Hyundai reserva US$ 12 bilhões para fundar uma ‘Hyundainópolis’ em Piracicaba

21 01 2011
Plano dos coreanos é criar uma cidade para 250 mil habitantes em torno da nova fábrica do interior paulista, que será seu maior centro fora da Ásia
O desembarque da Hyundai em Piracicaba vai além da construção de uma fábrica de automóveis. Os sul-coreanos deram a partida no que promete ser um dos maiores investimentos já feitos por um grupo privado no Brasil.

A julgar pelas cifras e proporções do projeto, o país vai se tornar o maior centro de produção de automóveis do grupo fora da Ásia. No total, os sul-coreanos vão desembolsar quase US$ 12 bilhões.  A subsidiária deverá ter abrangência comercial sobre todas as Américas e a África. Isso inclui, portanto, o cobiçado mercado norte-americano, no qual são vendidos por ano mais de 18 milhões de automóveis novos.

Guardadas as devidas proporções, o Brasil passará a ter uma importância global para a Hyundai próxima à que tem para o Grupo Fiat.

Entre as pessoas ligadas ao projeto, há quem diga até, superlativos à parte, que o Brasil será uma espécie de “matriz do B” do grupo. A Hyundai pretende fundar uma “república própria” encravada no interior de São Paulo. Além da instalação da fábrica, planeja criar um supply belt poucas vezes visto na história da indústria automobilística nacional. Pelo menos é o que está no papel.  A ideia é trazer para o Brasil grande parte dos fornecedores que atendem à companhia na Coreia do Sul, de forma que toda a cadeia de produção fique em Piracicaba.

A Hyundai mantém um relacionamento peculiar com os fabricantes de autopeças sul-coreanos. A montadora é sócia de quase todas estas empresas-satélites. Estas, por sua vez, são acionistas umas das outras. Este modelo societário em pirâmide, como se todos fossem apenas um, vem a calhar para a ocasião e facilitará a vinda em massa dos fornecedores para o Brasil.

Os sul-coreanos estão enfurnados no Brasil há pelo menos seis meses trabalhando na formatação final do projeto. Em torno da fábrica, a montadora planeja criar uma cidade projetada para 250 mil habitantes. Esta “Hyundailópolis” terá escolas, hospitais, projeto de urbanização e um sistema próprio de transportes por meio de VLT, que ligará toda a linha de produção e os fornecedores.

A intenção da Hyundai é produzir no Brasil boa parte do seu portfólio de veículos, de forma a atender às características dos distintos mercados que serão abastecidos pela fábrica de Piracicaba.

Fonte: http://www.relatorioreservado.com.br/

 





Namoro entre funcionários não pode ser proibido, dizem advogados

15 04 2010

Este é um tema, que sempre causa muita mas muita polêmica. Até aonde a empresa pode interferir em nossos relacionamentos pessoais?
Como que é tratado esta situação em sua empresa?
O que você pensa a respeito?

Segue matéria retirada do G1.

Entretanto, beijo, abraço ou relação sexual no expediente dão justa causa. Funcionário que for dispensado por namorar colega pode pedir dano moral.

Gabriela Gasparin e Marta Cavallini Do G1, em São Paulo

O namoro entre funcionários não pode ser proibido pelas empresas, de acordo com advogados trabalhistas. Entretanto, beijos, abraços, demonstrações de carinhos mais explícitas ou relação sexual são proibidas durante o expediente – se um casal for flagrado pode ser demitido por justa causa.

Como os relacionamentos não podem ser impedidos formalmente (determinaçao registrada em manuais de procedimento, murais internos ou em contratos de trabalho), algumas empresas fazem a determinação de forma implícita – conversa informal entre chefe e subordinado.

Advogados ouvidos pelo G1 afirmam que proibir os relacionamentos amorosos pode ser caracterizado como discriminatório, além de ser inconstitucional, já que fere o direito à intimidade.

“A proibição extrapola o poder disciplinar do emprego. O que o empregador pode impedir são atos como beijos e carícias no ambiente de trabalho”, diz Eli Alves da Silva, presidente da Comissão de Direito Trabalhista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“O funcionário que for dispensado por namorar um colega de trabalho pode entrar com uma ação na Justiça e pedir indenização por dano moral”, explica a advogada trabalhista Juliana Borges.

