Desemprego sobe para 7,5% em maio, diz IBGE

24 06 2010

Mesmo com o aumento, essa é a menor taxa para maio, desde 2002.
Em abril, o índice havia sido de 7,3%.

A taxa de desemprego subiu para 7,5% em maio deste ano, conforme informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (24). Em abril, a taxa havia sido de 7,3%.

Em relação a maio do ano passado, o índice recuou 1,3 ponto percentual, atingindo seu menor nível, para o mês de maio, desde o início da nova série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), em março de 2002, segundo o instituto.

Rendimento

Em maio, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.417,30) caiu 0,9% em relação ao de abril (R$ 1.430,03). Já diante de maio do ano passado (R$ 1.383,36), o salário médio mensal subiu 2,5%.

O rendimento domiciliar per capita (R$ 925,37) teve queda de 1% em relação a abril. No entanto, registrou ganho de 2,7% diante de maio de 2009.

Contingente

A quantidade de desocupados em maio – 1,8 milhão de pessoas – não teve variação significativa sobre abril, segundo o IBGE, mas apresentou queda de 13,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

A população considerada ocupada (com carteira assinada ou não) – 21,9 milhões de pessoas – também ficou estável diante de abril. Já em relação a maio do ano passado, o número aumentou 4,3%. Foram criados 894 mil postos de trabalho no período de um ano, de acordo com o IBGE.

A quantidade de trabalhadores com carteira assinada, o equivalente a 10,1 milhões de pessoas, não variou em maio, em comparação a abril, mas aumentou 7,4% sobre maio do ano passado, com mais 698 mil novas vagas.

Nas regiões

Considerando as regiões do país, as taxas de desemprego não apresentaram variações significativas em relação a abril. Já diante de maio do ano passado, a pesquisa registrou queda de 2,4 pontos percentuais na região metropolitana de São Paulo, 1,1 ponto percentual em Porto Alegre e 0,9 ponto percentual em Belo Horizonte.

A população desocupada também não apresentou variação mensal em nenhuma das áreas analisadas, porém, quando comparada com a de maio de 2009, registrou redução de 23,8% em São Paulo e 15,7% em Porto Alegre.

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/06/desemprego-sobe-para-75-em-maio-diz-ibge.html





Entenda as causas do medo de dirigir e saiba como superá-lo

15 06 2010

Pânico ao volante pode virar doença se não for enfrentado.
Sensação de independência é um dos motivos que assustam.

Priscila Dal Poggetto
Do G1, em São Paulo

Se você perguntar a um amigo, parente ou conhecido, certamente perceberá que poucas fobias são tão comuns nos dias de hoje quanto o medo de dirigir. Não é raro encontrar um motorista habilitado que usa a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) apenas como documento de identidade ou CPF. Dirigir? Nem pensar. E os sintomas mais comuns desse pânico são pernas bambas, suor excessivo e mãos trêmulas – reações semelhantes a de qualquer situação de extremo estresse ou medo intenso.

Vanessa parou de dirigir há oito anos, mas agora pensa em  encarar a autoescola novamenteVanessa parou de dirigir há oito anos, mas agora pensa em encarar a autoescola novamente. (Foto: Raul Zito/G1)

De acordo com a psicóloga Regiane Garcia Rodrigues, a ciência define a aversão ao volante de duas formas. Uma delas é a insegurança causada diante da sensação de independência ao conduzir um automóvel. A outra é a consequência de um trauma, especialmente decorrente de algum acidente de trânsito gravado na memória.

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“A gente faz uma análise simbólica. O medo de dirigir é, na verdade, o medo da própria vida”, considera Regiane. Segundo a especialista, tanto homens quanto mulheres podem manifestar medos à direção. No entanto, são as mulheres que mais sofrem desse tipo de pavor. “Se for analisar pelo universo feminino, além da insegurança, ela não é tão interessada por carros quanto os homens, apesar de hoje isso ter mudado bastante”, observa.

O casamento também pode influenciar o medo de dirigir por parte do público feminino.

