Na hora de montar um currículo para a web, a ordem é sair do básico. Para conquistar o recrutador, vale abusar de palavras-chaves, apostar em ferramentas multimídia e até comprar links patrocinados.


Na hora de montar um currículo para a web, a ordem é sair do básico. Para conquistar o recrutador, vale abusar de palavras-chaves, apostar em ferramentas multimídia e até comprar links patrocinados.


De acordo com levantamento, 21% das empresas nacionais afirmaram que utilizam essa ferramenta no processo seletivo
Confira abaixo algumas ferramentas mais utilizadas no processo de seleção pelas empresas nas 12 localidades:
| Países | Redes sociais | Anúncios em jornais e revistas | Indicação |
| Áustria | 6% | 48% | 43% |
| Bélgica | 5% | 43% | 21% |
| Brasil | 21% | 29% | 60% |
| República Tcheca | 1% | 47% | 56% |
| Dubai | 6% | 54% | 27% |
| França | 12% | 28% | 20% |
| Alemanha | 12% | 45% | 41% |
| Irlanda | 6% | 42% | 41% |
| Itália | 13% | 27% | 37% |
| Luxemburgo | 6% | 63% | 11% |
| Espanha | 18% | 29% | 40% |
| Suíça | 9% | 54% | 40% |
| Holanda | 13% | 42% | 17% |
Frequentemente recebo perguntas do tipo: Se há oportunidades sobrando diante do aquecimento da economia, por que, então, não consigo emprego? A verdade é que hoje no Brasil existe mais emprego do que gente capacitada para ocupar as vagas que se abrem. O que não há é desemprego para aqueles que estão preparados para o mercado de trabalho. O que você deve fazer?
Algumas ações podem ser feitas, por exemplo, comece vendo o que você quer. Que tipo de trabalho você quer, onde você quer trabalhar, que lugar valorizaria suas habilidades, coisas assim. O próximo passo é descobrir onde estão as oportunidades que você está interessado em se candidatar, se em empresas privadas, se no Governo. Aí vem o terceiro passo, que é importantíssimo. Você precisa descobrir o que se está exigindo dos candidatos para conquistar uma vaga.
É um conjunto de requisitos, de competências e habilidades. Para isso é preciso que você faça uma análise profunda das suas credenciais, ou seja, daquilo que você sabe fazer. Procure ser sincero consigo mesmo. A partir dessa auto-avaliação, compare com tudo que você descobriu das empresas em que pretende trabalhar.
Certamente você vai dizer: “Ah, estou pronto, tudo que a empresa exige eu já tenho”. Nesse caso, é hora de bater à porta da empresa que você está de olho. Agora, há uma outra possibilidade, que não deve ser desprezada. Pode ser que faltem algumas ou todas as habilidades. Nesse caso, nós vamos para o próximo passo que é você adquirir essas competências. Aí sim você estará pronto para buscar a sua vaga. Ela está lá lhe esperando. Só me resta dizer: parabéns pelo seu sucesso!
Julio Sergio Cardozo é conferencista, consultor de empresas e professor livre-docente de controladoria & finanças. Leciona no Programa de Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ e em cursos de MBA como professor convidado em diversos programas no país. Contador e Administrador, obteve o título de livre-docência pela UERJ com a defesa da tese: “A Inadequação dos Pareceres de Auditoria”. Participou, como orientador, presidente ou membro, em mais 80 bancas examinadoras de dissertações de mestrado e teses de doutorado na UERJ, Fundação Getulio Vargas, IBMEC e Universidade de São Paulo – USP.
Articulista ativo, escreveu mais de uma centena de artigos publicados em jornais e revistas de grande circulação no Brasil e no exterior. Conferencista bem avaliado, proferiu mais de 80 palestras no Brasil e no exterior. Detentor do “Prêmio Conselho Federal de Contabilidade de Pesquisa Contábil”, da “Medalha do Mérito Contábil” concedida pelo CRC-ES e da medalha “Joaquim Monteiro de Carvalho” – Ordem do Mérito Contábil concedida pelo CRC-SP.
