SEST/SENAT participa do Programa Estadual de Qualificação Profissional

30 03 2010

As unidades do SEST/SENAT instaladas no Estado de São Paulo passam a integrar o Programa Estadual de Qualificação Profissional 2010, desenvolvido pela Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho.

A solenidade de lançamento do programa aconteceu dia 17/03, no Palácio dos Bandeirantes e contou com a presença do governador José Serra, do secretário estadual do Emprego e Relações do Trabalho Guilherme Afif Domingos e do presidente do Conselho Regional São Paulo do SEST/SENAT e da FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo), Sr. Flávio Benatti.

O programa oferece cursos gratuitos de qualificação profissional em todo o Estado, com o objetivo de preparar e capacitar o trabalhador para as novas exigências do mercado de trabalho e exercício da cidadania. O SEST/SENAT atenderá 5.460 alunos em 21 cidades, oferecendo os cursos de Logística Básica e Operação de Carga com Habilitação em Operador de Empilhadeira.

O curso tem duração de três meses. No SEST/SENAT Taubaté, serão disponibilizadas 270 vagas ao longo do ano.

As aulas terão início a partir da segunda quinzena de abril. Os interessados devem fazer cadastro pela internet, no site do Emprega São Paulo, sistema de intermediação de mão-de-obra do governo de São Paulo, ou em um Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), munido de RG, CPF e carteira de trabalho. Se for classificado, receberá em casa uma carta de encaminhamento para o SEST/SENAT Taubaté para realização da matrícula no curso escolhido.

O aluno receberá gratuitamente lanche, vale-transporte, material didático, certificado de conclusão do curso e bolsa-auxílio de R$ 210,00 mensais por até três meses.

Este programa do governo paulista é desenvolvido para os trabalhadores desempregados, pequenos e micro produtores e trabalhadores autônomos.

O SEST e o SENAT são entidades civis, integrantes do “Sistema S”, ligadas à CNT (Confederação Nacional do Transporte) e sem fins lucrativos. Desde a sua criação, em setembro de 1993, atua na qualificação e reciclagem profissional e na melhoria da qualidade de vida de trabalhadores do setor de transporte, oferecendo atendimentos em saúde, atividades de lazer, esporte, recreação e cultura.





Investimentos das fabricantes de veículos no Brasil já somam mais de R$ 5 bilhões

29 03 2010

Em março, quatro montadoras brasileiras anunciaram investimentos. Novas marcas começam a chegar ao país de olho no mercado nacional.

Do G1, em São Paulo

Linha da montagem da GM, em São Caetano do Sul

A retomada da indústria automobilística nacional impulsiona as fabricantes de veículos no Brasil. Em março, quatro montadoras anunciaram investimentos no país. O montante é superior a R$ 5 bilhões – dinheiro destinado à ampliação de fábricas e à produção de novos modelos nacionais nos próximos dois a cinco anos.

A Mercedes-Benz irá aplicar R$ 1,2 bilhão na fábrica da empresa em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, até 2012. Os recursos serão somados aos R$ 300 milhões já disponibilizados pela própria fabricante.

De acordo o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Jüergen Ziegler, 60% do investimento serão voltados ao aumento da capacidade produtiva de 65 mil para 75 mil unidades. “Vamos seguir a expectativa de crescimento ao redor de 15% do mercado brasileiro de veículos comerciais. Mas podemos aumentar ainda mais esta capacidade com jornadas extras, se for necessário”, afirma o executivo.

Outros 30% do investimento serão voltados ao desenvolvimento de novos produtos. Isso inclui a produção de motores a diesel, adequados à nova legislação ambiental, que entra em vigor em 2012. Outro investimento da Mercedes em tecnologia é no teste do diesel de cana-de-açúcar.

A Mitsubishi produzirá no país o utilitário-esportivo Pajero Dakar e o Lancer. A nacionalização irá exigir o investimento de R$ 800 milhões nos próximos cinco anos para a ampliação da fábrica em Catalão (GO). No primeiro semestre de 2011, a unidade iniciará a produção do Pajero Dakar que será comercializada pelo mesmo preço do modelo atual (a partir de R$ 153 mil).

