Termos corporativos em inglês

30 09 2009

Autoria: VOCE/SA

Artigo: Professor Robson Dutra divide o que aprendeu sobre Termos Corporativos em Inglês.

Domine o corporativês

Qualquer profissional em dia com as exigências do mercado está careca de saber: falar mais de uma língua é imprescindível. Entretanto, ainda não existem por aí cursos que ensinem a falar o “corporativês”. Aqui, você pode encontrar a tradução para siglas ou termos em inglês que freqüentam o vocabulário corporativo.

B2B: sigla fonética de “business to business”. É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor.
B2C: business to customer, a empresa que vende diretamente para o consumidor via internet.
Benchmark: parâmetros de excelência, exemplos de coisas boas.
Board: conselho diretor.
Brainstorm:
literalmente, significa “tempestade cerebral”. É uma reunião para se fazer exatamente isso: trocar idéias.
Breakthrough:
trata-se de um avanço em determinada área.
Break even point: o momento a partir do qual custos e receitas de um negócio se equilibram.
Broad band:
banda larga.
Budget: orçamento.
Buying in:
compra (de uma empresa, por exemplo).
Cash: dinheiro vivo.
CEO – chief executive officer – É o cargo mais alto da empresa. É chamado também de presidente, principal executivo, diretor geral, entre outros. Quando existe um presidente e um CEO, o primeiro é mais forte.
CFO – chief financial officer – Um nome mais sofisticado para diretor de finanças.
Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa.
CHRO – chief human resources officer. É o cargo de diretor de recursos humanos.
CIO – chief information officer - Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também chief imagination officer, termo criado pela fabricante americana de computadores Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal.
CKO – chief knowledge officer
CLO – chief learning officer:
Responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização.
CMM: capacity maturity model, recurso para desenvolvimento de software.
CMO – chief marketing officer: Diretor de marketing. No BankBoston é o profissional responsável por cuidar também dos novos negócios e internet.
Commodity:
produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional.
Consumer relationship Management: gerenciamento das relações com o cliente.
Consumer understanding: conhecimento profundo a respeito dos clientes.
COO – chief operating officer, executivo chefe de operações. Geralmente o braço direito dos CEO´s.
Core business:
negócio principal da empresa.
Corporate purpose:
objetivo da empresa.
Country-manager:
diretor-geral para o país.
CRO – chief risk officer.
Além de gerenciar o risco nas operações financeiras, o CRO também é responsável por analisar as estratégias do negócio, a concorrência e a legislação.

CSO: chief security officer.
Profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia.
CTO – chief technology officer.
Existe uma confusão muito grande. Geralmente o CTO comanda a infra-estrutura da área de tecnologia. Enquanto o CIO o seu uso estratégico.
Data-base marketing:
marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa.
Downsizing: redução no número de funcionários da empresa.
Endomarketing: é uma área diretamente ligada à de comunicação interna, que alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos.
ERPs:
sistemas de gestão empresariais.
Factoring: prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas cobrando comissão.
Fine tuning:
sintonia fina, calibragem.
Follow-up: dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram.
Forecast:
previsão.
Headcount:
número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa.
Headhunter:
caça-talentos do mundo corporativo.
Income: renda.
Intrapreneur (não confundir com entrepreneur): empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente.
L.L.M:
Master of Laws, mestrado em direito.
Market share:
fatia de mercado.
Markup: é um sobre-preço que se acrescentado ao preço final do produto (digamos, após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista).
MBA: master of business administration, pós-graduação lato-sensu em administração de empresas.
Networking:
construir uma boa rede de relacionamentos, geralmente em sua área de atuação.
Outplacement - prática gerencial de recursos humanos. Consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira.
Player:
empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.
Sales manager:
gerente de vendas.
Spread:
taxa de risco.
Supply chain management:
gerenciamento de cadeia de abastecimento.
Target: alvo.
Trend: tendência.
Turnover: rotatividade de mão-de-obra.

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do setor automotivo

30 09 2009

Sindipeças: pesquisa mostra recuperação do faturamento

Pesquisa conjuntural do Sindipeças junto a 93 associadas (que representam 42% do faturamento total do setor) indica que a receita de autopeças de janeiro a agosto, em reais deflacionados, foi 23,6% inferior ao de igual período de 2008. Segundo a entidade, lentamente os percentuais de queda diminuem, indicando recuperação. As vendas para montadoras representaram 72% do total; para exportação, 10%; para reposição, 13%. Os restantes 5% correspondem a trocas intersetoriais. O número de empregados em agosto foi 196,9 mil, superior aos 196,5 mil do mês anterior. Fonte: Sindipeças.

