Seja você, mes sem exagero.

28 10 2009

Entrevista com Max Gehringer – Segue uma entrevista que o Max Gehringer deu ao Fantástico, falando entitulado entrevista de A a Z. Ele explica como se portar, o que fazer, como se expressar, melhores modos, em uma entrevista de emprego.

Abaixo segue um complemento do video, falando de como se portar dentro do ambiente de trabalho.

Sua estação de trabalho pode ser um ambiente agradável sem se tornar uma árvore de Natal.

Eleni Trindade – eleni.trindade@grupoestado.com.br

Sentir-se a vontade no local de trabalho é muito importante para a produtividade do funcionário e para o bom relacionamento com colegas e chefia. Mas exagerar nos enfeites sobre a mesa não é recomendado.

Em geral, os especialista dizem que os funcionários devem ter bom senso. “As pessoas passam boa parte de seus dias no trabalho”, diz Ralph Arcanjo Chelotti, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). “A personalização desses ambientes visa criar um certo conforto e a sensação de que estamos em um lugar que nos diz respeito e tem a nossa cara. Esse é um processo de identificação e, em geral, é algo positivo porque revela que o empregado consegue estabelecer vínculos afetivos com o espaço de trabalho.”

“Há registros de que até em prisões as pessoas buscam dar um toque individualizado a seus espaços, o que é uma característica do ser humano. Mas há pessoas que perdem o controle ao acumular caixas, folhetos e outros objetivos e devem ser estimuladas a se livrarem do que é inutil”, aconselha Chelotti. Segundo ele, uma mesa sem nenhum tipo de adorno pode passar dois tipos de mensagem. “Pode ser que a pessoa não tenha vínculos com o seu local de trabalho, mas pode significar que a pessoa é reservada e não gosta de mostrar o que é.”

A primeira providência do fundcionários é saber qual é o procedimento da empresa. “É bom se informar com colegas e chefes se a decoração da mesa não tem restrições. Se for liberado, a pessoa deve arrumar a mesa para que ela seja seu cantinho na empresa, mas sem exageros, principalmente se a mesa ou bancada for dividida com outros colegas”, diz Fernanda Montero, consultora da Cia de Talentos. “Tudo vai depender do tipo de empresa onde a pessoa atua. Escritórios de advocacia, por exemplo, tendem a ser mais sóbrios e discretos. Já agências de publicidade abrem mais espaço para que a pessoa coloque enfeites que estimulem a criatividade.”

Ao adornar a mesa de trabalho, o funcionário deve evitar chamar muita a atenção sobre si. “Há empresas que investem na decoração dos ambienetes e escolhem móveis com a intenção de transmitir uma determinada imagem aos seus clientes e , por isso, deixam claro aos funcionarios que não permitem a colocação de enfeites nas estações de trabalho, mas quando a empresa não tem posição clara sobre esse assunto, deve-se primerar pela discrição”, recomenda Paulo Ishimaru, gerente consultirov do Grupo Soma, especializado em soluções para Recursos Hamnos. “Imagens religiosas merecem mais atenção e devem ser o mais discretas possível, assim como não se deve exagerar nas fotos de familias e de viagens. Se a sua mesa está desporporcional às demais, tem alguma coisa errada.”

O consultor de etiqueta Fábio Arruda, autos do livro Eficiente & Elegante – Guia de Etiqueta Profissional, é mais incisivo. “O excesso de badulaques na mesa tira o foco da imagem profissional da pessoa e passa uma imagem de despreparado e infantilizado”, diz ele. “Em ambientes mais descontraídos, é até tolerável que a pessoa busque inspiração em cores, objetos e imagens variados sobre a mesa. Isso acontece muito com quem trabalha com publicidade e moda, pois a pessoa busca inspiração o tempo todo. Mas, no geral, o ideal é colocar o mínimo de enfeites sobre a mesa.”

o que não significa que o funcionário será avaliado pelo aspecto da sua mesa, garante o presidente da ABRH. “Há muito tempo que as empresas, pelo menoas as mais sérias, deixaram de avaliar um empregado pelo modo como ele arruma a mesa. O que conta são os resultados que a traz”, diz ele. “É preciso tomar cuidado com avaliações precipitadas. É claro que o ser hamno se expressa não apenas pela fala e gestos, mas também por objetos, o que não quer dizer que aquele profissional que mantem a mesa rigorasamente arrumada é perfeito. Talvez o interios das gavetas nos fale mais sobre as pessoas que a aparência de suas mesas.”