Em 2012 entrará em produção uma nova plataforma de carros de passeio da família Lancer. O contrato com a Mitsubishi Motors do Japão prevê ainda a opção de fabricação de outros modelos ainda em estudo, entre eles, carros elétricos.

A General Motors e o grupo PSA Peugeot-Citroën anunciaram quase que simultaneamente o investimento de R$ 1,4 bilhão, cada uma, no país. O montante da GM será destinado a modernização e ampliação de suas fábricas em São Caetano e Mogi das Cruzes, em São Paulo, para a produção de dois novos modelos inéditos no mercado brasileiro.


A produção dos novos veículos terá início na segunda metade de 2011 e irão gerar 1,5 mil vagas de emprego, de acordo com o presidente da GM do Brasil, Jaime Ardila. Ele não quis revelar quais serão os modelos, mas disse que serão “produtos de alto volume de vendas”. Isso significa, segundo afirmou, produção anual superior a 50 mil unidades. O anúncio do investimento faz parte do plano da companhia de investir R$ 5 bilhões para fazer a renovação completa de seus veículos até 2012.

Peugeot Hoggan chega às lojas dia 15 de maio

O grupo PSA Peugeot-Citroën irá investir R$ 1,4 bilhão para a produção da picape Hoggar, baseada na linha 207, que foi desenvolvida exclusivamente para o mercado nacional. O novo modelo deve estrear nas lojas em maio.

“Em 2009, vendemos 150 mil veículos para brasileiros. Nossa expectativa é que este número cresça em 2010”, disse o presidente da empresa Philippe Varin, destacando a contratação de 700 funcionários. “A América Latina e mais particularmente o Brasil são fundamentais para a concretização de nossa ambição de sermos um grupo cada vez mais global”, disse Varin.

Novas marcas, que não estavam presentes no Brasil, também começam a apostar no país. Na última semana a Bentley inaugurou em São Paulo sua primeira loja na América do Sul. Ao todo serão 18 modelos vendidos aqui até o final do ano. O mais barato é o Continental Flying Spur, por R$ 868 mil, e o mais caro o Supersports, por R$ 1,31 milhão.

Bentley Continental GT Speed

A fabricante chinesa JAC também entra no mercado nacional e já deve estrear no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro de 2010. Inicialmente um sedã, uma minivan e um compacto em versões hatch e sedã serão importados e, segundo a marca, terão preços competitivos com automóveis brasileiros. A também chinesa BYD confirmou sua estreia no Brasil. A estimativa é que os modelos da marca comecem a desembarcar por aqui em 2011

Equipe Rh Automotive

link: http://bit.ly/9VelR1





Mercado quer profissional acima dos 40 com experiência, dizem especialistas

24 03 2010

Busca de qualificação leva empresas a preferir profissionais ‘maduros’.
Mas ter vivência e se manter atualizado na área de atuação são essenciais.

Ter a partir de 40 anos pode ser uma barreira no mercado de trabalho? De acordo com especialistas, a partir dessa faixa etária o trabalhador pode encontrar dificuldades para conseguir emprego se não tiver experiência profissional ou se não se mantiver atualizado em seu mercado de atuação e nas novas tecnologias. Mas para aqueles que já têm bagagem, porém, a idade é vista pelas empresas como sinônimo de maturidade profissional e, por isso, a fase certa para cargos de chefia.

Vladimir Araújo, diretor de Projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, diz que devido à dificuldade de se encontrar profissionais qualificados, cada vez mais as empresas têm recorrido à busca de trabalhadores com mais de 40 anos pela experiência e vivência. “A maioria dessas oportunidades está nas empresas de pequeno e médio porte, que preferem pessoas que já estejam prontas e treinadas.”

De acordo com o consultor, grande parte das vagas para profissionais que já passaram dos 40 anos é, sobretudo, para os cargos de chefia e supervisão. “Por outro lado, é cada vez mais perceptível o número de profissionais acima de 40, 50 e 60 anos começando em uma nova área de atuação principalmente no setor de comércio e serviços”, afirma.

Araújo ressalta a necessidade de o profissional estar familiarizado com recursos da informática e com um segundo idioma. “Algumas dificuldades podem surgir a partir dessa idade, principalmente quando o profissional não busca ao longo da carreira a preparação e o aperfeiçoamento adequados para o exercício da profissão, bem como para os desafios que surgem todos os dias na sua área de atuação.”