Mercedes-Benz contrata 800 e efetiva outros 510

Gero Herrmann, presidente da Mercedes-Benz, anunciou ontem (29) a contratação de 800 trabalhadores para atuar na produção de caminhões e ônibus na fábrica de São Bernardo do Campo, SP. A iniciativa, segundo o executivo, visa a atender a recuperação no mercado interno de veículos comerciais, com o reaquecimento da economia nos setores de agronegócios, construção civil e mineração, além da renovação de frotas de ônibus. Além das novas contratações, 350 funcionários temporários serão efetivados durante outubro e um grupo de 160 aprendizes passa a integrar o quadro de colaboradores da empresa. Em agosto a Mercedes comercializou 3.109 caminhões (com PBT acima de 3,5 t) no mercado interno, obtendo 32% de participação de mercado. No setor de ônibus, a marca ficou com 50% do mercado, emplacando 1.216 unidades. A fábrica de caminhões de São Bernardo do Campo é a maior da Mercedes-Benz fora da Alemanha. “Os veículos que fabricamos aqui têm a mesma qualidade do que é produzido na Europa”, assegura Herrmann. A planta brasileira é a única da Daimler Trucks (unidade de negócios da Daimler AG, maior fabricante de veículos comerciais do mundo) a produzir caminhões, chassis de ônibus e agregados num mesmo local. Desde 1956, quando iniciou as atividades em São Bernardo do Campo, a empresa já produziu mais de 1,2 milhão de caminhões e 540 mil ônibus.

Abemi: engenharia industrial não para de crescer

Um ano após o início da crise econômica o Brasil dá sinais de retomada do crescimento. Pelo menos é o que pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial entre as suas associadas, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes. Segundo a enquete, o segmento está otimista em relação a 2010. Das empresas ouvidas 54,84% estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários. Em relação à situação dos negócios, metade das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração. O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios. Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, explica que o objetivo da pesquisa foi verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado mostrou coerência com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose e reflete a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás” – analisa. A Abemi reúne 120 associadas, que incluem algumas das maiores empresas de engenharia de projeto, construtoras, de montagem industrial e fabricantes de equipamentos do país.

GM trabalha em duas novas plataformas globais

Em entrevista ao Jornal do Comércio, o vice-presidente de manufatura da GM para a América do Sul, José Eugênio Pinheiro, disse que as características de uma plataforma global se ajustam ao DNA da unidade da montadora em Gravataí. A fábrica gaúcha da GM, inaugurada em 2000, é apontada como um modelo para a corporação. A unidade receberá R$ 2 bilhões até 2012, dos quais R$ 1,4 bilhão será destinado ao desenvolvimento do projeto Onix. Os demais R$ 600 milhões serão aplicados no Centro de Engenharia de Produto e Design, de São Caetano do Sul, para desenvolvimento de produtos e manufatura. Segundo Pinheiro, estudos para os novos modelos da planta gaúcha, que devem chegar ao mercado em 2012, também estão sendo feitos em outros centros da GM pelo mundo. O executivo disse também ao Jornal do Comércio que a montadora trabalha em mais duas plataformas globais, destinadas às unidades de São Caetano e São José dos Campos.

Fonte: Automotive Business

Equipe Rh Automotive





Rapidinhas do setor automotivo

28 09 2009

Vendas globais da Toyota devem crescer 3%

A Toyota Motor elevou em 3%, para 6,7 milhões de unidades, a previsão para a venda de veículos da marca este ano. A informação é do Tokyo Shimbun e sinaliza um início de recuperação da demanda por veículos. A montadora japonesa prevê, ainda, uma elevação de 8% na produção de veículos, para 6,45 milhões, em 2009/2010, graça aos estímulos do governo norte-americano e japonês e incentivos em impostos para veículos eficientes – como o Prius. Desde abril os compradores japoneses de carros de baixa emissão recebem um bônus de US$ 2,789. A empresa vem enfrentando a pior crise em seus negócios desde a fundação em 1937, com a queda de vendas. Em agosto, no entanto, houve uma recuperação com a elevação das vendas em 9%.

VW fará investimentos, apostando em avanço do mercado

Em duas matérias para o jornal Valor de segunda-feira, 28, Marli Olmos analisa o programa de investimentos que a Volkswagen está prestes a anunciar para o Brasil. Haverá novos produtos e aumento de capacidade para atender um crescimento do mercado local estimado em 40% até 2014, elevando as vendas anuais para 4 milhões de unidades. A Volks vende mais automóveis que a Fiat no país, mas perde no segmento de comerciais leves. A reação nesta categoria aconteceu com a nova Saveiro e continuará com o lançamento da picape média Amarok, a ser produzida na Argentina. Segundo a jornalista, somente em 2009 a marca renova 16 produtos. A empresa pretende eliminar os conflitos com os sindicatos e ampliar os programas de relacionamento com fornecedores. A ênfase acontece também na gestão das operações, que privilegia o trabalho em equipe. Quando a empresa concluiu sua reestruturação, em 2006, a fábrica de São Bernardo tinha 10,6 mil empregados. Com a recente abertura de vagas, o quadro subiu para 12,5 mil.