Fonte: JT Empregos

Equipe Rh Automotive






Como vender um Cachorro

28 10 2009

RA UMA VEZ um vendedor que estava desempregado. Para não passar fome, ele decidiu vender seu cachorro, um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real, não fantasioso, em cachorrologia.

Quer aumentar suas vendas?

É só mudar a direção de seus Argumentos. ERA UMA VEZ um vendedor que estava desempregado. Para não passar fome, ele decidiu vender seu cachorro, um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real, não fantasioso, em cachorrologia.

Procurou um fazendeiro e foi logo argumentando: – O senhor não deseja não comprar um cachorro com pedigree? A resposta do fazendeiro foi um enfático NÃO. Foi aí que o dono do cachorro começou a argumentar: – Mas esse cachorro é especial, ele late melhor que o Luciano Pavaroti. De novo, o fazendeiro disse NÃO.

Mas o vendedor não desistiu: – Mas ele corre como um atleta olímpico, caça ratos melhor do que gatos…O fazendeiro, já impaciente, soltou da jaula mais um nervoso NÃO. O insistente vendedor sacou mais um argumento: – Mas o pai deste cachorro foi campeão mundial de caça ao urubu!

A resposta do fazendeiro era sempre a mesma: – Ele é um excelente cachorro, mas não estou interessado. O vendedor desanimado, colocou seu cachorro em seu carro velho, freou a tristeza, acelerou a raiva e voltou para sua casa. Quando lá chegou qual foi sua surpresa: encontrou seu primo, um velho sábio, campeão de vendas do passado.

O primo campeão ouviu toda a história do parente frustrado e disse: – Vamos voltar lá. Você quer apostar que aquele fazendeiro vai comprar esse cachorro? Impossível!, – eu esgotei todos meus argumentos, aquele cara não compra nem nota de mil reais por cinqüenta centavos.

O velho campeão de vendas colocou o cachorro no banco do trás do carro e se mandou para a fazenda. Procurou o mesmo fazendeiro e, depois das apresentações, começou o diálogo: – Que linda fazenda o senhor tem, parabéns. Mas que lindas galinhas, que belos pintinhos! Eu imagino que o senhor não tem problemas aqui com gaviões e outras aves de rapina tentando devorar esses pintinhos, concorda?

Ah! esse é um problema terrível, – comentou o fazendeiro, – eu tive até que contratar um empregado para ficar de olho o tempo todo, pois os gaviões atacam mesmo. Puxa, – continuou o vendedor campeão, – que falta faz um cachorro especialista em proteger pintinhos dos gaviões! E eu conheço um cachorro que, se o gavião voar baixinho, ele pula e pega. Inclusive, se o senhor tivesse um cachorro assim, iria economizar em encargos sociais, legais e trabalhistas, pois teria uma folha de pagamento mais enxuta.

O senhor tem problemas com ladrões aqui na sua fazenda? – perguntou o sábio campeão. – Na minha fazenda, felizmente, não, mas, na fazenda de meu vizinho, só no semestre passado apareceram dois. – Puxa vida! Mas que falta faz um cachorro que de noite e de dia afugente essa cambada de vagabundos que querem tirar o seu lucro!

Bem, mas de uma coisa eu tenho certeza. Aqui em sua fazenda não há ratos! Todo mundo pensa que não, mas só eu sei o quantos existem! Puxa! Se existisse um cachorro que caçasse ratos tão bem como ratos, mas que fosse amigo do dono, e não da casa, como é o caso dos felinos, seria um bom negócio, concorda? Sim, seria sim!, – concluiu o fazendeiro, entusiasmado.