Sobre a prática de algumas empresas transferirem o funcionário de departamento porque ele namora um colega daquele setor, a advogada afirma que o empregador não pode adotar esse procedimento com a alegação de que eles têm um relacionamento amoroso.

Já no caso daqueles que passam dos limites dentro da empresa, o advogado trabalhista Marcos César Amador Alves diz que a justificativa para mandar embora por justa causa é a chamada incontinência de conduta, prevista na legislação trabalhista, que significa tomar atitudes exageradas e que não condizem com o ambiente de trabalho, como é o caso de beijos, abraços ou até relação sexual.

‘Inevitável’

Além de não poder ser proibido, o relacionamento amoroso entre colegas do trabalho é inevitável, diz o professor do Instituto de Psicologia da USP, Ailton Amélio da Silva, especialista no assunto.

De acordo com ele, o motivo é que no trabalho as pessoas têm um grau de compatibilidade maior, já que gostam de coisas parecidas e têm níveis educacional e social equivalentes. Além disso, os colegas de trabalho ficam muito tempo juntos, saem para almoçar e acabam se conhecendo melhor. “As pessoas ficam todo dia repetindo as chances [de dar certo], uma hora a coisa rola”, diz.

O professor revela ainda que, geralmente, os relacionamentos entre colegas da empresa são mais criteriosos e têm maiores chances de evoluir. “Ninguém vai ficar com alguém do trabalho só por atração, já que terá de olhar na cara do outro no dia seguinte”, diz.

De acordo com pesquisas realizadas por ele, cerca de 40% dos namoros ocorrem entre pessoas que já se conhecem, o que inclui os romances iniciados na empresa.

Foi o que aconteceu com a administradora Karina Barbeta Ramos, de 27 anos, e o técnico de produção Adriano Kmita, de 28 anos. Os dois se conheceram há três anos, em uma obra da construtora para a qual trabalham até hoje, e começaram a namorar. Hoje são noivos e pretendem se casar no ano que vem.

“Éramos amigos e almoçávamos juntos. Um dia ele me chamou para ir ao cinema e acabou rolando”, revela Karina.

Kmita também tem sua versão da história. Ele conta que, depois de seis meses trabalhando com Karina, começou a olhar a colega “de um outro jeito”.

“É muito bom [namorar alguém do trabalho], não tenho o que reclamar. Todo mundo admira nosso relacionamento na empresa e nos perguntam como a gente não enjoa um do outro”, conta Kmita. Isso porque os dois tomam café juntos, almoçam juntos e, de vez em quando, ainda vão para a casa um do outro no final do dia. “É uma questão de costume”, diz Karina.

Etiqueta

O casal, porém, tomou todos os cuidados para que o namoro não interferisse ou prejudicasse o trabalho. Assim que perceberam que o relacionamento estava evoluindo, ambos avisaram os chefes. Como os dois trabalham em departamentos diferentes – ela no setor de suprimentos e ele no de obras -, não tiveram problemas. “Foi quando oficializamos tudo”, conta Kmita.

O casal afirma que não namora dentro da construtora e toma cuidado para evitar qualquer tipo de situação constrangedora. “Dentro da empresa somos colegas de trabalho e mantemos uma relação bem formal. Até nas festas da empresa a gente mantém a postura profissional”, revela Karina.

Bom senso

A postura do casal é a recomendada por especialistas de recursos humanos. Para Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br, o namoro deve ficar para fora do local de trabalho. “Em hipótese nenhuma deve-se demonstrar qualquer forma de carinho. Na dúvida de como agir, vale o bom senso”, afirma.

Se mesmo assim o profissional ficar angustiado sobre o que fazer, Grinberg dá a dica para o funcionário levar a dúvida ao departamento de recursos humanos de uma forma hipotética, sem dizer que o caso está acontecendo com ele mesmo, já que cada empresa tem um procedimento.

Para Alessandra Tomelin, gerente de RH da empresa Vagas Tecnologia, cabe ao funcionário compreender a cultura da empresa e se posicionar de acordo com ela. “Quando o profissional entra na empresa ele tem que compreender quais são as regras”, diz.

Ela acredita, porém, que não há como evitar os relacionamentos. “Não faz sentido a empresa interferir tanto na vida do funcionário a ponto de ditar regra na vida pessoal dele”, diz.

Relação entre chefe e subordinado

De acordo com os especialistas, a grande polêmica ocorre quando a relação surge entre chefe e subordinado ou funcionários da mesma equipe, o que pode resultar em vantagens ou desvantagens para o casal.

