Notícias Automotivas

12 01 2011

Grupo VW vendeu mais de 7 milhões de veículos

Redação AB

O Grupo Volkswagen registrou recorde em 2010, com 7,14 milhões de veículos vendidos, alcançando crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Somente no mês de dezembro 545.400 unidades foram entregues, um aumento de 22,8% comparado ao mesmo período de 2009.

“O ano de 2010 mostrou novamente que estamos construindo nosso futuro por meio do crescimento internacional e implementando nossa estratégia para 2018”, afirmou Christian Klinger, membro do Conselho do Grupo para a área de Vendas. “Em 2011, nosso foco em produtos inovadores e na mais alta tecnologia continuará sendo a base de nosso sucesso”, acrescentou.

O desempenho do Grupo Volkswagen foi bastante positivo nos mercados asiáticos, na América do Sul, nos Estados Unidos, na Europa Ocidental, na Europa Central e Oriental, na Rússia e na Alemanha.

As vendas da Volkswagen PassengerCars também registraram recorde em 2010, atingindo o volume de 4,5 milhões de unidades vendidas, aumento de 13,9% sobre o ano anterior.

 

Ano de recordes para o Grupo Renault
Redação AB

O Grupo Renault encerrou 2010 com o recorde de 2,6 milhões de veículos vendidos, resultado 14% maior do que em 2009. Até então, o maior volume de vendas registrado era de 2,535 milhões de unidades, em 2005.

Em veículos de passeio e utilitários, ocorreu aumento de 14% em volume de vendas, com mais de 2,625 milhões de unidades, alcançado participação de mercado de 3,7%. Em veículos de passeio, o crescimento foi de 12,8%, superando 2,293 milhões de unidades e atingindo participação de mercado de 4,4%.

As três marcas do Grupo (Renault, Dacia e Renault Samsung Motors) apresentaram aumento em volume de vendas. Na Renault, o crescimento foi de 14% em relação a 2009. Na Dacia, o aumento chegou a 12%. Na Renault Samsung Motors, marca presente na Coréia do Sul e no Chile, a alta foi de 19%.

“Estamos satisfeitos com os resultados das vendas em 2010, que ultrapassaram o recorde de 2005. Estamos prosperando em todas as regiões e mantendo a nossa expansão internacional. Todas as marcas do Grupo contribuem para esta dinâmica”, declarou Jérôme Stoll, vice-presidente comercial e de veículos utilitários do Grupo Renault.

Renault Brasil

O ano passado também foi um ano de recordes para a Renault no mercado nacional, com alta de 36% nos emplacamentos, 42% na produção e 57% nas exportações, em relação a 2009. A marca registrou o maior volume de vendas, com 160 mil emplacamentos. A participação de mercado chegou a 4,8%, um aumento de 0,9% sobre o ano anterior.

“Sem dúvida, 2010 representa um ano histórico para a Renault do Brasil. O bom momento é fruto de uma estratégia bem delineada que indica que a empresa vai continuar em um ritmo de crescimento equilibrado nos próximos anos”, ressalta Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault do Brasil (foto).

Para 2011, a fabricante tem a expectativa de alcançar uma participação de mercado de 5,5% e crescimento de 24% no volume de emplacamentos.

 

Compactos voltam ao foco das grandes montadoras

Cleide Silva, Estadão

A Fiat vai produzir um carro subcompacto na recém-anunciada fábrica de Pernambuco, que entrará em operação em 2014. O modelo deve substituir o Mille, em produção há mais de 20 anos, e ter preço ainda mais baixo. No fim do ano passado, a Volkswagen também anunciou um automóvel dessa categoria, o que vai acirrar a disputa entre as duas maiores fabricantes brasileiras.

A unidade que será instalada no complexo industrial de Suape, com investimentos de R$ 3 bilhões e muito subsídio governamental, é a primeira fábrica nova que o grupo Fiat constrói em mais de uma década. “E nos próximos anos não pretendemos construir mais nenhuma”, avisou o presidente mundial da companhia, Sergio Marchionne.

Presente ao Salão do Automóvel de Detroit por causa da parceria com a Chrysler, Marchionne disse que a unidade pernambucana, segunda do grupo no País, terá capacidade inicial de 200 mil veículos ao ano, mas com possibilidade de ir a 400 mil, se houver demanda do mercado interno e de exportações.