O casamento, de acordo com a psicóloga, também pode influenciar o medo de dirigir por parte do público feminino. “Há muitas mulheres casadas que o marido quer comprar o carro, mas elas não aceitam por não conseguir dirigir. No fundo, ela não dirige porque o marido a leva para os lugares, vai buscar e, assim, está sempre por perto. Nesse caso, a mulher tem receio de que o marido se distancie dela”, ressalta Regiane.

A instrutora de autoescola Cintia Guilhen, que oferece aulas particulares para pessoas com o pânico, conta que já teve aluna que pediu o divórcio depois que superou o medo e começou a dirigir. “Essa pessoa fez dez aulas. Passado um mês, ela parou na minha frente com um carrão para contar que não tinha mais pânico, e que foi para o Paraná dirigindo. Até se separou do marido”, relembra.

Traumas
Sobre o medo causado por traumas, a psicóloga afirma que são casos mais raros. A estudante de Direito Vanessa Vilches Gomes da Fonseca tem 29 anos e há oito parou de dirigir depois de quase sofrer um acidente. “Estava numa lotação que perdeu o freio. Isso aconteceu logo depois que eu tirei a carta e fiquei com muito medo de velocidade depois de um tempo”, conta Vanessa.

Ela chegou a comprar um carro, mesmo assim, não conseguiu dirigir. “Acabei vendendo. Eu começo a passar mal, suo muito. Tenho medo de passar ao lado dos carros ou de machucar alguém”, afirma. Vanessa, que conseguiu tirar tranquilamente a CNH, agora pensa em voltar às aulas na autoescola. “Vou aproveitar as férias na faculdade.”

Quando o medo vira doença
Pânico é como a microempresária Elisabete Mantuan, de 54 anos, define o que sente ao entrar em um carro. Desde a adolescência ela se sente insegura, mesmo como passageira. “Já tenho pavor de andar com alguém dirigindo, sinto muita insegurança. Qualquer encostadinha, fico apavorada, suada”, conta.

O problema do medo é quando ele te paralisa, aí ele se torna patológico”
Regiane Garcia, psicóloga

A microempresária nunca sofreu acidente de carro. Mesmo assim, sofre a cada manobra que o marido faz. “Sou casada há 30 anos e toda vez que saímos fico apavorada. Parece que eu estou ali, dirigindo.”

Na tentativa de enfrentar o medo, ela tentou tirar a carteira de motorista. “Quando tentei, nas aulas, eu tirava a mão do volante e colocava na cabeça. Aí desisti, pelo meu próprio bem e dos outros”, desabafa. Depois da tentativa frustrada, Elisabete desistiu. “Fiquei acomodada. Minha filha até tentou me animar. Agora, que estou mais velha, sinto falta de poder dirigir por depender muito dos outros, mas não tenho coragem”, diz a microempresária.

A psicóloga Regiane Garcia alerta que quando o medo paralisa a pessoa a ponto de não conseguir enfrentá-lo, é preciso tratá-lo. “O problema do medo é quando ele te paralisa, aí ele se torna patológico”, afirma Regiane. “Tive pacientes que mesmo com medo metiam a cara e iam dirigir, neste caso o medo não é patológico”, explica.

Regiane ressalta que o medo de dirigir pode esconder outras inseguranças. Por causa disso, a dificuldade para superar o problema é ainda maior.

Autoescola
Autoescola especializada está entre as opções
(Foto: Reprodução/TV Globo)

O que fazer
O primeiro passo para superar o pânico é acreditar em você mesmo. O conselho dado pelas especialistas pode parecer óbvio mas, na prática, a tarefa é difícil. Por esse motivo, terapia e aulas especiais são saídas para quem sofre ao pensar em dirigir.

“Hoje existem autoescolas que têm instrutor especializado em ajudar quem tem medo de dirigir. Vale a pena a pessoa fazer, mesmo aquelas que já tenham a habilitação”, recomenda Regiane. “A terapia pode ser uma saída se esse medo vier junto de outros medos. Pode até ser uma terapia breve, focada neste problema, mas vai abordar outros medos que podem paralisar a vida da pessoa”, explica.