Autor dos livros: “Contabilidade Geral” – Editora Dimensão; “Relatórios e Pareceres de Auditoria” – Editora Atlas (obra única e de referência sobre o tema); “Você Não Tem de Ceder: A Trajetória de Força e Ética de um CEO no Brasil” – Editora Campus/Elsevier; e “O Melhor Vem Depois. Desvendando o Enigma da Longevidade” com coautoria de Andrea Giardino – Editora Saraiva
Foi sócio da Ernst & Young por mais de vinte anos ocupando posições de destaque tendo como principais clientes as Organizações Globo – TV, rádios, mídia impressa, NET – Grupo Peixoto de Castro, Coca-Cola, Generali do Brasil Seguros. Como Chairman & CEO da firma na América do Sul integrou as operações na região e expandiu os negócios a taxas muito superiores às da concorrência. Tornou-se membro do Board da Ernst & Young Americas com sede em Nova York.
Após a sua aposentadoria da Ernst & Young fundou a Julio Sergio Cardozo & Associados, empresa de consultoria em negócios com sede na cidade de São Paulo.
Ligações externas:
Twitter: www.twitter.com/juliocardozo
Site: http://www.cardozo-group.com
Fonte: http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=183274660&gid=2137436&type=member&item=28404034&articleURL=http%3A%2F%2Fwww.administradores.com.br%2Finforme-se%2Fartigos%2Fpor-que-voce-esta-desempregado%2F47508%2F&urlhash=tdic
publicado: terça 19 outubro 2010 por Alexandre em: Volkswagen

Segundo um depoimento dado pelo presidente da Volkswagen Thomas Schmall, sem muitos detalhes técnicos, a montadora alemã estaria investindo no segmento de carros de entrada, que teve um aumento de 7% para 15% no mercado, e que eles não iriam deixar de participar dessa demanda.
Existe um modelo que está nos planos da montadora, chamado apenas de “Projeto 00″ e que estaria sendo desenvolvido aqui no Brasil, juntamente com a Alemanha. O carro tem como público alvo as classes C e D, que estão em alta no país.
Ainda não se sabe ao certo que modelo será esse, podendo ou não ser algo novo no mercado. Acredita-se que Schmall esteja se referindo à nova versão do Lupo (antigo Up! que mudou de nome), que é o compacto que a Volkswagen trabalha há algum tempo, podendo também haver uma versão super simples, com um preço interessante. Vamos aguardar maiores detalhes.
Via | Blogauto
Fonte: http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=229751594&gid=2133072&type=news&item=229751594&articleURL=http%3A%2F%2Fwww.carangoblog.pop.com.br%2Fpost%2F5181%2Fvolkswagen-planeja-lancar-um-carro-mais-barato-que-o-gol&urlhash=QnXJ
Olá pessoal,
Ontem me desloquei de Sâo Paulo para São José dos Campos, para atender a empresa Mobiletron (chinesa), cliente nosso, atuante no mercado de aftermarketing com reposição de produtos da linha automotiva e para a linha de ferramentas.
Na volta do percurso, entrando em São Paulo pela Ayrton Sena, notei a abertura de uma concessionária da Chery, achei interessante, mas como ainda a empresa está se instalando no país, não dei muita atenção.
No caminho de volta pela Marginal localizei outra concessionária sendo aberto.
Na Av. Luis Drumond Villares, na Zona Norte de Sâo Paulo (tipica avenida com baladas e bares) encontrei a 3ª concessionária sendo montada.
Fiquei bem surpreso com a força que Chery está entrando no Brasil.
Pelo que vi do processo de inserção das concessionárias, o lançamento delas será para hoje ou no mais tardar para o final de semana.
Além da Chery, outras 2 montadoras provavelmente entrarão no mercado brasileiro entre o final de 2010 e inicio de 2011.
Como ficará o comportamento das grandes montadoras, ja presentes aqui no Brasil a mais de 10 anos?
Os preços se manterão?
Serão reduzidos?
Os produtos da Chery e das outras montadoras que irão entrar em nosso mercado, terão a confiança e credibilidade para a realização da compra?
O preço é realmente o motivador das aquisições automotivas?
Ou será que estas montadoras irão abocanhar apenas as faixas C, D e E?
