O que pensa e como age um RH brasileiro no Exterior?

31 01 2011

Para muitos profissionais conquistar um espaço no mercado nacional não é suficiente. É preciso ir além das fronteiras do país e galgar desafios no exterior. Mas, o que pensa um profissional que atua na área de Gestão de Pessoas, que deixou o Brasil e hoje se encontra nos Estados Unidos, por exemplo? Há realmente diferenças significativas em ser um RH aqui ou “lá fora?”. Para responder essas e outras dúvidas que podem pairar na mente de muitos que tentam uma carreira internacional, o RH.com.br conversou com Rubens Pessanha, que desde 2007 encontra-se no Estados Unidos e está concluindo um o curso de PhD em Human and Organizational Learning e atua com Global Market Intelligence no HR Certification Institute (HRCI) – uma empresa afiliada da SHRM e considerada maior associação de RH do mundo com 250 mil membros.
“Os profissionais de Recursos Humanos tendem a ter características similares não importa onde estejam, em que país atuem”, afirma Pessanha, ao ser questionado sobre as semelhanças existentes entre os profissionais brasileiros e norte-americanos que atuam em Gestão de Pessoas. Essa entrevista é um ótimo momento para aqueles que têm em mente deixar o Brasil e enfrentar mudanças significativas tanto na vida profissional quanto pessoal.
RH.com.br – O ano de 2010 deixou registrados fatos relevantes para o mercado. Em sua opinião, o que mais marcou a área de Recursos Humanos?
Rubens Pessanha - O ano de 2010 foi marcado pelo início da recuperação econômica e pela reforma da saúde nos Estados Unidos. Neste contexto, o profissional que atua em Recursos Humanos precisou comunicar melhor, inovar e focar ainda mais suas ações para fazer muito mais com muito menos. Outros fatos que considero importantes e que devem continuar no decorrer de 2011 são: o crescente papel das redes sociais; a preocupação com prevenção em saúde e o foco em diversidade; a ênfase no desenvolvimento de uma mentalidade global e do pensamento estratégico; a contínua preocupação com trabalho em equipe e a inovação; a retomada do foco em retenção de talentos e, principalmente, o engajamento dos profissionais; bem como a importância dos virtuais workplaces como, por exemplo, o teletrabalho.

RH - Esses fatos foram percebidos apenas nos Estados Unidos?
Rubens Pessanha - A realidade nos Estados Unidos é bem diferente da vivenciada no Brasil. Enquanto aqui o desemprego atinge quase 10%, no Brasil fala-se de apagão de talentos. Um cenário de apagão é ótimo para testar a real eficácia dos sistemas de Recursos Humanos. Creio que há muito para se aprender com as experiências do Brasil e dos Estados Unidos. No Brasil, trabalhar em um cenário de apagão parece ser algo novo, enquanto gerenciar crises tornou-se algo mais cotidiano. Por outro lado, nos Estados Unidos, o profissional de RH sempre foi acostumado a gerir pessoas em um cenário de baixo desemprego e precisa agora se adaptar a gerenciar crises.

RH - Esse contexto, evidenciado no ano passado tende a permanecer ou foi passageiro?
Rubens Pessanha - O contexto deve permanecer. Não creio em mudanças acentuadas demais no decorrer de 2011.

RH - O número de empresas e de profissionais brasileiros que procuram o mercado norte-americano para trocar ou assimilar novas ferramentas em RH é uma prática comum?
Rubens Pessanha - Infelizmente não. Por exemplo, observo que o brasileiro ainda não é uma figura presente aos maiores congressos internacionais, como o realizado pela SHRM (Society for Human Resource Management), a maior associação de RH do mundo. Mais ainda, são pouquíssimos os brasileiros certificados em RH pelo HR Certification Institute – maior órgão certificador de RH no mundo. O profissional de RH no Brasil precisa investir em idiomas. Ser fluente em inglês não é fácil. Não basta fazer apenas um curso. O americano julga competência pelo domínio do idioma e isso faz parte do que chamo de excelência operacional.