A rede de supermercados Walmart, por exemplo, costuma transferir os funcionários de setor quando isso ocorre. ”Dependendo das funções, o relacionamento pode atrapalhar. Outros colegas podem se sentir menos atendidos pela chefia e achar que o outro tem tratamento diferenciado por ser namorado. Nesses casos, a empresa pode tomar a decisão de sugerir, para o bem comum, a transferência da pessoa”, disse o diretor de capital humano da empresa, Giovane Costa.

Costa afirmou, porém, que a empresa dá abertura para os funcionários, que se sentem confortáveis em falar sobre o assunto. “São 85 mil funcionários na empresa e, por isso, há muitos casos de relacionamentos. Sabemos que é normal”. Costa acredita que, com a evolução das mulheres no mercado de trabalho, casos de namoro entre funcionários têm se tornado cada vez mais comuns.





Scania vai elevar produção para atender demanda forte no Brasil

17 03 2010

Fábricas retornarão a esquema de cinco dias por semana em abril.
Demanda na América Latina cresce há ‘alguns trimestres’, diz empresa.

A fabricante de caminhões Scania informou nesta terça-feira (16) que vai elevar produção e que seus empregados vão retomar o trabalho em tempo integral para atender a recuperação forte da demanda na América Latina, em especial no Brasil, após o maior declínio do mercado em décadas.

A Scania, controlada pela alemã Volkswagen, afirmou em comunicado que os trabalhadores em muitas de suas fábricas retornarão para um esquema de trabalho de cinco dias por semana em abril, depois de trabalharem em turnos de quatro dias semanais durante a crise.

“Há uma necessidade de elevar a produção principalmente porque a demanda segue muito alta no Brasil, mas certa recuperação ainda está acontecendo na Europa”, afirmou a companhia sueca.

“Ao utilizar nossa estrutura de produção global, estamos impulsionando nosso nível de manufatura na Europa para podermos abastecer as unidades produtoras da América do Sul com componentes.”

Demanda cresce em países emergentes

Nos últimos meses, a demanda em países emergentes como o Brasil, um dos maiores mercados da Scania, cresceu de forma muito mais robusta enquanto a atividade na Europa ficou para trás.

“Em partes, podemos dizer que isso era esperado, já que algumas fábricas europeias estão voltando a adotar o turno de cinco dias por semana para atender a forte demanda na América Latina que temos visto há alguns trimestres, especialmente no Brasil”, disse o analista Hampus Engelleau, da Handelsbanken.

“Mas ao mesmo tempo podemos dizer que a produção não foi retomada para atender a demanda na Europa, onde os níveis permanecem baixos.”

Link: http://bit.ly/dxbTPH


Vendas de veículos avançaram 9,84% na quinzena

As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceram 9,84 % na primeira quinzena de março, em relação ao período equivalente de fevereiro, para 138.950 unidades. A soma traz 105.166 carros (mais 9,18%), 26.503 comerciais leves (8,69%), 5.766 caminhões (21,88%) e 1.515 ônibus (42,79%). A evolução sobre a primeira metade de março de 2009 foi de 12,32%.

Em relação ao período similar de março de 2009 o segmento de ônibus também registrou o maior crescimento entre os demais: 62,21%. Na sequência vieram os segmentos de caminhões (31,79%), comerciais leves (20%) e automóveis (9,19%).

http://bit.ly/922Fqb

Equipe Rh Automotive





Trabalho após os 40 anos : Dicas Rápidas !

29 01 2010

Diariamente recebo centenas de e-mails com profissionais que questionam se ainda podem se considerar “vivos” no mercado de trabalho após os 40 anos de idade. Essa é uma questão que deve ser esclarecida através de algumas dicas :

Maturidade : Acima dos 40 anos, ninguém melhor do que você conhece tão bem as atribuições que desenvolveu ao longo da carreira, portanto, somente você sabe distinguir o que é bom e o que evitar daqui para a frente.

Ansiedade : A preocupação com a idade pode gerar transtornos dentro de si, na maioria das vezes inúteis, porque muitas empresas estão de olho na sua experiência e não na sua idade.

Networking : A sua rede de relacionamentos é a ferramenta mais do que fundamental nessa hora. Pense em quantos contatos teve ao longo de sua carreira, e quantos podem ser feitos ainda. Jamais esqueça que nos dias atuais, praticamente 60% das vagas existentes são preenchidas através de indicações.