Bem, o velho campeão continuou a argumentar poderosamente. Ele transformava necessidades latentes em evidentes, problemas em soluções e convencia sem manipular. Os argumentos eram claros e fortes. O cachorro ainda ajudaria o fazendeiro a guardar as ovelhas sem que nenhuma fugisse. Dividiria a solidão dos filhos pequenos do fazendeiro, pois todos brincariam com o cachorro que também era jovem. Diminuiria os custos com empregados e por aí vai..

Olha, seu Antunes, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha. O fazendeiro, descontraído e curioso, disse: – Bem, o senhor chegou aqui em minha fazenda, me deixou com água na boca para conhecer esse cão e agora vai embora? Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim? O senhor quer mesmo conhecê-lo? Claro que sim. Onde ele está? LULUUUU, saia daí debaixo do banco do carro e venha conhecer seu novo dono. E o fazendeiro e o Lulu se conheceram e foram felizes e felizes para sempre.

5 CONCLUSÕES NADA CANINAS DESTA HISTÓRIA DO CACHORRO:

1. O primeiro vendedor era especialista em cachorros ( produtos ). O segundo era especialista em Clientes. Essa é toda a diferença. Outra coisa: O primeiro vendedor fracassou porque tentou vender características e o segundo vendeu benefícios. É a velha história: não venda a broca, venda o furo. Não venda a faca, venda o corte.

2. Que linda fazenda o senhor tem, parabéns! Este é um recurso mais velho que o cachorro de Pavlov, mas ainda funciona . Elogie com carícias positivas, gere sintonia e sinergia.

3. Você acredita que para vender é necessariamente obrigatório que o comprador veja o produto? Tudo bem, mas note que o primo campeão “merchandizou” nas vitrinas do cérebro do fazendeiro. Ele “vendeu” o cachorro, – antes de mostrá-lo.

4 – Olha, seu Antunes, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha. Senso de humor ajuda a criar clima motivacional, desarma resistências, favorece a interação social, estreita confiança e afeições, tende a diminuir as objeções e ajuda a vender.

5. – Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim? Não é você quem vende. É o Cliente quem compra. Cabe a você criar uma emoção de curiosidade. P

inte quadros mentais, faça o mundo mudar de opinião a seu favor, mas sem esquecer jamais que toda negociação vencedora é sempre ganha-ganha. Para ser um campeão de vendas mude a direção de seus argumentos para os problemas de seu Cliente. Primeiro localize alvos-necessidades. A seguir, atire vantagens e benefícios.

Ou, então, saia por aí vendendo burro por cachorro.

Equipe Rh Automotive





Por que tantos executivos estão divorciando?