RH – Existem características similares dos profissionais de RH do Brasil em relação aos que atuam nos Estados Unidos?
Rubens Pessanha - Os profissionais de Recursos Humanos tendem a ter características similares não importa onde estejam, em que país atuem. A função da área de RH parece ter uma cultura própria que transcende as diferenças culturais.

RH - O mercado internacional está atento aos talentos que surgem no Brasil, inclusive para aqueles que se dedicam à Gestão de Pessoas?
Rubens Pessanha - Infelizmente, a verdade é que os Estados Unidos não olham tanto para o Brasil como gostaríamos. A Índia e a China são sim os focos principais. Apesar de existirem profissionais de RH brasileiros que estão fazendo carreiras de sucesso nos Estados Unidos, isso ainda é muito pontual.

RH –
Desde 2007, o senhor está nos Estados Unidos. A transição do Brasil para o Exterior foi tão difícil quanto o esperado?

Rubens Pessanha - Qualquer transição sempre é difícil e sempre gera muito aprendizado. Felizmente esta não foi minha primeira transição e estava preparado para enfrentar os desafios que iriam surgir. O principal é manter a cabeça aberta, trabalhar muito e ter uma atitude positiva. Quando vim para cá, só tinha um orçamento para ficar três meses. Já estou aqui há quase três anos. Acredito que experimentar mudança é a melhor forma de aprender sobre gestão de mudança.

RH -
Que recursos o senhor utilizou para se adaptar a realidades tão diferentes, inclusive culturais?

Rubens Pessanha - Digamos que posso resumir em paciência e humildade. Outro recurso que usei foi o trabalho voluntário.

RH - Para os que desejam investir em uma carreira internacional, o que o senhor diria?
Rubens Pessanha - Diria que é imprescindível o investimento em idiomas, certificações internacionais e networking. Não tenha medo de experimentar e errar. É melhor se arrepender de ter tentado do que se arrepender de não ter tentado algo que deseja para sua vida. Contudo, seja realista e se lembre que uma carreira internacional requer sacrifícios.

 

Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Entrevista/6972/o-que-pensa-e-como-age-um-rh-brasileiro-no-exterior.html





Mercado quer profissional acima dos 40 com experiência, dizem especialistas

24 03 2010

Busca de qualificação leva empresas a preferir profissionais ‘maduros’.
Mas ter vivência e se manter atualizado na área de atuação são essenciais.

Ter a partir de 40 anos pode ser uma barreira no mercado de trabalho? De acordo com especialistas, a partir dessa faixa etária o trabalhador pode encontrar dificuldades para conseguir emprego se não tiver experiência profissional ou se não se mantiver atualizado em seu mercado de atuação e nas novas tecnologias. Mas para aqueles que já têm bagagem, porém, a idade é vista pelas empresas como sinônimo de maturidade profissional e, por isso, a fase certa para cargos de chefia.

Vladimir Araújo, diretor de Projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, diz que devido à dificuldade de se encontrar profissionais qualificados, cada vez mais as empresas têm recorrido à busca de trabalhadores com mais de 40 anos pela experiência e vivência. “A maioria dessas oportunidades está nas empresas de pequeno e médio porte, que preferem pessoas que já estejam prontas e treinadas.”

De acordo com o consultor, grande parte das vagas para profissionais que já passaram dos 40 anos é, sobretudo, para os cargos de chefia e supervisão. “Por outro lado, é cada vez mais perceptível o número de profissionais acima de 40, 50 e 60 anos começando em uma nova área de atuação principalmente no setor de comércio e serviços”, afirma.

Araújo ressalta a necessidade de o profissional estar familiarizado com recursos da informática e com um segundo idioma. “Algumas dificuldades podem surgir a partir dessa idade, principalmente quando o profissional não busca ao longo da carreira a preparação e o aperfeiçoamento adequados para o exercício da profissão, bem como para os desafios que surgem todos os dias na sua área de atuação.”

Consolidação da carreira
Matilde Berna, diretora de transição de carreira da Right Management, garante que não há no mercado restrições para profissionais de 40 anos. “Essa idade é considerada importante e especial pela maturidade pessoal e profissional adquirida. Os 40 anos é a idade da consolidação da carreira e considerada pelas organizações como a fase de maior contribuição do profissional para as empresas”, diz.