Cintia Guilhen afirma que nada melhor do que uma boa conversa com o aluno. Em cada aula, de 50 minutos de duração, ela procura entender qual é o problema da pessoa e trabalha com foco nele. “Procuro motivar bastante, fazer a pessoa acreditar que ela pode”, diz. “A confiança em si mesmo você conquista no dia a dia”, afirma a instrutora.

Já para aqueles que na hora do exame prático sofrem com o frio na barriga, as especialistas recomendam respirar profundamente por três vezes — o exercício ajuda a diminuir a ansiedade em qualquer tipo de prova. E se a presença do avaliador intimidar imagine que no lugar dele está sentado um amigo. “Falo para os meus alunos, ‘pensa que sou eu lá. Imagine uma peruca loira na cabeça dele’.”

Superação
Muita insistência foi o que levou a professora Gloria Rita de Andrade, de 52 anos, a conquistar o volante. Ela tirou a carta de motorista, mas ficou muitos anos sem dirigir. Assim veio o medo. “Meu marido não deixava eu dirigir o carro dele, dizia que preferia pagar um táxi a pagar as batidas”, relembra Gloria. Apesar da postura do marido, foi a falta de incentivo que a fez superar a dificuldade. “Quando ele falou isso pensei: vou comprar um carro e ninguém vai poder falar nada”, comenta Gloria.

Pensei, quer saber de uma coisa, vou pegar o carro neste fim de semana sozinha”
Gloria de Andrade

Em 2006, após mais de vinte anos sem dirigir, ela adquiriu o tão sonhado veículo. “Comprei, e aí? O que eu ia fazer? Então entrei numa autoescola especializada em pessoa com medo de dirigir”, diz a professora. Dez aulas não foram suficientes e Gloria foi para uma autoescola comum. Também não resolveu.

Então, decidiu voltar para a autoescola especializada. Parou no meio do curso, ao se desentender com o instrutor. “Ele me levou para uma estrada em Itapecerica (São Paulo). Na hora, fiquei assustada com a ladeira. Ele que não devia estar em um dia bom, brigou comigo. Disse que eu tinha medo de tudo”, relembra rindo.

Mais uma vez sem incentivo, ela decidiu perder o medo sozinha. “Pensei, quer saber de uma coisa, vou pegar o carro neste fim de semana sozinha”, conta Gloria, que foi com o automóvel até a escola onde dá aula, para treinar. “Só pedi para o meu filho tirar o carro da garagem e deixar em um lugar fácil para sair.”

“Foi quando eu descobri que era melhor dirigir sozinha, porque se eu errasse ninguém iria ver”, concluiu. No começo, Gloria ainda tinha dificuldades, mas aos poucos se acalmou, domou os pensamentos e, finalmente, passou a dirigir sem medo. “Agora tive de vender o carro, mas não faz mal, depois compro outro. O pior já passou.”

http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/05/entenda-causas-do-medo-de-dirigir-e-saiba-como-supera-lo.html





14 06 2010

Uma pequena distração, para começarmos bem a semana!






GM inicia expansão na fábrica de Gravataí

11 06 2010

A General Motors do Brasil iniciou formalmente nesta quarta-feira, 9, as obras de expansão do Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag), no Rio Grande do Sul. A ampliação (segunda desde que a fábrica foi inaugurada, em julho de 2000) permitirá o aumento de 65% da atual capacidade instalada da unidade, de 230 mil para 380 mil veículos por ano.

O projeto de ampliação contempla investimentos da ordem de R$ 2 bilhões, sendo R$ 1,4 bilhão para adequação e modernização da linha de montagem da unidade gaúcha, para produção de dois novos modelos integrantes da família de veículos Onix, destinados ao mercado brasileiro e, eventualmente, à exportação.