22 10 2009
By Aristides Girardi

Esta semana um tema chamou minha atenção de uma forma especial. Quero de bate pronto adiantar que não tenho nada contra nem a favor, até porque também já fui divorciado em plena carreira trabalhando em grandes organizações. Foi um casamento de 20 anos, uma linda história, com três filhos maravihosos, mas acabou. Agora, completados 12 anos no segundo casamento, com mais uma filha maravilhosa, o barquinho vai navegando em águas tranquilas, não por falta de tempestades, tsunâmis e tornados. Ainda bem que a vida ensina, se aprendermos, nos permitindo desfrutar de várias maneiras esta experiência, agregando ao currículo da vida uma seção muito particular.
Voltando ao tema, esta semana conversei com mais ou menos 90 executivos e executivas, quase 100, e fiquei impressionado com a quantidade de divorciados ou divorciandos que tive o prazer de conhecer e conversar durante os processos, buscas e abordagens, normais no dia a dia de um headhunter.
Ainda ontem um executivo me ligou, pedindo para adiar um processo de Career Transition, pois tinha acabado de tomar a decisão de “dar um tempo” e já estava instalado em um hotel enquanto que duas crianças tinham ficado na casa com a esposa (eles estão morando em outro país). Pelo que entendi foi um acordo maduro, civilizado e inteligente do ponto de vista que as crianças não foram envolvidas na discussão e durante o dia, enquanto durar a “trégua”, a ordem é manter o que for possível, no lugar. E longe de usurpar a figura do Mestre, no meu humilde ponto de vista, neste caso a receita vai dar certo, e minha torcida nos próximos 120 dias, prazo negociado, vai ser totalmente a favor da reconciliação.
Não sou especialista no assunto, mas fiquei me perguntando algo que nunca tinha me passado pela cabeça, por que tantos executivos e executivas estão se divorciando?
Será que é o ritmo de trabalho que os afasta da família e ao mesmo tempo os aproxima do “mundo”? Será que mesmo vivendo próximo da família, um vacilo deixa o amor esfriar e a rotina “mata” o relacionamento?
Ou talvez um nível de expectativas muito elevado em relação ao cônjuge têm levado ao desgaste da relação conjugal? Já ouvi jargão de especialista dizendo: “Passam mais tempo com colegas de trabalho e pessoas do convívio profissional do que com o cônjuge…”. Daí surge outro questionamento, e os casais que se separaram porque a relação desgastou virando um “verdadeiro inferno” porque trabalhavam juntos??
O ciúme, discussões, dissenssões, disputas, competições e outras coisas mais, em geral, detonam qualquer convivência, mas a entre marido e mulher, acaba em inimizade e às vezes até em divórcio.
Me dá um “nó” na reflexão, a idéia de que há casais, inclusive celebridades, onde cada um mora em um endereço diferente sob a alegação de que não ficando muito tempo juntos, haverá meno discussões e com isso, o risco de um rompimento será menor. Será??
Sendo prático e exclusivamente no intuito de contribuir com este tipo de debate, eu penso que um dos maiores motivos pelo qual os executivos e executivas se divorciam é a absoluta falta de um objetivo comum.

Existem outros? Claro, todos nós sabemos que sim. Mas para mim, este é um dos principais. Independente de ser ou não um executivo, ambos devem ter um objetivo pessoal. O marido deve ter e buscar alcançar suas metas, objetivos, sonhos e realizações, tanto no campo pessoal como no profissional. A esposa, igualmente, deve buscar e atingir suas metas, objetivos, sonhos e realizações, tanto no campo pessoal como no profissional. Se pararmos por aqui, “o bicho pega”. É necessário completar o tripé, que em tese, havendo amor, respeito, altruísmo, abnegação, longanimidade e cumplicidade, vai sustentar a relação por tempo indeterminado, proporcionando qualidade de vida, alegria e felicidade. Nos momentos de lutas e batalhas, uma união inabalável em torno da busca das soluções para vencer os desafios será a marca registrada do casal. O tripé só se completa havendo um objetivo comum ao casal. Este objetivo comum respeitará os outros dois fundamentos e levará à mesa de discussões e do planejamento familiar e profissional de ambos, um tom de conciliação, ajuda mútua e gratidão. Será portanto, o ponto de equilíbrio da relação.

Aristides Girardi
Headhunter

http://www.falecomoheadhunter.blogspot.com/

Equipe Rh Automotive





Será que você é mesmo insubstituível?

22 10 2009

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
equipe de gestores… Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos
de cada um ameaça:

-”Ninguém é insubstituível”.

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o
atrevido:
- Alguma pergunta?

- Tenho sim.
E Beethoven?

- Como? – o encara o gestor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio…

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e
achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em
descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os
profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só
encontrar outro para por no lugar.

- Quem substituiu Beethoven?
- Quem substituiu Tom Jobim?
- Quem substituiu Ayrton Senna?
- Quem substituiu Ghandi?
- Quem substituiu Frank Sinatra?
- Quem substituiu Garrincha?
- Quem substituiu Santos Dumont?
- Quem substituiu Monteiro Lobato?
- Quem substituiu Elvis Presley?
- Quem substituiu Os Beatles?
- Quem substituiu Jorge Amado?
- Quem substituiu Pelé?
- Quem substituiu Paul Newman?
- Quem substituiu Tiger Woods?
- Quem substituiu Albert Einstein?
- Quem substituiu Picasso?
- Quem substituiu Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem
fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar.
E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para
alguma coisa.