De acordo com a consultora, nos últimos três anos, 70% dos profissionais que passaram pela consultoria de RH tinham mais de 40 anos e se recolocaram nos mais diversos setores.

Ela afirma que o mercado vê os profissionais acima de 40 anos “muito positivamente”.

“Esses profissionais estão em sua fase de vida pessoal e profissional mais madura com uma experiência já consolidada, porém com disponibilidade ainda para aprender, já adquiriram habilidades importantes em algumas questões, estão mais preparados para decisões mais difíceis e já percebem as interrelações no ambiente de trabalho”, diz.

Ela ressalva que uma pessoa que queira ingressar no mercado de trabalho aos 40 anos encontrará mais dificuldade não só pela idade, mas principalmente por nunca ter atuado e, por conseqüência, não apresentar nenhuma experiência.
Segundo ela, nesses casos é muito comum que consiga espaço com trabalhos informais ou em estruturas mais simples ou atividades menos complexas.

“Quando estamos falando de uma pessoa de 40 anos, espera-se sim que ela já tenha uma experiência consolidada e uma história profissional mais alinhada. Para os cargos de liderança e gerenciais, os 40 anos são muito bem aceitos e até priorizados. No caso dos cargos que não são de liderança, como assistente, analista, podem ser solicitadas pessoas mais jovens.”

Escassez de vagas
Para Renato Grinberg, diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, as vagas tendem a ficar mais escassas para quem chega perto dos 40 anos por dois motivos: a maioria das oportunidades é para cargos gerenciais, portanto, há menos vagas disponíveis que o normal, e algumas empresas optam por contratar pessoas mais jovens para pagar um salário menor.

“Aqueles que estão mudando de carreira têm mais dificuldade de entrar no mercado porque o que é esperado é exatamente que tenha experiência. Se ele quiser mudar de área, terá que se submeter a salários mais baixos e começar tudo de novo”.

De acordo com ele, de dez anos para cá, o espaço para contratação de profissionais dessa faixa etária vem diminuindo cada vez mais. Ele destaca que 2009 foi um ano diferente, pois profissionais com idades entre 45 e 62 anos foram muito procurados pelas companhias pela experiência em lidar com períodos de crise econômica e contenção de gastos dentro das empresas.

Ele alerta que se o profissional com mais de 40 anos não atingiu um cargo de liderança terá poucas chances no mercado. “Se passou dos 40 e não ‘chegou lá’ talvez não valha muito a pena investir nesse profissional. Mas se alcançou altos cargos em sua trajetória profissional, ele é o ‘profissional dos sonhos’ pela experiência e liderança”.

Conhecimento e energia
Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, diz que o mercado precisa de profissionais que somem os conhecimentos com energia para trabalhar, pois as atividades aumentaram. “E hoje o homem de 40 tem tanta energia quanto o de 25”, diz.

Ele alerta que o mercado está mais competitivo, por isso, os estudos devem ser contínuos.

O presidente da Curriculum considera que o “mito no mercado de trabalho” de que quem tem mais de 40 anos tem menos chances de trabalhar está diminuindo. “Muitas pessoas começam a dar certo depois dos 40, tem muita vida depois dessa idade”, diz.

Abrileri ressalta que as pessoas a partir dessa faixa etária tendem a se cristalizar com relação à busca do conhecimento. “Elas tendem a dizer: ‘’isso não é para mim’ ou que ‘sabem tudo’ e são arredios às novidades que o mercado oferece. Essa pessoa para mim está fora do jogo”.

O consultor afirma que um profissional nessa faixa etária que é experiente, antenado com tecnologias e novidades do mercado e saudável “é um talentaço”. “Tem a ver com energia e postura à frente das novidades que o mundo está trazendo, e se aliar com a experiência ele se torna um excelente profissional”.

De acordo com ele, quem tem mais de 40 anos é indicado para cargos de liderança. As empresas preferem ainda, segundo Abrileri, esses profissionais para cargos operacionais específicos que exigem experiência e atualização. “São pessoas com mais experiência de vida. No fundo o que toda empresa quer é resultado e nem sempre é o jovem que traz”.