Consolidação da carreira
Matilde Berna, diretora de transição de carreira da Right Management, garante que não há no mercado restrições para profissionais de 40 anos. “Essa idade é considerada importante e especial pela maturidade pessoal e profissional adquirida. Os 40 anos é a idade da consolidação da carreira e considerada pelas organizações como a fase de maior contribuição do profissional para as empresas”, diz.

De acordo com a consultora, nos últimos três anos, 70% dos profissionais que passaram pela consultoria de RH tinham mais de 40 anos e se recolocaram nos mais diversos setores.

Ela afirma que o mercado vê os profissionais acima de 40 anos “muito positivamente”.

“Esses profissionais estão em sua fase de vida pessoal e profissional mais madura com uma experiência já consolidada, porém com disponibilidade ainda para aprender, já adquiriram habilidades importantes em algumas questões, estão mais preparados para decisões mais difíceis e já percebem as interrelações no ambiente de trabalho”, diz.

Ela ressalva que uma pessoa que queira ingressar no mercado de trabalho aos 40 anos encontrará mais dificuldade não só pela idade, mas principalmente por nunca ter atuado e, por conseqüência, não apresentar nenhuma experiência.
Segundo ela, nesses casos é muito comum que consiga espaço com trabalhos informais ou em estruturas mais simples ou atividades menos complexas.

“Quando estamos falando de uma pessoa de 40 anos, espera-se sim que ela já tenha uma experiência consolidada e uma história profissional mais alinhada. Para os cargos de liderança e gerenciais, os 40 anos são muito bem aceitos e até priorizados. No caso dos cargos que não são de liderança, como assistente, analista, podem ser solicitadas pessoas mais jovens.”

Escassez de vagas
Para Renato Grinberg, diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, as vagas tendem a ficar mais escassas para quem chega perto dos 40 anos por dois motivos: a maioria das oportunidades é para cargos gerenciais, portanto, há menos vagas disponíveis que o normal, e algumas empresas optam por contratar pessoas mais jovens para pagar um salário menor.

“Aqueles que estão mudando de carreira têm mais dificuldade de entrar no mercado porque o que é esperado é exatamente que tenha experiência. Se ele quiser mudar de área, terá que se submeter a salários mais baixos e começar tudo de novo”.

De acordo com ele, de dez anos para cá, o espaço para contratação de profissionais dessa faixa etária vem diminuindo cada vez mais. Ele destaca que 2009 foi um ano diferente, pois profissionais com idades entre 45 e 62 anos foram muito procurados pelas companhias pela experiência em lidar com períodos de crise econômica e contenção de gastos dentro das empresas.

Ele alerta que se o profissional com mais de 40 anos não atingiu um cargo de liderança terá poucas chances no mercado. “Se passou dos 40 e não ‘chegou lá’ talvez não valha muito a pena investir nesse profissional. Mas se alcançou altos cargos em sua trajetória profissional, ele é o ‘profissional dos sonhos’ pela experiência e liderança”.

Conhecimento e energia
Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, diz que o mercado precisa de profissionais que somem os conhecimentos com energia para trabalhar, pois as atividades aumentaram. “E hoje o homem de 40 tem tanta energia quanto o de 25”, diz.

Ele alerta que o mercado está mais competitivo, por isso, os estudos devem ser contínuos.

O presidente da Curriculum considera que o “mito no mercado de trabalho” de que quem tem mais de 40 anos tem menos chances de trabalhar está diminuindo. “Muitas pessoas começam a dar certo depois dos 40, tem muita vida depois dessa idade”, diz.

Abrileri ressalta que as pessoas a partir dessa faixa etária tendem a se cristalizar com relação à busca do conhecimento. “Elas tendem a dizer: ‘’isso não é para mim’ ou que ‘sabem tudo’ e são arredios às novidades que o mercado oferece. Essa pessoa para mim está fora do jogo”.

O consultor afirma que um profissional nessa faixa etária que é experiente, antenado com tecnologias e novidades do mercado e saudável “é um talentaço”. “Tem a ver com energia e postura à frente das novidades que o mundo está trazendo, e se aliar com a experiência ele se torna um excelente profissional”.