Qual a visão de vocês sobre este novo player que está se inserindo em nosso país?
Além de todo esse processo de instalação, a Chery tem aberto inúmeras oportunidades, devido ao desenvolvimento de sua nova fábrica em Jacareí.
Estamos acompanhando de perto a abertura dessas vagas e trabalhando em parceria com alguns amigos e parceiros nossos para fecharmos estas posições.
Qual será o cenária de 2011 para a industria automotiva, principalmente para as montadoras?
Aguardo seus comentários.
Jefferson Ricardo
Rh Automotive
jefferson@rhautomotive.com.br
(11) 2384-1036
www.rhautomotive.com.br

Portal EXAME -
A vitrine de uma loja é o principal artifício para chamar atenção dos clientes para os produtos. Todo mundo olha o que a loja oferece e até quem não pensava em comprar pode mudar de ideia se o produto for de qualidade. Com a internet não é diferente. Principalmente para quem deseja encontrar uma oportunidade de emprego. Com a proliferação de sites especializados em carreira e redes sociais, é possível fazer da web uma vitrine. E acredite: os recrutadores estão de olho.
Segundo as principais consultorias de recursos humanos ouvidas pelo Portal EXAME, a internet se tornou uma das principais fontes de busca por profissionais e de divulgação de vagas de emprego. “Ela democratiza o acesso às vagas. Todo recrutador profissional vai pesquisar na internet e nas redes sociais. É uma forma eficiente de aumentar o leque de opções”, diz Willian Bull, consultor sênior de capital humano da consultoria de recursos humanos Mercer.
Em pesquisa recente, o Ibope Nielsen Online constatou que os brasileiros passam em média 26 horas online por mês - e boa parte desse tempo usado na busca de um emprego. Os sites enquadrados na categoria “carreira” tiveram 5,1 milhões de usuários únicos em dezembro, o equivalente a 20% dos internautas residenciais do país. Hoje há cerca de 100 sites de carreira, envio de currículos ou concursos públicos, além de redes sociais especializadas em emprego.
A internet, no entanto, não substitui tradicionais etapas até a contratação como entrevistas com headhunters, RH de empresas e com o empregador direto, a quem cabe a decisão final. Mas é uma grande vitrine para mostrar suas competências profissionais. Veja a seguir como usar a internet para encontrar oportunidades de emprego.
Redes sociais
Se engana quem pensa que as redes sociais servem apenas para o lazer. O fato de poder formar uma rede de contatos fez com que o uso de ferramentas como Orkut e Facebook, por exemplo, se tornassem um meio de buscar emprego e se mostrar disponível às novas oportunidades. No Orkut, a rede de relacionamentos mais popular no país, há 996 comunidades com a palavra “emprego”. Elas oferecem vagas com carteira assinada, trabalhos temporários, estágios e programas de trainee nas mais diversas áreas e regiões do país. A comunidade “Empregos em São Paulo”, por exemplo, conta com quase 10.000 membros.
Recentemente, o serviço de microblogs Twitter vem ganhando a atenção dos usuários. Ele é a rede que mais cresce em todo o mundo. Lançado em 2004, o Twitter registrou 19,1 milhões de usuários em março, segundo a comScore, empresa de medição de audiência na internet, um aumento de 194% em relação a fevereiro. É claro que uma rede tão grande se torna um bom lugar para a divulgação de vagas. Pensando nisso, o foi inaugurado o serviço Twitter Jobs, que compila vagas de diversas áreas postadas na rede.
Mas há também perfis criados especificamente para isso. É o caso de Trampos, criado em maio de 2008, pelo webdesginer Tiago Yonamine, destinado principalmente à profissionais que trabalham com internet. Desde então foram postadas 280 vagas e cerca de 50 pessoas foram contratadas. Entre elas está a designer industrial Vanessa Marques. A paulistana de 29 anos trabalha como arquiteta de informação da agência de publicidade Almap BBDO há oito meses. Ela decidiu procurar uma nova oportunidade quando soube que a produtora onde trabalhava iria fechar. “Consegui cinco entrevistas em um mês. Foi a primeira vez que procurei emprego na internet”, conta ela que também ficava de olho nas oportunidades do portal Click Jobs, especializado em vagas para a internet.