VW contratará 200 trabalhadores para linha de produção

Depois da assembléia dos metalúrgicos do ABC no sindicato da categoria que aprovou o acordo salarial com as montadoras, no sábado, 12, a Volkswagen anunciou a contratação de duzentos horistas para a linha de produção. Os trabalhadores devem iniciar as atividades até 21 de setembro.

A nova contratação tem o objetivo de atender a aceleração na produção em virtude de lançamentos de produtos programados pela empresa. Com a iniciativa, sobe para 790 o número de efetivações desde janeiro, com 730 contratações.

Há expectativa da efetivação de outros 500 trabalhadores até o final do ano.

Segundo o sindicato, nos últimos dois anos mais de 1.800 metalúrgicos foram admitidos pela montadora na fábrica de São Bernardo do Campo. A maioria foi contratada por prazo determinado.

Fonte: www.smabc.org.br.

Schmall: VW tem planos agressivos para o Brasil

Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, disse ao Globo que a empresa está crescendo mais do que a indústria como um todo. Ele assegurou que os próximos investimentos no país devem ser muito bons, embora não tenha entrado em detalhes. “Nossos planos são agressivos, mas o anúncio será só no final do ano” – disse, garantindo também que a filial ganhou credibilidade junto à matriz, depois de obter resultados positivos, realizando lucro há dois anos. Schmall disse ainda ao Globo que a estratégia hoje é produzir carros mundiais e não modelos individuais para países, com uma tendência cada vez maior de carros elétricos. A Volkswagen tem como objetivo assumir o topo do ranking global no mercado automotivo, desbancando a Toyota até 2018.

Empresas oferecem formação na área de logística

O Formare, projeto de educação profissional para jovens de baixa renda, idealizado e coordenado pela Fundação Iochpe, está contribuindo para formação de mão-de-obra qualificada em logística. Por meio de uma grade disciplinar elaborada por especialistas dessa área, empresas do segmento logístico, como DHL Supply Chain e Santos Brasil, decidiram investir na educação e formação de jovens, oferecendo cursos específicos do setor. Empresas de outros segmentos, como Delphi, Knorr-Bremse, Mahle, Plascar e Suzano Papel e Celulose, também oferecem cursos para o setor de logística. Juntas essas companhias devem formar aproximadamente 1100 jovens, de 16 a 18 anos, nos próximos cinco anos. “Nosso material pedagógico traz conceitos e procedimentos afinados com as exigências e expectativas do setor”, explica Zita Pimentel, coordenadora pedagógica do Projeto Formare. Os cursos oferecidos pelo Formare têm duração de um ano, com carga horária mínima de 800 horas/aula. A grade curricular tem, em média, 11 disciplinas que privilegiam a formação humana e técnica do aluno. As aulas são ministradas por educadores voluntários das empresas, que reservam uma área em suas unidades para a realização das aulas. Os alunos recebem um certificado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, instituição federal de ensino vinculada ao MEC, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995.

Abemi: engenharia industrial não para de crescer

Um ano após o início da crise econômica o Brasil dá sinais de retomada do crescimento. Pelo menos é o que pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial entre as suas associadas, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes. Segundo a enquete, o segmento está otimista em relação a 2010. Das empresas ouvidas 54,84% estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários. Em relação à situação dos negócios, metade das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração. O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios. Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, explica que o objetivo da pesquisa foi verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado mostrou coerência com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose e reflete a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás” – analisa. A Abemi reúne 120 associadas, que incluem algumas das maiores empresas de engenharia de projeto, construtoras, de montagem industrial e fabricantes de equipamentos do país. Acesso 28/09/09 13h35

Fonte: Automotive Bussines – Acesso 28/09/09 13h35

Equipe Rh Automotive





A EMPRESA CONTINENTAL PNEUS concede entrevista eletrônica à FENATRAN 2009.

25 09 2009

Continental

Segundo Gilberto Viviani, o setor de autopeças foi duramente atingido pela crise financeira mundial. Mas, mesmo assim, desde o início deste ano, a Continental Pneus vem batendo sucessivos recordes de vendas no Brasil.

Acreditamos que participar da FENATRAN 2009 será uma oportunidade importante para apresentarmos em detalhes o nosso portfólio completo de produtos para o segmento.