De acordo com ele, quem tem mais de 40 anos é indicado para cargos de liderança. As empresas preferem ainda, segundo Abrileri, esses profissionais para cargos operacionais específicos que exigem experiência e atualização. “São pessoas com mais experiência de vida. No fundo o que toda empresa quer é resultado e nem sempre é o jovem que traz”.

Profissional ‘caro’
Lucio Tezotto, gerente de atendimento da Catho Online, diz que os profissionais acima dos 40 anos encontram maior facilidade de trabalhar nas áreas mais tradicionais do mercado de trabalho, como jurídica, saúde e educação. Além disso, para as demais áreas, é comum que eles atuem prestando consultoria ou atuando como profissionais autônomos.

“Geralmente os profissionais maduros são aqueles que, além de conhecimento técnico e formação acadêmica, também têm experiência para lidar com pessoas, trabalhar em equipe. Não basta só conhecer regras e ter um excelente currículo, é necessário saber se relacionar com total eficácia”, afirma.

Ele salienta que o fato de os salários serem mais altos para quem é mais velho restringe a contratação desses profissionais por algumas empresas, que os julgam caros em relação aos mais jovens.

http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL1530388-9654,00.html

Equipe Rh Automotive






DIRETRIZES PARA GESTÃO EFICIENTE

24 03 2010

Autoria: Sérgio Luis Bergamini

Introdução: Abaixo apresento pontos a serem considerados para a fundamentação de tomada de decisão, com o propósito da consolidação e/ou ampliação dos negócios de sua empresa.

Considerações:

1. Há um número cada vez maior de concorrentes em muitos setores, nacionais e internacionais, provocando um maior elenco de opções para os clientes consumidores.

2. O aumento da competição está gerando excesso de suprimentos e margens reduzidas.

3. Estão sobrevivendo as empresas que ousam reinventar seus processos de gestão, principalmente de produção, trazendo em conseqüência maiores satisfações aos clientes. É de fundamental importância a dinamização da empresa através dos fluxos de valor associados à técnicas de TQM – Total Quality Management e de kaizen e, sobretudo, da mais ampla e profunda análise e adoção de soluções de logística visando o mais ágil e competente atendimento das necessidades dos clientes.

4. As empresas com nova visão de estrutura são mais rápidas e eficientes, principalmente aquelas que adotam estruturas horizontais ao invés de estruturas verticais hierarquizadas com muitos níveis de comando e, sobretudo, implantando gestão integrada administrativa, econômica, financeira e contábil.

5. A adoção de critérios de qualidade mais amplos e detalhados, vem encorajando os clientes a confiarem mais nas empresas que os adotam.

6. O rápido avanço de novas tecnologias vem apresentando novas oportunidades de negócios e tornando obsoletas muitas operações existentes. É importante salientar que há dois momentos fundamentais quanto aos aspectos tecnológicos: no primeiro momento a absorção de tecnologias e no segundo momento a geração de tecnologias. Define-se aqui tecnologia como a aplicação prática do conhecimento científico.

7. As novas tecnologias estão permitindo o surgimento de novas empresas que atacam mercados já estabelecidos.

8. As empresas pós-reestruturadas, com foco em gestão enxuta e ágil, desafiam as empresas tradicionais.

9. Os produtos obtidos através de processos automatizados, empurram os preços para baixo, reduzindo custos e, diante da concorrência, adquirem melhores condições para competir. A palavra de ordem é “reduzir custos e eliminar desperdícios, objetivando maximizar lucros”.

10. Há sempre o risco de flutuação na proteção a determinados setores: alguns podem vir a perder a proteção, enquanto outros podem vir a ganhar proteção. Isto exige o acompanhamento sistemático para que haja o reconhecimento e a identificação dos movimentos da economia, para que sejam antecipadas decisões que protejam a empresa e que não venham a surpreender depois, colocando em risco a estabilidade financeira da mesma.

11. É sempre saudável reinventar alianças com outras empresas, sejam de fornecedores, sejam de clientes, e que se fundamentem em competência técnica, excelente qualidade e rigorosa pontualidade nas entregas.