Sem dúvida a rede social que mais se destaca na busca por empregos e formação de contatos é o LinkedIn. Criado em 2003 pelo empresário americano Reid Hoffman (leia entrevista aqui), o site conta hoje com 41 milhões de usuários – 500 mil deles só no Brasil, o que faz o país figurar na lista dos dez maiores em número de cadastrados. Gratuitamente, profissionais de qualquer área e escolaridade podem se cadastrar e participar de grupos de empregos. Mesmo com essa democracia, o LinkedIn se tornou referência para headhunters em busca de profissionais qualificados. E tem se mostrado eficaz.
É o caso da analista de TI Solange Oliveira, de 40 anos. Há três anos quando ela criou um perfil no LinkedIn, seu objetivo inicial era outro. “Queria apenas manter contato com as pessoas que trabalharam comigo. Não acreditava que poderia conseguir um emprego”, diz ela. A rede de contatos – uma das bases do site – ajudou Solange. Depois de deixar o cargo de gerente de TI, ela avisou em seu perfil que buscava novas oportunidades. No mesmo dia, recebeu o contato do diretor de uma empresa de materiais esportivos para saber se ela gostaria de participar de um novo projeto. O diretor da empresa é amigo de um ex-colega de trabalho de Solange, que a recomendou para a vaga. “Nós marcamos uma conversa pelo Skype e depois de três semanas fechamos o contrato quando ele veio participar de um evento em São Paulo”, conta ela que hoje ganha o dobro do salário anterior como diretora de e-commerce. O projeto, ainda sigiloso, vai construir uma rede de e-commerce para a empresa. Agora, ela também está contratando novos profissionais para sua equipe via LinkedIn.
QI com recompensa
Uma das formas mais comuns encontradas por consultores de recursos humanos para encontrar candidatos é a indicação. Pensando nisso, dois novos sites apostam na figura do indicador para encurtar o tempo do processo de seleção, baseados no site inglês Zubka. Em março deste ano, a empresa de RH Allis, uma das maiores do Brasil, lançou o Indica, um site de hunting online.
O Indica é procurado por empresas para divulgar oportunidades de emprego. Qualquer um pode indicar profissionais que atendam aos requisitos das vagas divulgadas no site. A empresa faz então uma triagem dos melhores candidatos e envia para as empresas. Se alguém da lista for contratado, o Indica recebe uma comissão de 60% do salário mensal do novo funcionário. Já a pessoa que fez a indicação pelo site recebe uma comissão de 300 a 2.500 reais.
“A ideia é que em dois ou três dias você tenha uma lista de candidatos para uma vaga, enquanto um processo de seleção normal, sem o uso de internet, mas através de headhunters, leva cerca de duas semanas”, explica o criador do site Dan Turkieniez. Segundo ele, o serviço é particularmente interessante para empregos com salários de 2.000 a 15.000 reais, um nicho ainda pouco atendido por headhunters e consultorias de RH.
A base atual do site tem 5.000 indicadores e cem empresas cadastradas – entre elas, a Natura e a Odebrecht. Para evitar indicações aleatórias de candidatos, apenas visando a recompensa, o número do CPF é pedido na hora do registro, e um ranking de indicadores é feito regularmente. “Quem abusar, fica bloqueado no sistema”, diz Dan.
O Indica foi inaugurado recentemente, mas já possui concorrentes. O engenheiro Helder Santos e a consultora de recursos humanos Fran Winandy criaram em novembro de 2008 o Alludere. A ideia do site é focar também nos indicadores. Neles e nas empresas apenas. A empresa anuncia suas vagas e o site dispara alertas para sua rede de 1 000 indicadores que enviam currículos de candidatos à Alludere. Lá é feita uma triagem dos candidatos e os mais qualificados são encaminhados para a próxima etapa do processo.
“Como ainda somos um serviço recente, as empresas ainda mantém paralelamente seus próprios métodos de seleção, seja por headhunters ou internamente”, explica Fran. Caso um candidato seja contratado pela empresa, o indicador recebe 50% dos honorários pagos a Alludere. “Nosso preço varia de 8% a 11% do salário anual. A ideia é ter o valor menor que um headhunter, que cobra de 15% a 22%”, diz Fran.