Gilberto

Gilberto Viviani, gerente nacional de vendas de Pneus para Veículos Comerciais da Continental do Brasil

<>

1. Qual sua visão sobre o setor no Brasil e quais suas perspectivas
para 2009?

O setor de autopeças foi duramente atingido pela crise financeira mundial. Mas,
mesmo assim, desde o início deste ano, a Continental Pneus vem batendo
sucessivos recordes de vendas no
Brasil. Esse resultado positivo pode ser atribuído a dois fatores principais: à
expansão de nossa base de clientes e ao aumento de nosso portfólio de produtos.
Estamos presentes com força no segmento de reposição e, aos poucos, ampliando
nossa participação como fornecedores de equipamento original para os principais
fabricantes instalados no Brasil. Os investimentos inicialmente planejados
para o país foram mantidos e mensalmente iniciamos a produção de novos
produtos em nossa fábrica, instalada no Pólo de Camaçari, na Bahia. Vamos
encerrar o ano de 2009 superando as metas de vendas inicialmente estabelecidas.

2. Qual importância da FENATRAN para a Indústria?

Ao reunir os principais fabricantes do setor de transportes e logística, a FENATRAN
se transforma em uma importante fomentadora de negócios não apenas no
Brasil, mas também em outros importantes mercados internacionais, pois
recebe compradores de diversos países. É um evento de porte, mobilizador e
extremamente importante no calendário do setor.

3. Por que a empresa decidiu participar da feira?

Estamos presentes ao evento pela segunda vez. A Continental é fornecedora de
pneus de carga como equipamento original para empresas como Volkswagen
Caminhões, Scania, Mercedes-Benz e Iveco. Acreditamos que a FENATRAN
é uma oportunidade importante para apresentarmos em detalhes o nosso
portfólio completo de produtos para o segmento, bem como seus
diferenciais competitivos. Hoje, comercializamos mais de vinte diferentes artigos
e cobrimos os segmentos de longa distância, tráfego regional, tráfego
urbano e construção.

4. Se puder quantificar, qual o resultado esperado com a participação
na feira?

Nossa primeira experiência na FENATRAN, em 2007, foi extremamente positiva.
Estreitamos o relacionamento com clientes atuais e nos aproximamos de clientes
potenciais. Mesmo com o cenário econômico adverso, a Continental vem
experimentando um momento de grande expansão no mercado brasileiro,
principalmente no segmento de reposição. Ampliamos o nosso portfólio de
produtos com a chegada de dois novos produtos e já fornecemos pneus como
equipamento original. Temos grandes perspectivas para a FENATRAN que se
aproxima e esperamos iniciar, e quem sabe até fechar, bons acordos de negócios
durante os cinco dias da mostra.

5. Qual o diferencial de sua empresa?

A Continental oferece uma extensa linha de pneus para os segmentos de
longa distância, tráfego regional, tráfego urbano e construção que se destacam
por sua resistência, flexibilidade e confiabilidade. São produtos fabricados no Brasil,
com a consagrada tecnologia alemã, e adequados à realidade da malha viária
nacional.
Nossa linha de pneus de carga é reconhecida internacionalmente por seu
elevado desempenho, maior rendimento quilométrico e menor consumo de
combustível, fatores que se refletem diretamente na redução dos custos de
transporte para motoristas e frotistas.

6. Quais os novos produtos, serviços ou soluções que sua empresa
irá apresentar na FENATRAN 2009?

Levaremos para esta edição da FENATRAN, além de nosso portfólio completo de
produtos, dois novos modelos. Os visitantes poderão conhecer em nosso
estande o HSR1 1100 R22, nosso primeiro modelo com câmera. Fabricado em
nossa planta de Camaçari, na Bahia, ele chega ao mercado totalmente adaptado
às condições da malha viária brasileira, contando com melhorias como sulcos
mais profundos – de tecnologia patenteada – e maior largura da banda de
rodagem. Combinadas, essas alterações têm como resultado final um maior
rendimento quilométrico e um desempenho superior nas mais diversas condições
de piso e clima.

Também estará em exibição outro lançamento: o pneu LSU, que foi desenvolvido
para atender às demandas do deslocamento centralizado, com paradas freqüentes
e variação contínua tanto da velocidade como do percurso. Disponível na medida
215/75 R17.5, ele combina elevada resistência e excelente aderência, entregando
a microônibus e caminhões leves que circulam nas grandes cidades um desempenho
superior nas mais diversas condições de piso. O LSU emprega um composto de
última geração em sua fabricação e seu design, que contempla uma geometria
especial dos sulcos, favorece uma melhor dirigibilidade no tráfego combinado das
grandes metrópoles.
Quem visitar a FENATRAN terá ainda a oportunidade de conhecer, em primeira
mão, os pneus da linha 2010 da Continental que serão produzidos em nossa fábrica
na Bahia, a mais moderna do Grupo em todo o mundo.