Oportunidade : Não encare o fato de ter mais de 40 anos como uma crise, e sim como uma oportunidade, mude sua maneira de pensar, com tanta vivência que acumulou ao longo de sua carreira tem muito a oferecer ainda às empresas.

Mercado de Trabalho : As pequenas e médias empresas preferem, sobretudo para cargos de supervisão e gerência, pessoas acima de 40 anos pelo fato de estarem treinadas e “prontas” para as suas atividades, reduzindo assim seus custos.

Formação Acadêmica : Mesmo após os 40 anos não pare de se especializar, faça cursos da sua área, mesmo aqueles que você já fez algum dia, lembre-se que tudo mudou em face da revolução da Tecnologia da Informação, conceitos de Liderança e Motivação, etc… Mantenha-se sempre atualizado, inclusive no seu Inglês e Espanhol…

Confiança : Confie na sua plena capacidade de realização, sobretudo na entrevista, mostre que você é uma pessoa focada em objetivos e que durante sua carreira obteve grandes resultados pelas empresas em que passou.

Eu estou com 55 anos e trabalho mais de 15 horas por dia…

Jamais reclame da idade, preconceitos, etc… Você terá muito sucesso ainda pela frente !

Sucesso !!

João Carlos Cruz
Headhunter – Top Premium Linkedin 6100+
Economista – Administrador
Filiado da ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos





Governo reduz IPI de carros flex até março de 2010

30 11 2009

Com a alíquota mantida em 3%, cofres públicos arrecadam R$ 1,3 bi a menos

24/11/2009 – 20:09

Globo.com/G1

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira (24) que os carros classificados como “flex fuel”, ou seja, movidos tanto a álcool quanto a gasolina, terão uma alíquota menor do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) até o fim de março do ano que vem. Com a medida, o governo deixará de arrecadar mais R$ 1,3 bilhão.

“Eu queria anunciar algumas medidas de IPI para o setor automobilístico que tem a ver com a questão do meio ambiente. Recentemente, fizemos medidas de desoneração para linha branca e combinamos isso com um selo verde, de economia de energia. Vamos fazer algo semelhante para a indústria automobilística”, explicou Mantega.

Segundo ele, o objetivo é reduzir a emissão de gás carbônico nos próximos anos. “Vamos combinar redução de tributos com uma menor emissão de carbono na atmosfera. O Brasil está muito preocupado com a questão ambiental. Estamos indo a Copenhague com propostas fortes de redução de emissões. Queremos um consumo menor de energias e emissão menor de carbono”, acrescentou.

Alíquotas do IPI

Segundo Mantega, a alíquota do IPI para os carros flex até 1.0 permanecerá no patamar em que se encontra hoje, ou seja, em 3%. Sem a medida, retornaria gradativamente a 7% no início de 2010. “Vai permanecer em 3% até 31 de março do ano que vem, ou seja, por mais quatro meses. É um estímulo para os carros”, afirmou.

De acordo com o ministro da Fazenda, os carros 1.0 movidos à gasolina, por exemplo, terão um IPI maior, pois a alíquota não deixará de subir nos próximos meses. Por isso, o IPI, que está em 1,5% em outubro, avançará para 3% em novembro, para 5% em dezembro e para 7% de tributação no início do ano que vem.

Para os carros 2.0, no modelo “flex”, Mantega informou que a alíquota do IPI permanecerá em 7,5% até o fim de março de 2010, enquanto que, para os modelos movidos somente a gasolina, o IPI, que está em 8% em outubro, subirá para 9,5% em novembro, para 11% em dezembro e para 13% em janeiro de 2010.

Caminhões

Para estimular a renovação da frota de caminhões brasileiras, que segundo o ministro Guido Mantega tem um tempo médio de uso de 18 anos, o governo também está anunciando a manutenção do IPI zerado até junho do ano que vem.

“Os caminhões permanecem com alíquota zerada até junho de 2010, de modo a estimular a renovação de frota de caminhões. Agora, as medidas já estão associadas a uma questão ambiental”, acrescentou ele.

Equipe Rh Automotive





Não basta ser FERRARI, tem que ser de OURO !

24 11 2009

Os sheiks do Oriente Médio vivem em uma constante guerra entre si.
Nada militar, mas uma guerra de egos: quem constrói o maior prédio, quem tem o maior jato, quem consegue o carro mais exótico…
Aliás, no quesito carros é algo impressionante, a bola da vez é uma Ferrari F599 GTB Fiorano, banhada a ouro.
Lindíssima !