Profissional ‘caro’
Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online, diz que os profissionais acima dos 40 anos encontram maior facilidade de trabalhar nas áreas mais tradicionais do mercado de trabalho, como jurídica, saúde e educação. Além disso, para as demais áreas, é comum que eles atuem prestando consultoria ou atuando como profissionais autônomos.

“Geralmente os profissionais maduros são aqueles que, além de conhecimento técnico e formação acadêmica, também têm experiência para lidar com pessoas, trabalhar em equipe. Não basta só conhecer regras e ter um excelente currículo, é necessário saber se relacionar com total eficácia”, afirma.

Ele salienta que o fato de os salários serem mais altos para quem é mais velho restringe a contratação desses profissionais por algumas empresas, que os julgam caros em relação aos mais jovens.

http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1530388-9654,00.html

Equipe Rh Automotive






Volkswagen

18 02 2010

Herlander Zola, gerente de marketing da Volkswagen, fala sobre o mercado de comunicação.

Volkswagen





Trabalho após os 40 anos : Dicas Rápidas !

29 01 2010

Diariamente recebo centenas de e-mails com profissionais que questionam se ainda podem se considerar “vivos” no mercado de trabalho após os 40 anos de idade. Essa é uma questão que deve ser esclarecida através de algumas dicas :

Maturidade : Acima dos 40 anos, ninguém melhor do que você conhece tão bem as atribuições que desenvolveu ao longo da carreira, portanto, somente você sabe distinguir o que é bom e o que evitar daqui para a frente.

Ansiedade : A preocupação com a idade pode gerar transtornos dentro de si, na maioria das vezes inúteis, porque muitas empresas estão de olho na sua experiência e não na sua idade.

Networking : A sua rede de relacionamentos é a ferramenta mais do que fundamental nessa hora. Pense em quantos contatos teve ao longo de sua carreira, e quantos podem ser feitos ainda. Jamais esqueça que nos dias atuais, praticamente 60% das vagas existentes são preenchidas através de indicações.

Oportunidade : Não encare o fato de ter mais de 40 anos como uma crise, e sim como uma oportunidade, mude sua maneira de pensar, com tanta vivência que acumulou ao longo de sua carreira tem muito a oferecer ainda às empresas.

Mercado de Trabalho : As pequenas e médias empresas preferem, sobretudo para cargos de supervisão e gerência, pessoas acima de 40 anos pelo fato de estarem treinadas e “prontas” para as suas atividades, reduzindo assim seus custos.

Formação Acadêmica : Mesmo após os 40 anos não pare de se especializar, faça cursos da sua área, mesmo aqueles que você já fez algum dia, lembre-se que tudo mudou em face da revolução da Tecnologia da Informação, conceitos de Liderança e Motivação, etc… Mantenha-se sempre atualizado, inclusive no seu Inglês e Espanhol…

Confiança : Confie na sua plena capacidade de realização, sobretudo na entrevista, mostre que você é uma pessoa focada em objetivos e que durante sua carreira obteve grandes resultados pelas empresas em que passou.

Eu estou com 55 anos e trabalho mais de 15 horas por dia…

Jamais reclame da idade, preconceitos, etc… Você terá muito sucesso ainda pela frente !

Sucesso !!

João Carlos Cruz
Headhunter – Top Premium Linkedin 6100+
Economista – Administrador
Filiado da ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos





A EMPRESA CUMMINS concede entrevista eletrônica à FENATRAN 2009.

21 10 2009

Renault

Segundo o Sr. Luis Chain, mesmo  com  toda  crise  que  afetou  duramente o mercado de veículos comerciais  no  país,  a  Cummins,  segundo  dados divulgados pela Anfavea, obteve  excelentes  índices  de  participação  nas  vendas  no  mercado  de caminhões, e participar da FENATRAN  sem dúvida nenhuma é a melhor vitrine para se comunicar com este mercado mostrando lançamentos e as últimas tecnologias”.