Os demais R$ 600 milhões serão investidos em outras operações da GM no Brasil, em São Caetano do Sul, nos centros de design e engenharia – incluindo laboratórios e o Campo de Provas – e no desenvolvimento dos novos modelos a serem produzidos em Gravataí, programados para chegar ao mercado a partir de 2012.

Os R$ 2 bilhões referentes ao projeto Onix estão inserido em um pacote de pouco mais de R$ 5 bilhões que a empresa está investindo desde 2008, o que permitirá a renovação total de sua linha de veículos Chevrolet até 2012. Os recursos também têm como destino a modernização das fábricas e o aumento da capacidade produtiva, além da nacionalização de peças com fornecedores brasileiros.

Resumo dos investimentos da GM

•R$ 1,4 bilhão – expansão da fábrica em Gravataí.
•R$ 600 milhões – desenvolvimento da nova família Onix de veículos no Centro Tecnológico de São Caetano do Sul e no Campo de Provas de Indaiatuba.
•R$ 170 milhões – duplicação e modernização do Centro Tecnológico de Engenharia e Design em São Caetano do Sul e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, incluindo a construção de novos laboratórios e pistas de testes.
•R$ 2,05 bilhões – modernização da fábrica de São Caetano do Sul e adequação à produção de novos modelos.
•R$ 50 milhões – modernização e ampliação da fábrica de Mogi das Cruzes.
•R$ 800 milhões – desenvolvimento e produção de dois novos veículos no Complexo de São José dos Campos.

Fontes: Agência Estado e General Motors.

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=7067





Mercedes fará caminhão de luxo no País

11 06 2010












A Mercedes-Benz vai produzir na fábrica de Juiz de Fora (MG) o Actros, caminhão top de linha da marca. Com diversos itens tecnológicos, o veículo é comparado aos automóveis Classe S, os mais luxuosos da fabricante alemã, com preços na casa dos R$ 500 mil. A produção local começará em 2011.

O aval da matriz para a produção local chega no mesmo mês em que a montadora iniciou a importação do extrapesado Actros na versão rodoviária. O modelo trazido da Alemanha está sendo oferecido por cerca de R$ 440 mil na versão mais equipada e já tem seis encomendas de uma empresa gaúcha. A empresa não divulgou se a produção local vai baratear o custo.

Entre os itens de conforto, segurança e desempenho, alguns deles inéditos no segmento de caminhões, estão o radar de distância, que identifica a velocidade do veículo à frente e mantém distância segura, além de detectar situações de frenagens bruscas e ativar os freios por conta própria, caso o motorista não o faça. O extrapesado também tem sistema que dispara alarme quando o condutor sai da faixa da pista, situação que pode indicar sonolência.

Com capacidade de transporte de 40 toneladas de carga, o Actros pode chegar às 74 toneladas se for equipado com rodotrem (carreta com vários eixos). Um caminhão da mesma categoria, mas sem os itens tecnológicos e limitado à capacidade de 40 toneladas, custa cerca de R$ 350 mil. Já um caminhão médio, que transporta até 12 toneladas, custa R$ 140 mil.

O Actros é produzido atualmente na Alemanha e na Turquia. Segundo a direção da Mercedes, a decisão da matriz de fabricá-lo também no Brasil se deve principalmente ao crescimento do mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado.

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=7063





Produção de veículos sobe 6,6% em maio, aponta Anfavea

9 06 2010

Indústria automobilística nacional produziu 309,6 mil unidades no mês.
Exportações mostram alta de 38,1%, para 68.163 unidades.

A produção nacional de veículos (automóveis, comerciais leves e caminhões e ônibus) teve expansão de 6,6% no mês de maio  em comparação com o mês de abril. Com os ajustes de estoque e vendas, ainda em patamar elevado, saíram das linhas de montagem 309.629 unidades, contra as 290.325 registradas no período anterior. No acumulado (de janeiro a maio), o crescimento é ainda maior, de 20,7%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (8) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

linha de produção Peugeot
Linha de produção Peugeot (Foto: Divulgação)

Neste ano, já foram produzidas 1.433.933 unidades. No mesmo intervalo do ano passado, prejudicado pela crise internacional, o total produzido foi de 1.187.897 veículos.

