.

 

“O Governo do Estado cumpriu todos os seus compromissos, com estímulo através do Pró-Veículo. As obras do parque automotivo com a prefeitura, o parque tecnológico que deve estar sendo inaugurado em 60, 90 dias. Em abril, o contorno de Piracicaba, que é uma obra logística importante para as indústrias e para a região. As Etecs, a Fatec também aqui instalada. Então é uma grande conquista para São Paulo”, disse Alckmin.

A unidade fabril ficará localizada no distrito industrial Uninorte, no bairro Santa Rosa, em uma área de 1,3 milhão de ㎡, próximo às obras do prédio da incubadora de empresas do Parque Tecnológico de Piracicaba, que será voltado às áreas de pesquisa e desenvolvimento em biocombustíveis, tecnologias de conversão de biomassa e resíduos agroindustriais, energias renováveis e química fina. Além do Parque, a empresa coreana estará próxima da Fatec (Faculdade de Tecnologia) e da Etec (Escola TÍ cnica), que já contam com cursos nas áreas de automação industrial e de produção industrial.

Além da instalação da nova fábrica, outros nove fornecedores internacionais estão se instalando no município (Mobis, Dymos, Glovis, Hysco, Ms Autotech, Hwashin, Doowon, Hanil E-Hwa, Th-Net). Ao todo, os investimentos das nove empresas somam US$ 200 milhões, com estimativa de gerar cerca de 2 mil empregos. A Hyundai pretende fabricar em Piracicaba modelos compactos.

Pró-Veículo

O Programa Estadual de Incentivo ao Investimento pelo Fabricante de Veículo Automotor (Pró-Veículo) permite a utilização de créditos de ICMS em investimentos para modernização, ampliação de planta industrial, construção de novas fábricas e desenvolvimento de novos produtos. O programa também permite a concessão, caso a empresa não possua crédito acumulado ou saldo credor de ICMS, mediante regime especial, de suspensão ou diferi mento do imposto devido na importação ou na aquisição interna de máquinas e equipamentos destinados ao ativo imobilizado, de forma a desonerar os investimentos em bens de capital. O Pró-Veículo pode ser utilizado por fabricantes de máquinas, equipamentos e veículos automotores, detentores de crédito acumulado apropriado de valor igual ou superior a R$ 5 milhões, cujo investimento seja igual ou superior a R$ 30 milhões.

Investe São Paulo

Criada em 2009, a Investe São Paulo – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade é a porta de entrada das empresas que pretendem se instalar no Estado e também estimula a expansão de empreendimentos que já estão em São Paulo. A agência fornece gratuitamente informações estratégicas, ajuda os investidores a encontrar os melhores locais para o seu empreendimento e facilita o contato com órgãos públicos e privados. Esse trabalho é feito com o objetivo de p romover a competitividade da economia, a geração de emprego e renda e a inovação tecnológica no Estado de São Paulo.

A agência possui neste momento 75 projetos em carteira, que contabilizam um potencial de investimento de R$ 16,7 bilhões, com capacidade de gerar cerca de 65 mil empregos diretos e 218 mil empregos indiretos. Em 2010 a Investe SP captou cinco grandes empresas para o Estado que investirão R$ 1,7 bilhão na construção de suas fábricas, empregando mais de 9,4 mil trabalhadores.