Luis Chain
Gerente Executivo de Marketing e de Engenharia de Clientes

1. Qual sua visão sobre o setor no Brasil e quais suas perspectivas para 2009?


Mesmo  com  toda  crise  que  afetou  duramente o mercado de veículos comerciais  no  país,  a  Cummins,  segundo  dados divulgados pela Anfavea, obteve  excelentes  índices  de  participação  nas  vendas  no  mercado  de caminhões  no  primeiro  semestre,  tendo  um desempenho 8% melhor do que a média  deste  mercado, garantindo assim, a liderança do setor com uma fatia de 37% na produção do semestre.

2. Qual importância da FENATRAN  para a Indústria?


Sem dúvida nenhuma, a Fenatran é um dos maiores eventos deste setor da América Latina, o fato de reunir mais de 300 expositores comprava isto. Graças a Fenatran é possível se comunicar com este mercado mostrando os lançamentos e as ultimas tecnologias.


3. Por que a empresa decidiu participar da feira?


Além de expor seus mais recentes produtos e toda a sua tecnologia, a Cummins aproveita o evento para estreitar o relacionamento com seus clientes, frotistas e usuários finais.

4. Se puder quantificar, qual o resultado esperado com a participação na feira?


A Fenatran é uma excelente oportunidade para reforçar a vanguarda tecnológica da companhia e apresentar o que a Cummins tem de mais recente em sua ampla linha de produtos. Durante o evento, temos também a chance de reforçar os laços de parceria com nossos principais clientes. A área de distribuição, por exemplo, oferece peças e serviços, e o benefício na Fenatran, é imediato, como uma oportunidade de prospectar novos clientes.


5. Qual o diferencial de sua empresa?


A Cummins, maior fabricante independente de motores diesel do mundo e a única empresa a fornecer solução integrada que vai da admissão de ar até o sistema de exaustão, comemora 90 anos de fundação em 2009.
Além  disso,  a  empresa  também  ratifica  o  investimento de US$ 20 milhões  entre  2008  e 2009 para oferecer capacidade no desenvolvimento da linha de produtos que servirão o mercado a partir de 2012 e irão atender às leis  de  emissões conforme exigido pelo Proconve P7 (equivalente a Euro V) em diante.


6. Quais os novos produtos, serviços ou soluções que sua empresa irá apresentar na
FENATRAN 2009?


No  ano que a Cummins comemora 90 anos de fundação no mundo e 35 anos no Brasil,  a  empresa  será  mais  uma vez destaque durante a Fenatran 2009 e aproveitará  o  evento  para apresentar o novo motor ISF (versões 2.8 e 3.8 litros), soluções integradas voltadas para o mercado do transporte de carga e  de passageiros, além de ratificar a liberação do uso do Biodiesel B20 em seus motores.

PRODUTOS CUMMINS:

Produtos


www.fenatran.com.br/?utm_source=entrevista%2Beletronica&utm_medium=email&utm_campaign=empresa%2Bcontinental




CURTINHO, E MUITO INTERESSANTE, PRINCIPALMENTE O FINAL…

15 10 2009

Comentário de Max Gehringer na Rádio CBN. Falando sobre o mercado de trabalho.

‘Existem muitos gurus que sabem dar respostas criativas às grandes questões sobre o mercado de trabalho. Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:

Pergunto: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.

Segunda pergunta: O profissional do futuro será um individualista?
Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá lo a levantar-se.

Terceira pergunta: Que conselho o Sr dá aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.

Quarta pergunta: E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e perversos?
Reposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.

Última pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.

Belas e sábias respostas.
Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn.
Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais foram retiradas de um livro escrito há 2.300 anos: o ECLESIASTES.
Mas, se eu digo isso logo no começo, muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar lendo, pois se trata de um livro da Bíblia. Max Gheringer para a CBN’.

Equipe Rh Automotive





A EMPRESA RENAULT concede entrevista eletrônica à FENATRAN 2009.

8 10 2009

Renault

Segundo Christian Pouillaude o setor de transporte no Brasil é promissor e participar da FENATRAN para a Renault nada mais é que a oportunidade de conhecer e prospectar clientes vindos de todo Brasil e apresentando-lhes a nossa gama de veículos comerciais leves.