O mês de maio foi positivo para todos os segmentos, assim como o acumulado do ano. No mês o segmento de automóveis e comerciais leves cresceu 7%, com 289.503 unidades fabricadas. O segmento de caminhões cresceu 1%, para 15.802 unidades.

Já o de ônibus teve forte crescimento, de 7,2%. Foram 4.033 unidades produzidas em abril, contra 4.324 unidades em maio.

No acumulado, o segmento de automóveis e comerciais leves teve alta de 18,6% (1.341.189 unidades fabricadas), de caminhões 67% (73.433 unidades) e de ônibus, 44,9% (18.311).

Em junho, termina o desconto do IPI sobre caminhões. Como o segmento é o mais suscetível à crise internacional, o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, afirmou que vai negociar com o governo a manutenção do benefício fiscal.

Estoques
Os estoques na indústria fecharam maio com 56.250 unidades, o que corresponde a 6 dias de vendas. O volume é somado às 233.096 unidades estocadas nas concessionárias, o que corresponde a 28 dias. Assim, o setor soma 289 mil unidades em estoque, ou 34 dias de vendas.

“Crescemos 47 mil unidades em estoque em todo o setor. É um nível aceitável ao considerar que existem 4,2 mil concessionárias em todo o país”, avalia Belini.

Exportações
A saída gradativa dos mercados externos diante da crise já reflete nos números de exportação de maio. De acordo com os dados da Anfavea, as vendas externas em valores subiram 27,2%, de US$ 930,3 milhões em abril para US$ 1,18 bilhão em maio.

No acumulado, a expansão é de 63,3%, de US$ 2,89 bilhões registrados entre janeiro e maio de 2009, contra US$ 4,71 bilhões no mesmo período deste ano.

“Não podemos esquecer que os números do ano passado estavam contaminados pela crise, que durou até o primeiro semestre de 2009″, ressalta o presidente da Anfavea. Segundo ele, o patamar de 2008 não foi atingido. “Em 2008 exportamos no período 5,6 bilhões de dólares”, destaca.

Em unidades, a alta no mês é de 38,1%, de 49.343 veículos exportados em abril, para 68.163 em maio. No acumulado, a alta é de 78,6%. No total, foram importados nos primeiros cinco meses do ano 288.146 veículos. No mesmo período do ano passado, foram 161.295 unidades.

A previsão da Anfavea é que os números melhorem nos próximos meses com a ajuda do pacote do governo federal de auxílio às exportações brasileiras.

Empregos
A indústria automobilística nacional fechou o mês de abril com 129.807 pessoas empregadas diretamente. O nível é 0,8% superior ao do mês de abril, que terminou com 128.839 contratados. Em relação a maio de 2009, o nível de empregos no setor é 7,8% maior – na época estavam empregadas pela indústria 120.377 pessoas. O nível de contratações já se assemelha ao de julho de 2008, quando a indústria ainda não tinha passado pela crise econômica.

4º maior mercado do mundo
Esse cenário reflete a força do mercado brasileiro – mesmo sem desconto sobre o IPI – e também a recuperação dos mercados externos, especialmente aqueles que são clientes das fabricantes de caminhões no Brasil.

De acordo com Belini, o volume vendido no país de janeiro a maio (1,32 milhão de unidades) garante a 4ª colocação mundial em vendas. Assim, o Brasil já supera o mercado da Alemanha. “O Brasil vive situação completamente diferente da Europa, com PIB previsto em 6% este ano. Temos a expansão do crédito muito significativa, e o aumento da renda. Todos esses fatores justificam o nível da demanda”, ressalta o presidente da Anfavea.