Há quase dois meses, a publicitária Flávia Favaro Moreno, de 33 anos, foi contratada como gerente de comunicação corporativa da Eurofarma num processo que durou apenas dez dias. A indicação foi da administradora Christine Gautier, da Bebop Consulting, com quem a Alludere já havia entrado em contato para fazer parte do banco de indicadores. “Depois da entrevista com a Christine passei por mais duas etapas: entrevista no RH da empresa e com a diretora da minha área”, conta Flávia.
Cadastre seu currículo
Uma das dicas dos profissionais de recursos humanos é para que os candidatos se cadastrem na página do trabalhe conosco. “É o primeiro lugar que as empresas olham quando precisam de alguém”, diz Jairo Okret, sócio-diretor da Korn/Ferry, responsável pela área de TI para busca de profissionais. Para a consultora Jacqueline Resch, da Resch Recursos Humanos, os candidatos não apenas cadastrar, mas sempre atualizar seus currículos em sites de empresas.
Tradicionais e eficazes também são os sites que funcionam como banco de currículos. Um exemplo é o americano Monster, um dos maiores do mundo, com 80 milhões de cadastrados. Criado em 1994, o site só chegou ao Brasil há dois anos. A versão nacional ainda é pequena, mas vem apresentando um forte ritmo de crescimento. Em janeiro de 2008 havia 20 000 usuários. Um ano depois o número saltou para 180 000, com a maioria das vagas para ensino superior, com foco em nas áreas de vendas, marketing, finanças, TI, telecom, administrativo e engenharia. O usuário se cadastra no banco de dados gratuitamente.
Criado em 1996, o Catho é um dos mais populares sites de emprego do país. O site é indicado principalmente para profissionais com salários de até 5.000 reais. Hoje, ele conta com uma base de 1,9 milhão de inscritos – sendo 200 mil ativos, que concorrem a milhares de vagas em diversas áreas. Em média, o site diz que ajuda na contratação de 7.000 pessoas por mês.
O analista contábil Eber do Vale, de 38 anos, conseguiu pela segunda vez um emprego pelo site Catho. Em dezembro do ano passado, ele resolveu fazer o teste de uma semana gratuita oferecida pela empresa. No mês seguinte, o RH de uma consultoria entrou em contato com ele e, depois de uma bateria de testes, conseguiu a vaga. No entanto, o emprego não era o que Eber estava esperando. Novamente ele decidiu utilizar o Catho, dessa vez pelo plano mensal que saiu por 59 reais. Na semana seguinte foi contatado por outra empresa, onde trabalha desde abril.
Para atender à população com menos escolaridade, o governo do Estado de São Paulo encontrou na internet uma forma de organizar as vagas disponíveis. Lançado em novembro de 2008, o site Emprega São Paulo reúne atualmente 501.000 vagas nas mais diversas áreas. Desde sua criação as mais oferecidas foram faxineiro, vendedor, operador de telemarketing entre outras. O resultado é positivo. Até agora 6.000 pessoas foram contratadas.
| Como aparecer na internet |
| - Cadastre-se no canal “Trabalhe Conosco” das empresas que você tem interesse. É o primeiro lugar onde as empresas buscam novos profissionais. |
| - Mantenha seu currículo atualizado em sites de recrutamento e consultorias de RH. |
| - Nas redes sociais, faça networking com pessoas da área que você atua. Mostre-se disponível a novas oportunidades, mas tome cuidado com a exposição excessiva. |
| - Manter um blog sobre o assunto que você domina é um jeito de divulgar seu trabalho. |
| Fontes: consultores e headhunters
Fonte: http://portalexame.abril.com.br/carreira/como-usar-internet-obter-emprego-473516.html
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15 de OUTUBRO de 2010
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Modelo
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Chassi
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307 Coupé Cabriolet - 2007 e 2008
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inicial 7S009244 chassi final 8S011331
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307 Station Wagon, modelos - 2007 e 2008
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inicial 7S009634 chassi final 8S011440
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307 Sedan - 2008 e 2009
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inicial 7S009634 chassi final 8S011440
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307 Hatchback
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inicial 8G076137 chassi final 9G036907
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O que diz a lei
A comunicação é um dos maiores problemas entre chefes e subordinados. E a principal reclamação das equipes é: os líderes não transmitem para seus superiores as informações como deveriam. Ou seja, tudo que diz respeito ao desempenho das pessoas nas relações subordinado/chefe, diretor/presidente não flui.