Christian

Christian Pouillaude
Vice-Presidente Comercial
Renault do Brasil

1. Qual sua visão sobre o setor no Brasil e quais suas perspectivas para 2009?
O setor de transporte no Brasil é promissor. Fatores como o atual vigor de nossa economia, a complexidade logística de nosso pais e o amadurecimento dos compradores desde segmento, fazem com que os consumidores locais sejam mais exigentes e tenham uma expectativa maior em relação aos produtos e serviços deste segmento.
Com as novas políticas de transportes para os grandes centros urbanos, que o Brasil começa adotar a exemplo do que já fazem outros paises, surgem novas oportunidades de negócios para as quais o setor estará muito voltado nos próximos anos.

2. Qual importância da FENATRAN para a Indústria? e Por que a empresa decidiu participar da feira?
A Fenatran é o evento de maior importância para o setor de transportes no Brasil. Além de trabalhar a fidelização dos atuais clientes da marca, a Renault, que tem os veículos comerciais em seu DNA, encontra na Fenatran a oportunidade de conhecer e prospectar clientes vindos de todo Brasil e apresentando-lhes a nossa gama de veículos comerciais leves.

3. Se puder quantificar, qual o resultado esperado com a participação na feira?
Nossa maior expectativa é criar uma maior proximidade do nosso cliente-alvo com a marca e apresentar ao público da Fenatran toda gama de produtos comerciais Renault, assim como nossas vantagens competitivas.

4. Qual o diferencial de sua empresa?
Um grande diferencial, exclusivo da Renault do Brasil, são os transformados com garantia de fabrica e faturados em apenas uma nota fiscal. Além de uma maior tranquilidade no pós-vendas, o resultado é uma maior facilidade no processo de compra e a redução da burocracia para o emplacamento e financiamento do veiculo.
Além disso, nossos produtos trazem na bagagem diferenciais como: robustez, qualidade, economia, modernidade e conforto. Além disto temos uma ampla rede de venda e de assistência técnica, incluindo o atendimento especializado a frotistas: o RENAULT EMPRESAS.

5. Quais os novos produtos, serviços ou soluções que sua empresa irá apresentar na FENATRAN 2009?
A Renault apresentará na Fenatran a NOVA MASTER e o KANGOO, além de várias opções de modelos transformados com
garantia de fábrica. A Fenatran também será palco para o lançamento do primeiro Curso de Direção Consciente para Veículos
Utilitário, uma iniciativa inédita no país, fruto da parceria entre a Renault e o Centro de Pilotagem Roberto Manzini.

www.fentran.com.br

Equipe Rh Automotive





Entrevista com Headhunter do setor automotivo

17 09 2009

Ola amigos e parceiros,

Segue uma entrevista realizada com um grande Headhunter do setor automotivo, João Alvarenga, hoje atuando na Roemer Huntingo do Brasil.

Rh Automotive – Fale um pouco sobre a sua trajetória profissional:
João Alvarenga – Iniciei minha carreira no final da década de 70. Meu primeiro emprego foi no Banco Noroeste, entrei como Axiliar Administrativo e um ano depois fui promovido a Caixa.
Como sempre, segui um planejamento pessoal de carreira, estava atento as oportunidades, e logo vi uma como Auditor da Deloitte, Haskin + Sells, onde ingressei como Assistente de Auditoria e sai como Semi Sênior de Consultoria de US Income Tax and Human Resources, 2 anos depois.
Sai desta empresa para ir para a Visteon, onde entrei como estagiário e 28 dias depois fui efetivado. Entrei no nível Junior e sai de lá como Sênior de RH. Após a Visteon fui para a NEC do Brasil, RH, onde fui Sênior de Remuneração. Após a NEC do Brasil,  fui então para a Sabroe do Brasil, hje Jhonson Controls, como coordenador de RH.
Depois desta empresa, prestei serviços autonômos de RH e traduções para as empresas Madeirit, FEVAP, FEVA, ATA e Metal Leve. Após este período de autonômo de 2 anos, ingressei como Gerente de Recursos Hamanos e Comercial, a nível gerencial. A empresa acabou sendo vendida após a morte de seu fundados, foi então que ingressei como Gerente de Recursos Hamanos da IFER, uma empresa nacional de grande porte com fábricas em SP, RJ, PR e AM. A seguir fui contratado como Gerente Corporativo do Grupo Federal-Mogul, com designação internacional em Gran Haven, Michigan e startup da fábrica de eixe de comandos em Araras. Após esta empresa, minha atual empresa é a Roemer Automotive Hunting do Brasil.