PRODUTOS CONTINENTAL PNEUS:
Produtos

Visite o Estande da CONTINENTAL PNEUS na FENATRAN 2009

Agilize sua entrada e faça seu CREDENCIAMENTO ON-LINE AQUI. É rápido, fácil e gratuito.
Ao fazer o seu credenciamento online, informe o cód. EE2409
www.fenatran.com.br/?utm_source=entrevista%2Beletronica&utm_medium=email&utm_campaign=empresa%2Bcontinental
Reed Exhibitions Alcantara Machado

A equipe da Rh Automotive estará na FENATRAN 2009. E você onde estará?

Equipe Rh Automotive





Atendimento ao Cliente GM

25 09 2009
Como funciona o Call Center ou o atendimento de sua empresa?
Esses locais são a porta de entrada de qualquer pessoa a sua empresa.
Segue um e-mail que me enviaram, que achei muito interessante, retratando este problema:
Atendimento ao cliente.
A história ou ‘causo’, como está sendo batizada aqui no Brasil, começa quando o gerente da divisão de carros da Pontiac, da GM dos
EUA, recebeu uma curiosa carta de reclamação de um cliente.
Eis o que ele escreveu:
Esta é a segunda vez que mando uma carta para vocês, e não os culpo por não me responder. Eu posso parecer louco, mas o fato é que nós
temos uma tradição em nossa família, que é a de tomar sorvete depois do jantar.
Repetimos este hábito todas as noites, variando apenas o tipo do sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo.
Recentemente comprei um novo Pontiac e, desde então, minhas idas à sorveteria se transformaram num problema.
Sempre que eu compro sorvete de baunilha, quando saio da loja para o carro, o carro não funciona, se compro qualquer outro tipo de sorvete,
o carro funciona normalmente.
Os senhores devem achar que eu estou realmente louco, mas não importa o quão tola possa parecer minha reclamação. O fato é que estou muito irritado com meu Pontiac.
A carta gerou tantas piadas do pessoal da GM que o presidente da empresa acabou recebendo uma cópia da reclamação.
Ele resolveu levar a sério e mandou um engenheiro conversar com o autor da carta.
O funcionário e o reclamante, um senhor bem-sucedido na vida, foram juntos à sorveteria no fatídico Pontiac.
O engenheiro sugeriu sabor baunilha para testar a reclamação e o carro efetivamente não funcionou.
O funcionário da GM voltou nos dias seguintes, à mesma hora, e fez o mesmo trajeto, e só variou o sabor do sorvete.
Mais uma vez, o carro só não pegava na volta, quando o sabor escolhido era baunilha.
O problema acabou virando uma obsessão para o engenheiro, que passou a fazer experiências diárias, anotando todos os detalhes possíveis e,
depois de duas semanas, chegou à primeira grande descoberta. Quando escolhia baunilha, o comprador gastava menos tempo, porque não
precisava ficar escolhendo o tipo de sorvete e este estava bem na frente.
Examinando o carro, o engenheiro fez nova descoberta: como o tempo de compra era muito mais reduzido no caso da baunilha, em comparação com o tempo dos outros sabores, o motor não chegava a esfriar. Com isso, os vapores de combustível não se dissipavam, impedindo que a nova
partida fosse instantânea.
A partir deste episódio, a Pontiac mudou o sistema de alimentação de combustível e introduziu a alteração em todos os modelos a partir
desta linha.
Mais que isso, o autor da reclamação ganhou um carro novo, além da reforma do que não pegava com sorvete de baunilha.
A GM distribuiu também um memorando interno, exigindo que seus funcionários levem a sério até as reclamações mais estapafúrdias, ‘
porque pode ser que uma grande inovação esteja por trás de um sorvete de baunilha’ diz a carta da GM.
Isso serve para as empresas nacionais que não tem o costume de dar atenção a seus clientes, tratando-os até mal. Com certeza esse consumidor americano comprará um outro Pontiac, porque qualidade não está dentro da empresa, está também no atendimento que despendemos aos nossos clientes.

O que vocês pensam sobre isso? Qual será realmente o papel que nossas empresas estão desenvolvendo junto aos clientes? Qual será a imagem que nossas empresas deixam de si mesmas?

Lembrando 2 coisas:

– Uma imagem vale mais do que mil palavras.
- A cada pessoa que sai reclamando de nossos serviços, outras 10 as seguem. Para fidelizarmos 1 pessoa, temos que ganhar a confiança de outras 100.

Equipe Rh Automotive





Workshop prático de Lean – “Aprender fazendo” – Ministrado pelo Engº João Câncio

25 09 2009

Este é um Workshop que será ministrado por nosso amigo João Câncio.