Resultado: muitos profissionais perdem a motivação, não cumprem as metas e passam o tempo tentando arrumar um novo emprego. Precisamos atentar para um fato da natureza humana, que se chama filtrar as informações, tornar as informações convenientes. Por que isso ocorre? Porque o chefe pode ser mau caráter, incompetente ou inseguro e está protegendo o seu próprio cargo.
O mau caráter, como sabemos, tem uma índole do mal. Não quer ajudar os demais e acha que sozinho vai conseguir vencer, o que é um absurdo. Se possível ficaria com o bônus só para ele.
O incompetente não quer expor suas deficiências, porque, ao elogiar o comportamento do subordinado, seu superior hierárquico pode pensar que o bom é o subordinado e não ele.
O inseguro em muito se assemelha com o incompetente. Não confia nos demais e sempre se sente ameaçado. Acha que o subordinado pode se destacar mais e, portanto, impede que os demais brilhem. Na luta pela sobrevivência, só quem pode ficar na vitrine é ele e ponto final.
Lidar com eles não é tarefa fácil!
Se você é vítima de um mau caráter, a única saída é arriscar um contato com o superior dele e tentar mostrar o quanto sua liderança atrapalha o desempenho da equipe. Ou quem sabe, a solução seja mudar de empresa. Agora, se seu chefe é inseguro ou incompetente torne-se um aliado dele. Mostre que você não está ali para competir, que seu sucesso vai ajuda-lo a ter sucesso.
Julio Sergio Cardozo é conferencista, consultor de empresas e professor livre-docente de controladoria & finanças. Leciona no Programa de Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ e em cursos de MBA como professor convidado em diversos programas no país. Contador e Administrador, obteve o título de livre-docência pela UERJ com a defesa da tese: “A Inadequação dos Pareceres de Auditoria”. Participou, como orientador, presidente ou membro, em mais 80 bancas examinadoras de dissertações de mestrado e teses de doutorado na UERJ, Fundação Getulio Vargas, IBMEC e Universidade de São Paulo – USP.
Articulista ativo, escreveu mais de uma centena de artigos publicados em jornais e revistas de grande circulação no Brasil e no exterior. Conferencista bem avaliado, proferiu mais de 80 palestras no Brasil e no exterior. Detentor do “Prêmio Conselho Federal de Contabilidade de Pesquisa Contábil”, da “Medalha do Mérito Contábil” concedida pelo CRC-ES e da medalha “Joaquim Monteiro de Carvalho” – Ordem do Mérito Contábil concedida pelo CRC-SP.
Autor dos livros: “Contabilidade Geral” – Editora Dimensão; “Relatórios e Pareceres de Auditoria” – Editora Atlas (obra única e de referência sobre o tema); “Você Não Tem de Ceder: A Trajetória de Força e Ética de um CEO no Brasil” – Editora Campus/Elsevier; e “O Melhor Vem Depois. Desvendando o Enigma da Longevidade” com coautoria de Andrea Giardino – Editora Saraiva
Foi sócio da Ernst & Young por mais de vinte anos ocupando posições de destaque tendo como principais clientes as Organizações Globo – TV, rádios, mídia impressa, NET – Grupo Peixoto de Castro, Coca-Cola, Generali do Brasil Seguros. Como Chairman & CEO da firma na América do Sul integrou as operações na região e expandiu os negócios a taxas muito superiores às da concorrência. Tornou-se membro do Board da Ernst & Young Americas com sede em Nova York.
Após a sua aposentadoria da Ernst & Young fundou a Julio Sergio Cardozo & Associados, empresa de consultoria em negócios com sede na cidade de São Paulo.