Peugeot concentrará fabricação de compactos no Brasil

18 02 2011

Glauber Gonçalves, Agência Estado

A PSA Peugeot Citroën anunciou ontem que a partir de 2014 migrará toda a sua produção de veículos médios na América Latina para a Argentina e centrará a fabricação de compactos no Brasil. Com isso, o presidente do grupo para o Brasil e a América Latina, Carlos Gomes, acenou com a possibilidade de uma nova versão do Peugeot 207, hoje produzido no país vizinho, passar a ser fabricada aqui. Segundo o executivo, a medida visa a aumentar a eficiência das unidades e criar melhores condições de negociação com fornecedores. “Com mais plataformas, a complexidade industrial aumenta e a qualidade não é tão boa, porque há mais processos industriais envolvidas”, explica. A definição de que tipo de veículos será produzido em cada país levou em conta as especificidades de cada mercado. “O segmento B pesa 72% no Brasil. É aqui que está o mercado dos carros compactos”, afirma. Por outro lado, diz o executivo, na Argentina o mercado dos segmentos médios é maior. Hoje a empresa fabrica sete modelos no país vizinho, dos quais dois são compactos. No Brasil, apenas um dos oito modelos é médio. Detentora de uma fatia de 5,2% do mercado brasileiro e de 5,4% do latino-americano, o grupo pretende chegar a uma participação de 7,5% na região em 2014. A empresa já aprovou o aumento da capacidade da planta de Porto Real, no interior do Rio de Janeiro, de 150 mil para 220 mil veículos por ano a partir de fevereiro de 2012. No ano passado, foram produzidos 140 mil veículos, um aumento de 26% ante 2010. O plano de investimentos 2010-2012 prevê 700 milhões de euros para a América Latina. A partir daí, o planejamento ainda está em aberto. Embora a planta fluminense possa ser expandida até 300 mil veículos por ano, vai ter que disputar um novo investimento em ampliação com a unidade argentina. A empresa vai definir até setembro onde os recursos serão aportados.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=9414





Visita a Honda

27 01 2011

Olá pessoal!

Hoje pela manhã (27/01/11) estive visitando a Montadora Honda em Santo Amaro – SP. Estávamos em contato com esta grande montadora que está no Brasil a quase 40 anos, teve em 2009 um volume de produção superior a 700mil unidades (automóveis), com 2 fábricas no Brasil, uma em Sumaré – SP, e outra em Manaus – AM.


Esta montadora tem grandes planos para o Brasil, devido o mercado estar fortemente aquecido e aberto a novos negócios.

Dentre a linha de duas rodas, a Honda é a montadora mais forte do Brasil, com mais do que o dobro de vendas e participação em Market Share entre todas as outras montadoras juntas.

Novos negócios irão surgir e aqueles que fazem parte do grupo Rh Automotive serão os maiores beneficiados!

Alguém de vocês já trabalhou na Honda?

Creio que valha a pena a reflexão sobre como é atuar nesta empresa.

Grande abraço a todos.

 

Jefferson Ricardo
Rh Automotive
www.rhautomotive.com.br





Volvo expõe carro elétrico batido em Detroit

14 01 2011
por Carlos Merigo { 16 horas atrás } 0

Volvo C30

A Volvo, desde muito tempo, é considerada a “mamãe” das fabricantes de automóveis. Referência de segurança quando se fala de carro, afinal, eles é que inventaram o cinto de três pontos.

Essa semana, no Detroit Auto Show 2011, a marca resolveu mostrar como o seu modelo elétrico, E30, mantém as baterias de alta voltagem e cabos intactatos depois de uma colisão.

Ou seja, nada de choques, pelo menos se for em uma batida a 60 km/h, que o caso exposto no salão.

A era de automóveis elétricos vai acabar com os carros explodindo no cinema, e desse jeito nem bandidos eletrocutados depois de uma perseguição vamos poder ver.

Volvo C30

Via: Engadget

Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/advertising/volvo-expoe-carro-eletrico-batido-em-detroit/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+brainstorm9+%28Brainstorm+%239%29

 





Notícias Automotivas

12 01 2011

Grupo VW vendeu mais de 7 milhões de veículos

Redação AB

O Grupo Volkswagen registrou recorde em 2010, com 7,14 milhões de veículos vendidos, alcançando crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Somente no mês de dezembro 545.400 unidades foram entregues, um aumento de 22,8% comparado ao mesmo período de 2009.