Através do site www.nexo.org.br você pode conferir tudo que acontecerá neste workshop assim como sua programação.

O evento acontecerá em Guarulhos.
O compromisso com o resultado e a mudança de atitude serão os destaques desses workshops.

Participe e/ou encaminhe para outra pessoa que tenha interesse nesse tema.
As inscrições podem ser feitas através do seguinte e-mail: atendimento@nexo.org.br

Até lá,

João Câncio
(11) 9908 1821
Coordenador do NEXO
Excelência Operacional

Equipe Rh Automotive





Será que somente a idade implica em uma contratação?

22 09 2009

Tendo como base a repercurssão que o tópico Ética entre a idade e a experiência profissional… Isso existe? nos trouxe, fiquei pensando e refletindo sobre os inúmeros comentários, críticas e sugestões.

Com o reaquecimento que vem ocorrendo no mercado, é natural que as empresas tendem a ter um certo receio, 2 ou 3 pés atraz antes de estruturarem seus departamentos (pois a medida que o mercado cresce, a demanda aumenta e são necessários novos profissionais), se preocupando em não permitir que ocorra novamente este grande retrocesso.
Neste pensamento, podemos supor que os profissionais que estavam ativos antes da crise, talvez não sejam os mais capacitados a estarem novamente assumindo seus postos, pois a crise ocorreu em seus braços… Mas é claro que não foi pela sua gestão… esse problema ja vinha sendo alertado pela inteligência de mercado a muito tempo, muitos sabiam que com o volume do consumo em constante alta e elevação, uma hora a bomba iria explodir.

Um conhecido do Citi, me disse que há pelo menos 8 anos, eles sabiam que essa crise iria ocorrer e que as proporções seriam grandes, mas não conseguiam determinar quando e nem por quanto tempo. O motivo era o alto giro de capital tanto pelas empresas quanto pelas pessoas físicas. Em suas suposições, nunca imaginaram que seria tão forte como foi e atingiria niveís globais… Enfim, mas foi o que ocorreu.

Creio que neste período de novas recontratações, muitos diretores e gestores de áreas estão refletindo mais, sobre quais requisitos o profissional deve ter, para assumir a vaga e exercer suas atividades em prol do crescimento da empresa.

Será que este profissional tem que ser da geração que está com idade entre 20 e 30 anos, que estão se formando e trazendo uma cultura global advindo da internet e interatividade, ou o profissional certo, deva ter sua idade entre 30 e 40 anos, com uma dupla cultura, pré e pós web 2.0, mas sem muita facilidade e paciência para se adaptar a velocidade que as informações mudam e se transformam em realidade e trabalho? Ainda temos neste bolo, aqueles profissionais que ja passaram dos 40 anos de idade, onde muitos não entendem da web 2.0, ou sabem pouco sobre a mesma e preferem continuar com suas metodologias antigas, aquelas quais sempre utilizou e aprimorou e que deu certo.

Vejo que nenhum destes profissionais, divididos por faixa etária tem o pleno conhecimento que hoje um profissional que visa seu próprio crescimento e o da empresa em que está, tem.

Assim como existem as multiplataformas, a interatividade, a nuvem da web, as informações via satélite, que poucos entendem ou se quer sabem como funciona, tem que ser a vida dentro das empresas. Se as contratantes estão evitando quem passou dos 40 anos, o que será das organizações com profissionais mais novos e inexperientes mas com informações e uma cultura global advinda da internet?

Assim como a interatividade na internet gerou o grande boom da mesma, creio que o caminho deva ser este também para as organizações: Interatividade, conversa, troca de informações entre as faixas etárias. Com certeza um diretor e gerente, precisará dos conhecimentos de um coordenador e analista, pois ambos estão crescendo e se desenvolvendo em um mundo interativo, de rápido crescimento e divulgação de conhecimento, técnicas e métodos.

Neste processo há um grande problema: Dificilmente um diretor ou um gerente dará ouvidos a um analista, pois há um grande preconceito e bloqueio em se ouvir o que profissionais com um “menor nivel técnico” tem a dizer.

As empresas criaram um sistema de hierarquia vertical em suas bases, e a tendência é que esse sistema se torne horizontal, onde tudo é discutido, conversado, analisado e desenvolvido.

Esse é um pensamento meu, não sei o que exatamente meus amigos pensam a respeito deste assunto, mas com certeza os problemas referente a idade estão longe de apenas ser uma implicância com os Rh´s ou contratantes, e vai de uma cultura social e ética que foi estabelecida, e o mundo interativo que vivemos, esta mudando as estruturas e bases de tudo que conhecemos e pensamos…

O que vocês pensam sobre isto?