Está na hora de vocês líderes reverem seus conceitos e começarem a pensar
em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus
pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus ‘gaps’.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era
instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico…

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte,
discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em
descobrir os pontos fortes de cada membro.
Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu Líder, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas de sua equipe
corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as
pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven
por ser surdo.

E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu … E ao
iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos
assim:

“Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias… e
hoje, para substituí- lo, chamamos:..

-Ninguém… Pois nosso Zaca é insubstituível”

Portanto nunca esqueça:

Você é um talento único… com toda certeza ninguém te substituirá!
Deus te fez com talentos e você se tornará insubstituível quando fizer o
impossível para ser o melhor entre os melhores sem se deixar se abater
pelos obstáculos e sem magoar a ninguém.

“Sou um só, mas ainda assim sou um.”
Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa.
Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.
O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será
menor.”

Pense nisso…

(autor desconhecido)

Equipe Rh Automotive





A EMPRESA CUMMINS concede entrevista eletrônica à FENATRAN 2009.

21 10 2009

Renault

Segundo o Sr. Luis Chain, mesmo  com  toda  crise  que  afetou  duramente o mercado de veículos comerciais  no  país,  a  Cummins,  segundo  dados divulgados pela Anfavea, obteve  excelentes  índices  de  participação  nas  vendas  no  mercado  de caminhões, e participar da FENATRAN  sem dúvida nenhuma é a melhor vitrine para se comunicar com este mercado mostrando lançamentos e as últimas tecnologias”.

Luis Chain
Gerente Executivo de Marketing e de Engenharia de Clientes

1. Qual sua visão sobre o setor no Brasil e quais suas perspectivas para 2009?


Mesmo  com  toda  crise  que  afetou  duramente o mercado de veículos comerciais  no  país,  a  Cummins,  segundo  dados divulgados pela Anfavea, obteve  excelentes  índices  de  participação  nas  vendas  no  mercado  de caminhões  no  primeiro  semestre,  tendo  um desempenho 8% melhor do que a média  deste  mercado, garantindo assim, a liderança do setor com uma fatia de 37% na produção do semestre.

2. Qual importância da FENATRAN  para a Indústria?


Sem dúvida nenhuma, a Fenatran é um dos maiores eventos deste setor da América Latina, o fato de reunir mais de 300 expositores comprava isto. Graças a Fenatran é possível se comunicar com este mercado mostrando os lançamentos e as ultimas tecnologias.


3. Por que a empresa decidiu participar da feira?


Além de expor seus mais recentes produtos e toda a sua tecnologia, a Cummins aproveita o evento para estreitar o relacionamento com seus clientes, frotistas e usuários finais.

4. Se puder quantificar, qual o resultado esperado com a participação na feira?


A Fenatran é uma excelente oportunidade para reforçar a vanguarda tecnológica da companhia e apresentar o que a Cummins tem de mais recente em sua ampla linha de produtos. Durante o evento, temos também a chance de reforçar os laços de parceria com nossos principais clientes. A área de distribuição, por exemplo, oferece peças e serviços, e o benefício na Fenatran, é imediato, como uma oportunidade de prospectar novos clientes.


5. Qual o diferencial de sua empresa?


A Cummins, maior fabricante independente de motores diesel do mundo e a única empresa a fornecer solução integrada que vai da admissão de ar até o sistema de exaustão, comemora 90 anos de fundação em 2009.
Além  disso,  a  empresa  também  ratifica  o  investimento de US$ 20 milhões  entre  2008  e 2009 para oferecer capacidade no desenvolvimento da linha de produtos que servirão o mercado a partir de 2012 e irão atender às leis  de  emissões conforme exigido pelo Proconve P7 (equivalente a Euro V) em diante.