A previsão da entidade é de que as vendas de veículos fechem 2010 no patamar de 3,4 milhões de unidades.

http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/06/producao-de-veiculos-sobe-66-em-maio-aponta-anfavea.html





Contran adia para 1º de setembro início da exigência da cadeirinha

9 06 2010

Uso do dispositivo em automóveis iria ser obrigatório a partir de quarta (9).
Órgão mudou data por causa da falta de cadeirinhas nas lojas.

cadeirinhas
Cadeirinha em loja de São Paulo (Foto: Luciana
Bonadio/G1)

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu em reunião nesta terça-feira (8) adiar para o dia 1º de setembro o início do prazo para exigência da cadeirinha em automóveis em todo o país. De acordo com o órgão, a falta do produto nas lojas pelo aumento da procura justifica a alteração do prazo. A nova data será publicada no “Diário Oficial da União” de quarta-feira (9).

De acordo com o presidente do Contran, Alfredo Peres da Silva, foi constatada maior carência dos equipamentos no mercado em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, além de Brasília. “Consideramos a data 1º de setembro razoável para que o mercado seja abastecido”, disse à Agência Estado. Ainda segundo ele, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o uso de cadeirinhas diminui em 70% o número de vítimas em acidentes de trânsito.

Wanderson Braga comprou cadeirinha para a filha de seis  meses
Wanderson Braga comprou cadeirinha para a filha
de seis meses para se adaptar às novas regras
(Foto: Luciana Bonadio/G1)

Em reportagem publicada nesta terça, o G1 constatou que alguns produtos estavam em falta por conta do início da exigência, principalmente em relação ao assento de elevação, para crianças entre 4 e 7 anos e meio. Esses assentos não têm encosto e são usados para que a criança fique na altura adequada para utilizar o cinto de segurança.

O uso dos dispositivos de retenção para transporte de crianças nos automóveis passaria a ser obrigatório a partir desta quarta em todo o país. A punição definida pelo Contran é de multa de R$ 191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Pelas novas regras, bebês de até um ano devem usar bebê conforto no banco de trás. Para crianças entre um e 4 anos, será obrigatória cadeirinha no banco de trás. De 4 a 7 anos e meio, as crianças devem ser transportadas em assento de elevação, sem encosto, no banco de trás, com cinto de segurança. De 7 anos e meio a 10 anos, é preciso estar no banco de trás com cinto.

De acordo com o presindete do Contran, o objetivo das regras para o transporte de crianças é educativo. “A intenção não é multar, mas sim conscientizar os pais e demais condutores sobre a importância e necessidade do uso dos equipamentos”.

MPF aponta falhas na resolução

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que obriga o transporte de crianças de até sete anos e meio em dispositivos de segurança é questionada pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão instaurou, no último dia 31 de maio, um Inquérito Civil Público (ICP) para apurar a ilegalidade da resolução por excluir alguns tipos de veículos da obrigatoriedade.

O MPF questiona o fato de as exigências não se aplicarem aos veículos de transporte coletivo, de aluguel, de transporte autônomo de passageiro (táxis), aos veículos escolares e demais veículos com peso bruto total superior a 3,5t.

O Contran afirma que a obrigatoriedade em veículos escolares será estudada para futura regulamentação, no entanto, não há prazo. No caso dos táxis, o órgão argumenta que a tendência no Brasil é não incluir esses veículos na obrigatoriedade, devido à própria dificuldade deles utilizarem o equipamento, já que transportam passageiros diversos.

Os ônibus estão fora da lista pelas próprias regras do Código Brasileiro de Trânsito, que permite que em veículos de transporte de passageiros fiquem em pé, assim os passageiros desses veículos estão dispensados da utilização do cinto de segurança e consequentemente do dispositivo de retenção para crianças.

A Resolução 277 do Contran foi publicada em junho de 2008, definindo o prazo de dois anos para a adequação com a previsão de início da fiscalização a partir de 9 de junho de 2010.  De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as crianças até dez anos devem ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro.

http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/06/contran-adia-para-1-de-setembro-inicio-da-exigencia-da-cadeirinha.html





Chrysler anuncia recall de cerca de 600 mil carros nos EUA

8 06 2010

A montadora americana Chrysler retirou de circulação cerca de 600 mil veículos de diferentes modelos nos Estados Unidos devido a vários problemas técnicos, anunciou nesta segunda-feira o site da Agência Nacional de Segurança do Tráfico em Rodovias dos EUA (NHTSA).