12. Os ciclos que correspondem ao tempo de projeto ao lançamento de novos produtos estão diminuindo.

13. Todas as operações estão mais rápidas, principalmente devido à informática, redes de relacionamento e técnicas de just-in-time (kanban). Há menos tempo para se responder às ameaças e a correspondente tomada de decisão para proteção dos negócios da empresa.

14. Os clientes de determinadas empresas, em alguns setores, estão transferindo suas Engenharias de Desenvolvimento de Novos Produtos para a competência de seus fornecedores.

15. Hoje se exige que os processadores adotem visão verticalizada de fornecimento: desde a concepção do produto e seu projeto de desenvolvimento, passando pela identificação do melhor processo de produção, mais seguro e com melhor qualidade, até a entrega final ao cliente do produto desenvolvido. Este desafio envolve amplo conhecimento do cenário PPP – Projeto, Processo e Produto.

16. As empresas que sofrem diversas ameaças da concorrência devem estar se prevenindo através de sistemas de informações amplos, seguros e rápidos, para que seja promovida uma gestão apropriada do conhecimento. Informação é o instrumento para se obter conhecimento. Conhecimento é poder.

17. É importante que os recursos das empresas sejam otimizados em sua verdadeira extensão, de tal forma que o corpo operacional esteja estimulado e motivado a perseguir avanços com vistas a atingir os objetivos da empresa. Desta forma, pela valorização do homem na organização, gerar mais valor agregado ao produto pelo aumento de produtividade e da eficiência. É importante salientar que a competitividade, como vantagem competitiva, só tem sentido se forem aplicados esforços no sentido de se obter a maior produtividade possível.

18. Mais do que antes os relatórios de controles devem ser editados no menor tempo possível e com a maior confiabilidade, alimentando o processo de decisão e funcionando como ferramentas de gestão.

19. A nova dinâmica dos negócios exige envolvimento total dos componentes da organização com os objetivos, com a missão e com os valores que empresa professa e se distingue no mercado. É de vital importância que se adote como modelo de gestão a maior transparência possível, de tal forma que os resultados, bons ou ruins, sejam de conhecimento de todos os componentes da organização.

20. As empresas que adotam uma maior dinamização de seus negócios devem estar atentas a uma exigência importante: a elaboração do Balanço Socio-Ambiental. Esse enfoque é um dos elementos que constituem considerável vantagem competitiva, ampliando e consolidando imagem de interesse em soluções para problemas de respeito ao homem e ao meio ambiente.

Este elenco de considerações visa colaborar com o sucesso de empreendimentos e pode ser ampliado de acordo com o interesse particular da organização. Assim, quero manifestar minha intenção e disposição para colaborar com a organização que esteja em busca de melhores resultados.

Sérgio Luis Bergamini
Tel.: (11) 3885-6797
(11) 3885-6807
Cel.: (11) 9190-6328
e-mail: slbergamini@yahoo.com.br


——-

Caso você queira enviar um artigo, nos envie um e-mail para contato@rhautomotive.com.br





OS NOVOS DESAFIOS DA EMPRESA DO FUTURO

22 03 2010

As empresas em geral, tem passado por profundas transformações em sua estrutura organizacional.

No ínicio do século passado, as empresas trabalhavam de forma vertical e hierárquica.

O profissional desde o ínicio de sua carreira, sabia quantos anos precisaria trabalhar para assumir cada posto, quais cursos eram necessários para subir alguns degraus, e quando o mesmo ia se aprofundando em conhecimento e técnica, não era permitido que ele fizesse nada além daquilo que havia sido estipulado pela empresa e pelo seu gerente (antigamente não havia gestores e sim gerentes).

Com o advento da técnologia e internet, o conhecimento e as informações tem se tornado cada dia mais acessível a todos.

A empresa do século XXI será
organizada em torno de seus processos e
centrará seus esforços em seus clientes .
Ela será agil e enxuta, seis jobs exigirão
conhecimento do negócio, autonomia,
responsabilidade e habilidade na tomada
de decisões. Nela não haverá oportunidade
para os profissionais tradicionais, aqueles que
as empresas preparam durante tanto tempo e
que hoje tripulam as organizações.

Os modelos antigos de empresa, tanto no ponto de vista da estrutura organizacional, como no de gestão de pessoas, não funcionam mais.

Hoje o mais importante, não são os maquinários e tecnologia e sim os profissionais.