“Vamos começar com um carro de uma miniplataforma”, informou o executivo. O modelo será desenvolvido no Brasil e, além do novo carro da Volkswagen, terá como concorrentes as marcas chinesas e coreanas, que também iniciarão produção local.

Marchionne acredita que o mercado brasileiro continuará crescendo este ano, mas, para avaliar melhor o ritmo, prefere esperar os dois primeiros meses, “para ver a reação do mercado, até com o novo governo”.

Detroit

Não é só o Brasil que está incrementando o mercado de carros subcompactos. Os Estados Unidos, tradicional consumidor de carrões, também está se rendendo aos pequenos. No salão de Detroit, várias marcas mostram modelos dessa categoria. Uma delas é a própria Fiat, com o 500, que começou a ser vendido localmente neste mês. O modelo tem capacidade para quatro passageiros.

A Toyota, por meio da marca Cion, apresentou o iQ, que leva três pessoas. As vendas começarão no meio do ano. Também estão em destaque a nova geração do Mini, da BMW (para quatro passageiros) e do Smart, da Mercedes-Benz (dois). A General Motors lançou o Sonic, que será o menor modelo da marca no mercado americano e estará à venda no fim do ano. Embora compacto, leva cinco pessoas.

Outro sintoma da alteração de postura do consumidor americano, movida pelo alto preço da gasolina, é o crescimento das vendas do chamado segmento C nos EUA, onde se encaixam, por exemplo, Fiesta e Focus, da Ford, Volkswagen Golf e Chevrolet Cruze. “Esse segmento respondia por 20% das vendas em 2000 e, no ano passado, a participação foi de 27%”, informou o presidente da Ford para a região das Américas, Mark Fields.

Segundo o executivo, “o gosto do consumidor está convergindo no mundo todo”, o que facilita o desenvolvimento de produtos globais, a exemplo do que será o novo EcoSport, classificado como utilitário compacto e que será vendido em diversos países.

 

Produção industrial cresce em metade das regiões pesquisadas

Vitor Abdala, Agência Brasil

A produção industrial brasileira cresceu em metade das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em novembro de 2010, em relação ao mês anterior. O maior crescimento foi registrado no estado do Paraná, cuja produção aumentou 11,5%.

Também registraram crescimento na produção industrial os estados do Amazonas (8,8%), Rio Grande do Sul (8,3%), Rio de Janeiro (5,5%), Pará (5,1%), de Santa Catarina (2,3%) e São Paulo (1,4%).

Já a Bahia foi o estado que teve a maior perda no período, com uma queda de 8,1% na produção. Também registraram redução a Região Nordeste (-5,8%) e os estados do Espírito Santo (-3,1%), de Goiás (-2,8%), Minas Gerais (-2,5%), Pernambuco (-2,2%) e do Ceará (-0,1%).

Na comparação de novembro de 2010 com o mesmo período de 2009, 11 regiões tiveram crescimento, com destaque para o Pará (15,1%) e o Paraná (13,6%). Já nos acumulados do ano de 2010 e de 12 meses, todas as regiões pesquisadas registraram aumento na produção industrial. O destaque nesses dois tipos de comparação foi o Espírito Santo, que cresceu, respectivamente, 24,9% e 25,9%.

 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br





Portal Automotive Business

4 02 2010

A Revista Automotive Business, lançou um novo portal, que possibilita a troca de informações e ampliação do networking.

A ferramenta é muito parecida com o Facebook.

Nela é possivel adicionar profissionais para fazerem parte de sua rede, enviar e receber mensagens, criar grupos, acessar grupos, criar e responder tópicos, há um chat online, etc…

Esta é uma ferramenta bem interessante, e creio que até o momento de seus 1.200 participantes, 90% devam ser propriamente do setor automotivo.

É claro, que o Rh Automotive, não poderia ficar fora desta ferramenta!
Estamos super aquecidos, mantendo contatos com diversos profissionais, trocando muitas figurinhas sobre como anda o mercado, os posisionamentos, nossas oportunidades, entre muitas outras coisas.

É possivel nos localizar através de nosso Grupo no Automotive Business, assim como nos perfis de alguns profissionais do site:

Jefferson Ricardo
Thiago Faustino
Erika Ramos

Acesse esta ferramente e vanha participar conosco!