A agência indica que 288.968 unidades dos modelos de 2006 a 2010 do Jeep Wrangler estão afetados devido a riscos de vazamento do líquido hidráulico, o que pode causar uma perda parcial da capacidade de frear, aumentando o risco de colisão.

Também assinala que 284.831 Dodge Grand Caravan dos anos 2008 e 2009, assim como os modelos Chrysler Town and Country fabricados entre fevereiro e setembro de 2007, devem ser retirados por um problema elétrico que pode gerar risco de incêndio.

Na sexta-feira, a NHTSA pediu o recolhimento do mercado de 25.336 dos modelos de 2007 do Dodge Caliber e do Jeep Compass por problemas no acelerador.

A assessoria da Chrysler no Brasil, onde alguns dos veículos são comecializados, informou que se pronunciará em breve sobre a possibilidade de problemas nos automóveis vendidos aqui.

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201006071509_AFP_79080696





BMW convoca dois modelos de motos para recall

8 06 2010

A BMW do Brasil convocou, nesta terça-feira, os proprietários das motos F 650 GS e F 800 GS a entrarem em contato com a rede de concessionárias autorizadas da marca para verificação da corrente de transmissão da moto. Os modelos envolvidos no recall foram fabricados entre março de 2008 e março de 2009. Os chassis são: ZT-275-35 a ZT-402-62 e ZT-705-86 a ZT-790-37.

Segundo a empresa, há possibilidade de ruptura da corrente de transmissão. A corrente fendida pode ficar presa à roda traseira da motocicleta e causar lesões e danos aos ocupantes.

A BMW disponibilizou o telefone 08007073578 e o site www.bmw-motorradio.com.br para mais informações.

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201006011839_IVN_249467





General Motors convoca recall de 1,5 milhão de veículos

8 06 2010

A General Motors (GM) comunicou nesta terça-feira um recall de 1,5 milhão de veículos para desativar o mecanismo de aquecimento do fluido limpador de para-brisa, por risco de curto circuito. A montadora vai pagar US$ 100 aos proprietários após desabilitar o recurso original do carro.

O diretor de segurança da GM, Jeff Boyer, disse que a montadora irá remover o sistema de aquecimento, já que ele não é mais produzido pela fabricante, não havendo, portanto, possibilidade de redesenho do produto. O aparelho ajuda a limpar gelo e neve nos para-brisas de veículos de grande porte.

Do total de veículos convocados, 1.365.070 de unidades são dos Estados Unidos, 98.794 do Canadá, 26.228 do Mexico e 38.093 em outros países. Segundo a GM, não houve nenhum caso de acidente grave atribuido ao defeito do carro.

Os automóveis envolvidos no recolhimento são modelos fabricados de 2006 a 2009 do Buick Lucerne, Cadillac DTS, Hummer H2; carros ano 2008-2009 Buick Enclave e Cadillac CTS; modelos 2007-2009 do Cadillac Escalade, Escalade ESV, Escalade EXT, Chevrolet Avalanche, Silverado, Suburban, Tahoe, GMC Acadia, Sierra, Yukon, Yukon XL, Saturn Outlook; e Chevrolet Traverse modelo 2009.

O defeito afeta uma unidade responsável por aquecer o líquido dos limpadores de para-brisas. De acordo com a montadora, embora as análises “mostrem que o número de incidentes é muito pequeno comparado ao de veículos nas estradas”, a empresa quer que seus clientes “viajem tranquilos”. A unidade defeituosa “era uma tecnologia disponível apenas através de um fornecedor e essa empresa deixou de produzir”, disse a GM, por meio de um comunicado.

http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201006081806_RED_79083779








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