Ligações externas:
Twitter: www.twitter.com/juliocardozo
Site: http://www.cardozo-group.com
Fonte: http://www.linkedin.com/share?viewLink=&sid=s139741591&url=http%3A%2F%2Flnkd.in%2FmR62hY&urlhash=il7E&uid=5397332543294930944&trk=NUS_UNIU_SHARE-title&goback=.gdr_1286825084041_1.anb_44922_*2
Milene Rios Do G1, em São Paulo

Enfim, o Gol parece ter ganhado um rival à altura. O novo Fiat Uno, lançado em maio, está ‘apertando’ o carro mais vendido do país há 23 anos. Na primeira quinzena de setembro, a diferença de vendas entre os dois modelos é de um pouco mais de 200 unidades. Para se ter uma ideia, são comercializadas, em média, 750 unidades de cada um dos hatches por dia, ou seja, bastam poucas horas de vendas para este cenário mudar.
Para voltar a respirar aliviada, a primeira resposta da Volkswagen é a reedição de uma receita que já deu certo no passado: o Gol Rallye. O carro com perfil off-road nasceu em 2004 e em dois anos chegou a 13 mil unidades. Em 2007, a série voltou para completar a gama da quarta geração, mas foi limitada a três mil modelos. Desta vez, a marca alemã diz que é o consumidor quem vai ditar a quantidade que será produzida e o tempo de mercado da nova versão que, segundo estimativa da fabricante, deve representar 5% das vendas totais do Novo Gol.
À frente do Gol Rallye está o Renault Sandero Stepway, que ‘nasceu’ em 2008, e a versão ‘aventureira light’ do Uno, a Way, que de acordo com a Fiat representa 23% do mix de vendas do modelo, mesmo com o valor ‘salgado’. O Uno, com motor 1.4, parte de R$ 32.480 e chega a R$ 36.321 na configuração semelhante ao do Gol, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria.
A partir de R$ 40.370, o Rallye, oferecido apenas com propulsor 1.6, traz de extra no pacote de série sensor de estacionamento, regulagem de altura e profundidade do volante e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de opcionais do modelo da Fiat. Com ar-condicionado, o preço do novo compacto da marca italiana sobe para R$ 38.518 e o da série da Volks chega a R$ 43.030, na versão manual e R$ 45.690 com a transmissão automatizada (I-Motion), o mesmo valor cobrado pelo Sandero Stepway, oferecido apenas na versão 1.6 manual, que tem com diferenciais rodas de 16 polegadas, pneus de uso misto, barra de teto e estribos laterais.
Nova suspensão e pneus deixam o hatch um pouco mais rígido ao dirigir (Foto: Divulgação)
Gol Rallye (Foto: Divulgação)A esportividade também está presente na cabine. O revestimento interno do teto e das colunas é em tom preto, os assentos e as portas receberam novo tecido, o painel ganhou pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos trazem iluminação com LEDs. A inscrição da versão aparece na manopla do câmbio e na parte superior dos bancos. Para os passageiros da fileira de trás a novidade são luzes de leitura individuais.
Na carroceria, a série é caracterizada pelos adesivos na parte inferior da lateral, grade preta com o nome da versão em uma faixa prata, como adotado no Saveiro Cross, para-choque com faróis de neblina integrados, aerofólio traseiro, ponteira do escapamento cromada e lanternas escurecidas. Outra novidade é a cor amarelo que a fabricante apelidou de Solaris, uma das cinco opções disponíveis.
Gol Rallye (Foto: Divulgação)Na disputa entre o Gol Rallye e o Uno Way não está em jogo apenas o título de carro mais vendido do Brasil, mas também de marca líder do segmento de ‘aventureiros leves’ que, segundo a Volkswagen, cresceu 463% de 2005 a 2009. Apesar de a Fiat ser a pioneira desse mercado, com o lançamento do Palio Adventure em 1999, é a Volkswagen que lidera a fatia com o CrossFox. O modelo off-road fechou 2009 com cerca de 26% de participação nesse mercado e uma média de 110 mil unidades vendidas por ano, o que corresponde a 30% do total de vendas do hatch.
Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/09/primeiras-impressoes-volkswagen-gol-rallye.html
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