Rh – Há quanto tempo esta na Roemer Automotive Hunting do Brasil e qual a sua principal atividade?
Alvarenga – Ingressei no dia 26/09/2008, como Headhunter e minha principais atribuições vão do hunting e controle ao acompanhamento do processo seletivo de nossos clientes.

Rh – Como foi o mercado automotivo em 2008 e como está sendo em 2009?
Alvarenga – O ano de 2008 caracterizou-se pela impressão geral de que o Brasil resolveria problemas crônicos de pobreza através do pleno emprego. Entretanto, não por problemas de caixa ou contas internas, mas por contigências  do cenário macro econômico internacional, o pais sofre uma situação que não criou, uma vez que a maioria das empresas do setor automotivo do Brasil são multinacionais.
Após eu ingressar na Roemer, o mercado de vagas retroscedeu a ponto de a própria empresa ter que se ajustar ao cenário, realizando algumas dispensas. O primeiro semestre de 2009 manteve a situação do ultimo bimestre de 2008, ou seja, não foram geradas novas vagas por aumento do efetivo ou mesmo substituição.

Rh – Quais as suas projeções para o 2º semestre de 2009?
Alvarenga – A primeira semana de Agosto, houve uma grande reação do mercado automotivo, mostrando uma tendência ascendente, não tão forte  como no ínicio do ano de 2008, mas com vigor  suficiente  para entendermos que o pior ja passou. Chegaremos ao final de 2009  quase empatando com os números de 2008.

Rh – O que você poderia dizer para os profissionais que estão buscando sua recolocação no mercado?
Alvarenga – Eu vou dizer um clichet, mas que é a mais pura verdade desde quando iniciei minha carreira: Não há crise para um bom profissional, e ser bom profissional é conhecer muito bem o que faz, a empresa em que trabalha e seus pares e superiores. Buscar ser sempre o sangue novo da empresa, se reciclando e buscando entender o negócio da mesma, e como se tornar útil. Cada um deve dar um toque especial por onde ande, para que suas realizações possam ser facilmente identificadas. Se conseguir mostrar um pouco disto na entrevista, é meio caminho andado para um novo emprego.

Rh – Você conhece a Rh Automotive? Qual a sua opnião a respeito das atividades por eles?
Alvarenga – Eu conheço desde quando estava em processo embrionário. O Rh Automotive é fruto da visão do fundador do Grupo Roemer, Marcelo Roemer, que sempre está dando seus passos rumo ao pioneirismo. Hoje para o setor automotivo não tenho duvida de que o grupo tem seu expertise no setor automotivo, e desconheço algum grupo empresarial voltado somente ao setor automotivo e que usa de técnicas profissionais como Grupo Roemer.

Rh – Algum comentário que queira fazer para fecharmos a entrevista?
Alvarenga – Eu agradeço a oportunidade e desejo sucesso a esta atividade do Rh Automotive no LinkedIn, em seu blog (http://rhautomotive.wordpress.com) e em seus processos diários. Tenho conversado muito com os profissionais e sem duvidas o LinkedIn tornou-se uma das melhores ferramentas para profissionais, tanto informativamente  como fonte de recrutamento.

Esta foi a entrevista realizado com o Headhunter João Alvarenga, da Roemer Hunting do Brasil.
Vocês podem encontrá-lo no LinkedIn através do seguinte link http://www.linkedin.com/pub/b/196/b50
Skype: joaoalvarenga
E também no grupo da Roemer Hunting do Brasil no LinkedIn.

Grande abraço e espero que tenham gostado da entrevista.

Equipe Rh Automotive








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