“O ano de 2010 mostrou novamente que estamos construindo nosso futuro por meio do crescimento internacional e implementando nossa estratégia para 2018”, afirmou Christian Klinger, membro do Conselho do Grupo para a área de Vendas. “Em 2011, nosso foco em produtos inovadores e na mais alta tecnologia continuará sendo a base de nosso sucesso”, acrescentou.

O desempenho do Grupo Volkswagen foi bastante positivo nos mercados asiáticos, na América do Sul, nos Estados Unidos, na Europa Ocidental, na Europa Central e Oriental, na Rússia e na Alemanha.

As vendas da Volkswagen PassengerCars também registraram recorde em 2010, atingindo o volume de 4,5 milhões de unidades vendidas, aumento de 13,9% sobre o ano anterior.

 

Ano de recordes para o Grupo Renault
Redação AB

O Grupo Renault encerrou 2010 com o recorde de 2,6 milhões de veículos vendidos, resultado 14% maior do que em 2009. Até então, o maior volume de vendas registrado era de 2,535 milhões de unidades, em 2005.

Em veículos de passeio e utilitários, ocorreu aumento de 14% em volume de vendas, com mais de 2,625 milhões de unidades, alcançado participação de mercado de 3,7%. Em veículos de passeio, o crescimento foi de 12,8%, superando 2,293 milhões de unidades e atingindo participação de mercado de 4,4%.

As três marcas do Grupo (Renault, Dacia e Renault Samsung Motors) apresentaram aumento em volume de vendas. Na Renault, o crescimento foi de 14% em relação a 2009. Na Dacia, o aumento chegou a 12%. Na Renault Samsung Motors, marca presente na Coréia do Sul e no Chile, a alta foi de 19%.

“Estamos satisfeitos com os resultados das vendas em 2010, que ultrapassaram o recorde de 2005. Estamos prosperando em todas as regiões e mantendo a nossa expansão internacional. Todas as marcas do Grupo contribuem para esta dinâmica”, declarou Jérôme Stoll, vice-presidente comercial e de veículos utilitários do Grupo Renault.

Renault Brasil

O ano passado também foi um ano de recordes para a Renault no mercado nacional, com alta de 36% nos emplacamentos, 42% na produção e 57% nas exportações, em relação a 2009. A marca registrou o maior volume de vendas, com 160 mil emplacamentos. A participação de mercado chegou a 4,8%, um aumento de 0,9% sobre o ano anterior.

“Sem dúvida, 2010 representa um ano histórico para a Renault do Brasil. O bom momento é fruto de uma estratégia bem delineada que indica que a empresa vai continuar em um ritmo de crescimento equilibrado nos próximos anos”, ressalta Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil (foto).

Para 2011, a fabricante tem a expectativa de alcançar uma participação de mercado de 5,5% e crescimento de 24% no volume de emplacamentos.

 

Compactos voltam ao foco das grandes montadoras

Cleide Silva, Estadão

A Fiat vai produzir um carro subcompacto na recém-anunciada fábrica de Pernambuco, que entrará em operação em 2014. O modelo deve substituir o Mille, em produção há mais de 20 anos, e ter preço ainda mais baixo. No fim do ano passado, a Volkswagen também anunciou um automóvel dessa categoria, o que vai acirrar a disputa entre as duas maiores fabricantes brasileiras.

A unidade que será instalada no complexo industrial de Suape, com investimentos de R$ 3 bilhões e muito subsídio governamental, é a primeira fábrica nova que o grupo Fiat constrói em mais de uma década. “E nos próximos anos não pretendemos construir mais nenhuma”, avisou o presidente mundial da companhia, Sergio Marchionne.

Presente ao Salão do Automóvel de Detroit por causa da parceria com a Chrysler, Marchionne disse que a unidade pernambucana, segunda do grupo no País, terá capacidade inicial de 200 mil veículos ao ano, mas com possibilidade de ir a 400 mil, se houver demanda do mercado interno e de exportações.

“Vamos começar com um carro de uma miniplataforma”, informou o executivo. O modelo será desenvolvido no Brasil e, além do novo carro da Volkswagen, terá como concorrentes as marcas chinesas e coreanas, que também iniciarão produção local.