Se eu te fizesse uma pergunta simples:

Como ser a melhor empresa do mundo?

A resposta é facil e óbvia… Contrate os melhores profissionais do mundo.

O primeiro pensamento que vem a mente, é o custo, e nunca o benefício. É por isso que tantos excelentes profissionais trocam de empresas como trocam de roupa, pois sempre tem empresas que pagam muito bem, para aqueles profissionais que são feras no que fazem.

Eis uma pergunta, uma provocação:

Você quer receber o que os feras deste mercado recebem ou o que os medíocres recebem?

Lembrando que a palavra medíocre, foi deturpada por nosso sociedade, e o real significado dela, é mediano.

Transformar as empresas de hoje
em organizações como elas devem ser,
implica em transformar profissionais
executantes de tarefas em profissionais
de processos.

Hoje as estruturas das empresas, são horizontais. O profissional tem que ter controle daquilo que faz, das atividades que executa, ele não pode ser um mero executor e sim um gestor de sua área, trazendo soluções e gerando resultados. Ele será reconhecido e remunerado por seu desempenho e resultados.

Todas estas transformações alteram significativamente o planejamento estratégico das organizações e também o perfil dos profissionais de cada área.

As empresas do século XXI tendem a ter um quadro de funcionários mais enxuto, com menor níveis hierárquicos, um quadro mais ajustado as necessidades da organização, terceirização de serviços e organização por processos.

O engraçado é que quando se começa a analizar o mercado, as empresas, nota-se que muitas delas trabalham de forma muito arcáica e os profissionais que nela atuam, tendem a perder mercado e qualificação.

E você, como tem analizado estas transformações?
Sua empresa atua de forma veritical ou horizontal?
Trabalha com gerentes de áreas ou gestores?
Como trabalhar junto com a empresa para proporcionar esta mudança?

Equipe Rh Automotive
www.rhautomotive.com.br





Fiat contrata mil novos trabalhadores em Betim

19 03 2010

A Fiat Automóveis anunciou nesta quinta-feira, 18, que contratará mil novos empregados para a unidade de Betim até o fim de maio. A montadora estima um aumento de 6,5% da produção neste ano, o que representa 190 carros a mais por dia.

A expectativa é por um ano aquecido. Em comunicado divulgado pela empresa, o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, ressaltou que a projeção de vendas internas na indústria automobilística no primeiro trimestre de 2010 é de cerca de 730 mil unidades, o que representa alta de 13,6% sobre o mesmo período de 2009. “Mesmo não repetindo estes mesmos números, o segundo trimestre será bom e os seis meses finais do ano muito bons”, confia.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas, Marcelino da Rocha, considerou positivo o anúncio, mas observou que desde março do ano passado a entidade está alertando para o excesso de horas extras na montadora. Segundo Rocha, a Fiat possui hoje 15 mil empregados diretos na planta de Betim, que opera em três turnos, sendo o último parcialmente. “Os trabalhadores têm cumprido um mínimo de 52 horas semanais”, disse.

Rocha ressaltou também que as contratações irão compensar a redução do quadro de funcionários após o agravamento da crise financeira internacional, entre outubro de 2008 e março de 2009, o que classificou como “demissões preventivas”. De acordo com a Fiat, o número de admissões é o maior realizado no Brasil neste ano por uma empresa do setor automobilístico.

Fonte: Eduardo Katah, Agência Estado.

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=6324

Equipe Rh Automotive





Scania vai elevar produção para atender demanda forte no Brasil

17 03 2010

Fábricas retornarão a esquema de cinco dias por semana em abril.
Demanda na América Latina cresce há ‘alguns trimestres’, diz empresa.

A fabricante de caminhões Scania informou nesta terça-feira (16) que vai elevar produção e que seus empregados vão retomar o trabalho em tempo integral para atender a recuperação forte da demanda na América Latina, em especial no Brasil, após o maior declínio do mercado em décadas.

A Scania, controlada pela alemã Volkswagen, afirmou em comunicado que os trabalhadores em muitas de suas fábricas retornarão para um esquema de trabalho de cinco dias por semana em abril, depois de trabalharem em turnos de quatro dias semanais durante a crise.

