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A aquisição faz parte do segundo marco de desempenho previsto no Acordo de Operação realizado com a montadora norte-americana e o governo do EUA em 2009. A Chrysler conseguiu alcançar as metas estipuladas, entre elas faturar 1,5 bilhão de dólares fora da América do Norte. Sergio Marchionne, CEO do Grupo Fiat, pretende atingir 51% de participação na Chrysler. A montadora italiana já se beneficia do acordo. Além de produzir o Fiat 500 na fábrica da Chrysler no México para o mercado norte-americano, relançou o Dodge Journey e os novos Chrysler 200 e 300C como Fiat Freemont e Lancia Flavia e Thema, respectivamente. Os três serão destinados aos países europeus.
Fonte: http://www2.uol.com.br/interpressmotor/noticias/item37950.shl |
12 04 2011
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Montadoras dos EUA podem parar produção
23 03 2011A indústria automotiva dos EUA deverá enfrentar interrupções inesperadas e esporádicas de produção por vários meses por causa da escassez de oferta de chips e outras peças (que já eram insuficientes antes do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão no dia 11 de março), afirmou o Wall Street Journal, citando analistas.
As ofertas apertadas de microchips e outros componentes eletrônicos, sensores, e peças de borracha e metal forjado já tinham levado as montadoras a reduzirem ou mesmo interromperem temporariamente as linhas de produção antes do terremoto.
“Você vai ver um número um pouco maior de fábricas paradas, mas não acho que isso vai ser disseminado”, disse Craig Fitzgerald, um analista da consultoria Plante & Moran LLP. Segundo ele, as interrupções serão esporádicas e intermitentes.
As paralisações das fábricas e a escassez de oferta não deverão afetar o volume de produção global, mas poderia prejudicar as margens de lucro das montadoras e fornecedores, disse Fitzgerald.
O colapso das vendas de automóveis em 2008 e 2009 devastou a indústria de peças, fazendo com que centenas de pequenas empresas fechassem e forçando cortes profundos da capacidade de produção e dos empregos em grandes fornecedores.
À medida que as vendas de automóveis começaram a se recuperar, alguns fabricantes de autopeças têm encontrado dificuldades para obter o crédito bancário necessário para produzir novas peças e, no caso dos microchips que podem ser usados em outras indústrias, os fabricantes transferiram sua produção para outros clientes.
O terremoto no Japão só torna ainda mais difícil o acesso a algumas dessas peças, ressaltou Fitzgerald.
A Ford tem enfrentado dificuldades na sua base de fornecimento de peças forjadas e chips eletrônicos por meses, disse o porta-voz da empresa, Todd Nissen. A falta de peças de motores provocou duas suspensões temporárias das operações de produção da picape Ford F-150 desde dezembro.
A Chrysler também parou a produção na sua fábrica de minivans em Windsor, Ontário, por uma semana no início deste ano devido a uma escassez de peças eletrônicas. A montadora não prevê, contudo, paralisações adicionais.
A General Motors interrompeu a produção na sua fábrica de Shreveport, Louisiana, que produz caminhões pequenos, num esforço para garantir que haja peças suficientes para outras linhas de veículos.
“Você tem que esperar que ocorrerá um aumento, intermitente e imprevisto das paralisações da produção”, disse Lars Luedeman, diretor dos Serviços de Consultoria Automotiva da Grant Thornton LLP. As interrupções provavelmente começarão nas próximas semanas.
Segundo Luedeman, a indústria automotiva não é prioridade para os produtores de microchips e as demandas das empresas de produtos eletrônicos provavelmente serão atendidas em primeiro lugar, se houver uma escolha. As informações são da Dow Jones.
Fonte:http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/9780/Montadoras%20dos%20EUA%20podem%20parar%20produ%C3%A7%C3%A3o
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Tags: Chrysler, Emprego, Ford, GM, Industria Automotiva Brasileira, Montadoras, Produção
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Notícias Automotivas
12 01 2011Grupo VW vendeu mais de 7 milhões de veículos
Redação AB
O Grupo Volkswagen registrou recorde em 2010, com 7,14 milhões de veículos vendidos, alcançando crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Somente no mês de dezembro 545.400 unidades foram entregues, um aumento de 22,8% comparado ao mesmo período de 2009.
“O ano de 2010 mostrou novamente que estamos construindo nosso futuro por meio do crescimento internacional e implementando nossa estratégia para 2018”, afirmou Christian Klinger, membro do Conselho do Grupo para a área de Vendas. “Em 2011, nosso foco em produtos inovadores e na mais alta tecnologia continuará sendo a base de nosso sucesso”, acrescentou.
O desempenho do Grupo Volkswagen foi bastante positivo nos mercados asiáticos, na América do Sul, nos Estados Unidos, na Europa Ocidental, na Europa Central e Oriental, na Rússia e na Alemanha.