6. Quais os novos produtos, serviços ou soluções que sua empresa irá apresentar na
FENATRAN 2009?


No  ano que a Cummins comemora 90 anos de fundação no mundo e 35 anos no Brasil,  a  empresa  será  mais  uma vez destaque durante a Fenatran 2009 e aproveitará  o  evento  para apresentar o novo motor ISF (versões 2.8 e 3.8 litros), soluções integradas voltadas para o mercado do transporte de carga e  de passageiros, além de ratificar a liberação do uso do Biodiesel B20 em seus motores.

PRODUTOS CUMMINS:

Produtos


www.fenatran.com.br/?utm_source=entrevista%2Beletronica&utm_medium=email&utm_campaign=empresa%2Bcontinental




Empresário ou Executivo? Perfis incompatíveis?

21 10 2009

Há anos, numa viagem aos EUA li um artigo que infelizmente não recortei. Era uma análise sobre o desenvolvimento de carreira de ex-alunos da Duke. Passados 15 anos da graduação, mediram os principais fatores que impactavam sua remuneração. Experiência internacional, idiomas, MBAs e tantos outros aspectos foram medidos, mas o que causava maior impacto (praticamente dobrava o nível de remuneração) era o fato do executivo ter, durante algum período de sua carreira, desenvolvido algum empreendimento próprio.
Comecei minha primeira empresa com 25 anos, e ao vendê-la, aos 34, voltei ao mercado corporativo graças a meu networking. Mas confesso que não foi uma experiência fácil. Parece-me que no Brasil tornar-se um empresário é um caminho sem volta, e “voltar a ser executivo” é sinônimo de insucesso. Ouvi opiniões desta natureza até de alguns dos principais profissionais de outplacement com quem tenho contato.
Gostaria de entender como profissionais de Executive Search entendem esta situação: um empresário voltar ao mercado como executivo. É sinônimo de fracasso empresarial, ou o capacita para vôos maiores?

Fonte:  Renato Lapa Claro – Linkedin

Equipe Rh Automotive





Indústria paulista tem aumento de 14 mil vagas em setembro, diz Fiesp

20 10 2009

TATIANA RESENDE
da Folha Online

A indústria paulista registrou saldo positivo de 14 mil vagas em setembro, o que representou uma elevação de 0,63% no nível de emprego no Estado no confronto com agosto nos dados sem ajuste sazonal, segundo a pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Em agosto, a indústria havia registrado a criação de 1.500 vagas. Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, houve aumento no nível de emprego no mês passado de 0,20%.

Em relação a setembro do ano passado, a queda no nível de emprego foi de 8,19%, o que representa uma eliminação de 198 mil vagas nesta base de comparação. No acumulado do ano, a indústria paulista já eliminou 43 mil postos de trabalho (-1,89%).

No mês passado, dos 22 setores, 19 tiveram desempenho positivo, um mais demitiu que contratou e dois ficaram estáveis.

Setores

No mês passado, dos 22 setores, 19 tiveram desempenho positivo, um mais demitiu que contratou e dois ficaram estáveis.

O setor com maior saldo de contratação em setembro, com relação a agosto, foi confecção de artigos do vestuário e acessórios (4.341), seguido de veículos automotores, reboques e carrocerias com 1.660.

Apenas três setores apresentaram saldo negativo: máquinas e equipamentos, com corte de 15 vagas, equipamento de informática, produtos eletrônicos e óticos (-43) e coque de produtos derivados do petróleo e de biocombustíves (-413).

Sensor Fiesp

A Fiesp também divulgou hoje o Sensor Fiesp –indicador de perspectivas futuras da indústria paulista– da primeira quinzena de outubro. O índice atingiu 59,3 pontos, contra 57,8 pontos verificados na segunda quinzena de setembro.

O índice varia entre 0 e 100 pontos, sendo que acima de 50 pontos indica otimismo e, de 50 para baixo, pessimismo.