Grande abraço.

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do Setor Automotivo

11 11 2009


Renault registra venda recorde em outubro

A Renault anuncia um recorde de vendas em outubro, quando emplacou 12.816 unidades, ultrapassando a marca anterior, de setembro de 2008, com 12.528 veículos. A empresa chegou a uma participação de mercado de 4,6% (5,38% entre os automóveis, em quinto lugar), impulsionada por novas ações e políticas comerciais.

O desempenho da francesa em outubro foi 38% superior ao volume de vendas do mesmo mês de 2008 (9.253 unidades). O Sandero foi o 13º modelo mais vendido, com 4.312 unidades comercializadas. Nas vendas acumuladas do ano a Renault soma 97.203 veículos.

City bate 9,6 mil unidades em cem dias

Lançado no final de julho no mercado nacional, o Honda City somou 9.665 unidades comercializadas até o final de outubro, mês em que foram vendidas 3.126 unidades. A empresa considera bom o resultado, obtido em cem dias no mercado.

O New Fit já emplacou 42.753 unidades e se tornou o mais vendido em sua categoria. Já o New Civic atingiu 43.744 unidades comercializadas em toda a temporada e se mantém na liderança entre os sedans médios nacionais.

Entre os importados, o Honda CR-V se destacou no fechamento de outubro, emplacando 1.130 unidades, sendo 773 da versão 4×2 (LX AT) e outras 357 da versão 4×4 (EXL AT). Houve um crescimento de 57% do produto em comparação com setembro (719 unidades). Em 2009, são 9.321 unidades comercializadas.

De janeiro a outubro a Honda Automóveis vendeu 106.604 unidades. Nos doze meses do ano passado foram 117.599.

Fiat reforça a posição de liderança

A Fiat manteve a liderança de vendas no mercado brasileiro em outubro, com o emplacamento de 67.988 automóveis e veículos comerciais leves – o que corresponde a uma participação de 24,2% e mais de 8.900 unidades à frente da Volkswagen, que vem em segundo. A marca ficou à frente em automóveis (24,3%) e comerciais leves, com 23,4%.

A montadora italiana ampliou a liderança no ano, totalizando 610.710 veículos emplacados e 24,5% do mercado, com mais de 37.000 unidades de vantagem sobre a Volkswagen. Os dados são do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e foram divulgados pela Anfavea.

Produção em outubro foi a 2ª maior da história

Assista o vídeo da apresentação da Anfavea dia 9 de outubro. Confira os dados estatísticos de outubro.

A indústria automobilística teve o melhor outubro de todos os tempos com o licenciamento de 294,4 mil unidades vendidas no mercado interno, volume 23% maior que o de outubro de 2008, mas 4,6% inferior ao de setembro.
O desempenho foi atribuído à antecipação de compra acarretada pela redução IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que refletiu no preço ao consumidor final. Dos carros licenciados em outubro, 17% são importados. No acumulado do ano foram licenciados 2,59 milhões de unidades entre nacionais e importados, número 6% superior ao do mesmo período de 2008. Os números foram divulgados na segunda-feira, 9, pelo presidente da Anfavea –Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Jackson Schneider, que acredita em um novo recorde de vendas ao mercado interno para o setor em 2009. “O volume de crédito vem aumentando, os juros estão em queda e a inadimplência declina pelo terceiro mês consecutivo, com melhor situação em relação a outros bens de consumo”, disse o dirigente. As exportações totais de veículos em outubro, de 47.196 unidades, cresceram 16% em relação a setembro, mas os primeiros dez meses do ano somam ainda 270 mil veículos a menos do que no mesmo período de 2008. “Até o final do ano o recuo será de mais de 300 mil unidades em relação ao ano passado, o que corresponde à produção de duas grandes fábricas”, destacou o presidente da Anfavea. Em valores, a queda acumulada foi de 47,5%. A produção nacional de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus), registrou alta de 15,7% no mês de outubro em relação a setembro, com 315.9 unidades. No acumulado, foram 2,63 milhões, volume 9,7% inferior ao do ano passado. O nível de estoque na indústria e nas concessionárias variou de 17 dias em setembro para 22 dias em outubro, quando somou 215,8 mil unidades, volume considerado pela Anfavea “pouco confortável”. Tomados separadamente, os estoques atuais são de 41 mil unidades na indústria, equivalentes a quatro dias, e de 174,7 mil unidades nas concessionárias, correspondentes a 18 dias. O nível de emprego na indústria automobilística teve em outubro uma recuperação tímida, de 0,2%, mas cresce pelo quarto mês consecutivo. Para Schneider, as oportunidades de trabalho no setor devem crescer em novembro por conta de vagas anunciadas pelas empresas que ainda não foram concretizadas. A Anfavea manteve suas previsões para 2009: mercado interno de 3 milhões de veículos (crescimento de 6,4%), exportações de 440 mil unidades (queda de 40%) e US$ 7,9 bilhões (queda de 43%) e produção de 3.050 mil unidades (queda de 5,2%). Fonte: Susete Davi, Automotive Business.