As vendas da Volkswagen PassengerCars também registraram recorde em 2010, atingindo o volume de 4,5 milhões de unidades vendidas, aumento de 13,9% sobre o ano anterior.
Ano de recordes para o Grupo Renault
Redação AB
O Grupo Renault encerrou 2010 com o recorde de 2,6 milhões de veículos vendidos, resultado 14% maior do que em 2009. Até então, o maior volume de vendas registrado era de 2,535 milhões de unidades, em 2005.
Em veículos de passeio e utilitários, ocorreu aumento de 14% em volume de vendas, com mais de 2,625 milhões de unidades, alcançado participação de mercado de 3,7%. Em veículos de passeio, o crescimento foi de 12,8%, superando 2,293 milhões de unidades e atingindo participação de mercado de 4,4%.
As três marcas do Grupo (Renault, Dacia e Renault Samsung Motors) apresentaram aumento em volume de vendas. Na Renault, o crescimento foi de 14% em relação a 2009. Na Dacia, o aumento chegou a 12%. Na Renault Samsung Motors, marca presente na Coréia do Sul e no Chile, a alta foi de 19%.
“Estamos satisfeitos com os resultados das vendas em 2010, que ultrapassaram o recorde de 2005. Estamos prosperando em todas as regiões e mantendo a nossa expansão internacional. Todas as marcas do Grupo contribuem para esta dinâmica”, declarou Jérôme Stoll, vice-presidente comercial e de veículos utilitários do Grupo Renault.
Renault Brasil
O ano passado também foi um ano de recordes para a Renault no mercado nacional, com alta de 36% nos emplacamentos, 42% na produção e 57% nas exportações, em relação a 2009. A marca registrou o maior volume de vendas, com 160 mil emplacamentos. A participação de mercado chegou a 4,8%, um aumento de 0,9% sobre o ano anterior.
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“Sem dúvida, 2010 representa um ano histórico para a Renault do Brasil. O bom momento é fruto de uma estratégia bem delineada que indica que a empresa vai continuar em um ritmo de crescimento equilibrado nos próximos anos”, ressalta Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil (foto).
Para 2011, a fabricante tem a expectativa de alcançar uma participação de mercado de 5,5% e crescimento de 24% no volume de emplacamentos.
Compactos voltam ao foco das grandes montadoras
Cleide Silva, Estadão
A Fiat vai produzir um carro subcompacto na recém-anunciada fábrica de Pernambuco, que entrará em operação em 2014. O modelo deve substituir o Mille, em produção há mais de 20 anos, e ter preço ainda mais baixo. No fim do ano passado, a Volkswagen também anunciou um automóvel dessa categoria, o que vai acirrar a disputa entre as duas maiores fabricantes brasileiras.
A unidade que será instalada no complexo industrial de Suape, com investimentos de R$ 3 bilhões e muito subsídio governamental, é a primeira fábrica nova que o grupo Fiat constrói em mais de uma década. “E nos próximos anos não pretendemos construir mais nenhuma”, avisou o presidente mundial da companhia, Sergio Marchionne.
Presente ao Salão do Automóvel de Detroit por causa da parceria com a Chrysler, Marchionne disse que a unidade pernambucana, segunda do grupo no País, terá capacidade inicial de 200 mil veículos ao ano, mas com possibilidade de ir a 400 mil, se houver demanda do mercado interno e de exportações.
“Vamos começar com um carro de uma miniplataforma”, informou o executivo. O modelo será desenvolvido no Brasil e, além do novo carro da Volkswagen, terá como concorrentes as marcas chinesas e coreanas, que também iniciarão produção local.
Marchionne acredita que o mercado brasileiro continuará crescendo este ano, mas, para avaliar melhor o ritmo, prefere esperar os dois primeiros meses, “para ver a reação do mercado, até com o novo governo”.
Detroit
Não é só o Brasil que está incrementando o mercado de carros subcompactos. Os Estados Unidos, tradicional consumidor de carrões, também está se rendendo aos pequenos. No salão de Detroit, várias marcas mostram modelos dessa categoria. Uma delas é a própria Fiat, com o 500, que começou a ser vendido localmente neste mês. O modelo tem capacidade para quatro passageiros.
A Toyota, por meio da marca Cion, apresentou o iQ, que leva três pessoas. As vendas começarão no meio do ano. Também estão em destaque a nova geração do Mini, da BMW (para quatro passageiros) e do Smart, da Mercedes-Benz (dois). A General Motors lançou o Sonic, que será o menor modelo da marca no mercado americano e estará à venda no fim do ano. Embora compacto, leva cinco pessoas.