O sensor do mercado foi o mais alto no mês, com 65,9 pontos, seguido pelo setor de vendas, com 63,2 pontos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u637803.shtml – Acesso 20/10/09 as 14h20

Equipe Rh Automotive





Brasil cria 252 mil vagas em setembro, o melhor resultado do ano

20 10 2009

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

O mercado formal brasileiro registrou a criação de 252.617 empregos no mês de setembro, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. É o melhor resultado do ano e o segundo melhor para o mês de setembro da série histórica, desde 1992.

É oitavo mês consecutivo em que há crescimento de vagas, puxado principalmente pela indústria de transformação.

O saldo de empregos de setembro deste ano é resultado da contratação de 1,458 milhão e demissão de 1,23 milhão de pessoas e ficou 0,77% acima do estoque de assalariados de agosto.

Nos nove primeiros meses de 2009, foram gerados 932.651 postos, superando as mais de 800 mil vagas fechadas entre novembro e janeiro, por conta da crise econômica. Considerando os últimos 12 meses, foram 298.285 postos.

Reprodução




Setores

O setor da indústria da transformação (vestuário, automóveis, alimentos e outros) foi o que mais gerou empregos, com saldo positivo de 123.318 postos crescimento de 1,68% em relação ao mês anterior. Em seguida, está o setor de serviços, com 62.768 novos postos (crescimento de 0,48%).

No comércio, o saldo foi positivo em 50.301 vagas (+0,71%) e, na construção civil, em 32.667 empregos. Já a agropecuária registrou o fechamento de 17.064 postos de trabalhos, principalmente por conta da entressafra em algumas regiões.

Regiões

A região Nordeste liderou a criação de empregos, pela primeira vez no ano. Em setembro, o saldo para a região foi positivo em 100.442 postos de trabalho, principalmente por conta da indústria.

No Sudeste, foram criados 85.864 postos de trabalho, sendo 59.547 em São Paulo. No Sul, foram criadas 40.842 vagas, no Norte, 13.550 e, no Centro-Oeste, 11.919.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u637805.shtml – Acesso 20/10/09 14h17

Equipe Rh Automotive





A vida não é só trabalhar!

20 10 2009

By Aristides Girardi

A vida não é só trabalhar, óbvio que não. Acontece que a maneira tradicional de “aproveitar” o tempo em família mudou. “Antigamente”, chegava o final de semana e lá íamos nós com a família para um almoço especial na casa da vovó! Muitos, ainda conseguem essa proeza nos dias atuais, mas a grande maioria dos executivos, não!!
Você percebeu que quando você se torna um finalista em um processo de seleção, ou mesmo quando recebe um convite direto, na hora de negociar a remuneração, sempre o que chama a atenção são os benefícios? Benefícios?
Além do salário, que é ótimo tê-lo, você recebe a promessa de que terá com todas as despesas pagas, um lindo celular, um nextel, um Black isso ou um Black aquilo, outro celular corporativo, um moderno laptop com webcam, wireless, pen drive, mobile internet, baterias extras, cartão corporativo, reembolso de quilometragem, etc.? Um verdadeiro arsenal de “guerra” para desempenhar o seu papel de acordo com o script do “Board”.
E como a demanda por executivos está em baixa, a ordem é caprichar, e aproveitar os sábados e domingos para turbinar os relatórios, planos de viagens, agenda, roteiros, apresentações, orçamento pessoal, recarregar a bateria “do celular”, e outras coisa importantes e necessárias para a “batalha” da próxima semana, e garantir o “leite das crianças”.
Você ia dar uma voltinha com seu filho mas como está chovendo, teve uma idéia bacana, foi até o Shopping mais próximo e o deixou brincando no “parquinho” para ele se divertir um pouco, não é mesmo. Enquanto isso você vai até a praça de alimentação ler alguns e-mails. Como tem que responder muitos e-mails e o final de semana será “curto”, deixa o menino no parquinho mais uma hora, ele vai se divertir…e por aí vai. Chega o domingo à noite, hora de arrumar a mala e o arsenal, afinal de contas amanhã, segunda-feira tudo começa de novo. São 6hs da manhã de segunda, e você já está pronto, ou pronta, vale para as queridas mamães também, e bola prá frente, rumo a novos e desconhecidos desafios que a semana lhe reserva.
Na segunda-feira à noite, num lampejo de solidariedade, emoção, saudade (afinal você está se sentindo tão só), abre uma janela na sua agenda e liga para o filho, que do outro lado com voz embargada e tímida sussura, “papai, estou com saudade de você”, e você retruca com delicadeza e maestria digna de um executivo, mas filho, ontem eu levei você no shopping, no parquinho, na sorveteria, na banca de revistas, no cinema, no banheiro, você ainda passou a tarde toda na casa da tua vó? Isso tudo não foi suficiente para você meu filho? E do outro lado, o frágil “adversário”, inexperiente, sábio, observador, com voz calma e educada te responde, fiquei feliz sim papai com tudo isso, mas estou com saudades DE VOCÊ!