Montadoras querem reduzir férias de fim de ano

São Paulo – Montadoras estudam adiar as férias coletivas de fim de ano para janeiro ou encurtar o período do tradicional descanso natalino. O quadro é o oposto do ano passado quando, no auge da crise financeira internacional, a maioria das fabricantes de veículos dispensou os funcionários por períodos de até 50 dias, além de suspender contratos de trabalho e reduzir jornadas. Este ano, o setor conta com demanda aquecida e as vendas internas serão recorde, acima de 3 milhões de carros. As montadoras também querem aproveitar o último mês de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para fazer estoques nas revendas.

“É possível que alguma empresa jogue as férias para janeiro para produzir estoque e escapar da volta do IPI”, disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider. A partir de janeiro, a alíquota para modelos 1.0 voltará a 7% e, para modelos até 2.0, para 11% (flex) e 13% (gasolina). O imposto foi reduzido em dezembro e desde outubro está retornando gradualmente.

A Renault/Nissan, que no ano passado deu férias coletivas de mais de um mês para os funcionários das fábricas de automóveis e de motores em São José dos Pinhais (PR), já anunciou que, este ano, o pessoal da área de motores não terá descanso. Já os funcionários das linhas de carros e utilitários ficarão em casa só nas duas últimas semanas de dezembro.

A General Motors de São Caetano do Sul (SP) pretendia parar as atividades no dia 18 de dezembro, mas já prorrogou a data para o dia 28, com retorno em 14 de janeiro, informou o dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos local, Francisco Nunes. “Ainda assim, a data não foi oficializada”, disse. Em 2008, a unidade teve várias paradas, enquanto a filial de Gravataí (RS) ficou paralisada por 50 dias entre dezembro e início deste ano.

Os funcionários da PSA Peugeot Citroën em Porto Real (RJ) terão a tradicional parada de 15 dias, mesmo período que deve ser concedido aos trabalhadores da Volkswagen. Fiat e Ford ainda estudam se darão férias a todos os funcionários.

Não é só o setor automotivo que está reduzindo as paradas neste fim de ano, ação já adotada em 2007. A maioria das empresas da Zona Franca de Manaus deve conceder no máximo 20 dias de descanso aos 106 mil trabalhadores do setor, ante no mínimo 30 dias no ano passado, disse Maurício Loureiro, presidente do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado.

Fonte Geral: Automotive Business – Acesso 11/11/09 – 10h55

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do setor automotivo

8 10 2009

2010 será bom para indústria de pneus











Eugênio Deliberato, presidente da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, acredita que 2010 será promissor para a indústria brasileira de pneus. A expectativa se baseia na evolução da conjuntura macroeconômica e nas recentes medidas antidumping contra pneus comerciais e de passeio importados da China. “Nos últimos anos perdemos mais de 20% do mercado doméstico devido a preços abaixo do custo dos pneus chineses”, explica Deliberato. Os problemas da indústria se estenderam também à queda de quase 30% das vendas externas, provocada pela retração internacional. Para a Anip, os pneus da China estavam sendo vendidos por preços até 30% inferiores aos dos pneus fabricados no país. A Secretaria de Comércio Exterior teria feito uma pesquisa de mercado, com dados retroativos de cinco anos, concluindo que as importações de pneus chineses realmente causaram dano à indústria local. “Assistimos a uma recuperação da indústria automotiva nos últimos meses e ao retorno da liquidez ao mercado de crédito”, constata Deliberato. O parque fabril de pneus é composto por 14 plantas: sete no Estado de São Paulo; duas no Rio Grande do Sul; duas no Rio de Janeiro, três na Bahia. A indústria é responsável por 21 mil empregos diretos e 100 mil indiretos. O setor é apoiado por uma rede de revendedores, responsável por 4 mil pontos-de-venda autorizados e 40 mil empregos — ainda segundo a Anip.