Marchionne acredita que o mercado brasileiro continuará crescendo este ano, mas, para avaliar melhor o ritmo, prefere esperar os dois primeiros meses, “para ver a reação do mercado, até com o novo governo”.

Detroit

Não é só o Brasil que está incrementando o mercado de carros subcompactos. Os Estados Unidos, tradicional consumidor de carrões, também está se rendendo aos pequenos. No salão de Detroit, várias marcas mostram modelos dessa categoria. Uma delas é a própria Fiat, com o 500, que começou a ser vendido localmente neste mês. O modelo tem capacidade para quatro passageiros.

A Toyota, por meio da marca Cion, apresentou o iQ, que leva três pessoas. As vendas começarão no meio do ano. Também estão em destaque a nova geração do Mini, da BMW (para quatro passageiros) e do Smart, da Mercedes-Benz (dois). A General Motors lançou o Sonic, que será o menor modelo da marca no mercado americano e estará à venda no fim do ano. Embora compacto, leva cinco pessoas.

Outro sintoma da alteração de postura do consumidor americano, movida pelo alto preço da gasolina, é o crescimento das vendas do chamado segmento C nos EUA, onde se encaixam, por exemplo, Fiesta e Focus, da Ford, Volkswagen Golf e Chevrolet Cruze. “Esse segmento respondia por 20% das vendas em 2000 e, no ano passado, a participação foi de 27%”, informou o presidente da Ford para a região das Américas, Mark Fields.

Segundo o executivo, “o gosto do consumidor está convergindo no mundo todo”, o que facilita o desenvolvimento de produtos globais, a exemplo do que será o novo EcoSport, classificado como utilitário compacto e que será vendido em diversos países.

 

Produção industrial cresce em metade das regiões pesquisadas

Vitor Abdala, Agência Brasil

A produção industrial brasileira cresceu em metade das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro de 2010, em relação ao mês anterior. O maior crescimento foi registrado no estado do Paraná, cuja produção aumentou 11,5%.

Também registraram crescimento na produção industrial os estados do Amazonas (8,8%), Rio Grande do Sul (8,3%), Rio de Janeiro (5,5%), Pará (5,1%), de Santa Catarina (2,3%) e São Paulo (1,4%).

Já a Bahia foi o estado que teve a maior perda no período, com uma queda de 8,1% na produção. Também registraram redução a Região Nordeste (-5,8%) e os estados do Espírito Santo (-3,1%), de Goiás (-2,8%), Minas Gerais (-2,5%), Pernambuco (-2,2%) e do Ceará (-0,1%).

Na comparação de novembro de 2010 com o mesmo período de 2009, 11 regiões tiveram crescimento, com destaque para o Pará (15,1%) e o Paraná (13,6%). Já nos acumulados do ano de 2010 e de 12 meses, todas as regiões pesquisadas registraram aumento na produção industrial. O destaque nesses dois tipos de comparação foi o Espírito Santo, que cresceu, respectivamente, 24,9% e 25,9%.

 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br





Renault: como ultrapassar a Ford?

8 12 2010

Nem especialista em abrandar crises nem matador de custos. O novo estilo de Carlos Ghosn é mais soft agora, como ele mesmo admitiu em entrevista à revista HSM recentemente. Agora o executivo antecipa-se aos problemas em vez de consertá-los e corre atrás do crescimento, que é a palavra-chave em seus pronunciamentos depois de colocar Nissan e Renault a salvo.

O presidente da aliança franco-nipônica acredita que o grupo pode se tornar o terceiro maior fabricante de veículos do mundo este ano, quando o planeta vai montar cerca de 70 milhões de unidades. Em sua contabilidade, as duas marcas vão emplacar 7 milhões de veículos, somada a AutoVaz, da marca Lada. À frente estarão a Volkswagen, com sua cesta de marcas, e a Toyota, ainda em recuperação do tsunami de recalls.