Se a vida não é só trabalhar, então a vida é o que?

www.falecomoheadhunter.blogspot.com

Equipe Rh Automotive





Chefes intimidadores se sentem incompetentes, diz estudo

20 10 2009

EWEN CALLAWAY – New Scientist

Você tem um chefe que intimida? Se lhe consola, uma nova pesquisa mostra que chefes que se sentem incompetentes atacam severamente os outros, com intuito de compensar a própria inferioridade. “Detentores de poder sentem que precisam ser superiores e competentes. Quando eles não sentem que podem demonstrar isso legitimamente, eles demonstram isso rebaixando as pessoas com um corte ou dois”, diz Nathanael Fast, psicólogo social da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, que liderou uma série de experimentos, a fim de explorar estas consequências.

Na primeira, Fast e sua colega Serena Chen, que é da Universidade da Califórnia, em Berkeley, pediu a 90 homens e mulheres que trabalhavam para preencher questionários on-line sobre as respectivas tendências agressivas e a percepção de competência. Os mais agressivos tendiam a ter dois empregos de alto poder, disseram os cientistas.

O fator desconforto

Para ver se um ego ferido pode realmente causar uma agressão, os pesquisadores manipularam a autoestima e o senso de poder das pessoas, pedindo-lhes para que escrevessem sobre ocasiões quando se sentiram poderosas ou impotentes e, em seguida, competentes ou incompetentes. Pesquisas anteriores sugeriram que algumas experiências dessa maneira causam impactos a curto prazo ou queda nos sentimentos de poder e capacidade, disse Fast.

Em seguida, Fast e Chen solicitaram aos voluntários para que selecionassem uma punição que seria dada a estudantes universitários por respostas erradas, em um teste hipotético de aprendizado. Voluntários escolheram entre sons de buzina que variavam ente 10 decibéis até ensurdecedores 130 decibéis.

Os voluntários que se sentiam mais incompetentes e poderosos aplicaram penalidades mais altas, de 71 decibéis, em média. Já os trabalhadores que se sentiam à altura de seus cargos selecionaram punições mais leves, entre 55 e 62 decibéis, assim como aqueles que se sentiam incompetentes e impotentes.

A bajulação parece ser um fator que tempera a agressividade de líderes inseguros. Quando Fast e Chen persuadiram os voluntários elogiando a sua capacidade de liderança, todas as suas tendências agressivas desapareciam. Isso é uma evidência de que líderes são agressivos por causa do ego ferido, não apenas por uma ameaça a seu poder, afirma Fast.

Isso também pode explicar por que os líderes de organizações grandes e pequenas se cercam de pessoas que obedecem sem questionar, observa ele.

Adulação cega, entretanto, não pode ser a melhor solução para os 54 milhões de cidadãos que tiveram experiência de assédio moral no trabalho, apenas nos Estados Unidos (veja o documento, em inglês, aqui). Mas facilitando as novas posições de poder para líderes, ou dizendo-lhes que é natural que sintam medo, pode prevenir futuras explosões de raiva, diz Adam Galinsky, psicólogo social da Universidade e Escola de Administração Kellogg, em Illinois.

Equipe Rh Automotive









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