Sindipeças: pesquisa mostra recuperação do faturamento

Pesquisa conjuntural do Sindipeças junto a 93 associadas (que representam 42% do faturamento total do setor) indica que a receita de autopeças de janeiro a agosto, em reais deflacionados, foi 23,6% inferior ao de igual período de 2008. Segundo a entidade, lentamente os percentuais de queda diminuem, indicando recuperação. As vendas para montadoras representaram 72% do total; para exportação, 10%; para reposição, 13%. Os restantes 5% correspondem a trocas intersetoriais. O número de empregados em agosto foi 196,9 mil, superior aos 196,5 mil do mês anterior. Fonte: Sindipeças.

Empresas oferecem formação na área de logística

O Formare, projeto de educação profissional para jovens de baixa renda, idealizado e coordenado pela Fundação Iochpe, está contribuindo para formação de mão-de-obra qualificada em logística. Por meio de uma grade disciplinar elaborada por especialistas dessa área, empresas do segmento logístico, como DHL Supply Chain e Santos Brasil, decidiram investir na educação e formação de jovens, oferecendo cursos específicos do setor. Empresas de outros segmentos, como Delphi, Knorr-Bremse, Mahle, Plascar e Suzano Papel e Celulose, também oferecem cursos para o setor de logística. Juntas essas companhias devem formar aproximadamente 1100 jovens, de 16 a 18 anos, nos próximos cinco anos. “Nosso material pedagógico traz conceitos e procedimentos afinados com as exigências e expectativas do setor”, explica Zita Pimentel, coordenadora pedagógica do Projeto Formare. Os cursos oferecidos pelo Formare têm duração de um ano, com carga horária mínima de 800 horas/aula. A grade curricular tem, em média, 11 disciplinas que privilegiam a formação humana e técnica do aluno. As aulas são ministradas por educadores voluntários das empresas, que reservam uma área em suas unidades para a realização das aulas. Os alunos recebem um certificado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, instituição federal de ensino vinculada ao MEC, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995.

Abemi: engenharia industrial não para de crescer

Um ano após o início da crise econômica o Brasil dá sinais de retomada do crescimento. Pelo menos é o que pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial entre as suas associadas, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes. Segundo a enquete, o segmento está otimista em relação a 2010. Das empresas ouvidas 54,84% estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários. Em relação à situação dos negócios, metade das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração. O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios. Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, explica que o objetivo da pesquisa foi verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado mostrou coerência com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose e reflete a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás” – analisa. A Abemi reúne 120 associadas, que incluem algumas das maiores empresas de engenharia de projeto, construtoras, de montagem industrial e fabricantes de equipamentos do país.

GM trabalha em duas novas plataformas globais

Em entrevista ao Jornal do Comércio, o vice-presidente de manufatura da GM para a América do Sul, José Eugênio Pinheiro, disse que as características de uma plataforma global se ajustam ao DNA da unidade da montadora em Gravataí. A fábrica gaúcha da GM, inaugurada em 2000, é apontada como um modelo para a corporação. A unidade receberá R$ 2 bilhões até 2012, dos quais R$ 1,4 bilhão será destinado ao desenvolvimento do projeto Onix. Os demais R$ 600 milhões serão aplicados no Centro de Engenharia de Produto e Design, de São Caetano do Sul, para desenvolvimento de produtos e manufatura. Segundo Pinheiro, estudos para os novos modelos da planta gaúcha, que devem chegar ao mercado em 2012, também estão sendo feitos em outros centros da GM pelo mundo. O executivo disse também ao Jornal do Comércio que a montadora trabalha em mais duas plataformas globais, destinadas às unidades de São Caetano e São José dos Campos.