Equipe Rh Automotive





Você é uma estrela

21 09 2009

Segue artigo escrito pelo nosso leitor Antonio Pereira Pol Rosseló:

Vendo alguns artigos sobre recolocação, resolvi postar algo que escrevi a tempo atrás, quando atuava como consultor na área de RH e o foco era semelhante “Estar desempregado e a falta de confiança em si mesmo”.

—————-—————-—————-—————-—————-—————-—————-—————-
Talentos não surgem ao acaso, ou simplesmente são descobertos da noite para o dia.

Ao longo dos anos descobri/aprendi que delinear motivos, e, ao mesmo tempo históricos emocionais, da parceria disfuncional entre administradores operacionais e técnicos da empresa, não é tarefa fácil se não pudermos oferecer ferramentas que possam reparar os erros dessa aliança.

- A Desconexão, explora os motivos que provocaram a presente situação.

- O Realinhamento, quer seja ele de processos, quer seja ele de colaboradores, aborda a questão da difusão tecnológica da informação ao processo.

- A Conexão, delineia uma perspectiva motivacional de estrutura, que permite tornar capaz uma postura enquanto colaboradores de perfeito alinhamento entre anseios, frustrações e visão empresarial.
A oportunidade que tive em poder apresentar-lhes algo, nada mais serviu para dizer que quando coisas fundamentais estão acontecendo, é inútil opor-se.

A alguns anos atrás, comecei a notar uma certa dinâmica na empresa em que trabalhava, que me deixava muito pouco à vontade.

Com o passar do tempo pude perceber, que outras pessoas também se sentiam pouco à vontade quando surgia o assunto da inovação, pessoas racionais, calmas, confiantes e controladas, acostumadas aos conflitos, ficavam zangadas, tornavam-se confusas e intimidadas frente aos novos processos.

Os próximos anos, serviram para aprendizado e reflexão, a partir do momento em que pude detectar minhas falhas, meus medos, meus anseios e principalmente meus adjetivos; novos desafios tornaram-se meras casualidades.

O grande desafio é, o que você pode fazer para se destacar no dia a dia.

Faça uso do seu potencial, desprenda-se de antigos preconceitos e descubra a estrela que tem dentro de você.

Nesta hora devemos ter como desafio “o que eu posso fazer para me destacar”, geralmente fazemos isso dentro das organizações quando estamos empregado, mas e quando não estamos, “a organização somos nós mesmos”.

Desejo boa sorte a todos nesta empreitada.

Atenciosamente
Antonio Pol Rosselló
Gerente de Projetos e Gestão de PMO
rossello@uol.com.br
antoniopol@hotmail.com
55 11 9908-3168
55 …

Se Alguem quiser escrever um artigo em nosso blog, basta me enviar um e-mail para contato@rhautomotive.com.br

Equipe Rh Automotive





Entrevista com Headhunter do setor automotivo

17 09 2009

Ola amigos e parceiros,

Segue uma entrevista realizada com um grande Headhunter do setor automotivo, João Alvarenga, hoje atuando na Roemer Huntingo do Brasil.

Rh Automotive – Fale um pouco sobre a sua trajetória profissional:
João Alvarenga – Iniciei minha carreira no final da década de 70. Meu primeiro emprego foi no Banco Noroeste, entrei como Axiliar Administrativo e um ano depois fui promovido a Caixa.
Como sempre, segui um planejamento pessoal de carreira, estava atento as oportunidades, e logo vi uma como Auditor da Deloitte, Haskin + Sells, onde ingressei como Assistente de Auditoria e sai como Semi Sênior de Consultoria de US Income Tax and Human Resources, 2 anos depois.
Sai desta empresa para ir para a Visteon, onde entrei como estagiário e 28 dias depois fui efetivado. Entrei no nível Junior e sai de lá como Sênior de RH. Após a Visteon fui para a NEC do Brasil, RH, onde fui Sênior de Remuneração. Após a NEC do Brasil,  fui então para a Sabroe do Brasil, hje Jhonson Controls, como coordenador de RH.
Depois desta empresa, prestei serviços autonômos de RH e traduções para as empresas Madeirit, FEVAP, FEVA, ATA e Metal Leve. Após este período de autonômo de 2 anos, ingressei como Gerente de Recursos Hamanos e Comercial, a nível gerencial. A empresa acabou sendo vendida após a morte de seu fundados, foi então que ingressei como Gerente de Recursos Hamanos da IFER, uma empresa nacional de grande porte com fábricas em SP, RJ, PR e AM. A seguir fui contratado como Gerente Corporativo do Grupo Federal-Mogul, com designação internacional em Gran Haven, Michigan e startup da fábrica de eixe de comandos em Araras. Após esta empresa, minha atual empresa é a Roemer Automotive Hunting do Brasil.