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do setor automotivo

24 11 2009

As automotivas mais admiradas no Brasil

A edição de novembro/dezembro da revista Carta Capital é dedicada aos resultados da pesquisa sobre as empresas mais admiradas no Brasil em 2009. A publicação de 260 páginas, que nasceu inspirada na relação da Fortune, vai fundo em inúmeros setores, incluindo o automotivo.

Na lista do macrossetor que inclui fabricantes e importadores de veículos, junto com autopeças, a Toyota ficou no topo, com 28% dos votos de 1.238 executivos que participaram da pesquisa. Vale observar a presença da Bosch em quinto e da Hyundai em décimo lugar.

Vêm a seguir:

Honda 17,82%
Volkswagen 17,82%
Fiat 11,23%
Bosch 5,65%
Volvo 4,42%
BMW 3,70%
GM 3,30%
Ford 2,60%
Hyundai 1,62%
Mitsubishi 1,19%
Audi 1,03%

Considerado isoladamente, o ranking de montadoras e importadoras traz a Toyota em primeiro, com 19%, seguida da Volkswagen (14%), Honda (13%), Fiat (9,8%) e Hyundai (7,9%).

As mais votadas em caminhões foram a Volvo (29,26%), Mercedes-Benz (22,04%), Scania (20m68%), Volkswagen (15,94%), Iveco (6,92%) e Ford (5,16%).

A Bosch ficou disparada na frente em autopeças, com 23,45%, vindo depois Magneti Marelli (7,07%), Eaton (7,05%), TRW Freios Varga (7,02%), VDO Continental (6,56%), Mahle Metal Leve (6,55%), Dana (5,03%), Fra-le (4,68%), Sabó (3,74%) e MWM International (3,52%).

Ford lucra, com bons resultados no Brasil

A Ford Motor anunciou lucro de US$ 997 milhões (29 cents por ação) no terceiro trimestre, atribuído a novos produtos, reduções de custo estruturais e bons resultados da Ford Credit. Houve um avanço de US$ 1,2 bilhão em relação ao mesmo período do ano passado.

A performance da montadora, única das três grandes norte-americanas que escapou de uma concordata este ano e dispensou recursos do governo, foi a primeira positiva desde o início de 2008 e causou surpresa.

“O resultado mostra claramente que a Ford está fazendo enorme progresso, apesar da queda prolongada da economia global,” disse o presidente e CEO, Alan Mulally, ressaltando a importância da nova linha de produtos.

O setor automotivo relatou lucro operacional antes dos impostos de US$ 446 milhões, comparado com a perda antes dos impostos de US$ 2,9 bilhões há um ano. A melhora reflete os preços favoráveis, as reduções de custos estruturais, custos menores de matérias-primas e maior participação de mercado aumentada, ofuscadas parcialmente pelo câmbio desfavorável e menores volumes de produção.

A receita automotiva mundial no terceiro trimestre foi de US$ 27,9 bilhões, US$ 100 milhões acima do valor de um ano atrás. As vendas totais de veículos no atacado somaram 1.232.000 unidades, contra 1.175.000 unidades um ano atrás.

Na América do Norte o lucro operacional antes dos impostos alcançou US$ 357 milhões, comparado com a perda de US$ 2,6 bilhões um ano atrás. A receita foi de US$ 13,7 bilhões (US$ 10,8 bilhões um ano atrás).

A Ford América do Sul, onde o Brasil representa 60% dos negócios, registrou lucro operacional antes dos impostos de US$ 247 milhões — quase metade do obtido no mesmo período de 2008, quando houve um lucro recorde de US$ 480 milhões. A queda foi explicada pelo câmbio desfavorável, primariamente no Brasil e na Argentina. A receita do terceiro trimestre foi de US$ 2,1 bilhões, abaixo dos US$ 2,7 bilhões de um ano atrás.

Visão favorável para indústria nos próximos meses

A produção industrial (PIM) registrou alta de 0,8% em setembro frente a agosto, já descontando os efeitos sazonais, o que corresponde a uma retração de 7,8% em relação ao mesmo mês de 2008, como foi há pouco pelo IBGE. Os resultados ficaram abaixo das expectativas do mercado e das estimativas do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, que contemplavam alta de 1,7%1 e 1,6% na margem, respectivamente.