Fonte: Automotive Business – Acesso 08/10/09 as 17h10

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do setor automotivo

28 09 2009

Vendas globais da Toyota devem crescer 3%

A Toyota Motor elevou em 3%, para 6,7 milhões de unidades, a previsão para a venda de veículos da marca este ano. A informação é do Tokyo Shimbun e sinaliza um início de recuperação da demanda por veículos. A montadora japonesa prevê, ainda, uma elevação de 8% na produção de veículos, para 6,45 milhões, em 2009/2010, graça aos estímulos do governo norte-americano e japonês e incentivos em impostos para veículos eficientes – como o Prius. Desde abril os compradores japoneses de carros de baixa emissão recebem um bônus de US$ 2,789. A empresa vem enfrentando a pior crise em seus negócios desde a fundação em 1937, com a queda de vendas. Em agosto, no entanto, houve uma recuperação com a elevação das vendas em 9%.

VW fará investimentos, apostando em avanço do mercado

Em duas matérias para o jornal Valor de segunda-feira, 28, Marli Olmos analisa o programa de investimentos que a Volkswagen está prestes a anunciar para o Brasil. Haverá novos produtos e aumento de capacidade para atender um crescimento do mercado local estimado em 40% até 2014, elevando as vendas anuais para 4 milhões de unidades. A Volks vende mais automóveis que a Fiat no país, mas perde no segmento de comerciais leves. A reação nesta categoria aconteceu com a nova Saveiro e continuará com o lançamento da picape média Amarok, a ser produzida na Argentina. Segundo a jornalista, somente em 2009 a marca renova 16 produtos. A empresa pretende eliminar os conflitos com os sindicatos e ampliar os programas de relacionamento com fornecedores. A ênfase acontece também na gestão das operações, que privilegia o trabalho em equipe. Quando a empresa concluiu sua reestruturação, em 2006, a fábrica de São Bernardo tinha 10,6 mil empregados. Com a recente abertura de vagas, o quadro subiu para 12,5 mil.

VW contratará 200 trabalhadores para linha de produção

Depois da assembléia dos metalúrgicos do ABC no sindicato da categoria que aprovou o acordo salarial com as montadoras, no sábado, 12, a Volkswagen anunciou a contratação de duzentos horistas para a linha de produção. Os trabalhadores devem iniciar as atividades até 21 de setembro.

A nova contratação tem o objetivo de atender a aceleração na produção em virtude de lançamentos de produtos programados pela empresa. Com a iniciativa, sobe para 790 o número de efetivações desde janeiro, com 730 contratações.

Há expectativa da efetivação de outros 500 trabalhadores até o final do ano.

Segundo o sindicato, nos últimos dois anos mais de 1.800 metalúrgicos foram admitidos pela montadora na fábrica de São Bernardo do Campo. A maioria foi contratada por prazo determinado.

Fonte: www.smabc.org.br.

Schmall: VW tem planos agressivos para o Brasil

Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, disse ao Globo que a empresa está crescendo mais do que a indústria como um todo. Ele assegurou que os próximos investimentos no país devem ser muito bons, embora não tenha entrado em detalhes. “Nossos planos são agressivos, mas o anúncio será só no final do ano” – disse, garantindo também que a filial ganhou credibilidade junto à matriz, depois de obter resultados positivos, realizando lucro há dois anos. Schmall disse ainda ao Globo que a estratégia hoje é produzir carros mundiais e não modelos individuais para países, com uma tendência cada vez maior de carros elétricos. A Volkswagen tem como objetivo assumir o topo do ranking global no mercado automotivo, desbancando a Toyota até 2018.

Empresas oferecem formação na área de logística

O Formare, projeto de educação profissional para jovens de baixa renda, idealizado e coordenado pela Fundação Iochpe, está contribuindo para formação de mão-de-obra qualificada em logística. Por meio de uma grade disciplinar elaborada por especialistas dessa área, empresas do segmento logístico, como DHL Supply Chain e Santos Brasil, decidiram investir na educação e formação de jovens, oferecendo cursos específicos do setor. Empresas de outros segmentos, como Delphi, Knorr-Bremse, Mahle, Plascar e Suzano Papel e Celulose, também oferecem cursos para o setor de logística. Juntas essas companhias devem formar aproximadamente 1100 jovens, de 16 a 18 anos, nos próximos cinco anos. “Nosso material pedagógico traz conceitos e procedimentos afinados com as exigências e expectativas do setor”, explica Zita Pimentel, coordenadora pedagógica do Projeto Formare. Os cursos oferecidos pelo Formare têm duração de um ano, com carga horária mínima de 800 horas/aula. A grade curricular tem, em média, 11 disciplinas que privilegiam a formação humana e técnica do aluno. As aulas são ministradas por educadores voluntários das empresas, que reservam uma área em suas unidades para a realização das aulas. Os alunos recebem um certificado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, instituição federal de ensino vinculada ao MEC, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995.