Rh – Há quanto tempo esta na Roemer Automotive Hunting do Brasil e qual a sua principal atividade?
Alvarenga – Ingressei no dia 26/09/2008, como Headhunter e minha principais atribuições vão do hunting e controle ao acompanhamento do processo seletivo de nossos clientes.

Rh – Como foi o mercado automotivo em 2008 e como está sendo em 2009?
Alvarenga – O ano de 2008 caracterizou-se pela impressão geral de que o Brasil resolveria problemas crônicos de pobreza através do pleno emprego. Entretanto, não por problemas de caixa ou contas internas, mas por contigências  do cenário macro econômico internacional, o pais sofre uma situação que não criou, uma vez que a maioria das empresas do setor automotivo do Brasil são multinacionais.
Após eu ingressar na Roemer, o mercado de vagas retroscedeu a ponto de a própria empresa ter que se ajustar ao cenário, realizando algumas dispensas. O primeiro semestre de 2009 manteve a situação do ultimo bimestre de 2008, ou seja, não foram geradas novas vagas por aumento do efetivo ou mesmo substituição.

Rh – Quais as suas projeções para o 2º semestre de 2009?
Alvarenga – A primeira semana de Agosto, houve uma grande reação do mercado automotivo, mostrando uma tendência ascendente, não tão forte  como no ínicio do ano de 2008, mas com vigor  suficiente  para entendermos que o pior ja passou. Chegaremos ao final de 2009  quase empatando com os números de 2008.

Rh – O que você poderia dizer para os profissionais que estão buscando sua recolocação no mercado?
Alvarenga – Eu vou dizer um clichet, mas que é a mais pura verdade desde quando iniciei minha carreira: Não há crise para um bom profissional, e ser bom profissional é conhecer muito bem o que faz, a empresa em que trabalha e seus pares e superiores. Buscar ser sempre o sangue novo da empresa, se reciclando e buscando entender o negócio da mesma, e como se tornar útil. Cada um deve dar um toque especial por onde ande, para que suas realizações possam ser facilmente identificadas. Se conseguir mostrar um pouco disto na entrevista, é meio caminho andado para um novo emprego.

Rh – Você conhece a Rh Automotive? Qual a sua opnião a respeito das atividades por eles?
Alvarenga – Eu conheço desde quando estava em processo embrionário. O Rh Automotive é fruto da visão do fundador do Grupo Roemer, Marcelo Roemer, que sempre está dando seus passos rumo ao pioneirismo. Hoje para o setor automotivo não tenho duvida de que o grupo tem seu expertise no setor automotivo, e desconheço algum grupo empresarial voltado somente ao setor automotivo e que usa de técnicas profissionais como Grupo Roemer.

Rh – Algum comentário que queira fazer para fecharmos a entrevista?
Alvarenga – Eu agradeço a oportunidade e desejo sucesso a esta atividade do Rh Automotive no LinkedIn, em seu blog (http://rhautomotive.wordpress.com) e em seus processos diários. Tenho conversado muito com os profissionais e sem duvidas o LinkedIn tornou-se uma das melhores ferramentas para profissionais, tanto informativamente  como fonte de recrutamento.

Esta foi a entrevista realizado com o Headhunter João Alvarenga, da Roemer Hunting do Brasil.
Vocês podem encontrá-lo no LinkedIn através do seguinte link http://www.linkedin.com/pub/b/196/b50
Skype: joaoalvarenga
E também no grupo da Roemer Hunting do Brasil no LinkedIn.

Grande abraço e espero que tenham gostado da entrevista.

Equipe Rh Automotive





Salão de Duas Rodas será no Anhembi em outubro

17 09 2009

Em sua décima edição, o Salão Duas Rodas – Feira Internacional de Motocicletas, Bicicletas, Peças, Equipamentos e Acessórios volta a ser realizado no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo e espera receber duzentos mil visitantes para ver 360 expositores e 530 marcas de 25 países. Marcado para 7 a 12 de outubro, o salão é o maior do Brasil e da América Latina. Uma das novidades é que o evento passa a integrar oficialmente o calendário internacional de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, que adquiriu os direitos relativos à feira. Com área de exposição e ambiente externo para demonstrações de produtos, test drives, shows e atividades interativas, o Salão Duas Rodas movimenta a cadeia produtiva diretamente relacionada ao setor, reunindo fabricantes, importadores, distribuidores, lojistas, associações, entidades do setor, órgãos governamentais, empresários, técnicos, compradores e fornecedores. A última edição do salão, de 16 a 21 de outubro de 2007, recebeu 375 expositores e 228.960 visitantes.
Mais em www.salaoduasrodas.com.br








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 103 other followers