“Há uma necessidade de elevar a produção principalmente porque a demanda segue muito alta no Brasil, mas certa recuperação ainda está acontecendo na Europa”, afirmou a companhia sueca.

“Ao utilizar nossa estrutura de produção global, estamos impulsionando nosso nível de manufatura na Europa para podermos abastecer as unidades produtoras da América do Sul com componentes.”

Demanda cresce em países emergentes

Nos últimos meses, a demanda em países emergentes como o Brasil, um dos maiores mercados da Scania, cresceu de forma muito mais robusta enquanto a atividade na Europa ficou para trás.

“Em partes, podemos dizer que isso era esperado, já que algumas fábricas europeias estão voltando a adotar o turno de cinco dias por semana para atender a forte demanda na América Latina que temos visto há alguns trimestres, especialmente no Brasil”, disse o analista Hampus Engelleau, da Handelsbanken.

“Mas ao mesmo tempo podemos dizer que a produção não foi retomada para atender a demanda na Europa, onde os níveis permanecem baixos.”

Link: http://bit.ly/dxbTPH


Vendas de veículos avançaram 9,84% na quinzena

As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus cresceram 9,84 % na primeira quinzena de março, em relação ao período equivalente de fevereiro, para 138.950 unidades. A soma traz 105.166 carros (mais 9,18%), 26.503 comerciais leves (8,69%), 5.766 caminhões (21,88%) e 1.515 ônibus (42,79%). A evolução sobre a primeira metade de março de 2009 foi de 12,32%.

Em relação ao período similar de março de 2009 o segmento de ônibus também registrou o maior crescimento entre os demais: 62,21%. Na sequência vieram os segmentos de caminhões (31,79%), comerciais leves (20%) e automóveis (9,19%).

http://bit.ly/922Fqb

Equipe Rh Automotive





Qualidade em questão: porque o setor automotivo realiza tantos recalls?

12 03 2010

O setor automotivo conta com métodos eficientes para avaliar a qualidade e a segurança de um automóvel antes que ele chegue ao mercado – como as estatísticas de Weibull.

Apesar disso as montadoras continuam fazendo recalls: a Toyota convocou 7,2 milhões de veículos nos EUA, China e Europa, a PSA chamou automóveis da Europa e a Honda realiza recall que envolve o Brasil.

Outro exemplo é o caso do Ford Explorer. Depois de diversos acidentes a montadora convocou milhões de veículos por problemas nos pneus, que tornavam o carro instável.

Afinal, por que defeitos sérios ainda chegam até o consumidor? Como resolver esta situação? Quais são as dificuldades que as montadoras devem superar para se livrar do fantasma do recall?

Abaixo estão algumas matérias sobre o assunto:

Análise de qualidade em jogo no setor automotivo

Toyota estima que recall vai custar US$ 1,1 bi

Honda promove recall do Fit no Brasil

Toyoda admite: Toyota está em crise

Peugeot 307 tem recall para iluminação

Postado por Giovanna Riato





Projetando sonhos de consumo!!

10 03 2010

Este artigo foi retirado de nosso grupo no Linkedin, Rh Automotive, postado pelo nosso amigo Julio Cesar de Camargo, Engenheiro Sênior da PSA.