Abemi: engenharia industrial não para de crescer

Um ano após o início da crise econômica o Brasil dá sinais de retomada do crescimento. Pelo menos é o que pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial entre as suas associadas, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes. Segundo a enquete, o segmento está otimista em relação a 2010. Das empresas ouvidas 54,84% estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários. Em relação à situação dos negócios, metade das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração. O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios. Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, explica que o objetivo da pesquisa foi verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado mostrou coerência com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose e reflete a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás” – analisa. A Abemi reúne 120 associadas, que incluem algumas das maiores empresas de engenharia de projeto, construtoras, de montagem industrial e fabricantes de equipamentos do país. Acesso 28/09/09 13h35

Fonte: Automotive Bussines – Acesso 28/09/09 13h35

Equipe Rh Automotive





Plascar projeta mercado equivalente ao de 2008

1 09 2009

André Nascimento, CEO e presidente da Plascar, acredita que começam a diminuir os efeitos nocivos da crise internacional sobre o setor de autopeças no Brasil. Fabricante de componentes plásticos para a indústria automobilística, a empresa de Jundiaí, SP, projeta um avanço da receita de 5% em 2009, para R$ 580,7 milhões. O executivo estima que o faturamento está em crescimento e deve atingir R$ 695 milhões em 2011. Em entrevista a Automotive Business ele elogiou a ação rápida do governo em promover um estímulo às vendas de veículos por meio da redução do IPI. “O que falta agora é maior oferta de crédito no mercado, para financiar o desenvolvimento de tecnologias, a inovação, a produção nas empresas e também as operações no varejo” – destacou. Readquirindo o otimismo com o reaquecimento do mercado de veículos leves (o mês passado foi o segundo melhor março da história) a empresa chamou de volta 400 dos 700 trabalhadores que dispensou no final do ano passado. “Se o ritmo atual se mantiver até o final do ano vamos repetir o volume de produção de 2008” – prevê Nascimento, que já planeja convocar novos empregados incluídos nos cortes de dezembro. Há 2.768 postos de trabalho ocupados hoje. A Plascar, que destina 5% de seus produtos manufaturados para o Exterior e está empenhado em colocar sua marca na linha de produção da maioria das montadoras locais. A empresa confirmou também que pretende manter os investimentos de R$ 60 milhões previstos para este ano em pesquisa e desenvolvimento. A empresa é vista como inovadora no setor e avalia soluções diferenciadas como rodas de plástico. A Plascar abastece o mercado brasileiro a partir das fábricas em Jundiaí, SP, Betim e Varginha, em Minas Gerais. As duas últimas foram posicionadas em território mineiro especialmente para atender as encomendas da Fiat Automóveis, que recebe cerca de seis mil parachoques todo dia. Outra unidade de produção está na Argentina, em Pilar.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.asp?id_noticia=3249
01/09/2009 – 15h09

Segundo o Marcelo Roemer, diretor da Roemer Automotive Hunting do Brasil, projeta que o setor automotivo ao final de 2009 será como o de 2008, período que antecedeu a crise. “As empresas estão voltando a contratar , o mês de agosto foi 70% acima do esperado”

Já Jefferson Ricardo Diretor do site www.rhautomotive.com.br, (site destinado a profissionais do setor automotivo) comenta que as vagas tiveram no ultimo bimestre um aumento de 40%. “Somente neste ultimo mês, tivemos a abertura de algo em torno de 400 vagas, sendo que 75 vagas foram somente nesta ultima semana.”

Com isso podemos comprovar que o mercado realmente tem se reaquecido, as empresas tem voltado a contratar e os dias de nebulosidade estão finalmente chegando ao fim.

Rh Automotive
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www.rhautomotive.com.br








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