Em suas entrevistas recentes no Brasil Ghosn não escondeu o desapontamento pela posição da Renault no ranking de vendas local, sempre atrás das quatro marcas tradicionais. Ele quer ser o terceiro também no Brasil, ainda que com a ajuda da Nissan.

De janeiro até o final de novembro a Renault vendeu 142.051 veículos no País, segundo dados da Fenabrave, ficando com 4,79% de participação no mercado. À frente ficaram Fiat (681 mil e 22,95%), Volkswagen (623 mil e 21%), GM (586 mil e 19,7%), Ford (300 mil e 10,1%).

A presença da Renault no segmento de comerciais leves é mínima – tem apenas 0,85% no segmento, com 5.142 unidades, graças ao Master, que emplacou 666 unidades em novembro. Na área de automóveis a marca obteve 5,79%, com a comercialização de 136.909 unidades – ainda longe da quarta colocada, a Ford (10,01%).

A Renault dormiu em berço esplendido durante anos no Brasil, com uma fábrica grande e ociosa no Paraná, de onde saíram produtos desatualizados. A situação foi amenizada com a introdução da plataforma do Logan, que deu origem também ao Sandero, best seller da marca em novembro na décima-segunda posição dos automóveis, com 6.942 unidades. O Logan vendeu 3.681 unidades (17º), o Clio 3.133 unidades (22º) e o Symbol 667 (49º).

Alain Tissier, que hoje exerce o papel de secretário executivo da Direção Geral no Mercosul e conhece muito bem a trajetória da empresa no Brasil, garante que há muito tempo a unidade de São José dos Pinhais, que atende Renault e Nissan, deixou de ser aquilo que se poderia chamar de um elefante branco. A capacidade é para montar 250 mil unidades em três turnos, mas há apenas dois funcionando para os cinco mil trabalhadores.

A projeção de vendas de veículos para este ano (170 mil da Renault e 18 mil da Nissan) já sinaliza a abertura do terceiro turno se o mercado continuar aquecido. A empresa tem planos de crescer, em resposta ao desejo de Ghosn, e deve aplicar outro R$ 1 bilhão pelos próximos dois ou três anos.

Para derrubar a Ford da quarta colocação no ranking de vendas o aporte parece ainda acanhado, já que a norte-americana tem planos mais agressivos para subir do patamar atual dos 10% do mercado. Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil, pretende avançar 20% nas vendas de 2011, saltando para 180 mil unidades. Vai ajudar no crescimento o argentino Fluence, que acaba de ser lançado e custará R$ 59,9 mil na versão mais simples.

Vem aí também o Duster, concebido com suporte da operação romena da Dacia. O projeto brasileiro está sendo finalizado e entrará nas linhas de montagem de São José dos Pinhais no na segunda metade de 2011. Com um design conservador, deve disputar espaço com o EcoSport, que passará por uma expressiva revitalização pela engenharia de Camaçari.

Nesse cenário, em que briga para subir no ranking local, a Renault anuncia que o mercado brasileiro já representa o terceiro mais importante para a marca, atrás da França e da Alemanha. Ficaram para trás a Coreia e Itália.

Denis Barbier, presidente da Renault para as Américas, com sala na matriz em Paris, garantiu a Automotive Business, durante o Salão do Automóvel, que a ordem é avançar na América Latina. Ele alertou para os elevados custos diante da fragilidade da infraestrutura logística, dos impostos e da falta de pessoal qualificado para atender a expansão na área de engenharia – tudo isso agravado pelo câmbio desfavorável na hora de exportar.

“O Brasil tem custos logísticos bem superiores aos da Colômbia, por exemplo. Em um carro essa diferença pode superar R$ 500”, explicou. Ele elogiou, na ocasião, a surpreendente reação do mercado local após a crise financeira internacional e garantiu que “o País está muito acima dos demais na região”.