Outro sintoma da alteração de postura do consumidor americano, movida pelo alto preço da gasolina, é o crescimento das vendas do chamado segmento C nos EUA, onde se encaixam, por exemplo, Fiesta e Focus, da Ford, Volkswagen Golf e Chevrolet Cruze. “Esse segmento respondia por 20% das vendas em 2000 e, no ano passado, a participação foi de 27%”, informou o presidente da Ford para a região das Américas, Mark Fields.
Segundo o executivo, “o gosto do consumidor está convergindo no mundo todo”, o que facilita o desenvolvimento de produtos globais, a exemplo do que será o novo EcoSport, classificado como utilitário compacto e que será vendido em diversos países.
Produção industrial cresce em metade das regiões pesquisadas
Vitor Abdala, Agência Brasil
A produção industrial brasileira cresceu em metade das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro de 2010, em relação ao mês anterior. O maior crescimento foi registrado no estado do Paraná, cuja produção aumentou 11,5%.
Também registraram crescimento na produção industrial os estados do Amazonas (8,8%), Rio Grande do Sul (8,3%), Rio de Janeiro (5,5%), Pará (5,1%), de Santa Catarina (2,3%) e São Paulo (1,4%).
Já a Bahia foi o estado que teve a maior perda no período, com uma queda de 8,1% na produção. Também registraram redução a Região Nordeste (-5,8%) e os estados do Espírito Santo (-3,1%), de Goiás (-2,8%), Minas Gerais (-2,5%), Pernambuco (-2,2%) e do Ceará (-0,1%).
Na comparação de novembro de 2010 com o mesmo período de 2009, 11 regiões tiveram crescimento, com destaque para o Pará (15,1%) e o Paraná (13,6%). Já nos acumulados do ano de 2010 e de 12 meses, todas as regiões pesquisadas registraram aumento na produção industrial. O destaque nesses dois tipos de comparação foi o Espírito Santo, que cresceu, respectivamente, 24,9% e 25,9%.
Fonte: www.automotivebusiness.com.br
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Tags: Automotive Bussiness, Chrysler, Engenharia Automotiva, Fiat, GM, Industria Automotiva Brasileira, Mercedez-Benz, Renault, Smart, Toyota, Volkswagen
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Chrysler anuncia recall de cerca de 600 mil carros nos EUA
8 06 2010A montadora americana Chrysler retirou de circulação cerca de 600 mil veículos de diferentes modelos nos Estados Unidos devido a vários problemas técnicos, anunciou nesta segunda-feira o site da Agência Nacional de Segurança do Tráfico em Rodovias dos EUA (NHTSA).
A agência indica que 288.968 unidades dos modelos de 2006 a 2010 do Jeep Wrangler estão afetados devido a riscos de vazamento do líquido hidráulico, o que pode causar uma perda parcial da capacidade de frear, aumentando o risco de colisão.
Também assinala que 284.831 Dodge Grand Caravan dos anos 2008 e 2009, assim como os modelos Chrysler Town and Country fabricados entre fevereiro e setembro de 2007, devem ser retirados por um problema elétrico que pode gerar risco de incêndio.
Na sexta-feira, a NHTSA pediu o recolhimento do mercado de 25.336 dos modelos de 2007 do Dodge Caliber e do Jeep Compass por problemas no acelerador.
A assessoria da Chrysler no Brasil, onde alguns dos veículos são comecializados, informou que se pronunciará em breve sobre a possibilidade de problemas nos automóveis vendidos aqui.
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201006071509_AFP_79080696
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Tags: Chrysler, Recall
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Ford aumenta vendas e ganha participação no mercado
18 11 2009Da France Presse
WASHINGTON, EUA, 3 Nov 2009 (AFP)
A montadora americana Ford anunciou nesta terça-feira uma alta de 3,1% em um ano em suas vendas de unidades novas nos Estados Unidos em outubro, uma recuperação depois da queda de setembro.
A Ford estimou, em um comunicado, que sua participação no mercado superou os 15% em outubro, um avanço em um ano e o mais elevado nos nove primeiros meses de 2009.
“A demanda dos consumidores pelos novos modelos sustentou os ganhos de cota do mercado da Ford”, comentou seu vice-presidente, Ken Czubay.
“Oitenta por cento de nossas vendas em outubro provém de nossos novos modelos 2010″, acrescentou.
Na véspera, a agência de classificação financeira Moody’s elevou em um grau a nota da montadora Ford, que passou a B3, assinalando os avanços de rentabilidade conquistados depois da publicação de resultados considerados muito melhores que o esperado.
“Este aumento reflete os importantes progressos que a Ford continua fazendo para reforçar sua oferta de produtos, mantendo liquidez substancial em seus balanços”, diz a Moody’s em comunicado.