Para um produto ser competitivo num mercado como o automobilístico, por exemplo, é de suma importancia considerar no seu projeto os anseios e as necessidades do consumidor. Para atender a importancia do assunto os principais aspectos considerados pelo consumidor, e que indicam prazer e satisfação na compra de um novo lançamento são: a estética, a usabilidade, a qualidade e as características oferecidas no produto. Se ele for bem sucedido nestes aspectos é quase certo que seu fabricante cultive o consumidor e o matenha fiel a sua marca, isso é o ideal.
Durante desenvolvimento de um automóvel vários atributos são considerados, como performance e potência do veículo, consumo de combustível, custo, segurança, aerodinâmica, etc. Dentre estes, existe um atributo identificado como a percepção do consumidor em relação à qualidade do design/projeto e à qualidade de sua execução.
O trabalho de desenvolvimento dessa percepção de um veículo é trabalhado desde do início do projeto com a definição das características do produto, passando pela concepção e desenvolvimento das peças, pelo desenvolvimento das ferramentas que irão produzir e montar as peças até o lançamento, propriamente dito, do veículo no mercado. O trabalho é feito analisando sempre o projeto e a execução de cada uma das peças e a sua relação com as outras peças, ou seja, apesar de todas as peças serem produzidas individualmente é na montagem do conjunto, do veículo todo, que o consumidor irá olhar e perceber que o veículo foi bem projetado e é de boa qualidade. Desta forma é possível assegurar que o consumidor fique satisfeito e com a sensação de ter feito uma boa compra.
Para compreender melhor a percepção de qualidade do consumidor, uma série imensa de questinamentos são feitos como por exemplo:
• O que faz um produto ser bem contruído e de boa qualidade?
• Como o consumidor usa e mantem o seu produto durante o seu dia-a-dia?
• Como o consumidor vê os componentes do produto e a suas relações com produto todo?
• Que componentes do produto atraem a atenção do consumidor e por quê?
• Desses componentes que atraem a atenção do consumidor, o que os faz ser de boa ou de péssima qualidade?
Pode-se concluir que o atributo de atendimentoà percepção do consumidor envolve diversas questões da percepção humana, passando para o consumidor várias experiências e sensações, que podem ser tanto boas como ruins. Sendo assim, num mercado que oferece uma vasta concorrência, como o automobilístico, quanto melhor forem as sensações e experiências transmitidas ao consumidor maior são as chances de satisfação e, consequentemente, maior são as chances de se ter um produto competitivo.

Abraços,
Julio de CAMARGO

http://www.linkedin.com/groupAnswers?viewQuestionAndAnswers=&gid=2169835&discussionID=14310963&sik=1268226967651&commentID=12959454&goback=%2Eana_2169835_1268226967651_5_1%2Eanh_2169835&report%2Esuccess=8ULbKyXO6NDvmoK7o030UNOYGZKrvdhBhypZ_w8EpQrrQI-BBjkmxwkEOwBjLE28YyDIxcyEO7_TA_giuRN#commentID_12959454





Brasil supera a Alemanha na venda de carros

10 03 2010

Nestes primeiros meses de 2010, o mercado de automóveis no Brasil atingiu uma marca histórica.

Renato Biazzi São Paulo, SP

Brasil ganhando da Alemanha? Pensou que era só no futebol? Agora, a superioridade também tem outro campo.

Nos dois primeiros meses de 2010, as vendas de carros no Brasil bateram recorde, tirando dos alemães o quarto lugar no ranking dos maiores consumidores de carros do mundo.

Somando janeiro e fevereiro, os brasileiros compraram 413 mil automóveis, quase 10% a mais do que os alemães. Com isso, o Brasil, até então o quinto mercado de automóveis, subiu um degrau.

“Sempre é um gostinho bom bater, superar, competidor ou superar países que estão na frente da gente. Estamos acostumados a ganhar no futebol e estamos começando eventualmente a entrar na mesma vereda, no mesmo caminho para ganhar nos automóveis também”, afirma o presidente da Anfavea, Jackson Schaneider.

O desafio da indústria automobilística agora é manter o ritmo das vendas. O governo já avisou que o incentivo do IPI reduzido, que ajudou na recuperação do setor durante a crise, termina dia 31 deste mês, mas isso não é motivo de preocupação para a indústria.

O mercado no Brasil ainda tem muito espaço para crescer. A média é de um automóvel para cada sete habitantes. Na Argentina, essa relação cai para cinco. Na Alemanha, para dois e, nos Estados Unidos, é um carro para cada americano.

Para manter as vendas aquecidas, além do crédito farto a regra é usar muita criatividade para conquistar novos clientes. Vale a pena apostar até na paixão do brasileiro pelo futebol.

“Eu tenho oferta hoje de parcela sendo paga só depois da Copa. A gente assiste a Copa, o Brasil ganha e só depois a gente vai pagar a prestação do carro”, diz o gerente comercial de uma concessionária, Regina Vilasanches.

http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1516461-16021,00-BRASIL+SUPERA+A+ALEMANHA+NA+VENDA+DE+CARROS.html


Esse é um forte indicio que o mercado automotivo realmente está retomando toda a sua potência.

Além das vendas, algumas montadoras estão para inaugurar novas fábricas também!

Isso é muito bom e devemos comemorar!


Equipe Rh Automotive








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 103 other followers