 

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/artigosecolunistas.aspx?id_artigo=357





Brasil já é o 3º maior mercado para a Renault

8 12 2010

Cleide Silva, Agência Estado

O Brasil já o terceiro maior mercado para a fabricante de veículos Renault, atrás da França e da Alemanha. Com vendas de mais de 150 mil unidades previstas até o fim do ano, a filial brasileira desbancou os mercados da Coreia e da Itália, que caíram para a quarta e a quinta colocação, respectivamente.

É a primeira vez que a subsidiária, instalada no País há 12 anos, conquista essa representação. A França, sede da empresa, deve consumir este ano perto de 700 mil automóveis da marca e a Alemanha, pouco mais de 150 mil.

No mercado brasileiro, a Renault recuperou a quinta posição entre as maiores montadoras – com 4,8% de participação –, posto que havia perdido nos últimos anos, chegando a cair para o oitavo lugar no ranking.

Até novembro, a Renault vendeu no País 142.049 automóveis e comerciais leves, um crescimento de quase 34% em relação a igual período do ano passado. Foi o maior porcentual obtido entre as fabricantes locais.

A Fiat, líder do mercado, registra aumento de 1,5% nas vendas em relação a 2009 (681 mil unidades), enquanto a Volkswagen teve queda de 0,46% (623,7 mil). A General Motors cresceu 8,3% (586,6 mil) e a Ford, 9% (300 mil). A Hyundai teve incremento de 56% (95,1 mil), mas a maior parte dos carros da marca é importada da Coreia.

O mercado total de automóveis e comerciais leves cresceu 8,6% de janeiro a novembro, para 2,96 milhões de unidades. Com caminhões e ônibus, o número vai a 3,13 milhões, 10% a mais que no ano passado.

“Em 2011 pretendemos crescer 20%, para algo próximo a 180 mil veículos”, informa o presidente da Renault do Brasil, Jean-Michel Jalinier. Para atingir a meta, a marca terá dois importantes lançamentos. O primeiro deles, em fevereiro, é o do sedã médio Fluence, fabricado na Argentina e que será comercializado no Brasil a partir de R$ 59,9 mil.

O segundo será o utilitário-esportivo Duster, que será produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR) a partir do segundo semestre. Vai disputar mercado com o Ford EcoSport, que custa a partir de R$ 51,9 mil.

“Com esse veículo, completamos nossa vocação generalista, cobrindo vários segmentos do mercado”, diz Jalinier. A marca produz ainda os modelos Logan, Sandero, Mégane (que será substituído pelo Fluence) e Scénic, e traz da Argentina Clio, Symbol e Kangoo.

3º turno

A Renault deve iniciar no segundo semestre do próximo ano o terceiro turno de trabalho na fábrica do Paraná, que também produz modelos da Nissan. “Se o mercado total crescer 8%, como estamos prevendo, precisaremos ampliar a produção”, afirma Jalinier. Outra opção será aumentar o ritmo de produção da linha de montagem, o que se faz com investimentos e arranjos técnicos.

Se optar pelo terceiro turno, será a primeira vez que a fábrica trabalhará sem interrupções. A criação de um turno completo exige cerca de mil contratações, mas, segundo Jalinier, só em março ou abril a empresa tomará a decisão que será adotada dois meses depois.

O grupo emprega hoje 5 mil funcionários em dois turnos. A produção este ano deve atingir 170 mil veículos da marca Renault e 18 mil da Nissan. Dos modelos da marca francesa, 50 mil foram exportados para a Argentina, país de onde a marca trouxe 40 mil carros este ano.

A fábrica do Paraná tem capacidade instalada para 250 mil veículos ao ano, em três turnos. O projeto da aliança Renault/Nissan é ter 10% da fatia do mercado brasileiro nos próximos cinco anos. “Para atingir essa meta precisamos de novos modelos, estratégia comercial agressiva e pós-venda forte”, diz Jalinier.

O executivo espera que o novo governo de Dilma Rousseff promova mudanças na estrutura tributária e invista principalmente em infraestrutura e educação.

 

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=8736








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