Com isso, a produção industrial acumulou no ano uma queda de 11,6%. Analisando os dados desagregadamente, o Bradesco destaca o arrefecimento da produção de bens duráveis e não duráveis e a aceleração dos bens de capital. A surpresa negativa veio dos bens intermediários, cuja queda se concentrou em alguns setores específicos (papel e celulose e refino de petróleo e álcool).

O avanço da indústria menor do que esperado em setembro não altera visão favorável para os próximos meses, segundo o Bradesco. Para os meses adiante, o banco acredita que, a despeito da pequena desaceleração do crescimento na margem, a tendência expansionista será mantida — tendo como pilar o bom desempenho do mercado de trabalho e a preservação da renda dos consumidores brasileiros. O banco ressalta também que, somado a isso, é preciso considerar a elevação do nível da utilização da capacidade instalada em outubro, conforme Sondagem da indústria da FGV divulgada na semana passada. Diante desses elementos, o Bradesco mantém leitura positiva para a atividade doméstica, que começa a sinalizar um bom momento para os investimentos, e destaca que estes resultados são compatíveis com cenário de crescimento do PIB de 0,1% neste ano e de 5,4% em 2010.

Poli-USP inaugura novo curso automotivo

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo inaugura em 2010 o novo Curso de Especialização em Engenharia Automotiva, voltado para engenheiros graduados e profissionais que desejam estender a sua formação e ampliar conhecimentos sobre novas tecnologias, produtos, serviços e gestão industrial.

As inscrições estarão abertas até 29 de janeiro. As aulas terão início em 26 de fevereiro e serão realizadas às sextas feiras das 18h30 às 22h30 e aos sábados das 8h às 13h.

Com carga horária mínima de 372 horas/aula (em onze disciplinas) e duração de trinta meses, o curso promete uma visão global do mercado e garante competências para administrar as inúmeras atividades da cadeia produtiva do setor.

A coordenação do curso é dos professores Paulo Carlos Kaminski e Marcelo Massarani, do Centro de Engenharia Automotiva do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli-USP.

Informações pelo tel. 11 3817-5488 ou em www.automotiva-poliusp.org.br/esp.htm.

Poli-USP inaugura novo curso automotivo

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo inaugura em 2010 o novo Curso de Especialização em Engenharia Automotiva, voltado para engenheiros graduados e profissionais que desejam estender a sua formação e ampliar conhecimentos sobre novas tecnologias, produtos, serviços e gestão industrial.

As inscrições estarão abertas até 29 de janeiro. As aulas terão início em 26 de fevereiro e serão realizadas às sextas feiras das 18h30 às 22h30 e aos sábados das 8h às 13h.

Com carga horária mínima de 372 horas/aula (em onze disciplinas) e duração de trinta meses, o curso promete uma visão global do mercado e garante competências para administrar as inúmeras atividades da cadeia produtiva do setor.

A coordenação do curso é dos professores Paulo Carlos Kaminski e Marcelo Massarani, do Centro de Engenharia Automotiva do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli-USP.

Informações pelo tel. 11 3817-5488 ou em www.automotiva-poliusp.org.br/esp.htm.

MWM International prevê retomada do mercado

A MWM International Motores reuniu uma centena de fornecedores em workshop para apresentar suas expectativas em relação ao mercado e obter o comprometimento das empresas para atender uma demanda crescente nos próximos meses.

A produção da fabricante de motores diesel no segundo semestre deste ano deve ultrapassar 64 mil propulsores, 35% a mais do que o resultado obtido no primeiro semestre, quando a companhia fez 47.900 unidades. A empresa projeta fechar 2009 com produção de 112 mil motores e registra expressivo crescimento nos pedidos de propulsores para caminhões, ônibus e picapes.

Para o diretor de vendas e marketing da MWM, Michael Ketterer, fatores como o crescimento da produção industrial, a retomada do mercado de trabalho, a expansão da renda, maior oferta de crédito, os incentivos do governo e investimentos em infraestrutura impulsionaram o aumento da demanda no segundo semestre.

“Neste semestre registramos crescimento de 91% no volume de produção de motores para picapes e 26% no segmento de caminhões e ônibus, no comparativo com o primeiro semestre de 2009”, afirma Ketterer.

Retirados de: www.automotivebusiness.com.br – Acesso em 24/11/09 as 15h20

Equipe Rh Automotive








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