A Ford também anunciou na segunda-feira um lucro líquido de 997 milhões de dólares e um resultado operacional de 1,1 bilhão no terceiro trimestre, seu primeiro superávit desde o começo de 2008.
No terceiro trimestre do ano passado, o grupo havia registrado perda de 161 milhões de dólares, segundo comunicado da empresa.
Os resultados anunciados hoje são muito superiores às expectativas do mercado, que antecipava uma perda líquida de 12 centavos por ação. A Ford registrou, na realidade, um lucro de 26 centavos por ação.
A Ford informou que seus carros das marcas Ford, Lincoln, Mercury e Volvo venderam 136.920 unidades no mês passado.
É “um pequeno milagre” para a única montadora americana que se salvou da quebra este ano, considerou o analista Douglas McIntyre no site 247WallSt.com. “Ninguém acreditava que a Ford pudesse ganhar dinheiro na América do Norte, exceto a própria Ford”, afirmou.
Foi justamente na América do Norte, que a Ford registrou um resultado operacional sem os impostos de 357 milhões de dólares – o primeiro resultado positivo desde o primeiro trimestre de 2005.
Os bons resultados devem-se a uma melhora das vendas, em particular nos Estados Unidos, assim como a uma importante redução dos custos. Esta redução foi de um bilhão de dólares para totalizar 4,6 bilhões nos nove primeiros meses do ano. A cifra é superior aos objetivos do grupo (4 bilhões de dólares).
O volume de negócios foi, no terceiro trimestre, de 30,9 bilhões de dólares.
As cifras foram impulsionadas, em parte, devido às reduções de postos de trabalho mas, também, graças a uma popular medida do governo de estímulo às vendas, o programa chamado de “dinheiro por sucata”.
Já a General Motors anunciou que sua cota no mercado “aumentou pelo terceiro mês consecutivo, chegando a 21% do total de veículos leves”.
A GM vendeu 177.603 veículos no mês passado, um avanço de 4,1% em 12 meses, mas que ficou abaixo da previsão divulgada no site especilizado Edmunds.com (+5,7%).
Chrysler vendeu 65.803 unidades em outubro, o que significa um avanço de 6% em relação a setembro, mas é também uma queda de 30% em 12 meses.
“O Grupo Chrysler aposta na retomada das vendas em novembro e dezembro, meses tradicionalmente bons para a venta de ‘SUV’, e nossa marca Jeep oferece os melhores”.
A nova Chrysler emergiu da concordata este ano com a participação da italiana Fiat e o apoio dos governos de Estados Unidos e Canadá.
O grupo anunciou que oferecerá financiamentos com 0% de juros em novembro, além de outros incentivos.
Em setembro, as vendas da GM caíram 20% e as da Chrysler, 42%.
Equipe Rh Automotive
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Tags: Chrysler, Ford, GM, Montadoras, Volvo
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Montadoras apontam recuperação das vendas nos Estados Unidos
11 11 2009Balanços da GM, Ford e Chrysler apontam retomada do mercado.
Outubro foi o melhor mês desde o início da crise financeira no país.
Do G1, com informações da France Presse e Reuters
Vendas da Chrysler, GM e Ford apresentam recuperação (Foto: Carlos Osorio/AP)
General Motors, Ford e Chrysler – as três principais montadoras norte-americanas – divulgaram balanço de vendas, nesta terça-feira (3), e apontam para o início da recuperação do mercado norte-americano após um ano de crise financeira nos Estados Unidos.
Apesar de ainda ser cedo para considerar o crescimento sustentável, de acordo com o balanço, as vendas da GM aumentaram 4% em um ano no país durante outubro, o primeiro avanço desde janeiro de 2008, para 177.603 unidades. Trata-se do primeiro aumento mensal na comparação anual desde janeiro de 2008.
As marcas Chevrolet, Cadillac, GMC e Buick responderam por 95% das vendas no varejo, alta de 10 por cento ante o ano passado. A GM espera produzir 620 mil veículos no quarto trimestre nos EUA, sendo 239 mil carros e 381 mil caminhões – o que representa um declínio de 24% ante o ano passado, mas um crescimento de 17% sobre o terceiro trimestre de 2009.
Os estoques da GM nos EUA em outubro estavam 45% menores que um ano atrás e 5% acima de setembro.
Documentos apresentados pelo órgão regulador da bolsa SEC, também nesta terça-feira, mostram que a montadora ainda tem a sua disposição US$ 13,6 bilhões dos US$ 50 bilhões concedidos pelo governo desde dezembro. A GM utilizou US$ 2,8 bilhões do auxílio federal para ajudar a fabricante de sistemas automotivos Delphi, sua ex-filial.
Equipe Rh Automotive
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Foto: Carlos Osorio/AP 



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